História Slave Angel - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


O cap de hj tá mais grandinho ❤ a imagem da capa é de quando o Ricardo foi dormir sob as estrelas ❤ Boa leitura :3

Capítulo 10 - Nightmare


Fanfic / Fanfiction Slave Angel - Capítulo 10 - Nightmare

Uma floresta em qualquer lugar do nosso mundo pode guardar animais perigosos, que se forem encomodados em seu habitat podem se tornar as piores ameaças à um ser humano. Na floresta onde Ricardo se encontrava agora um pouco perdido, não era diferente, porém muito pior. Sendo essa uma floresta cheia de animais com o triplo de seu tamanho, e que ainda por cima tinham grande chance de possuírem poderes mágicos, Ricardo podia não sair vivo de lá. Ele tinha suas manhas e era esperto, mas sem suas asas que o permitiam voar ele não passava de mais um pedaço de carne que ao topar com algum bicho maior que ele, seria comido sem dó nem piedade. Mas obviamente ele não desistiria por isso, e faria de tudo para sair de lá vivo.
 O dia todo o menino andou, com muita sorte de encontrar apenas pássaros inofensivos no caminho, que levantavam vôo das árvores ao escutarem os passos barulhentos de Ricardo andando pela floresta. Porém a noite estava chegando depressa, e as coisas podiam complicar muito para o lado dele. Suas asas estavam se regenerando vagarosamente, mas já não doíam mais.
 Com as horas passadas, a noite caiu silenciosa. O moreno escolheu uma boa árvore em que pudesse subir para dormir, para se proteger de animais maiores. Continuar a caminhada a noite seria muito perigoso, e ele estava sozinho. Então, subiu numa árvore gigantesca que cultivava frutos em si, e se assegurou em um dos galhos pesados e grossos. Juntou folhas da árvore e improvisou um travesseiro para que não tivesse dores no pescoço quando acordasse, e catou um fruto daquela árvore, o comendo logo em seguida, já deitado. Ele fitou o céu. A floresta agrupava tantas árvores altas que ficava difícil ver a lua e as estrelas, o que deixava o local mais escuro ainda, e consequentemente mais amedrontador. O silêncio estava instalado. Os animais que haviam por perto, ou estavam dormindo, ou eram noturnos e muito cuidadosos ao fazer barulho. Ricardo só conseguia escutar os poucos insetos que produziam algum som, e com esses sons, foi que ele pegou no sono...

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 Ele abriu os olhos para o lugar que se estendia. Estava numa sala de quatro paredes completamente branca, sem móveis, apenas com algumas cadeiras alinhadas num canto. Ele estava preso, soube disso ao tentar se mover, e chamou por ajuda. Não houve resposta, porém no exato momento que sua voz cessou, um corpo se materializou em uma das cadeiras brancas simples. Era Helena, que ostentava seu sorriso sempre brilhante para ele. Ela parecia animada, como sempre era quando ela o via.
 - Rick, finalmente esse dia chegou! Você sabe que eu amo você não é? Vamos ficar juntos para sempre! - A menina cruzou as pernas e continuou sorrindo, quando na cadeira ao lado da sua, Luce se materializou também. Ela estava sombria, olhava sério para ele.
 - Nunca simpatizei com você, Ricardo. Você tomou o meu lugar. Quero vingança. Não vejo a hora de vê-lo sofrer. - Um calafrio passou pelo corpo dele ao ouvir aquelas palavras, e uma terceira pessoa apareceu sentada na última cadeira. Era Scott. Ele o olhava sem emoção. Seus olhos estavam vagos.
 - Tanto faz, certo? O mundo é assim, meu caro Ricardo. Você me serviu de um bom soldado. Mas você está morto por dentro. Você não serve mais. Seu coração não bate. - Todos os tres continuaram olhando para ele, e ele fez o mesmo até escutar um rangido de uma máquina velha de ferro descendo até o chão em sua frente, porém distante. Era uma cadeira enferrujada que prendia uma pessoa nela, e essa pessoa era ninguém mais ninguém menos que seu próprio pai. Ele já estava muito mutilado e sangrando, de cabeça baixa, quase morto, lutando para se manter vivo. Ricardo tentou chama-lo, mas a voz não saiu. Da máquina brotou braços metálicos, que tinham formas de lâminas pontudas e afiadas, sujas de sangue seco. O coração de Ricardo apertou, esperando pelo pior. A máquina então começou a torturar seu pai, o perfurando sem mata-lo, cortando sua carne aos poucos. O homem gritou em dor, um grito rouco de quem já não tinha mais voz para protestar. Ricardo se debateu querendo ajudar o pai, mas foi obrigado a assistir sua morte lentamente. O grito do homem foi se transformando e sua voz foi se desfigurando, até virar uma voz... feminina?


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Ricardo acordou com os gritos invadindo seus ouvidos. Ainda era noite. Ele mal teve tempo de raciocinar que aquilo havia sido mais um pesadelo, pois agora na vida real, gritos invadiam a floresta e ecoavam por ela, gritos femininos. Não eram gritos pedindo socorro, apenas gritos de alguém assustado e sem saída. Ricardo desceu o mais rápido que pôde da árvore, pulando do alto, quase perdendo o controle ao tocar os pés no chão. Os gritos cessaram por um momento, mas depois voltaram, e Ricardo pôde correr na direção da onde ele vinham. Não estava muito distante. Ao chegar num espaço aberto com uma árvore não muito grande caída no chão, a primeira coisa que viu foram os cabelos loiros correndo soltos pelo vento. A menina corria em sua direção, um pouco sem rumo ainda sem ver o moreno, e acabou esbarrando nele. Ele se segurou e segurou a ela também, impedindo que os dois caíssem. Ela se afastou um pouco dele e olhou em seus olhos. As duas órbitas azuis só expressavam medo, pavor, desespero. Ricardo estava confuso.
 - Você de novo menina? Já não mandei você... - Ela segurou o braço dele e o apertou.
 - Tem um monstro. Um monstro! - Ela disse desesperadamente.
 - Calma, calma. Que monstro você...
 - Ele vai nos matar! Vai matar... - Mas então a menina foi interrompida pelo estrondo de um grupo de árvores se quebrando para a passagem de um animal quadrúpede, que havia empurrado as árvores com muita facilidade e agora olhava para os lados procurando algo. Ele tinha as costas espinhentas, como ossos mas que eram afinados nas pontas. Tinha uma cor cinzenta - escura, e dois dentes da arcada dentária debaixo cresciam para fora de sua boca. Seus olhos eram completamente brancos, e a respiração pesada do monstro só ajudava em seu perfil amedrontador. Ricardo estava paralisado, sem saber o que fazer, e a menina estava quase dando um chilique ao rever o mostro. O animal virou a cabeça lentamente em direção aos dois,e antes que os olhasse diretamente, Ricardo sussurrou no ouvido da menina.
 - Corre. - O bicho percebeu que os dois estavam lá e emitiu um rugido grave antes de sair atrás deles, porém Ricardo e Tuaila já corriam em direção às arvores. As passadas do monstro chegavam a agitar um pouco o solo, por ele ser tão grande e pesado. Cada passada dele era um som que dizia " morte " enquanto os dois corriam sem rumo para não serem pegos. O animal era lento para o tamanho dele, mas em comparação às passadas de Ricardo e Tuaila ele era rápido e estava cada vez mais perto dos dois. Em certo momento, a loira que corria a frente de Ricardo, tropeçou em uma raiz grossa de uma árvore e tombou no chão. Ricardo escutou o monstro se aproximando. Ele se agachou ao lado da garota.






 Se sacrificar por alguém... Vale a pena?


Notas Finais


Ent gente, por hj foi só isso, amanhã tento postar mais ❤ se gostou n esqueça de deixar um fav e um comentário pra eu saber oq vc está achando 😍


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