História Slinkhurt feels. - Capítulo 1


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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Personagens Originais
Tags Amor Doce, Castiel, Fanfic Amor Doce
Exibições 290
Palavras 1.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey docinhos *3* Voltei com as fics amor doce! Saudades, sério <3 Mas então, vou pedir já na primeira notas da autora dessa fanfic, que os capítulos vão vir, mas não vai ser tão rápido! Estamos no fim de ano, e sabe... notas não estão tão boas... preciso me dedicar também aos meus estudos e as coisas fora da internet. Mas enfim, estamos aqui com uma nova fic fresquinha, do Castiel? Sim, e se reclamar faço mais uma! Rsrs. Mas vou tentar de tudo pra não ficar clichê, mas às vezes eu possa escapar dessa promessa hehe

PS::: Ninguém de Amor Doce aparece nesse capítulo, é apenas pra vocês saberem a vida dela em New York, e um pouco da família dela, etc.

Capítulo 1 - In New York


Fanfic / Fanfiction Slinkhurt feels. - Capítulo 1 - In New York

7:00 da manhã, New York.

Acordei com o barulho infernal do alarme e com o rosto meio cansado, não devia ter jogado muito The Sims 4 nessa madrugada! Droga Claúdia, você sabia que havia aula hoje!

Levantei-me da cama e fui correndo ao banheiro, tirava as minhas roupas e entrava na banheira, fechava os olhos e pensava tranquilamente o que iria fazer hoje na escola, ficar mais com algum garoto bobo? Haha, quem sabe.

Sentada na banheira estava eu depois de uns dez minutos, estava relaxante e super bom, quando um barulho interrompe meu relaxamento, era Glaucia.

Glaucia Castro era a minha governanta, vamos dizer que ela é uma amiga que temos na família desde quando saí do útero da minha mãe, haha. Ela cuida dos meus atos em casa e era tipo uma "professora particular" ou como prefiro, uma babá. Eu podia ser educada em casa com a explicação perfeita da Glaucia, mas mamãe queria que eu fizesse amizades além de ter uma educação dobrada.

Clau, se apresse pra sua escola por favor. Seu pai já está tomando o café da manhã. – Glaucia dizia com seus dedos batendo na porta, pedindo para me apressar.

Ok Glaucia. Já estou indo. – Saio do banheiro com a toalha em volta do meu corpo, vejo que Glaucia já havia saído,vou andando ao meu closet e escolho uma roupa qualquer. (Roupa da foto do capítulo)

 

 

Estava comendo o meu cereal com as pernas apoiadas na mesa e olhando para televisão onde passava o noticiário, o clima em New York estava de aproximadamente 25° ,era frio e nem quente demais, gosto de clima assim. Vejo papai olhando o jornal, decido puxar assunto com papai.

Papai? – Digo, terminando de comer o cereal. Ele não tira os olhos do jornal.

Fale filha. – Ele diz ajustando seus óculos ,ainda não tirando os olhos do jornal, está me irritando, ele tem que o que eu tenho a dizer...!

Eu vou ser herdeira do Slink Corps? – Quando digo isso, ele abaixa o jornal e olha pra mim com uma sobrancelha arqueada e suspira.

Cláudia, você sabe que mulheres não são herdeiras na nossa família, apenas seu futuro esposo, já que não tem irmão. – Ele diz logo voltando a ler o jornal. Eu já perguntei isso tantas vezes, mas mulheres não poderem...

É injusto! – Digo levantando-me ,ergui a voz, foi sem querer, ou não. Mas ele precisava me ouvir! – E se eu não tiver noivo?! Pai! Isso é ridículo, então o que adianta ser uma dos Slinkhurt?

Ele levanta, eu o estressei logo pela manhã, mas eu não vou ficar calada! Meu futuro vai ser uma merda pra mim, vai ser bom apenas pro marido...

Cláudia! – Ele joga o jornal na mesa e respira fundo. – Você sabe quantas pessoas gostariam de estar em seu lugar?! Ser uma SlinkHurt é uma dás melhores coisas! E se não ter um marido... haha, arranjaremos um.

Arqueio a sobrancelha, arranjar um marido? Sério isso?! Respire fundo, apenas digo uma frase, não tão alta, para papai ouvir bem.

Então já comece a achar um. – Digo sorrindo de canto, afinal papai sabe que eu brinco com o fogo, sem dúvidas! E nesse caso, o fogo é ele.

Querida, arrume sua mala hoje mesmo, amanhã partiremos a Paris. – O que? Paris? Isso é bom, mas vou ter que começar tudo de novo? Argh.

Ele mexe em seu cabelo pra tentar acalmar, mamãe percebe sua raiva e logo levanta pegando as chaves do carro e me puxando pelo pulso. Glaucia já havia colocado meu material no carro.

Tchau Phillipe! Bye Glaucia. E você mocinha, vamos pra escola – Entramos no carro e ela liga o mesmo, o trajeto estava em um completo silêncio, mamãe respira fundo. – Não responda mais seu pai daquele jeito, você sabe que aquele assunto nunca vai mudar, vai ser assim filha, nós somos mulheres.

Fiquei quieta durante o trajeto e olhava para a janela pensando na mudança e na discussão que acabeu de ter com papai, estava entediada com as palavras da mamãe, respiro fundo. Sou mulher, mas ninguém manda no meu futuro!

 

9:42 da manhã; Escola de New York

Depois de longas horas de aula, toca o sinal para o intervalo, estava comendo meu sanduíche natural junto com Clara, uma das amigas onde eu tinha certeza que ela não tinha nenhum interesse comigo.

Que cara é essa Clau? – Ela mascava o chiclete, olhando para mim enquanto arrumava seus cabelos rapidamente.

Passei a noite jogando The Sims. – Dizia com uma voz tediosa, não iria contar sobre a discussão que tive com papai. – E irei me mudar pra Paris.

Haha, você tem que dormir mais cedo menina! – Clara me irritava com o fato de ela todos os dias vir pra escola alegre, isso é invejável, mas me acostumei. Ela ouve que irei me mudar, fica boquiaberta. – O QUE?! Sério!?

Concordo com a cabeça e logo chega Jason, um garoto onde havia ficado a um tempo atrás, ficar pra mim é apenas dar uns beijos, mas não queria NADA sério!

Hey Clara... Cláudia... – Ele dizia dando um sorriso de canto, olhando para mim, respiro fundo e olho para ele.

O que quer Jason? – Digo terminando de comer o sanduíche e segurando o guardanapo.

Queria repitir aquele beijo sabe Claudinha... – Olho para ele e reviro os olhos e sorrio.

Primeiro, me esquece. Segundo, não me chame de Claudinha. E terceiro... joga esse lixo pra mim? – Coloco o guardanapo do sanduiche em sua mão e fecho a mesma, me levanto e Clara vem andando comigo.

 

Clau! Por que não ficou com ele? Ele é super gato! – Clara tinha razão, ele era lindo, pena que grudento demais! Eu apenas queria ficar com ele dessa vez.

E também irritante. – Ela ri e logo entramos na sala, cochichamos a aula inteira, ela queria saber por que iria para Paris, expliquei que não sabia o motivo ainda, e então bateu o sinal para o fim da aula.

 

 

 

Chego em casa, Glaucia havia me buscado da escola. Papai ainda não chegou, ela me aconselhou a arrumar as coisas e então foi o que fiz. Subi as escadas em direção ao quarto e comecei a arrumar as minhas roupas. Glaucia estava me ajudando, e logo ela deita na minha cama me olhando.

Não vai sentir falta de ninguém? – Ela sorriu pra mim, ela sabia de uns casos meus, ela e mamãe. Não sei se papai sabia, mas se soubesse não ligaria muito, ele sabe que eu enjoo rapido de algumas pessoas. – Alguma amiga? Amigo? Namorado?

Rio e olho pra ela.

Apenas da Clara, e não! Nenhum namorado! – Dizia jogando uma peça de roupa em seu rosto e logo rimos. Terminei o dia junto com Glaucia arrumando as malas para eu ir a Paris. Penso que deve ser a mesma coisa que aqui, bom... Eu acho.


Notas Finais


Yay! É isso ai! Espero que gostei, e saibam que eu amo, AMO comentários! Pode ser crítica construtiva, pode dizer o que achou do capítulo, o que gostou e pah. Enfim, obrigada por ler <3


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