História ▲Slender Daughter▲ - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Palavras 1.149
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aehooooo
Enfim, acabou!

Capítulo 25 - Acertos...


Fanfic / Fanfiction ▲Slender Daughter▲ - Capítulo 25 - Acertos...

Acertos... E o final

            — Filha!

            — Pai — chorei, ao sentir aquele terno negro e macio novamente, abraçando o mais forte que eu podia, sentindo todo o seu amor.

            — Anne, você... Deu um show cara! — disse Nina, feliz — Mas tá muito machucada!

            — Eu sei... Preciso... — comecei

            Eu parei de falar, e todos da casa me olhavam.

            — Eu acabei com tudo. Se não me quiserem mais aqui, eu vou entender. Afinal, desde que cheguei ninguém aqui teve paz. Pai... Pode me levar se quiser...

            — Tem certeza? — perguntou ele.

            — Não! — gritou uma voz muito familiar, vindo deles. Era Jeff, que estava surpreso, espantado e não acreditava no que havia acontecido ali, agora.

            — Por favor não vai, Anne... — pediu ele — A gente sabe que você não teve culpa desde o inicio. E quando digo inicio é desde o início mesmo. Eu te amo, você não pode me deixar desse jeito...

            Eu olhei para ele, sentindo o mesmo. Aquilo partia o meu coração, vê-lo, me pedindo para não ir...

            — Ele tem razão... Você tem que ficar, sempre foi muito boa, prestativa, brincava com todos os mascotes da casa... — disse Zalgo, se aproximando de mim e pegando em minha mão.

            — Vai fazer muita falta se for. — disse ele, olhando em meus olhos, triste.

            — Me desculpe pelo que viram... Eu não aguentava mais tanta pressão... — falei, chorando.

            — Não se sinta culpada, criança... Todos nós temos um limite... Somos creepys, não temos alma, nós matamos, ou pelo menos matávamos. Por que achas que nos escondemos aqui, nessa mansão no meio do nada, onde nenhum ser humano pode nos achar? Queremos um refúgio, um lugar onde ficar sem sermos assombrados pelos fantasmas das nossas origens obscuras... A maioria aqui se arrepende do que fez... Ou sofre... Você foi uma grande aquisição nesta casa, somos gratos por ter uma garota tão boa e humilde de coração... — disse Sr Marionete, agachando seu imenso corpo de madeira para me olhar — Quem fundou esta casa foi seu pai, e você, como filha tem o direito de ficar aqui. Eu e Zalgo que a administramos, apenas.

            Eu me emocionei ao ouvir aquilo. Eu não sabia de tudo isso, e percebi que eles realmente gostavam de mim.

            — Anne, você é minha única melhor amiga, não pode me deixar — disse Nina, me dando um soquinho no ombro. — E a Jane mereceu essa surra! Alias tava merecendo a muito tempo.

            — Nina, não incite brigas! E outra, Anne, você é que não vai embora, vou repetir de novo, o que eu disse desde  primeira vez que você teve essa idéia maluca de ir: Quem vai ouvir Ramones comigo — perguntou Jack Risonho, dando-me um peteleco na testa.

            Eu ri disso, e olhei para todos. Sally veio e me abraçou na cintura, e ela estava grudada a seu ursinho.

            — Sally... Pensei que tinha deixado ele...

            — Eu tava com medo, Anne. Medo de que você morresse... — disse ela, triste — E voce não pode ir embora, eu vou sentir sua falta...

            Eu olhei naqueles olhinhos piedosos dela, e, de repente, Seed Eater, o meu mascote colhedor de sementes e Smile o cão sorridente, vieram até a mim, e fizeram a mesma carinha que ela fez.

            — Parem com isso, vocês vão me fazer chorar — falei, rindo e chorando ao mesmo tempo, nervosa.

            — Então... Se a Sally fica mal, eu também fico — disse Carazi, dando de ombros.

            — Por mais que eu seja amigo da Jane, e gostar muito dela, não é certo essa obsessão maluca dela de querer eliminar você... — confessou Zelda, ou Ben. — Você deve ficar. — disse ele, olhando para Jane, de longe, que ainda estava no chão, sem poder levantar.

            — É uma surpresa para mim, vindo de você... — falei. — Mas você esta certo. Não devo deixar vocês.

            — Somos uma família. E você sempre fez parte dela — concluiu Zalgo.

            Eu não agüentei e o abracei, e para falar a verdade, todos nos abraçamos, como uma verdadeira família.

            — Chega de choradeira, gente, vamos para casa, o que acham de um repeteco da festa, só nosso? — sugeriu Zalgo, quase gritando.

            Todos nós uivamos um “sim”, e eles foram se dispersando, entrando na mansão, animados.

            — Primeiro, temos que resolver o problema com Jane. — disse meu pai, sério, quando somente eu, ele, Zalgo, Sr Marionete, Jeff e os Slender Proxy ficamos ali, no jardim repleto de Scarlet Carsons da mansão.

            Eu olhei para ela, de longe, e senti um alívio ao ver que todo esse inferno havia acabado. Ela nunca mais ficaria no meu caminho novamente.

             — Eu vou levá-la para outra dimensão — disse papai

            — Acho uma boa, Slender... Sr Marionete você é o mais sábio da casa, pode cuidar dela... — disse Zalgo.

            — Sim... Eu farei isso. Vou trabalhar sua mente, pode deixar comigo... — concordou ele, ajeitando a cartola, com sua capa de teia de aranha balançante, e o cajado em suas mãos esqueléticas.

            — É o melhor... — disse Jeff — Eu não sabia que ela era capaz de tudo isso... Se eu soubesse, teria feito algo.

            — Não lamentaremos mais, Jeff. Tudo já aconteceu. — disse Zalgo.

            — Filha, eu vou levar a Jane com o Sr...

            — Espera pai! — o interrompi — O que a Jane me disse no banheiro... Que você foi como um pai para ela. É verdade?

            Ele abaixou a cabeça, assentindo.

            — Quando ela chegou na casa, eu a acolhi. Era dizia o tempo inteiro que se vingaria do Jeff, que ele era o culpado por tudo que havia acontecido a ela... E eu cuidei dela, fiz de tudo... Até o Jeff aparecer, e ela se apaixonar por ele... Eu não concordava com isso, brigamos e ela se afastou. Foi muito ruim... Isso é passado, não quero relembrar disso tudo...

            — Ah... Tudo bem pai... — falei.

            Ele tocou no meu queixo carinhosamente, e se dirigiu, juntamente com Sr Marionete e os Proxy.

            Zalgo foi para a mansão, e piscou para mim e para o Jeff.

            — Pois é... — falei, timidamente.

            — Você tá ferida Anne?

            — Um pouco... Quer dizer, fora a facada no ombro, eu estou bem... Posso me regenerar agora...

            — Que bom, assim eu fico menos preocupado. Foi maldade falar que você iria embora, Anne. Depois de tudo que eu de disse, de me declarar para você...

            — Desculpa... Eu achei que todos na casa me odiariam...

            — Jamais, Anne, jamais — disse ele, chegando perto de mim, e me beijando, bem de leve.

            Senti um arrepio a isso, e sorri, meio triste.

            — Vem comigo para festa... — pediu ele, ao meu ouvido, segurando minha cintura.

            — A Jane rasgou todas as minhas roupas... Nem tenho o que vestir... — respondi a ele.

            — Não importa... É informal... Só para o pessoal da casa...

            Eu sorri, timidamente.

            — Então tá...

            — Eu te amo, Anne.

            Eu e ele seguimos para a festa de ultima hora, e eu me sentia tão feliz... De verdade, pela primeira vez... Era como o primeiro dia que eu havia chegado ali, com todos. Era bom saber que eles me aceitavam, e que gostavam de mim, como uma verdadeira família.

            Família essa, que eu nunca tive...

 

FIM?


Notas Finais


Hehe,
Achou mesmo que era o fim?
Aguardem mais surpresas!


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