História Slow Burn - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Magcon
Personagens Cameron Dallas, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes
Visualizações 35
Palavras 1.562
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fantasia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura :)

Capítulo 3 - Finding Out


Quando entramos em minha casa, minha mãe estava sentada no sofá com Lewis, que parecia estar prestes a cair no sono. Ela nos olhou surpresa, enquanto meu irmão abriu um sorriso enorme e veio em minha direção.

- Kayla! – ele gritou. Peguei-o no colo e dei um beijo em sua bochecha.

- Chegaram cedo – minha mãe disse – Achei fossem chegar só de manhã.

- Adivinha quem quis voltar cedo – Matthew disse.

- Mikayla? – Matt assentiu – Ou não quer voltar ou volta antes do esperado – ela disse – Oi Brook – cumprimentou minha amiga – Você eu não conheço – dirigiu-se a Shawn.

- Esse é o Shawn, ele vai dormir aqui hoje.

- Ah, ok – se sentou no sofá novamente – Você sabe onde fica as coisas pra arrumar a cama – meu irmão assentiu, começando a subir as escadas – E Matthew, toma um banho. Você tá fedendo suor.

Dei um sorrisinho pra ele, como se dissesse “eu disse” e ele devolveu um sorriso cínico.

Soltei Lewis no chão e minha mãe me olhou.

- O quê? – perguntei.

- Esse amigo do seu irmão é bem bonito – erguei as sobrancelhas sugestivamente.

- E bem escroto – acrescentei.

- Que homem não é? – Brook disse. Minha mãe riu.

- Boa noite meninas.

- Boa noite.

Subimos as escadas e entramos em meu quarto. Tranquei a porta e me joguei em minha cama, ao lado de Brooklyn.

- Eu ainda não acredito que o Evan...

- Fala baixo – avisei – Meu irmão pode escutar.

Brook e eu ficamos conversando a noite inteira sobre Evan, britânicos, sexualidade e começamos a conversar sobre sexo anal e como aquilo podia ser prazeroso, porque sério, deve doer pra caralho. Fomos dormir umas cinco da manhã e acordamos às oito e meia com meu irmão socando minha porta.

- Acorda, ô demônia – ele gritou – Se você não levantar logo a gente vai se atrasar.

Gemi e coloquei o travesseiro em cima da cabeça.

- Mikayla, sua russa do caralho, acorda mano!

Levantei da cama nervosa e abri a porta com a maior cara de sono do mundo.

- Que russa o que, mano? – foi a primeira coisa que eu perguntei.

- Seu nome é russo, ucraniano, essas regiões aí.

- Meu nome é hebraico, seu burro do caralho – eu o empurrei e fechei a porta de novo.

- Eu espero que você tenha fechado essa merda pra começar a se arrumar.

O ignorei e abri a porta do meu guarda-roupa. Vesti uma blusa branca, um short jeans e um all star branco nos pés e fui em direção ao banheiro. Brook parou de passar rímel e olhou pra mim.

- Eu odeio seu irmão – disse.

- Eu também. Imagina você ter que dividir um útero com ele por nove meses.

- Deve ter sido super difícil – suspirei dramaticamente.

- E foi mesmo.

Terminamos de nos arrumar e descemos.

- Bom dia – Lewis disse feliz.

Era incrível como essa criança conseguia ficar com um sorriso no rosto mesmo às oito e meio da manhã. Baguncei os cabelos dele e dei um beijo em sua cabeça em seguida.

- Não vão tomar café? – minha mãe perguntou.

- Não vão – Matthew disse – Ninguém mandou acordar atrasada – mostrei o dedo do meio pra ele – Lewis tá pronto?

Meu irmão assentiu.

- Então vamos.

Shawn saiu da cozinha e lançou um sorrisinho pra mim. Franzi o cenho para ele e apenas sai de casa e entrei no carro de Matt.

Eu odiava quando os amigos de meu irmão pegavam carona, pois isso resultava em música alta e cantoria logo de manhã. Dei graças à Deus quando chegamos na escola e nos separamos pelo corredor. Peguei meus livros no armário e Brooklyn fez o mesmo. No caminho para a aula de biologia, fomos abordadas por Johnson.

- Vocês sabem de alguma coisa que eu não sei – ele disse, interrompendo Brook, que falava sobre o quando odiava o professor de biologia.

Nós duas nos entreolhamos e olhamos para Johnson.

- Como assim? – perguntei, fazendo-me de desentendida.

- O que vocês descobriram ontem e eu não descobri?

- Nada, tá louco? – Brook disse.

Antes que Johnson continuasse a insistir nesse assunto, ouvindo alguém gritar meu nome e isso fez com que nós três virássemos a cabeça na direção de sua voz. Um dos amigos do time de futebol do meu irmão vinha em nossa direção com um sorriso convencido no rosto, enquanto cumprimentava pessoas no caminho. Eu apenas revirei os olhos e cruzei os braços, esperando para ver o que viria a seguir. Chad era um cara bonito, bonito até demais, mas tudo o que ele tinha de beleza, ele tinha de babaca. Nunca perdeu uma oportunidade para dar em cima de mim, fosse na frente de Matthew ou de alguma guria que ele estava pegando no momento. Talvez se você procurar no dicionário ache:

“Babaca - adjetivo e substantivo de dois gêneros; Chad Bentley”.

- E aí Kayla – ele disse com o mesmo sorriso convencido que nunca parecia sair de seu rosto. Revirei os olhos ao sentir seu braço em meu ombro – O que você vai fazer hoje nessa noite de sexta-feira?

- Me ajudar a arrumar as coisas pra minha festa de amanhã – Johnson me interrompeu antes que eu pudesse ter a chance de pensar em uma resposta.

- Festa? – Chad perguntou.

- Sim festa, Richard – tirei seu braço de perto de mim – Até parece que essa não é a única palavra que você realmente sabe o que significa.

- Estou convidado? – perguntou após lançar-me um sorriso.

- Claro, mano. Vai ser em uma praia um pouco afastada da cidade, eu te passo o endereço e você passa pra galera.

- Beleza. Eu te vejo lá, Kayla – sorriu e saiu andando pelo corredor.

O sinal tocou e eu fiquei encarando Jack com os braços cruzados e sobrancelhas erguidas.

- Que foi? – perguntou como se não tivesse acabado de convidar Chad para a festa.

- Sério? Você convidou ele? – Brook perguntou indignada, fingindo que aquilo não a divertia tanto quanto divertia Jack.

- Ele iria aparecer de qualquer jeito – deu de ombros – Eu tenho educação física agora. Vejo vocês no almoço e depois combinamos direito aonde vamos comprar as coisas pra amanhã.

Apenas revirei os olhos e decidi que discutir sobre isso com Johnson seria inútil. 

_______________

Saímos da loja de licor que sempre comprávamos as bebidas para as festas com várias sacolas cheias e pesadas. Estávamos no processo de colocar as bebidas no banco de trás quando Johnson para e olha para o outro lado da rua. Franzi as sobrancelhas e olhei para a mesma direção que ele olhava. Brooklyn fez o mesmo ao perceber que paramos nossos movimentos.

Era impossível de não reconhecer Chad, com seu casaco do time de futebol e cabelo preto escuro. Ficamos encarando, sem dizer nada, esperando para ver quem ele estava esperando sair do restaurante. Chad colocou as mãos nos bolsos de sua blusa e mexeu no cabelo pelo reflexo do vidro. Revirei os olhos com a cena de ele se arrumando por uma menina e voltei a colocar as garrafas no carro.

- Desde quando eles são amigos? – Jack perguntou e isso atraiu minha atenção novamente para Richard.

Saindo do restaurante, estava Evan. Cerrei as sobrancelhas ao ver os dois conversando animadamente enquanto começavam a andar.

- Vou chamar eles aqui – Johnson disse – Ei Ch...

E então Chad puxou Evan para um beco um tanto escuro. Mas como o dia ainda estava um tanto iluminado, era possível ver o que os dois estavam fazendo. Meus olhos se arregalaram rapidamente e minha boca abriu involuntariamente. Jack parecia em estado de choque, enquanto Brooklyn estava tão desesperada que começou a ameaçar dar risada. Entramos no carro antes que eles saíssem de seu “esconderijo” e nos vissem ali.

- Que merda que tá acontecendo? – Jack pareceu perguntar para ele mesmo.

- O Chad? Mas... ele deu em cima de você ontem e hoje de manhã, não deu? – Brook ignorou Jack e se virou para mim.

- Sim, eu acho.

- Era ele então? Ontem?

- Ontem? O que aconteceu ontem?

- Ai meu Deus – eu disse – O Chad tá transando com o Evan.

- Isso tá óbvio né porra! – ele apontou para o beco e logo olhou para nós, chocado – Vocês sabiam. Vocês sabiam!

- A gente sabia que o Evan tá transando com um cara, mas a gente não sabia quem – expliquei.

- E não me contaram? Traidoras!

- Pelo amor de Deus, Jack. Você descobriu um dia depois da gente – Brook revirou os olhos – Você é muito dramático.

- Cala boca, salafrária!

Eu sabia que se não fizesse nada à respeito, Jack iria ficar bravo conosco pelo resto do dia. Então coloquei um sorriso no rosto e me sentei de lado no banco do passageiro.

- Mas pensa por outro lado – eu comecei – você descobriu algo ainda maior com a gente – Jack me olhou de canto, ainda com os braços cruzados e fazendo beicinho – Você sabe que o Evan tá transando com um cara e esse cara é o Chad. Quem mais sabe disso? Só você.

Vi um sorrisinho se formar no canto da boca de Johnson.

- Tá bom, você me convenceu! – olhou para mim com um sorriso – Mas da próxima vez que descobrirem um bagulho desses vocês me contam na hora. Odeio ser deixado de fora – disse.

- Sim senhor – minha melhor amiga disse sorrindo.


Notas Finais


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