História Slow Burn - Capítulo 8


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Categorias Magcon
Personagens Cameron Dallas, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Matthew Espinosa, Nash Grier, Personagens Originais, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes
Visualizações 32
Palavras 1.662
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Fantasia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura :)

Capítulo 8 - Just The Worst


Mikayla

Acabada. Foi a primeira coisa que eu pensei quando acordei em minha cama e minha dor de cabeça veio batendo como um trem. Coloquei a mão no rosto e fechei os olhos com força. Gemi alto de dor e abri os olhos. Encarei meu quarto, que estava completamente escuro, notando que minha roupa de ontem estava jogada no chão, meus tênis não estavam em lugar nenhum. Eu sentia que ainda possuía maquiagem em meu rosto, mas também sentia que meu cabelo estava molhado, assim como meu travesseiro. Olhei para meu corpo debaixo das cobertas, notando que eu estava com uma blusa suja e de calcinha. Meu cabelo provavelmente estava fedendo e eu teria que colocar meu travesseiro para secar, mas apesar da insuportável dor de cabeça e o sentimento de não lembrar como cheguei em casa, soltei uma risada ao lembrar de alguns acontecimentos de ontem.

Matthew e eu mostrando para todo mundo que nunca sequer nos odiamos. Nash completamente bêbado fazendo uma música sobre o mar e logo em seguida os Jacks se juntando a ele. Cameron jogando seu baralho na fogueira e se arrependendo em seguida. Brooklyn vomitando nos sapatos de Nash. Matthew jogando vodca no fogo e se assustando com as chamas subindo radicalmente. Evan tentando me ensinar a falar com o sotaque britânico. Brooklyn perguntando para Johnson, após uma longa discussão com Evan, se os dois seriam um bom casal. Jack falando que, apesar de Brook ser gata pra caralho, acha que não daria certo porque eles não teriam química e começando a falar o quanto odeia química e o quanto a professora é gostosa.

Ao lembrar de tudo aquilo, me toquei de que Mendes não estava em nenhum desses momentos. Tentei recordar o exato momento em que ele foi embora, mas minha mente parecia ter excluído completamente aquilo de minhas lembranças. Estranho.

Levantei de minha cama com a maior vontade de morrer do mundo e sai de meu quarto.

- Bom dia! – Matthew disse com uma emoção completamente falsa assim que terminei de descer as escadas – Mamãe deixou dinheiro pra comida, já ia te chamar pra ver o que a gente podia pedir.

- Cadê o Lewis? – perguntei. Matt apontou para a cozinha – Acho que a gente podia pedir comida tailandesa.

- O Lewis come? – assenti – Beleza – pegou o telefone – Depois eu quero conversar com você sobre a festa.

- Eu fiz merda? – meu irmão riu e negou com a cabeça.

- Só quero conversar – deu de ombros – Faz tempo que a gente não tem uma conversa decente.

Sorri para Matt e assenti.

Andei até a cozinha e vi Lewis sentado na mesa de jantar, pintando um desenho que ele mesmo havia feito.

- Ei – eu disse suavemente. Meu irmão mais novo se virou para mim com um sorriso enorme e brilho nos olhos – O que você tá desenhando? – perguntei enquanto pegava uma garrafa de água na geladeira. Lewis ergueu o desenho para mim – Quem são?

- Eu, você, Matt e nosso cachorro – disse, indicando com seu indicador cada pessoa no desenho. Parei de beber minha água ao ouvir “cachorro”.

- Nós não temos um cachorro – falei.

- Eu queria ter um cachorro – voltou a colorir seu desenho – Você não?

- Claro que sim, quem não gostaria? – sentei-me em sua frente.

- Kayla?

- Hmm?

- Que raça de cachorro você gosta?

Pensei por alguns segundos após responder a primeira raça que veio em mente.

- Pug.

- Que cor?

- Preto.

- Eu também – sorri.

______________

Matthew e eu unimos nosso grupo de amigos na hora do almoço e isso pareceu chocar muita gente. Estávamos sentados embaixo de uma árvore enquanto comíamos e o que realmente me surpreendeu foi que todo mundo pareceu se dar super bem. Meus amigos tinham assunto com os dois melhores amigos de Matthew e aquilo era incrível. Não como e nem o porquê, mas nossa conversa foi parar na homossexualidade e aquilo fez com que Johnson, Brook e eu nos entreolhássemos.

- Não, mano, eu acho que os gays são super de boa – Nash disse – Eu seria gay se não gostasse tanto de mulher

- Por que isso é super escolha sua, Nash – eu disse.

- Não tô falando que é, mas sei lá, talvez eu experimente um dia.

- Experimenta e me fala como foi, eu sou mega curiosa em saber como é o prazer anal – Brook comentou.

- Por que caralhos você acha que eu vou dar meu cu? Tá louca!

- E qual o problema? – Johnson interviu – Qualquer homem que dá a bunda ganha meu respeito.

- Por quê? – meu irmão perguntou com o cenho franzido.

- Ah, mano! Você ainda pergunta? Deve doer pra porra.

- Doí mesmo, Sam? – Cameron perguntou.

- Por que não pergunta pra sua mãe? – Sam respondeu.

- Piadas com a mãe, parabéns Wilkinson pela sua mentalidade de menino de catorze anos! – eu disse.

- Na minha opinião, eu acho que você tem que ser muito homem pra ser o passivo – Gilinsky comentou.

- Mano, você é gay se sente atração por homem! Não tem desculpa – Shawn disse.

Sem dizer nada, Evan se levantou e saiu andando.

- Qual foi? – Sam arqueou as sobrancelhas – O que deu nele?

- Ele me disse mais cedo que tava com dor de cabeça, deve estar indo pra enfermaria – menti. Os meninos pareceram acreditar e continuaram a conversa.

Brook, eu e Jack trocamos olhares preocupados e continuamos a conversa, como se não soubéssemos o real motivo de Evan ter saído de nossa roda.

- Quem que é aquela? – a voz de Cameron fez com que eu tirasse os olhos de meu lanche e olhasse para onde ele estava apontando.

Era uma guria morena, que parecia estar perdida e desconfortável no meio do gramado. Pelo que eu me lembro, nunca vi essa menina na escola.

- Acho que é uma guria nova – Gilinsky comentou – Gata.

- Ela parece sozinha – Johnson disse – Vão lá chamar ela pra sentar com a gente.

- A gente? – perguntei ofendida – Por quê?

- Vocês são meninas, ué. Ela vai se sentir menos intimidada.

- Ah, porque vocês intimidam muito as meninas né – Brook riu – Viadinhos.

- Vão logo caralho!

Revirei os olhos e me levantei. Ajudei Brooklyn a se levantar e ambas andamos até a menina. Assim que ela percebeu que estávamos indo em sua direção, percebi sua expressão ficar tensa. Dei um sorriso amigável e me coloquei em sua frente.

- Oi – eu disse – Você é nova, certo? – a menina assentiu – Eu sou Kayla, essa é a Brooklyn.

- Alexis – a morena disse – Eu tô meio perdida aqui – deu um riso sem-graça.

- Seu primeiro dia? – Brook perguntou.

- Sim – Alexis disse – Eu odeio ficar perdida e sozinha desse jeito.

- Agora você não tá mais – falei – Vem se sentar embaixo daquela árvore com a gente, estamos falando sobre homossexualidade.

- Você tá falando sério? – perguntou com apenas uma sobrancelhas franzida. Brooklyn assentiu.

- Meninos – Brooklyn disse alto, chamando a atenção de todos os guris que fingiam conversar sobre esportes – essa é Alexis. Alexis, meninos.

- Apresenta direito, Brooklyn – Nash protestou.

- Não sabe nem fazer isso direito – meu melhor amigo loiro se levantou e se colocou na frente de Alexis – Sou Jack Johnson, me chama de Johnson, fica menos confuso – Alexis franziu o cenho.

- Você já vai entender – falei.

- Esse é o Jack Gilinsky – apontou – Cameron Dallas, Shawn Mendes, Sam Wilkinson, Matthew Espinosa, Nash Grier e só.

Os meninos disseram oi em uníssono.

- Oi pessoal – Alexis acenou sem graça.

- Agora minha vez! – Sam se levantou em um pulo – Vou apresentar todo mundo.

- Eu acabei de fazer isso – Johnson o olhou com descrença.

- Eu vou apresentar as personalidades – Wilkinson revirou os olhos – Ok, vamos lá! – bateu as mão e as esfregou algumas vezes – Matthew e Mikayla, irmãos gêmeos – Alexis arregalou os olhos – pois é – deu de ombros.

- Seu nome é Mikayla? – perguntou incrédula.

- Minha mãe queria me torturar um pouco já que fiquei com toda a beleza – dei de ombros também. Matthew soltou uma risada falsa.

- Jack Gilinsky, o pegador da turma, nenhuma guria foge de seu incrível charme – Alexis levantou as sobrancelhas, totalmente impressionada pela descrição.

- Ele não é tão bonito assim.

Os meninos – exceto Gilinsky – Brook e eu caímos na gargalhada.

- Obrigado, Alexis! – Nash agradeceu.

- Continuando – Sam disse após parar de rir – Nash Grier é aquele cara que é amigo da escola inteira e melhor amigo desse cara – apontou para Cameron – ele é gay, não vá se animando.

- Vai se foder! – Cam disse – Eu não sou gay, ok?

- Ainda não se assumiu – Sam sussurrou para ela – Shawn é o mais novo do grupo, canta bem pra caralho e é super daora.

- Você canta? – perguntei surpresa. Shawn assentiu.

- Johnson é o cara que pode te arranjar qualquer coisa e quando eu digo qualquer coisa, quero dizer literalmente qualquer coisa.

- Ok, entendido – Alexis assentiu.

- Brooklyn é companheira pra caralho, se você quiser ir pra qualquer lugar, convida ela que ela vai – Brook sorriu e assentiu.

- E o Sam, o cara mais escroto do grupo – Dallas disse – Não se aproxima desse cara, você se fode na hora.

O sinal para o final da hora do almoço tocou, interrompendo os possíveis protestos de Wilkinson.

- Eu tenho aula de trigonometria agora – Alexis suspirou – Eu não faço a menor ideia de onde fica a sala.

Antes que Brooklyn e eu pudéssemos nos oferecer para leva-la até sua aula, Cameron foi mais rápido:

- Eu te levo lá, tenho aula no mesmo prédio que você – disse.

- Seria ótimo – Alexis sorriu.

- Então vamos.

Os dois saíram andando de perto de nós.

- Ele tem aula de literatura comigo e é pra lá – Nash apontou para o prédio do lado oposto que eles estavam indo.

Matt se colocou ao meu lado e cruzou os braços.

- Patético – meu irmão falou.

- O pior de todos – complementei.


Notas Finais


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