História Slumber Party - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Estou De Férias, Jikook, Kookmin, Minnie, Namjin, Slumber Party, Top!jk, Top!jungkook, Vhope, Vmin, Yoonseok
Exibições 670
Palavras 10.769
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello my bombons

Estou de volta! ~ ♥
Trazendo outra OS para vocês, mas logo paro, para dar atenção à outras coisas.

ESTOU DE FÉRIAS, ou seja, VOU ESCREVER TODOS OS DIAS PORQUE NÃO TENHO VIDA SOCIAL T^T

Só em janeiro, ah, janeiro, que me aguarde, HOHOHOHO, parei

Boa leitura, capa feita pela Siena, te amo Marina, obrigada, precisamos casar o quanto antes.

Capítulo 1 - Capítulo único.


Fanfic / Fanfiction Slumber Party - Capítulo 1 - Capítulo único.

Talvez não tivesse mesmo, motivos para estar tão ansioso por algo tão natural como uma festa de pijama, e ainda por cima com meus amigos. Cinco garotos com complexo de idiotice estavam vindo me visitar para aproveitarmos à noite, encher o corpo de bebida alcoólica e gritar sobre o quanto é maravilhoso estar de férias da faculdade. Claro, depois de resenhar o máximo possível.

O único ponto negativo que encontrei se resume ao fato de que minha casa será utilizada por garotos loucos, e eu precisei cozinhar, ajeitar a sala, os quartos, à cozinha, e acabei tendo que sair do meu conforto, onde moro sozinho e deixo minhas coisas espalhadas por todos os cantos.

Bom, retirando essa parte, acho que será tudo ótimo, por que quem não gosta de se reunir com os amigos e falar mal da vida dos outros? Antigamente, eu. Mas com o tempo, descobri ser algo necessário, pois é divertido, sem comparação com minha depressão enquanto assisto sozinho, doramas clichês e doces demais para minhas diabetes.

No meu histórico consta que no momento em que conheci o mais velho de todos, Seokjin hyung, tudo mudou, completa e literalmente tudo. Exatamente, e o porquê se remete devido à ação de proteção que se instalou no Jin em relação a mim. E a partir de então, vieram os outros quatro: Namjoon, Yoongi, Hoseok e Taehyung.

O que posso dizer de todos enquanto eles não chegam e eu estou prestes a possuir uma dor de estômago forte por estar comendo os lanches que demorei séculos para fazer? Hm, vamos começar por Taehyung.

Kim Taehyung, o mais próximo de mim depois de Seokjin. No momento abdicou de seus fios castanhos naturais para um preto vibrante, e eu não vou mentir, ele está ainda mais lindo. Extrovertido, engraçado — ao extremo —, lindo, gostoso, inteligente quando quer e amigo.

E lindo.

Não é de hoje que tenho inveja da beleza exuberante de Taehyung, não irei ocultar esse fato, pois é de suma importância para compreender minha fissura pelo mesmo. Mas, do contrário do que sempre imaginei, minha inveja é natural, e certamente todos os indivíduos da terra que conhecem Kim Taehyung, desejam ser como ele. Sem contar, que é o segundo mais novo, pois eu ocupo esse cargo, infelizmente ou felizmente.

Eu o considero como melhor amigo, mas digamos que não é o mesmo comigo, pois Namjoon é ainda mais sortudo por isso.

Kim Namjoon é o que consideramos o líder da turma, ah, qual é, o garoto sabe muito, e é bem centrado, ainda mais que o mais velho da rodinha. Ele é como se fosse o centro de tudo, entendem? Se houver algum problema, o primeiro a ser contatado é justamente Kim Namjoon. Simplesmente porque ele vai estar lá, ensinando e explicando o que se deve fazer em diversos casos. Para resumi-lo, basta você querer a razão predominando sobre a emoção, pois Namjoon sabe o que é melhor para o futuro, e mesmo que eu não concordo com algumas opiniões e conselhos deste, eu irei agradecer por ele estar ansiando um bom futuro para os amigos.

Para entendermos um pouco mais da minha personalidade moldada pelos garotos, preciso abrir mão do meu orgulho e falar sobre Jung Hoseok.

— Ya, Jeongguk!

Como você entrou aqui, aberração?! — Quase, repetindo, quase voei no pescoço do garoto que gargalhava da minha situação, que se resumia ao meu coração batendo rápido demais pelo susto, meus olhos arregalados e um vaso de pipoca no tapete da sala.

— A porta estava aberta. — Joguei o travesseiro em sua direção e sorri, porque apesar de ser em sua maior parte, idiota, Hoseok também era um bom amigo, senão um dos melhores, ou talvez eu esteja exagerando.

— Estando aberta ou não, você deveria ter tocado a campanhinha, porque você ainda não mora aqui. E se depender de mim, tão cedo, irá sair da casa da sua mãe. — Hoseok mostrou a língua por conta do meu comentário, e se jogou no sofá ao meu lado, rumando à mochila no chão.

— Seja menos chato.

— Seja menos folgado. — Gritei entre risos enquanto buscava uma vassoura para eliminar aquele estrago feito em minha sala. Não sei quanto tempo demorei nessa procura incessante, mas assim que voltei ao local, Hoseok já havia se esparramado no meu sofá, os pés descalços sobre o braço do móvel.

Revirei os olhos, e juntei toda aquela sujeira, praguejando baixo por causa do tamanho desperdício, sendo que passei minutos da minha preciosa tarde para fazê-la. Fui fitado intensamente por um Hoseok risonho e estranhei tal ação, até porque não é muito normal seu amigo estar te encarando tão compenetradamente ao tempo em que concluí algo.

Meu rosto esquentou levemente, e logo terminei de arrumar as pipocas espalhadas ao chão, jogando-as com dó na lata de lixo mais próxima. Estava prestes a me sentar no meu precioso estofado, mas fui impedido por um soar de campanhinha estridente.

Não tardei em abrir a porta, recebendo o ar gélido da noite fria, e logo uma cabeleira loira preencheu meu olhar. Min Yoongi.

— Boa noite, dongsaengs.

— Boa noite, hyung.

— Boa noite, Yoongi!

Fechei a porta com uma satisfação inexplicável, que talvez até fosse por conta da animação que possuía. Era minha primeira festa do pijama, e ansiedade era como meu sobrenome. Não arrumei meu edifício para que a noite não fosse divertida, pelo contrário, desejava beber até que o sono falasse mais alto, ansiava jogar até que alguém desistisse, porque na realidade, eu me sentia preenchido, minhas amizades não eram de se jogar fora, de modo algum.

— Por que eu estou em uma festa do pijama e não tem ninguém vestindo um pijama? — Yoongi questionou, rindo e se jogando no sofá, onde Hoseok se encontrava.

— Bom, eu estou só esperando todos, então não achei necessário me vestir desse jeito. — E também por causa da vergonha. Completei mentalmente. Afinal, não é como se fosse muito comum me vestir da maneira que irei dormir, e me exibir para os garotos.

— Hoseok, vá se arrumar! — Yoongi compreendeu meus motivos e enxotou o outro da sala, me fazendo rir baixo. Hoseok revirou os olhos, retirando-se do local. Já estava mais que claro que Yoongi estava animado, não como eu, mas sim, ainda mais. Novamente escutei a campanhinha, e pensei que os garotos haviam combinado de chegarem um atrás do outro, para que não ficassem a sós comigo.

Encarei Yoongi e ganhei um sorriso em troca. Muito suspeito. No entanto, decidi ignorar todos aqueles sinais que diziam estar aprontando algo, e me dirigi em direção à porta, não tardando para encarar Taehyung e uma cabeleira a mais atrás de si.

Meu corpo gelou quando os olhos desconhecidos — ou nem tanto assim —, me fitavam, minha boca se abriu uma, duas, três vezes, até que finalmente notei a roupa que o garoto usava.

Senti meu rosto esquentar gradativamente à medida que meu olhar descia em seu corpo, parando naquele pequeno short feminino que a pessoa — que já não sabia se era menino ou menina — usava.

— Jeongguk-ah, esse aqui se chama Park Jimin. — O Kim me apresentou à figura, e logo mais dois pares de orbes curiosos se direcionavam ao meu local. Fiquei realmente sem graça, murmurando um ‘’entrem’’ baixo e temeroso. E assim foi-se feito, Taehyung e Jimin adentraram minha casa, e não pude não reparar no quanto o segundo era lindo, ou melhor, perfeito.

Jimin tinha os fios acinzentados, que o davam uma aparência angelical, pelo que notei, era mais baixo que eu e Taehyung, usava roupas femininas, que se resumiam a um short cós alto, meias longas e finas que cobriam suas pernas, e eram de cor rosa bebê. Também reparei na regata repleta de nomes estrangeiros, que eu não fazia questão de descobrir o que significava, sendo que possuía a cor cinza. A mochila em suas costas complementava a situação, assim como as que vieram com os outros.

Céus! Park Jimin era divino, e eu sequer saberia de sua existência se não fosse Kim Taehyung, e então, eu descobri o porquê de todo aquele mistério que rondava meus amigos, desde que chegaram.

— Namjoon e Jin são os atrasados, hoje. — Yoongi comentou, sorrindo bonito para Jimin, e sendo retribuído da mesma maneira pelo mesmo.

— Vocês se conhecem? — Soltei a pergunta que estava entalada na garganta e recebi diversos sorrisos sarcásticos em troca.

— Aparentemente você é o único azarento que ainda não teve o prazer de conhecer o Jimin. — Hoseok comentou e certamente minha expressão não estava muito bonita, entretanto, quando o sorriso grande do mais novo garoto se seguiu em minha direção, não houve alguma maneira de continuar. Ou seja, tive que sorrir de volta, com pares curiosos de olhos voltados exclusivamente para mim.

— Ya, Jungkook, deixa que eu abra a porta para o Jin e o Namjoon, e vá se trocar com os outros. — O mais velho, no momento, enxotou a mim e aos meus amigos, com um sorriso desordeiro e olhos cintilantes, como se fosse aprontar algo, o que me causaria muito, mas muito prejuízo mesmo.

Com um revirar de olhos, Taehyung disse que iria mostrar um lugar mais privado para ele se trocar, e logo sumiu pelas escadas. Não tardei em segui-los até ali, para que pudesse me vestir no quarto. E, por precaução, tranquei a porta, pois por mais que eu saiba que os garotos não poderiam fazer nenhuma afronta em minha própria casa, nada os impede de invadir minha privacidade para me fazer passar vergonhas.

É, talvez eu devesse concluir no que diz respeito aos garotos enquanto procuro meu pijama, que realmente, não faço a mínima ideia de onde esteja.

Aonde eu parei? Ah, sim, Min Yoongi. Não há muito que dizer sobre essa pessoa incrivelmente mandona e intrigante ao seu modo. Yoongi gosta de pintar o cabelo todo mês, ou em semanas. É o segundo mais velho, que odeia que atrapalhem seu sono precioso ou seus estudos, sim, pode não parecer, mas ele sempre foi bastante atencioso, com os trabalhos, estudos, assuntos e essas coisas chatas que só de recordar me dão dor na cabeça.

Já Kim Seokjin é como se fosse ao contrário, odeia exatas, todo e qualquer ser que diga possuir habilidade em cálculos. Para Jin, matemática e suas referências são desnecessárias na vida humana, e eu tenho que concordar nessa parte, afinal, ninguém vai a uma padaria para pedir algo, com bhaskara de pães.

— Jeongguk? Você se entalou com sua própria roupa? — Escutei Taehyung gritar ao longe e revirei os olhos, abrindo a porta e dando de cara com Jin hyung, vestido em um pijama cor de rosa — que esqueci mencionar ser sua cor preferida.

— Namjoon e eu já chegamos e estamos prontos para começar a festança, e o anfitrião nos deixou plantados lá em baixo. — Murmurei um pedido de desculpas e Jin sorriu meigo para mim, como sempre fazia.

Agora eu estava mais que ansioso, por ter uma companhia extra e pelo medo de que a noite não seja tão divertida quanto planejamos, mas talvez seja totalmente o contrário, porque estamos falando dos meus amigos e Park Jimin, mesmo que eu não saiba quase nada desse garoto.

Falando nesse último, grande foi minha surpresa ao chegar aos últimos degraus da escada e dar de cara com Jimin de costas para minha pessoa, mas o pior não foi isso, e sim a parte em que ele está usando um short menor que a minha mão.

Oh, meu Deus, que pecado.

Talvez dizer que é menor que minha mão não passa de um equívoco, mas minha boca aberta e olhos arregalados mostram que aquela roupa, de certo, não deveria ser utilizada por Jimin, aquilo certamente caberia na minha irmãzinha.

Eu perdi o foco, porque Jimin estava muito lindo daquele jeito. Deixa-me traduzir essa cena, porque não devem estar compreendendo algo.

Park Jimin, abusou da boa vontade dos meus amigos de vir me visitar e abdicou da sanidade, no momento. Short curto, de cor cinza, e uma camiseta da mesma cor, com mangas. E o Park está incrivelmente confortável, pelo visto, já que os garotos estavam assistindo televisão, ocupando os sofás e poltronas, e o mesmo certamente acabou ficando sem um lugar para sentar, se apoiando no meu estofado, enquanto ri alto com meus amigos.

— Jeongguk-ah, você está babando. — Senti meu rosto esquentar e ajeitei minha postura assim que os olhos bonitos e mais uns pares esbugalhados vieram em nossa direção. Jimin mantinha o sorriso nos lábios, pequeno, mas bonito o suficiente para me fazer sentir uma pequena atração por aquela boca chamativa.  Talvez sentisse ainda mais ao colar a minha na dele.

Yoongi sorria, como se não pudesse se conter, da maneira mais cínica possível, e acabei por ter pensamentos errados do meu punho no rostinho lindo de porcelana, manchando-o de vermelho.

Hoseok e Taehyung ao menos conseguiam fingir que não estava acontecendo nada demais, o que me fazia imaginar que esses eram os que mais planejavam afrontas contra mim. Já Namjoon, sequer elevou o seu olhar ao meu, e isso me deixou contente, pois mais um par de olhos julgando minha reação não me daria muita escolha, senão sair do lugar, no qual eu estava estagnado.

— Jeongguk-ah, eu estava contando ao Jimin, que não é nada demais ele se vestir assim em sua casa, porque você é bem receptivo. — Céus! Eu iria matar Kim Taehyung. E depois o enterraria no quintal de sua casa, porque não há um pingo de compaixão nessa personalidade egocêntrica.

— Não há problemas. — Comentei, sorrindo bobo para Jimin e vendo seu rosto se avermelhar levemente, seguido de um pedido de agradecimento, que fez meu coração acelerar.

— Okay, estamos todos aqui. E o que iremos começar a fazer? — O Min questionou, seus olhos voltados exclusiva e respectivamente de Jimin para mim.

— Vocês estão assistindo, por enquanto não é o suficiente?

— Só tem filme chato, dongsaengs, hoje é sábado...! — Concordei mentalmente com o comentário de Seokjin hyung e passei a pensar. O que eu havia planejado?

Jogos. Vários jogos...

— Por que não voltamos a sermos crianças e estouramos aqueles balões que o Jeongguk tem desde os onze anos? — Revirei os olhos, mas ao ver que os garotos se animaram, logo tratei de buscar aqueles pacotes de balões de assoprar que mamãe jogou nas minhas tralhas quando me mudei.

Fui direto à cozinha, sempre rumei objetos de festança nos armários acima da geladeira. E, agora, parando para perceber, foi idiotice da minha parte, porque necessito de uma cadeira para alcançá-lo.

Vigiei a sala primeiramente, para que nenhum garoto venha a me observar quase levando uma linda queda no chão, e com todo o cuidado que nunca pensei ter, posicionei-a em frente à geladeira, gemendo frustrado quando estiquei o braço e abri a portinha, ocasionando em um grande barulho.

Preparei-me para sair da cadeira, não sem antes derrubar alguns pacotes no chão, e segurando um grito ao notar um bicho horrível correr para longe.

Uma barata! — Meus olhos duplicaram de tamanho pela enésima vez ao dia, e então, aconteceu o que eu menos desejava.

Um lindo tombo no chão, com direito a cadeira entortando bem acima da minha cabeça.

— Park Jimin! — Gritei o nome do individuo que me fez cair, e logo me levantei, vendo os outros meninos chegaram à mesma hora para começarem a me xingar; Yoongi afirmou que foi uma perca de tempo ele ter vindo à cozinha, e revirei os olhos para sua pessoa.

— Como eu perdi essa queda? Jimin, você gravou? Diz que sim, por favor! — Escutei a voz de Namjoon pela primeira vez ao dia, e foi juntamente com um riso adorável de Park Jimin, e não evitei sorrir junto, mesmo que estivesse quase a jogá-lo pela janela.

— N-Não, desculpe hyung. — A voz do Park era bonita, admito, e apesar de tudo, gostaria de escutá-la ainda mais.

— Ouviram isso? Ele não gravou, vocês perderam, há, agora, vamos! Sumam daqui, eu vou arrumar essa bagunça! Desapareçam! — Fiz questão de sair empurrando os garotos, mas sequer encostei-me a Jimin, pois pressentia arrepios vergonhosos em meu corpo. Taehyung foi o último a se escafeder.

Jimin continuou estagnado, me encarando fixamente, e por pouco não consegui desviar meu próprio olhar daquele seu pequeno short. Respirei fundo e me pus a catar cada objeto que caiu no chão, assim como eu.

— Eu vou te ajudar, a culpa foi minha... — Murmurei em agradecimento e não tardamos a colocar tudo de volta no lugar, mais precisamente no armário do caralho, que estou com muita vontade de quebrar, por ser tão alto.

Preciso contar que foi um sufoco ver Jimin se esticando na cadeira.

E dessa vez, não consegui retirar o meu olhar daquela bunda redondinha e aparentemente boa para marcar. Eu poderia estar lhe ajudando a colocar aquelas merdas em seus devidos locais, mas, assim, vendo de baixo as coxas fartas, não conseguia ao menos parar de observar.

Sentia enorme vontade de apalpar tudo o que pudesse em seu corpo, e seria maravilhoso ver a coloração avermelhada se assumir na pele branquinha.

Quando enfim, Jimin arrumou as coisas, seu olhar se encontrou com o meu, e parece que ao reparar onde tanto observei, um sorriso constrangido se apossou de si.

— Por que está me olhando assim? — Sua voz saiu meio receosa, e me peguei observando seus traços sutis, o rosto bonito em contraste com seus fios acinzentados, e sua roupa um pouco indecente, mas que o deixavam com uma fofura inexplicável.

— Incomoda? — Não sei de onde retirei ousadia o suficiente para questionar-lhe algo desse tipo, mas o fiz.

— Não sei... — Sorri ao ver Jimin desviando o olhar para o outro lado da cozinha.

— Desce dessa cadeira, você vai cair. — Jimin não tardou em me obedecer, e mesmo relutante, subi em seu lugar, ajeitando os últimos objetos no armário.

Dessa vez, com toda a calma e paciência que possuía, consegui descer sem fazer estrago, e Jimin percebeu minha relutância, gargalhando baixo em seguida. Revirei os olhos e peguei o pacote de balões, puxando Jimin para a sala. Não havia silêncio em minha casa, de longe se escutava Jin gritando sobre o quanto o dorama que passava na programação era ridículo.

Do outro lado, Hoseok berrava para que calassem a boca, porque desejava assistir aquela merda em paz. Ri com sua impaciência e atraí a atenção alheia para mim, não demorei a jogar o pacote em mãos na direção de Taehyung que deu pulinhos escrotos no meu sofá.

— Vamos fazer o seguinte, desde que todos pegarem um desses daqui para assoprar, estaremos concorrendo a um prêmio que só Jeongguk pode entregar.

— Do que você está falando, afinal?

— Nada, dongsaeng, nada! — Saíra distribuindo bolas para cada um de nós, com uma ansiedade que poderia se enxergar na vizinhança. Taehyung contou até três e logo os garotos enchiam as bolas desesperadamente e tamanha foi minha surpresa quando Yoongi empurrou Hoseok para que o mesmo caísse, e assim que Hobi hyung perdeu todo o ar que seu balão possuía, tratei de segurar bem firme o meu e comecei a rir, seguido de Jin hyung e assim por diante.

Hoseok encarava Yoongi incrédulo, mas revidou com um pisar de pé que fez Yoongi tropeçar. Jimin ao meu lado gargalhou ainda mais alto, e rapidamente os meus amigos corriam pela casa para escapar das investidas um dos outros para que pudessem encher os balões em paz.

— Jimin hyung, cuidado! — Gritei quando Namjoon ameaçou enfiar a unha na bola do Park e ri alto quando o mesmo acabou tendo o balão estourado antes mesmo de fazer algo.

Mas não tive a mesma sorte, pois Taehyung furou a minha. A sala foi completada por risos devido ao meu susto repentino, e logo o jogo recomeçava, enquanto eu me sentava no sofá, indignado por ter perdido.

— Porra Hoseok, aquieta esse rabo, não sou só eu não! — Yoongi gritou, em um local que imaginei ser a cozinha. Jin, a esse ponto, já havia perdido também,            sentando-se ao meu lado.

— É questão de orgulho, Yoongi! — Hobi berrou de volta, e finalmente escutamos o som de um balão estourando e a comemoração animada de Hoseok. Namjoon perdeu para o Jimin, que mantinha o balão em seus dedos, e Taehyung havia perdido por conta de sua empolgação nada contida. Jimin foi o único que permaneceu com o balão em mãos e ninguém ousou questionar a sua vitória.

— Palmas para nosso vencedor, Park Jimin! — Jin gritou e logo os outros aplaudiram, ocasionando em uma coloração avermelhada na face bonita.

— Você tem direito a um pedido para o anfitrião. — Quase cheguei a engasgar com a fala de Taehyung, que estava assim, manso, mas ousado ao mesmo tempo. Só quem não o conhecia diria que não havia sequer um pouco de malícia na frase, mas como se trata dos seus melhores amigos, logo sorrisos radiantes e desafiadores surgiam nos rostos dos garotos.

— Vamos, Jimin, nos diga o que quer do Jeongguk-ah. — Seokjin alfinetou, afiado para minha pessoa, assim como seu olhar, que dizia tudo, ou talvez até mais.

Jimin se encontrava no meio da sala, as pernas cruzadas e os dedinhos brincando com o balão em mãos. Seu olhar recaiu sobre o meu, e depois sobre o de Taehyung, logo percebi que estavam escondendo algo de mim, e certamente não era algo muito bom.

— Okay... — Jimin cobriu o rosto com as mãos e meu corpo gelou, qualquer que fosse seu pedido iria ser algo bastante constrangedor para ambos os lados.

— Não enrola, Jimin-sshi. — Revirei os olhos pela ansiedade de Hoseok, entretanto, não era como se eu estivesse muito diferente.

— Jeongguk-ah... — Suas mãozinhas revelavam seus olhos e aos poucos, ele as retirou totalmente, fitando unicamente a mim. — E-Eu quero... Bom... Aish! Eu quero um beijo!

Segundos depois da sua confissão, barra, pedido, os garotos gritaram eufóricos, e até o cachorro da vizinha entrou na disputa para ver quem me deixava surdo primeiro. Um sorriso tímido estava no rosto do Park, e me vi tentado a fazer mais do que beijá-lo simplesmente.

— Vem aqui, hyung. — Sentei-me corretamente no estofado, sorrindo mínimo para o garoto, no mesmo momento, os outros se calaram instantaneamente enquanto Jimin vinha em minha direção.

Mordi o lábio, fitando aquela boquinha que me chamava a atenção, e puxei Jimin para meu colo, ouvindo um suspiro de surpresa. Seu olhar sobre o meu me causou arrepios, e seu corpo colado ao meu me deixou a par de um infarto. Meu coração acelerado parecia que iria sair, só não sei por onde.

— Jeongguk-ah... — Quando meu nome saiu por seus lábios em um gemido arrastado, colei os meus aos seus, abraçando seu corpo pequeno e modelado com possessão. Jimin entreabriu os lábios segundos depois de fechar os olhos, e não demorei em fazer o mesmo, invadindo sua cavidade bucal com a língua e de primeira enlaçando com a sua. Senti seus dedos em meus fios, e aprofundei o contato, beijando-o com uma gula mal contida.

Pouco me importava se estava sendo observado atentamente por diversos pares de olhos julgadores, e deixei que minhas mãos inquietas trabalhassem em seu corpo coberto. Jimin não era desprovido de curvas e larguei um suspiro por tal fato, era incrivelmente gostoso passar os dedos pela cintura bem feita do garoto em meu colo.

Apertei-o também, sentindo o aperto em meus cabelos aumentarem, e seu corpo colando-se ainda mais ao meu. Tentei esquecer-me de que Jimin estava sentado exatamente sobre meu pau, e me concentrei apenas em beijar-lhe com volúpia, claro, sendo retribuído da mesma forma, senão maior.

Jimin se mexeu, ocasionando em uma fricção gostosa em meu corpo, seguido de um estremecer. Findei o ósculo com um selinho demorado em seus lábios, e ao perceber que não estávamos sozinhos, o mais velho se levantou de súbito.

— Ya! Jimin, o Jeongguk beija bem? — Namjoon questionou, e eu sorri pequeno quando Jimin se embolou para dar alguma desculpa e saiu escadas acima.

— Como foi, Jeon?

Foi ótimo, Yoongi hyung.

— Ao menos conseguiu sair da seca! — Dessa vez fora Jin a gritar, e revirei os olhos, mudando de assunto, para que Jimin se sentisse mais confortável ao voltar à sala. Procurei em mente algo para fazermos, e logo me recordei de que havia diversos lanches na cozinha, todos intocados.

Pelo menos era o que pensava.

— Vão buscar algo para comer. — Comentei baixo, mas alto o suficiente para que os garotos se levantassem na mesma hora, seguindo em direção ao cômodo sugerido. Não sobrou nenhuma alma na sala para contar história, além da minha, e aproveitando estar sozinho por alguns segundos, levei os dedos até os lábios, porque conseguia sentir a textura macia da boquinha pecaminosa do meu mais novo hyung.

Ajeitei a postura assim que pude escutar barulhos provindos dos outros, e respirei fundo, dando atenção à televisão ligada, que apresentava um programa de variedades qualquer.

Conseguir ouvir tamanha briga que estaria havendo no outro lado, e sorri com a empolgação dos garotos com aquela bendita festa que até o momento estava divertida. Sim, para todos os lados, e eu não digo isso por ter beijado Park Jimin, mas porque eu tinha trocado saliva com aquele garoto, ou garota maravilhosa que apareceu em minha porta. Por Deus! Eu adoraria repetir a dose, e não esperaria mais nenhum segundo, porém, não é como se Jimin também desejasse, afinal, poderia ter sido somente uma ficada, sem importância alguma para o mesmo. Sendo assim, fazê-lo mais uma vez talvez não fosse tão possível assim.

Ou...

Possa ser que para Jimin tenha significado algo também, porque estava claro que a garotinha gostosa estava interessada em mim, mesmo eu não sabendo de fato, o motivo principal, talvez até único.

Só que, eu daria muitas coisas para continuar, com umas mãos intrusas mexendo inquietas por nossos corpos, como uma necessidade a mais.

— Caralho Jeon, foi você que fez essa torta de limão?

— Claro! Quem mais faria essa proeza? — Lancei um sorriso meio sarcástico para Taehyung, que revirou os olhos em troca, se sentando no chão da minha sala com um pratinho de torta em mãos.

— Não sei... Talvez alguém chamada Jeon Jisoo? — A mera menção da matriarca da família me fez arrepiar, devido ao fato de que tal mulher havia me proibido de fazer festanças em minha casa, e eu estava desobedecendo a suas ordens. Se ela descobrir que trouxe cinco garotos e uma menininha sexy para meu edifício, certamente minhas partes íntimas seriam arrancadas.

Incrível como o termo ‘’garota’’ ou ‘’menina’’ combinou bem com o estilo de Jimin em minha mente, e por isso, deixei que os termos saíssem naturalmente por minha consciência e a qualquer momento eu estava me referindo a ‘’ele’’ de ‘’ela’’. E mesmo que soe estranho esse fato, a única coisa que me passava em flashes eram indícios da voz fofa me chamando de Oppa, mesmo que não estivéssemos em uma cena íntima.

— Eu também não acredito que tem vinho na geladeira. — Yoongi comentou, enquanto trazia uma garrafa cheia de tal líquido em mãos, juntamente com copos. Já Hoseok, atrás de si, comia de maneira exagerada a torta de limão que eu fiz questão de fazer, sozinho.

E champagne! Jeongguk, você virou rico de uma hora para a outra e se esqueceu de nos contar?!  

— Eu só me esforço para ganhar um dinheiro extra, Jin.

— Então conta o segredo, porque está difícil crer que você tem comida até em cima da geladeira.

— Ei! Em cima da geladeira não, são meus biscoitos! — Choraminguei alto por Namjoon estar se deliciando com meus biscoitos caros que precisei fazer horas extras, como empregado na casa de uns parentes, para conseguir comprá-los.

— Perdeu, Jeongguk, larga de besteira, você tem dinheiro para mais. — Iria rebater seu argumento inválido, mas a voz de Jimin ecoou em meus ouvidos antes que algo pudesse ser pronunciado por minha pessoa. Senti como se seu olhar estivesse queimando minhas costas e quando me virei para constatar que estava sendo observado, sorri grande vendo as bochechas do Park, vermelhinhas.

— Cheirinho de doce... — Taehyung puxou Jimin para próximo de si e dividiu a torta em mãos, me fazendo prestar uma atenção desnecessária em seus atos, que me foi cortada pela voz estridente de Hoseok.

— Verdade ou desafio!

— Boa Hoseok! E aí? Topam, jogamos enquanto tomamos essa beleza chamada vinho, e comemos uns pedaços dos lanches de Jungkook.

Como não houve respostas negativas, logo nos arrumamos em uma rodinha, e no meio, a garrafa — já vazia — foi posta no chão por Yoongi, que sorria de maneira um pouco assustadora, em minha opinião.

Logo, o primeiro a girar a garrafa foi o Min. Fingi ignorar aquelas gotículas de vinho pingarem em meu chão, e deixei que a brincadeira seguisse.

— Yoongi e Jin.

Se fodeu. — Taehyung e Namjoon afirmaram na mesma hora, e Seokjin pareceu tremer em sua base.

— Verdade ou desafio, hyung?

— Verdade.

— Qual o seu lance com o Namjoon? — O dito cujo se engasgou na exata hora e precisou tossir diversas vezes para que a atenção se voltasse para Jin, que sorria sarcástico para o loiro.

— Nós apenas nos pegamos, de vez em quando.

— Uau! Como eu não sabia disso? — Perguntei atônico com a resposta afiada do mais velho de todos nós, que somente deu de ombros e girou a garrafa.

Não evitei rir, e bem alto por sinal, quando a garrafa apontou para Taehyung e Hoseok, o primeiro sendo o questionador, sorrindo daquele mesmo jeito retangular que já me fez suspirar de inveja.

Não fui o único, claro, todos sabiam que entre Taehyung e Yoongi, o melhor seria Yoongi.

— E então, Hobi?

— Verdade.

— O que você e o Yoongi estavam fazendo atrás dos arbustos da quadra, na faculdade, semana passada?

Bem detalhado, pensei e fitei Hoseok, que encarava Taehyung incrédulo, talvez por ter sido descoberto.

— Nós... — Hoseok começou, e Yoongi ao seu lado o observava com indiferença, o que me fez estranhar. — Eu só estava dizendo ao Yoongi, qual o tipo de língua que eu mais gostava... E não era a língua inglesa.

— Como assim, Hoseok?!

— Essa foi péssima, na moral!

— Ou seja, você estava mostrando á ele o sentido dessa frase, não?

Exatamente.

— Revelador...

Até Jimin não conteve um riso fino seguido de algumas frases indiretas sobre como as pessoas eram hoje em dia, se tratando de assuntos como esse, atrás das escolas. Jin repetiu diversas vezes que Hoseok era foda, e eu não aguentei ficar calado, perguntando se Yoongi beijava bem, e a resposta que ganhei, deixou Yoongi de boa aberta, enquanto estapeava Hoseok, com raiva.

E não era pouca não.

“— Até que dá para o gasto.”

Okay, juro que não esperava por essa.

Mas, continuando a brincadeira, Hoseok ainda recebendo tapas, girou a garrafa que já havia manchado o meu chão inteiro.

Namjoon e Jimin.

— Desafio.

Yoongi parabenizou a audácia de Jimin, situada pela coragem de instigar Namjoon com uma provocação amena, mas que fez o provável líder da turma arquear as sobrancelhas como forma de incompreensão e diversão. Já eu, fiquei contente em saber que a brincadeira começava a esquentar, e estava tão animado que sequer notei quando Hoseok e Taehyung foram e voltaram da minha cozinha, trazendo diversas garrafas de champagne e vinho, só fui perceber quando uma taça foi entregue à Jimin, em seguida a mim.

Namjoon mordia o lábio encarando fixamente o Park, como se pudesse indicar mentalmente que a menininha estava literalmente fodida, e talvez no bom sentido. A tensão chegava a ser engraçada de tão intensa, e Taehyung não conteve o riso, conseguindo disfarçar com um gole de vinho.

Jimin. Eu te desafio a rebolar no colo de um dos garotos daqui. Sensualmente.

Engasguei-me com o líquido em minha boca, e ainda mais quando Jimin sorriu malvado, acenando com a cabeça, como se fosse um desafio fácil e comum de se cumprir. Talvez fosse o efeito do álcool já fazendo estragos, ou Park Jimin estava se revelando para mim, já que era o único a desconhecê-lo.

Fiquei meio tenso quando Jimin se levantou e olhou na minha direção, e minha alegria contida se foi assim que seus olhos se esbarraram em Taehyung, assim como um repuxar dos cantos dos lábios foi-lhe dado.

Jimin seguiu até Taehyung, e Yoongi pareceu bastante surpreso com tal iniciativa, assim como o Kim, que sorriu meio nervoso, certamente por estar sabendo que seria ele a receber o desafio.

Foi intrigante demais quando Taehyung, meio relutante, esticou as pernas e pôs os braços para trás, se apoiando daquele modo, no chão. E foi deveras estressante — pelo menos em minha parte — ver Jimin se sentando vagarosamente no colo do meu ex melhor amigo.

Meus olhos se arregalaram à medida que o Park acatava o desafio, se mexendo cuidadosamente sobre Taehyung, este que possuía uma coloração avermelhada no rosto, e suspiros escapando por seus lábios, ruidosamente.

Jimin se movimentava com exatidão, arrancando sons lascivos de Taehyung, e quando o mesmo tocou a cintura do Park, puxando-o mais para certo, precisei fechar os olhos e controlar minha vontade louca de fazê-lo rebolar daquela maneira obscena em mim também.

E quando finalmente Taehyung pediu para que Jimin parasse, cheguei a pensar que meu ex melhor amigo chegaria ao limite só com aquela provocação barata. Grunhi baixo, ganhando uma cotovelada de Namjoon, que estava ao meu lado, e um sorriso sarcástico.

— Desafio concluído, parabéns Jimin. — A voz pretensiosa de Seokjin invadiu meus ouvidos, de um modo tão debochada, que quase revirei os olhos para si, só não o fiz porque mais uma vez a garrafa foi girada, e como estava apontando diretamente para mim, não houve respostas do meu consciente, parecia que a ficha não tinha caído, ainda mais quando a ponta daquele maldito objeto apontava para Taehyung, que normalizava a respiração.

O Kim sequer conseguiu pronunciar o questionamento necessário e precisei respirar fundo para que não elevasse meu punho para os garotos que riam da situação, e principalmente para que não gritasse com Jimin, que se contorcia ao seu modo, como se ninguém estivesse observando sua visível ereção.

Verdade... Ou desafio?

— Verdade.

— É verdade que você tem vontade de foder comigo? — Para fazer uma pergunta dessas, você tem fôlego. Pensei, mas segurei no subconsciente, procurando as melhores palavras para respondê-lo.

— ‘Pra caralho. — Soltei, vendo Taehyung paralisar por uns instantes, antes de se sentar direito no chão, na tentativa de amenizar seu constrangimento. — Não precisa ficar com vergonha... Você é gostoso demais, obviamente vai ter pessoas querendo ter uma noite contigo. É normal.

Vi pares de olhos incrédulos em minha direção, e logo o Kim mais novo sorria contido, mordendo o lábio para que ninguém visse, mas acontece que sim, eu notei.

Girei a garrafa, ouvindo Yoongi xingar e alegar sobre o quanto os jovens de hoje em dia são ousados. Mas se calou assim que o objeto ao chão apontou para si novamente.

Yoongi e Hoseok.

Agora a porra ficou séria.

— Verdade ou desafio?

— Desafio.

Body shot. No Taehyung, agora. — Yoongi lançou, e Hoseok mirou o loiro com uma expressão nada amigável, e Taehyung ainda mais. Sorri grande ao perceber que seria agora que Taehyung iria ser destruído, e não me importei, apenas desejei no ínfimo da minha alma, que ele gozasse com aquela provocação, porque seria motivo das minhas piadas, todo bendito dia.

Tomei mais um gole do vinho em mãos, e vi Hoseok ir à cozinha. Meu olhar recaiu meio perdido para Jimin, e depois para Taehyung, e de repente, percebi estar sendo observado pela garotinha do grupo.

Deixei que novamente meus olhos fossem de encontro aos seus, e um bico moldava os lábios alheios, o que me fez rir e voltar à atenção até o Jung, que havia trago uma nova garrafa de vinho e um limão pela metade.

Segurei uma gargalhada quando Taehyung pediu piedade, e Hoseok abriu um enorme sorriso que não agradou nem um pouco Yoongi.

Seokjin e Namjoon conversavam baixo, vez ou outra, sobre como aquela brincadeira estava perdidamente fora do contexto de festa do pijama, e logo concordei, mesmo que não estivesse diretamente conectado à conversa.

Taehyung se livrou da camiseta do pijama quando Hoseok pediu.

— A calça também. — Gelei. Eu estava prestes a ver uma cena parecida com um pornô e não podia fazer nada, afinal, para que o desafio fosse concretizado teria que ser em nossa frente, ou ao menos perto de Yoongi, para que esse realmente acreditasse.

— O quê?

— Por que não vão para um quarto? O Yoongi vai junto, mas nós não somos obrigados a ver essa cena. — Comentei um tanto rápido, obtendo um suspiro de concordância por parte de Seokjin que praticamente enxotou os garotos para que subissem as escadas.

Respirei de modo aliviado, e nunca me senti tão inteligente como agora.

— Vamos continuar enquanto eles se resolvem lá em cima.

Acenei juntamente com Jimin e logo estávamos lado a lado, formando uma rodinha apertada, mas que servia para que a brincadeira continuasse. Jin girou a garrafa, e por sorte ou destino, esta apontou para ambos nós dois, o que me fez sorrir manso, ganhando um sorriso mais fechado de Seokjin.

— Verdade ou desafio? — Perguntei, senti uma vontade de comemoração interna e bati palminhas mentalmente assim que Jin respondeu um ‘’desafio’’ nada convicto. Eu não iria pegar leve só por ele ser o mais velho e mais dócil de todos. — Desafio você a beijar o Namjoon.

Okay, talvez tenha sido leve e me senti encurralado quando sorriram simultaneamente e logo Jin atacava os lábios de Namjoon. Acuado, olhei Jimin de canto, e um sorriso adornava sua bela face, me deixando meio extasiado no momento, porque a princesa é realmente muito linda, e parecia um anjo, não quando estava rebolando no colo de Taehyung, mas quando sorria bonito, macio e sensível, talvez pensando no casal a nossa frente que continuavam o ósculo sem se importar com mais nada, além disso.

Ouvi passos pelas escadas e então os meninos a minha frente se separaram, tendo Yoongi sorrindo maléfico por ver tal situação.

— Cheguem para lá, o desafio foi concluído, mas o jogo ainda não acabou.

Consequentemente, apesar da mudança de lugares, Jimin continuou ao meu lado, e não parecia se importar com esse fato. A taça já fazia em suas mãos e outra garrafa do mesmo jeito, mostrava que o Park estava atento àquelas bebidas, e já havia tomado mais do que o suficiente.

Observei Taehyung, que possuía os fios desorganizados e a expressão acabada, como se estivesse precisando de algo que nem todo mundo poderia dar. Hoseok, um pouco longe de si, não estava muito diferente, mas os lábios sendo pressionados por seus dentes me fez imaginar que o desafio não foi em seu todo, ruim.

Sequer prestei a atenção na garrafa, e assim que Yoongi aplaudiu os azarentos, foi que notei uma parte apontada para si e o outro lado, para mim. Seokjin gargalhou, sendo seguido de Namjoon, Hoseok e Taehyung, só Jimin que tinha o cenho franzido em uma expressão enigmática e indecifrável.

— Desafio. — Não esperei Yoongi perguntar e logo o respondi, vendo-o sorrir afiado, antes de se pronunciar.

O que é sete minutos no céu com Park Jimin, para você? — Namjoon foi o que mais riu, tendo até dificuldade em respirar, e desejei que ele morresse engasgado com o próprio riso. Ou que engolisse a língua, e se matasse.

Não precisei escutar mais nada e me levantei, vendo os dedinhos de Hoseok, Yoongi e Seokjin apontando para a lavanderia que estava inutilizada por motivos óbvios de preguiça da minha parte.

— Sabem as regras, não? Nada de celular, relógios, nada de contar o tempo. Vocês devem ficar lá até que algum de nós vá abrir a porta... Em hipótese alguma liguem as luzes, ao menos que queiram apanhar ou receber um castigo severo. — Foi Namjoon quem orientou, e logo Jimin vinha atrás de mim. Assim que adentrei a lavanderia, constei que não haveria nada além do chão para sentar, e também não tinha obstáculos além da máquina de lavar, e as pias.

Jimin se encostou a parede, em minha frente e rapidamente a porta foi fechada, me impossibilitando de ver mais alguma coisa. Eu sabia, tinha certeza de que iríamos ser sacaneados, porque meus amigos não são confiáveis quando estão bebendo ou jogando, ou os dois.

Grudei-me as costas em algo que notei ser a porta e mordi o lábio, pensativo. Eu queria muito beijar Jimin novamente, entretanto, tenho que respeitar seu espaço e algo me dizia que seus desejos não eram os mesmos que os meus. Todavia, aquela pontinha de esperança me fez abrir a boca para falar, mas sequer uma vogal foi pronunciada, pois eu estava me sentindo inseguro em relação àquela garotinha bonita que respirava fundo, a poucos passos longe de mim.

Jeongguk-ah.

— Aconteceu algo?

— Eu só queria te dizer algo.

Os dedinhos de Jimin se encontraram com a pele do meu braço esquerdo e ri baixo pelo susto e as cócegas que senti. Jimin fez o mesmo, pedindo desculpas, e pelo que notei, ficando ao meu lado. Minha respiração juntamente com a sua eram as únicas coisas a serem escutadas, sequer as vozes estridentes dos meus amigos alcançavam a lavanderia, o que me fez pensar que estávamos muito fodidos.

— Pode falar...

Seus dedos apertaram a carne do meu braço, e logo sua presença ficou mais próxima de mim, soube desse fato porque sua perna se tocava a minha, causando um estranho formigamento naquela área.

Park Jimin não hesitou, somente demorou meros exatos dez segundos para deixar que sua fala se soltasse e adentrasse em meus ouvidos.

— Eu não quero soar estranho, mas faz um tempo que venho observando você na faculdade... De longe, pois nunca possuí uma coragem suficiente para chamá-lo em uma conversa, e sabe? Eu acabei gostando de te observar, não me entenda mal, não sou nenhum stalker, a única coisa que sei de verdade sobre ti, é que tem um coração bom e é bastante carismático. — Comentou em uma fala enrolada, mas consegui compreender, sorrindo para o nada à medida que suas palavras soassem meio receosas e talvez com uma pitada de vergonha. — Tae-Tae me viu te olhando em um intervalo e chamou Yoongi hyung... Eu sou agradecido, pois então consegui amigos, mesmo que tenha sido um pouco forçado nossa relação, e hoje, me chamaram para vir aqui e me declarar para você, porque se não fosse, talvez... Não houvesse mais nenhuma chance... Olha, Jeongguk, eu sou uma menina presa em um corpo que não é meu, mas mesmo assim, eu tentei, e tentei muito... Eu falo demais, não é? Desculpe, eu não— Talvez soasse clichê, mas eu queria que ele calasse a boca, então simplesmente joguei-o um pouco mais colado a parede e deixei que meu nariz aspirasse do seu perfume doce que não era enjoativo, do contrário que sempre vejo. Sua respiração descompassada batia contra meu rosto, e meus braços o envolveram, aos poucos. O corpo agora junto ao meu me dava uma sensação de vivência, e com esse pensamento avancei em si, possuindo sorte em conseguir colar minha boca na sua.

Meu pescoço foi envolvido por seus braços que me puxavam mais para perto. Sequer pensei em aprofundar o contato, porque a boa sensação era capaz de me fazer suspirar.

— Jimin?

— S-Sim?

— Está tudo bem.

— Eu quero mais um beijo...

Jimin não precisou falar mais nada, beijei-o como se não houvesse amanhã, explorei cada cantinho de sua boca que me chamou atenção desde que ele chegou a minha casa. Seus dedos faziam um tipo de carinho delicioso em meus fios, enquanto as minhas mãos buscavam passear por suas curvas que admiti ter uma pequena queda — penhasco.

Pensei que seria o suficiente para saciar minha grande necessidade, assim como e sua, mas quando minha mão foi forçada um pouquinho mais para baixo, não consegui conter um suspiro de contentamento à medida que sentia suas nádegas durinhas e  mordíveis.

Passei a morder seu lábio inferior, meramente o instigando da mesma maneira que fazia comigo, Jimin arfou, se empinando e me dando espaço para explorar mais da sua região. Não deixei proceder despercebido e apertei a carne em mãos, ouvindo um gemido baixo de Jimin.

Provoquei, mordi e chupei, senti-o tremer sob mim, e não tive piedade, cheguei à conclusão de que ansiava tocar sua pele macia, longe daqueles tecidos incômodos. Invadi suas roupas com a destra, escutando um chiado de Jimin, o que me fez continuar.

Não me cansei de beijá-lo, mas dei uma chance para que pudéssemos respirar de modo mais calmo, levando os dentes até o seu pescoço, onde deixei algumas mordidas leves, ao mesmo tempo em que apertava a pele macia, marcando-a como podia.

Jimin infiltrou os dedos fofos em minha camiseta, me tocando nas costas e permitindo que suas unhas arranhassem. Sorri contido, beijando sua orelha e depois a mordiscando, Park Jimin estremecendo mais forte.

Somente pausei com todas aquelas carícias nada inocentes quando as vozes altas dos nossos amigos alcançaram meus ouvidos, assim como os de Jimin. Afastei-me, mesmo relutante e me separei da porta, puxando Jimin para que viesse comigo.

— Vocês estão acordados ainda? — Hoseok perguntou assim que abriu a lavanderia, me fazendo piscar diversas vezes na tentativa de diminuir o estrago que a luz fez em meus olhos. — Ow, algo bem legal aconteceu aqui, não?

Vi ele arregalar os olhos, ligando as luzes e nos fitando simultaneamente. Yoongi não tardou em aparecer e eu não evitei revirar os olhos assim que a expressão do loiro tomou um rumo de diversão.

— Desafio concluído. — Afirmei retórico, alcançando o pulso de Jimin e o levando até a saída, Seokjin não demorou mais nenhum segundo para abrir um grande sorriso assim que chegamos à sala.

— Por que o Jimin está corado? — Quase soquei o rostinho perfeito de Taehyung quando sua pergunta presunçosa preencheu os ouvidos alheios. Mordi a língua para não falar nenhuma besteira, porque Jimin não me merecia ver falando boas e melhores sobre o quanto sua boquinha era deliciosa, e o quanto eu almejava senti-la em outro lugar.

Uh.

— Jimin e eu vamos subir um pouco, não façam muito barulho, os vizinhos não merecem vocês aqui. — Desviei rápido quando as bochechas vermelhas se intensificaram, e logo arrastava Jimin pelas escadas, ouvindo meus amigos incrédulos reclamando de algo que eu não queria saber, mas sabia.

Como se fôssemos nós a fazer barulho, à noite toda.

Ao menos essa frase eu escutei e permiti que minhas mãos agarrassem uma almofada e logo joguei em Taehyung, que gritou pelo susto. Yoongi riu alto e também recebeu o objeto no rosto, mas por conta de Jimin, que se divertiu em começar a brincadeira comigo.

Deixaríamos para nos agarrar minutos depois.

— Guerra de almofadas!

Não soube quem havia dito tal frase, mas segundos adiante, estávamos todos jogando almofadas uns aos outros, e praticamente rasgando os tecidos. Senti grande desgosto de ver todo o meu trabalho indo por água abaixo, todavia, deixei que continuassem a brincar, pois a noite era uma criança, e nós só queríamos aproveitar.

O único problema é que eu desejava fazer algo mais interessante, como beijar Park Jimin até os lábios ficarem dormentes, e foi por isso que o chamei, subindo as escadas com o mesmo, que ria e sorria, talvez até mais do que eu.

Era deliciosa a risada de Jimin, e eu almejava escutá-la à noite toda, mas não era possível, infelizmente.

Logo, conseguimos adentrar meu quarto, antes que uma almofada atingisse Jimin. Não permiti que ele falasse algo ou ao menos observasse meu quarto, somente o coloquei encostado à porta, beijando seus lábios com gula. Jimin colou o corpo ao meu, e eu suspirei alto, levando as mãos até suas nádegas, as apertando, ganhando um arfar em troca.

Encarei seu pescoço branquinho e afastei-me da sua boca, buscando marcar sua tez. Jimin era uma mistura de arfar e suspiro. E aos poucos sentia seu pênis ficando cada vez mais duro, juntando-se ao meu.

— Poxa, Jeongguk-ah, eu sou... Sensível, ah.

— Sensível aqui? — Levei os dedos até sua nuca, entrelaçando seus fios, e vendo Jimin se arrepiar sob mim. Um leve aceno de sua parte me fez iniciar uma carícia extra ali, meus olhos fitando atentamente Jimin com os lábios entreabertos, se derretendo em meus braços. Seus orbes conectaram-se aos meus, e continuei o contato, beijando seu queixo, e descendo os selares por seu pescoço e clavícula.

Jimin gemeu baixo assim que meus dígitos tocaram sua ereção coberta, e um sorriso escapou dos meus lábios, sendo retribuído prontamente por outro de sua parte, só que de maneira um pouco ousada e envergonhada.

Fechou os olhos, e logo os dedos se encontravam em minha pele, por baixo da camiseta, decidi rapidamente que desejava por mais dos seus toques, e por isso me afastei, removendo a peça incômoda e a jogando ao chão. Os dedinhos insistiam em caminhar por meu abdome nada definido, ocasionando em sorrisos da minha parte.

— Você também. — Aleguei, tocando a barra da sua regata, e os olhinhos se arregalaram. — O que foi?

— Eu... Não sou acostumado a deixar que vejam meu corpo, eu... Não gosto dele. — Selei seus lábios em um selinho e murmurei em pedido, recebendo um aceno positivo. Puxei sua camisa para cima, revelando seu corpo escultural.

— Como não gosta de um corpo tão lindo como esse? — Abaixei-me, resvalando os lábios por sua barriga, e tendo os fios embrenhados nos dedos bonitos. Distribuí beijinhos castos, e deixei que minhas unhas arranhassem suas coxas levemente, causando certamente cócegas excitantes no garoto.

Jimin abriu mais as pernas quando beijei sua ereção, e notei que ele estava ansioso por algo que estava por vir.

— Você vai me chupar, Jeongguk-ah?

— Você quer que eu te chupe? Quer foder minha boca? Gozar no meu rosto? Hm? — Questionei de volta, vendo a boca que antes estava ocupada com a minha, se entreabrir um pouco mais, e também percebi sua respiração se acelerar ainda mais com a fala.

— Jeongguk-ah...

Quer, Jimin? Minha língua pode fazer loucuras contigo, basta só você pedir.

Lancei. Jimin não me respondeu prontamente, e seus dedos faziam pressão em meus cabelos, assim como minha destra que tocava seu short, prestes a descê-lo, apenas aguardava uma resposta positiva, somente isso e então eu faria Jimin gozar pela primeira vez àquela noite.

Ri baixo quando um bico se moldou em seus lábios, mas o desfiz quando as primeiras palavras saíram de si.

— Eu quero, quero muito, Jeonggukie, me chupe... Por favor, eu preciso... Eu preciso... A-Ah! — Jimin gemeu quando pressionei os lábios no exato local de sua glande, e não demorei em retirar sua roupa, fitando a calcinha azul listrada, que Jimin vestia.

— J-Jimin... — Jimin pareceu finalmente notar o que eu tanto observava e mordeu o lábio, me fitando atentamente, e aumentando o aperto em meus fios. — Você não sabe a vontade que tenho de te foder até amanhã.

Então me fode... Bata-me, xingue, morda, chupe... Faça tudo o que quiser; me deixe sem andar por dias. — Soltou em praticamente um suspiro, me deixando abismado. Eu sempre fui seu, Jeongguk-ah, você só ainda não tinha percebido.

Cadê o Jimin todo fofo que estava aqui há segundos atrás?

Escafedeu-se.

Juntamente com minha sanidade.

Você é uma puta, Jimin.

Arranquei a última peça de roupa que me impedia de tocá-lo devidamente e assim que olhei o membro teso, Jimin me puxou para mais perto, fazendo seu pau encostar-se a minha bochecha.

Não tardei em segurá-lo com força, ouvindo um gemido contido de Jimin. Pressionei sua glande com o polegar, lambendo os lábios à medida que seu pré-gozo sujava meus dedos.

Pus a língua para fora, sentindo seu gosto salgado, e não tardei em percorrer toda sua extensão, estimulando-o com a destra. Mas desviei do caminho, abocanhando seu pênis e sentindo-o ir fundo em minha boca.

Preocupei-me em não fazer errado e engasgar, pois afinal, já fazia realmente muito tempo desde que fiz um oral para alguém, e talvez não me arrependa, porque é gratificante findar a seca em que me instalei com uma pessoa tão gostosa quanto Park Jimin.

— Porra, Jeongguk...!

Provindos de Jimin, os xingamentos eram excitantes, e principalmente por conta da voz mansa que ele utilizava para algo tão mórbido. Fechei os meus olhos e chupei Jimin do mesmo modo que gostava quando faziam em mim, e céus, nunca me senti tão satisfeito em possuir um pênis em minha boca.

O pensamento quase me desviava do foco que era fazer Jimin delirar, mas assim que notei estar enrolando demais, sendo que poderia fazer além, massageei suas bolas, tendo Jimin levando os dedos até sua boca, provavelmente para que não deixasse suas lamúrias escaparem.

Jimin passou a mover o quadril, aumentando o ritmo lento, e deixei que ele fizesse o que desejava, enquanto levava os dedos até suas nádegas, as abrindo e esfregando ali. Jimin se engasgou levemente, e eu me afastei do seu pênis para fitar a face bonita embargada pelo prazer que lhe era proporcionado.

Pressionei dois dedos em sua entrada, ouvindo um chiado alto vindo de Jimin, fiz questão de lembrá-lo de que os garotos estavam no andar de baixo e não ansiavam ouvir os gemidos de uma cachorra no cio, já que era o que Jimin se assemelhava naquele exato momento.

Mal toquei você e já está se contorcendo desse jeito? — Ri sarcástico, enfiando a pontinha do indicador em sua entrada, que pulsou gostosamente de uma maneira errônea. — Uh, Jimin, você é uma puta apertada.

J-Jeongguk-ah... Está me enlouquecendo com essas palavras...! P-Porra, me fode de uma vez, por favor...

Você gosta, não é? Deve estar mesmo louco para ter o meu pau se enterrando fundo em você... Imagina Jimin, imagina meu pau grande arrombando você... Uh, isso é errado. Você está quase gozando só com minhas palavras, tsc, tsc.

— N-Não faz isso, Jeongguk, n-não... Ya!

Deliciei-me com seus gemidos enquanto voltava a chupar sua glande e adentrava seu interior aos poucos com o indicador. Jimin estava se transformando em uma bagunça sexual, nada mais que uma bela de uma puta gostosa.

Jimin estocou minha boca mais uma vez, o que ocasionou em meus dentes raspando em seu pau. Iria pedir desculpas pela ação repentina, mas Jimin tremeu, apertando meu cabelo com força e se desmanchando em minha boca em jatos fortes que me fizeram engasgar levemente.

Retirei o dedo do seu interior, e afastei meus lábios do seu pênis, masturbando-o e possuindo a porra de Jimin melando meu rosto, em especial minha boca entreaberta, justamente para recebê-lo.

Jimin estava gemendo alto, os dedos que antes se encontravam empatando suas lamúrias, não adiantou em nada quando Jimin gozava forte.

Quando enfim, Jimin se despejou por completo, suas pernas fraquejaram, ocasionando em um Park suplicante por minha pessoa.

— Eu não aguento Jeongguk, me leva para a cama... Por favor... — Sibilei mais um beijo em sua coxa esquerda e me levantei, tendo os braços de Jimin rodeando o meu pescoço, e logo o ajudei para que pudesse entrelaçar as pernas em minha cintura.

Jimin não era pesado, e contestei isso quando distribuí beijinhos castos por seu pescoço, fazendo seus poucos pelinhos se eriçarem. Levei-o sem demora para a cama, e o deitei, selando seus lábios por segundos antes de tornar a tocar sua pele com meus dentes, deixando rastros avermelhados por onde passava.

Park respirava com dificuldade, me fazendo pensar que não aguentaria mais um orgasmo, se este fosse tão intenso quanto o outro, também imaginei que ele não tinha o costume de se tocar, pois quase se desmontou somente com meus lábios em seu pênis.

— Jungkookie...

Meu nome saía de segundo em segundo como forma de suspiros de Jimin, e não havia como minha excitação piorar devido a isso. Estava dolorosamente necessitado, e os gemidos baixos que minha garotinha deixava fugir pelos lábios me faziam enlouquecer, mesmo que minha idade não fosse propícia para tal ainda.

Os dedos de Jimin em momento nenhum deixaram meus fios e me senti extasiado, porque a pressão que ele fazia era deliciosamente errada e viciante.

Minhas mãos se ocuparam em abrir as pernas bonitas e logo passei a distribuir selares em sua coxa, mordiscando-a em seguida, e vendo as leves marcas vermelhas que se faziam. Sorri, pois a visão era bonita.

Seus gemidos se tornaram mais frequentes à medida que meus dentes raspavam em sua mais nova ereção, que deixei de lado para somente marcar sua virilha, pressionando os lábios naquela região e fazendo uma sucção prazerosa, tanto para si, quanto para mim.

— Porra, Jimin, você é tão gostosa...

Oppa... Por favor... — Era visível sua vergonha por minhas palavras, mas não era como se ela estivesse adorando. A palavra que saíra por sua boca para me denominar fez arrepios percorrerem meu corpo em uma carícia deliciosa.

Apoiei sua coxa esquerda em meu ombro e fitei sua entrada, não tardando em inserir o indicador ali, vendo Jimin se contorcer sobre os lençóis, procurando algo para descontar com os dedos além dos meus fios.

Era devastadora a sensação de quentura que sentia ao penetrar sua entrada com violência, e sabia que quando fosse meu pau a substituir meus dedos, seria como se estivéssemos no paraíso.

Jimin agora se tornava uma mistura grandiosa de lamúrias, o que ocasionava em uma maior necessidade de fodê-lo, algo que me deixava meramente em estado de torpor. Meus olhos se reviraram tamanha era a intensidade de dor que sentia em meu pênis, e por conta disso, resolvi descomplicá-lo, para enfim acabar com toda aquela tortura.

Beijei-o mais uma vez, tendo sua ajuda para a remoção da minha calça, e logo ela se encontrava ao chão, assim como minha boxer, que sequer fiz questão de deixar em meu corpo, porque preferia mil vezes, ter o meu pau livre de quaisquer impedimentos.

Jimin observava meu pênis com afinco enquanto eu beijava sua tez, não tardando sem sentir a mão pequena e macia de Jimin naquele local tão sensível. Gemi de maneira rouca em seu ouvido, escutando um suspiro quase inaudível da sua parte.

— Você quer, Jimin? Quer tomá-lo para si, hm? Eu deixo. — Questionei provocante rente á sua orelha e o aperto em minha intimidade duplicou, me fazendo apoiar na cama, e investir contra sua mão.

Eu quero, Oppa... Eu quero melar minha mão com sua porra... Você deixa?

Murmurei em concordância, e os dedinhos agora se moviam em minha ereção de modo vagaroso e temeroso. Meus dentes faziam estrago em sua pele enquanto meus chiados eram desperdiçados em sua orelha. Jimin estava receoso com tudo aquilo, pude sentir isso, mas não deixaria que ele se arrependesse, e provavelmente eu iria destruí-lo.

Meu pênis pulsava em sua destra, e sussurros provindos de minha pessoa eram resumidos em afirmações sobre o quanto era delicioso ter a mão de Jimin em minha sensibilidade.

Eu estou fazendo certo? — Sua voz soou temerosa, e sua mão ameaçou pausar com os movimentos, e para que não o fizesse, levei a minha e a coloquei sobre a sua, incentivando-o a continuar.

Está... E muito, neném... Oh, céus. — Podia ver a compenetração de Jimin naquele contato, enquanto requícios de suor se iniciava em nossas testas. Caralho! Poderia morrer a qualquer instante porque era realmente muito prazeroso.

Se Jimin continuasse eu iria certamente gozar, por isso pedi pacientemente para que suas mãozinhas diminuíssem o ritmo daquele estímulo, e com um aceno positivo, ele o fez, buscando meus lábios e começando mais um ósculo molhado.

Retirei sua mão do meu pau e o vi levando os dedinhos até a boca, se deliciando com meu sabor. Umedeci os lábios com a cena erótica, e estava de volta entre suas pernas, dessa vez, roçando meu pênis em sua entrada. Um gemido de contentamento escapou por minha garganta assim que fitei sua face avermelhada, e os olhinhos agora fechados.

Esfreguei com volúpia, e Jimin rodeou minha cintura com as pernas, me puxando para mais perto. Achei a hora propícia para me enterrar em uma estocada bruta e eficaz em seu interior. Jimin gritou alto por meu nome, as unhas arranhando meus braços de modo rápido. Os olhos arregalados e lamúrias sendo soltas mostravam o quanto havia sido deliciosamente bom.

Experimentei retirar meu pênis pela metade e voltei com força, sentindo as paredes internas me esmagando. Jimin era quente e apertado, realmente um sonho.

Com força, Jeongguk... P-Por favor...

Do jeito que a minha putinha merece, não é?

— S-Sim! Oppa!

Estoquei seu interior de maneira forte e rápida, o que resultou em Jimin bater com a cabeça, gemendo arrastado pela dor. Beijei seus lábios e chupei sua língua com vontade enquanto nos movimentávamos pela cama em um sexo prazeroso e viciante.

Não conseguia distinguir a mistura de sentimentos que me invadiam nesse exato momento, mas com certeza a vontade louca de gritar fazia parte, porque Jimin era gostoso ‘pra caralho.

Quase inconscientemente meus dedos foram parar em seus fios, puxando-os. Jimin entreabriu os lábios, a saliva escorrendo pelos cantinhos da sua boca, e os chiados cada vez mais frequentes, do mesmo jeito que uma puta profissional sabia fazer.

— Faz de novo, O-Oppa, faz de novo! — Entre suspiros e ofegos eu sorri, mordendo seu queixo e apertando com força seus cabelos em minha destra, vendo Jimin se entregando e pedindo por mais.

Você é a porra de uma puta masoquista, não é, Jimin? Uh, você quer que eu marque sua bunda também? Minha mão está coçando para bater...

— S-Sim, pode fazer, e-eu quero, a-ah! Jungkookie! — Estapeei uma, duas, três vezes sua nádega esquerda, vendo Jimin tremer abaixo de mim. Meu lábio estava prestes a sangrar de tanta força que eu colocava em uma simples mordida, na tentativa de diminuir meus gemidos altos, pois os únicos que ansiava escutar eram os de Jimin.

Pedi para que Jimin ficasse de quatro e com muito custo me retirei do seu interior, observando atentamente os movimentos dele que eram lentos, mas determinados. Assim que olhei sua entrada judiada, percebi que sim, eu iria destruí-lo.

Jimin tremia, suspirava e gemia, se deitando parcialmente na cama e se empinando ainda mais para mim. Deixei um beijo estalado em suas costas enquanto penetrava-o novamente, tocando sua ereção, e me surpreendi quando Jimin se desmanchou em meus dedos, sem que eu tivesse feito algo para tal.

Você está cansado, bebê? Oppa só vai destruir você mais um pouquinho, aguenta? Ou quer que eu pare?

Não pare. — A resposta firme se seguiu com um rebolar seu e novamente iniciei as estocadas, menos fortes por saber que Jimin estava fodido. Deixei que a situação fosse mais deliciosa, resvalando os dedos por sua pele em uma carícia casta. Jimin me olhava por cima dos ombros, respirava com dificuldade, talvez até mais que eu.

Prendi novamente seus fios, colando meu rosto ao seu e tendo os dedos inquietos em meus cabelos, me incentivando a continuar. Deixei um selar em sua bochecha, vendo Jimin sorrir macio, e sensível, pude notar um dentinho torto seu, mas deixei de lado a imagem fofa, me concentrando em estocar o Park da maneira mais deliciosa possível, e quando o aperto de seus dedos triplicou, fiz de tudo para acertar aquele mesmo pontinho que havia feito Jimin revirar os olhos.

Seus chiados eram mais baixos e roucos, demonstrando a aparência fragilizada em que se encontrava, desde a garganta até em outras partes do corpo. Escorreguei os dígitos por seu corpo, parando em seu botão, pressionando-o, e vendo os pelinhos de Jimin se eriçarem pela ação.

Meu nome voltou a ser pronunciado por sua boquinha pecaminosa, e me vi nos últimos segundos antes de preencher Jimin com minha porra. Seus dedos causando um estrago em meu couro cabeludo, e meus dentes marcando sua orelha, bochecha e nuca repetidas vezes.

Lancei um último olhar para o garoto abaixo de mim, e com tal visão maravilhosa, cheguei ao ápice, me enterrando ainda mais fundo em Jimin, para que ele pudesse ter uma sensação ainda mais viciante em meus braços.

— É gostoso, Oppa... — Escutei sua voz baixinha, ao mesmo tempo em que me retirava do seu interior, terminando o momento com beijinhos castos em suas costas.

— O quê?

Sentir sua porra escorrer pra fora de mim...

Meus olhos e arregalaram e passei a observar aquele típico líquido esbranquiçado alcançar suas coxas. Jimin não ousou se mexer, possuía os lábios entreabertos, deixando que suspiros fugissem. Os olhinhos presos em mim me faziam sentir realizado, seu olhar era intimidador e ainda mais após saber que ele gostava de mim.

— É libidinoso.

Comentei, sorrindo bobo para Jimin e logo depois, o ajudando a se deitar devidamente, não deixando de fitar exclusivamente minha porra em suas coxas, recaindo sobre os lençóis azuis bebê.

— Jeongguk-ah, está doendo...

— Eu exagerei? Desculpe bebê. — Selei seus lábios em um selinho, como um extra ao meu pedido de desculpas. Seus braços rodearam meu pescoço e logo me embebedava em seu sabor único, com um beijo manso e calmo, do contrário dos nossos corações que batiam descompassados.

— Eu não quero descer, Oppa.

Não precisamos.

— Mas e os garotos?

Eles que aproveitem a festa lá, porque eu vou ficar aqui com você.


Notas Finais


Gostaram? Não? Sim? Comentem, please, gosto de saber oque acham das minhas nóias ♥

Exagerei de novo? Jkethyiuil, me perdoem, eu vou parar, é uma promessa,

Slumber Party é a música da Britney Spears que estou apaixonada, ela é uma diva, a minha vida, só não mais que a Beyoncé, porque aí já é demais ♥♥♥

Finalzinho fofo pra vocês morrerem de diabetes com o ot2, yay! Ah, estão com saudades das minhas taekooks? Eu também estou, mas logo vamos matar essa sdds sz sz

Obrigada por darem atenção a essa fanfic, e até mais ♥


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