História Sluggish - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Seventeen
Personagens Jeon Wonwoo, Kim Mingyu
Tags Comedia, Fluffy, Jeon Wonwoo, Kim Mingyu, Meanie, Mingyu, Seventeen, Wonwoo, Yaoi
Visualizações 79
Palavras 1.668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi!! Pela primeira vez na vida a att veio rápido. Glória??? Glória!!
Gostei bastante desse capítulo e espero que gostem também <3 E os capítulos vão ser curtinhos assim mesmo. Posso aumentar um pouco, mas acho que de 3k5 não passa:(
Desculpem qualquer erro e boa leitura~

Capítulo 2 - First Sluggish


— VOCÊ O QUE?!

— Shhh!

Mingyu era burro; tantas pessoas no mundo para pedir ajuda, mas escolheu logo a matraca exagerada do SEVENTEEN. Isso mesmo, Boo Seungkwan pode entrar. A vida, inimiga de Mingyu, junto com sua consciência que decidiu tirar uma folga, levaram os dois até um café próximo da empresa para que o mais velho conseguisse, enfim, organizar seus pensamentos. Ou desorganizar.

— NÃO ME MANDA SHIAR PORQUE EU TENHO NUDE DO SEU PINTO E POSSO MOSTRAR PRO MUNDO, ENTÃO VOCÊ ME RESPEI-

Tá, operação fazer a bunda de Seungkwan murchar de tanto apanhar: começar.

Antes que o bochechudo terminasse de falar, o mais alto rapidamente pegou a xícara do amigo e a pressionou contra a boca do mesmo, fazendo-o engolir a grande quantidade do líquido num curto período de tempo, como uns 2 segundos. E aí, física, como tu explica?

— Ok, o papel da barraqueira de Bervely Hills é seu!

Mingyu sorriu forçado, mostrando — lê-se trincando — os dentes e arregalando levemente — lê-se expulsando suas pupilas — os olhos para o companheiro de grupo. Olhou ao redor pedindo desculpas pelo inconveniente do outro rapaz, que estava aparentemente treinando para uma peça de teatro que iria acontecer futuramente. Sem noção, mas adiantou.

— Cala a boca, estrupício. — Gesticulou, voltando a sua posição normal: cruzou as pernas e respirou fundo, levando a xícara com seu conteúdo a boca e tomando um gole.

— Obrigado pela ótima apreciação do café. — Seungkwan revirou os olhos, falando em seu tom normal.

— Continua berrando que vai apreciar o café do capeta.

— Seu café é horrível mesmo. — Sorriu cínico, apoiando a cabeça em suas mãos, recebendo um olhar feio. — ‘Tá legal, desculpe hyung.

— Desculpe também. Mas fique quieto! Sem gritos.

— Tudo bem, deixe-me ver se entendi... Você estava tomando banho, Wonwoo hyung entrou, começou a te ensaboar e isso fez com que te excitasse?

— Bingo.

— Já ficou assim antes com os outros membros?

— Não...

— E já conseguiu, sei lá... Olhar ‘pra cara dele?

— O que você acha? Estava pensando em fingir que nada aconteceu.

— Nem pense nisso, seu maluco. Isso nunca funciona e além do mais, é clichê. Credo, hyung, não te criei assim.

— E o que faço então, senpai? — Debochou, sorrindo sacana. Ahh como gostava de torrar a paciência de seu dongsaeng, assim como ele torrava a sua.

— Poxa, já pensou em debutar como MC e apresentar um programa de comédia?

— Assim você não me ajuda.

— Enfim, o que falou depois que ele viu o junior?

               

 

...

Mingyu não sabia como responder àquilo, estava óbvio demais para desmentir. Mas seu hyung era lerdo, com certeza acreditaria em qualquer asneira que ouvisse. Porém, antes de pensar em alguma desculpa, Wonwoo tomou a frente.

— ...e não é a primeira vez.

O funeral de Kim Mingyu ocorre hoje ás 15h, favor escrever na lápide ‘’Morto por causa de um pinto.’’

Perplexidade, surpresa, vergonha, timidez, nada definia como Mingyu se sentia. Gostaria de cavar um buraco ali mesmo, na lajota do banheiro, enfiar a cabeça e ficar. Gesticulou algumas vezes, mas nem um som saía. Sabem aqueles filmes de faroeste em que não há nada nas ruas? Essa era a mente do rapaz.

E para piorar, ou melhorar a situação, depende do ponto de vista, o Jeon continuou a banhar seu dongsaeng, levantando cada uma de suas pernas para ensaboar os pés alheios. Contudo, anotem aí: Mingyu nasceu para tombar, literalmente. Estava tão absorto em pensar numa resposta que não percebeu quando seu Wonwoo tocou seus dedos dos pés. Consequência? Susto seguido de grito histérico e queda naquele belo chão liso. Mas claro, como Mingyu é o homem mais sortudo de toda a Coreia do Sul, caiu de cara na bunda de Jeon Wonwoo. Como aconteceu? Fica no ar.

Então um cheiro surge. Um cheiro ruim junto com um baixo som.

Vindo do bumbum de Wonwoo.

Que foi em direção as narinas de Mingyu.

Alguém procura as pregas do rabo desse cara, fazendo o favor.

 — Opa, escapou. — Desculpou-se o mais velho, sorrindo sem jeito e levantando, estendendo a mão para o outro e levantando-o.

— Tudo bem. — Mentira. Os gases de Wonwoo sempre eram os piores. Urubu humano, misericórdia.

O mais alto abriu o chuveiro e retirou a espuma de seu corpo o mais rápido que pôde, afinal a vergonha daquele momento ainda não havia passado e talvez permaneceria com ele até seu fim. Saiu do box e pegou sua toalha, amarrando-a em sua cintura. Porém, antes de deixar o local, virou-se uma última vez.

— Hyung?

— Hm?

Ele sempre é assim.

E respondendo a afirmação de antes, abriu a porta e foi em direção ao quarto, deixando um Jeon confuso para trás.

...

 

 

Seungkwan, que ouvia tudo calado, olhava sem expressão o indivíduo a sua frente, mas não tardou a começar a piscar rapidamente, tentando absorver tudo que ouvira.

— Ele peidou na tua cara?

— Seungkwan, não é disso que eu queria falar, sabe.

— ‘Tá, ‘tá. Mas qual a neura?

— Ele me viu excitado!

— Do jeito que Wonwoo hyung é, nem deve se lembrar.

Mingyu deu um gole em seu café, finalizando-o e apoiando a cabeça em suas mãos, frustrado.

— Quero que ele se lembre do meu pedido de namoro. E eu quero lembrar de alguma coisa que me ajude com isso. — Disse por fim, abaixando a cabeça e deitando sobre a mesa.

— Hoshi hyung uma vez disse que vocês formam um bonito casal.

— É, eu lembro...

— Usa isso ao seu favor! Sugere isso ao Wonwoo hyung, mostra o que você quer.

— Beleza, mas quando?

— Hoje, ué. Pede a ajuda do Hoshi. — Respondeu simplório, levantando-se e indo em direção ao caixa.

— Soonyoung... — Seguiu o amigo, imaginando como o mencionado iria solucionar sua pequena, mas grande confusão.

 

・・・

 

— Hoshi hyung?~ — Cantarolou, entrando na sala de prática. Todas as tardes o líder da performance line se encontrava ali e dessa vez não foi diferente.

Fechou a porta atrás de si e caminhou até quem procurava, que estava sentado em frente a um computador mexendo com a melodia de algumas músicas.

— O que está fazendo?

— Procurando inspiração.

— Ah, entendo... — Coçou a nuca, procurando as palavras certas. — Hyung, como... Hm... Contou ao Woozi hyung que... Gostava dele? — Quando precisava ser direto assim, não era.

Soonyoung parou o que fazia e rodou a cadeira, ficando de frente para seu dongsaeng. Agrediu seus olhinhos os abrindo exageradamente, assim como fez com sua boca. Então pulou no maior, abraçando-o e dando gritinhos histéricos.

 — Valha misericórdia, que te houve? — Assustado, Mingyu questionou.

 — Meu bebê ‘tá apaixonado! Awn! É pelo Wonwoo né? Eu sabia! — Soltou o mais novo, o encarando sorrindo. Parecia uma mãe; parecia Jeonghan quando falava com Lee Chan.

 — Não é paixão, PAIXÃO, sabe? É... sei lá. — Escorou-se numa parede, fechando os olhos.

 — Vocês formam um belo casal.

— Quero que ele enxergue isso.

— Quem forma um belo casal?

Jeon Wonwoo saiu direto do inferno, só pode.

— Ai meu Jesus amado! — Hoshi, que voltou a sentar, vai direto de encontro ao chão quando ouviu a voz rouca de Wonwoo, que surgiu igual aos personagens de Naruto; das sombras.

— Não sou tão feio assim. Do que estão falando? — Perguntou, mexendo e alterando algumas notas no arquivo que estava aberto. — Assim fica melhor.

Soonyoung sorriu sacana e levantou-se, puxando Mingyu e — com certa dificuldade — passando o braço pelo pescoço do mesmo, dando leves tapinhas onde alcançava.

— Esse amigo aqui está apaixonado e não sabe como se declarar. Você é bom em conselhos, que tal ajudar ele, hein? — Sugeriu, recebendo uma cotovelada e olhar nada amigável do que estava ao seu lado. — Por nada. — Sussurrou a última parte e se dirigiu a saída com a desculpa de que iria treinar o vocal, gesticulando um fighting ao Kim antes de sair.

Como podem ver, os membros do SEVENTEEN são ótimos amigos.

— Então, quem é?

— Quem é o que?

— Quem você gosta, ué.

Você. Vamos lá Mingyu, abra a boca e diga vo-cê.

— Sério que você não sabe? Todos dizem que está na cara...

Não, Mingyu. Assim não!

— Eu sou meio lerdo... — Revelações tour. — Mas relaxa. Eu te procurei por todo lugar e não achei, então Seungkwan disse que talvez você poderia estar aqui. — Aquele traidor. — Eu queria me desculpar por mais cedo... Por te deixar envergonhado por falar... Você sabe, dele... — Dirigiu o olhar para o membro coberto do maior.

É, ele não se esqueceu.

— A-ah, não esquenta. — Porquê de quente já basta a cara do mais alto.

— Agora me responda, eu posso te ajudar, quem sabe... É o Minghao? Olha, se for, o Jun vai te-

— Quê? Não, não, não, não é o Minghao.

Mingyu balançava negativamente a cabeça, rindo do chute do amigo. Queria tanto falar ‘’é você’’, contudo não conseguia, tais palavras simplesmente não saiam. Seu coração estava acelerado somente por estar na presença do outro; queria toca-lo, beija-lo, só que não podia. Não agora, não sem antes se confessar. E como sempre, pensava se seria retribuído.

— É, não pode ser ele... Junhui te esganaria.

Então riram. E a risada de Wonwoo fez o coração de Mingyu falhar mais algumas batidas. Os olhos se fechando, as bochechas crescendo, os lábios se curvando... Tudo era lindo; tudo em Wonwoo era belo.

— Sabe hyung, acho que formamos um belo casal. — Comentou após um tempo que passaram ali, jogando conversa fora.

É aquele ditado: soltou a bomba e saiu correndo.

O rapper mais novo confessou, tentando se manter indiferente. O outro, por sua vez, apenas concordou. Ele não entendeu.

— E também acho que nos daríamos muito bem se fossemos namorados... — Por favor, perceba, perceba, perceba!

— É, eu também. Era sobre isso que você e Soonyoung falavam?

— Sim. — Confirmou ansioso. Tinha conseguido se confessar indiretamente e de uma forma não clichê. Estava realmente aliviado, era como se um peso tivesse sido tirado de suas costas...

— Espera, se pensa isso, por que gosta de outro e não de mim? — Olhou torto para Mingyu, aparentando estar desapontado.

... ou não, afinal ainda se tratava dele.

 

 

Wonwoo era lerdo, muito lerdo. Tão lerdo que Mingyu sentiu vontade de se matar por gostar de alguém tão mongoloide como Jeon Wonwoo.


Notas Finais


Eu queria dizer que o negócio de ''acho que formamos um belo casal'' já aconteceu comigoKKKKKKKKKKKKKKKKK na vida eu fui o Wonwoo, só que não tinha percebido e ignorei o garoto. Felizmente hoje namoro após 3 pedidos de namoro porque sou lerda demais -q E simmm, a fanfic é baseada na minha vida :v SJDOIWDWIKJREWKD
Digam-me o que acharam e até quinta <3


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