História Small Doses (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (bts), Bts, Especial 3500, Imagine, Jimin, Kykaifanfics, Park Jimin, Você
Visualizações 1.414
Palavras 2.550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie Kaitivas ^^
Olha quem tá na área!
Demoro, mas chego.

Gostaria de agradecer ao carinho de todo mundo que favoritou, adicionou a biblioteca (Eu vejo vocês também) e a todo mundo que comentou. Eu realmente fiquei muito feliz com isso. Vocês são uns amores *'*

Quero agradecer também a minha amiga e capista ~PrMutt responsável pelo excelente trabalho de design da fic e a minha irmã Luna, que sempre me apóia em cada fic minha ^^

~Rafenhazz, não esqueci de você não, gotosa
Mamãe trouxe seu doce, se delicie kkkkkk
Usarei esta tática sempre ^^

Usei duas músicas nesse capítulo
Small Doses da Bebe Rexha
E Flames do Tedy
São músicas maravilhosas e super necessárias na fic.

Beijocas e boa leitura!

Sue.

Capítulo 2 - Contra a parede


Fanfic / Fanfiction Small Doses (Imagine Jimin - BTS) - Capítulo 2 - Contra a parede

"Eu provei você, que é como chamas

E ao invés de doer e fazer com que eu queira me afastar, simplesmente viciei na dor que você me causa." Sue.


1.


– Este é meu professor? – pergunto, não conseguindo evitar de arregalar meus olhos. 


– Sim. – a mulher responde e a olho séria. 


– Não há outro? 


– Não gostou? Eu sou o melhor professor da academia. – passo a mão pelo meu rosto e respiro fundo. 


– Senhor, não me leve a mal, mas eu não pretendo ter aula nos próximos anos com alguém tão arrogante. 


– Arrogante? Eu? Garota, você está diante do melhor professor de dança contemporânea do país, acha que eu sou arrogante? Você nem me conhece!


– Eu quero trocar de professor. – volto a olhar para a mulher, que abraça o próprio corpo e nega. 


– Querida, você tem muito gabarito, mas se não quer ter aula com o professor Park, então não poderá permanecer conosco. – mordo o canto interno da boca, um maldito costume que adquirir devido a minha timidez excessiva, e assinto. – Estamos entendidas? 


– Estamos. – respondo. 


– Então vamos voltar para a sala para que você possa pegar a lista de horários e seus materiais. – a bela mulher, que está vergonhosamente interessada no arrogante professor rosado, se vira e sai da sala, me deixando outra vez sozinha com ele. 


– Está esperando um convite para se retirar? – nego, ridiculamente corada, e me viro, mas só saio depois de soltar uma alta e clara ofensa. 


– Grosso! 


– Eu ouvi isso, novata. Sabe, tem algo bem grosso em mim, quer ver? – me viro rapidamente, com os lábios entreabertos e os olhos arregalados. – Ops!


– Você é um imbecil! 


– Bem vinda, novata. Nos veremos amanhã e espero que você chegue no horário ou te deixarei do lado de fora.


– Estarei aqui no horário exato. – a passos pesados, me retiro da sala de dança e sigo pelo corredor até a sala onde estive minutos antes. – Licença. – entro na sala e a bela sul coreana me entrega rapidamente uma bolsa azul grande junto a uma folha. 


– Aqui está seus uniformes, seus horários e seus documentos. Tenha um ótimo dia. – ergo a sobrancelha e fico chocada com a maneira dela de me despachar. – Mais alguma coisa? 


– Não. – sussurro e me retiro, seguindo rapidamente até a saída, onde o motorista me ajuda com as coisas. – Obrigada. 


– Disponha, senhorita. – entro no carro e o rapaz fecha a porta, tomando seu acento em seguida. – Pretende ir a outro lugar? 


– Não. Vamos voltar para casa. – o carro é ligado e seguimos para a mansão. Quando chegamos, desço com minhas bolsas em mãos e caminho para dentro da casa. 


– Senhorita! – me viro e encontro Sumin, que sorri maternalmente. – Deseja comer algo? 


– Não, senhora. Irei descansar, amanhã minhas aulas começam. 


– Está bem. – assinto e subo as escadas, indo finalmente para o meu quarto, onde me tranco. 


Estar sozinha é bom e relaxante, mas estar sozinha com meus pensamentos a mil, é aterrorizante. Aquele professor medíocre e atrevido está me cheirando a pura confusão, confusão que não posso me envolver para não me gerar uma expulsão. 


Ah, senhor Park, apenas me deixe viver meu sonho e sair dele da mesma maneira que entrei. 



(...)



Quando a noite cai, tomo um bom banho e visto um vestido preto, que fica perfeitamente ajustado em meu corpo, mas de uma maneira bonita, não vulgar. Calço minhas sapatilhas e prendo meu cabelo em um coque. Saio do cômodo e desço as escadas, indo até a sala de jantar, onde encontro apenas o senhor Park. – Boa noite, senhor. 


– Boa noite, querida. Sente-se, por favor. – ele parece triste e fico curiosa sobre o que pode tê-lo deixado assim. Me sento e fico o observando. – Seremos só eu e você. 


– Seu filho não vem? – o simpático senhor nega e suspira cansado. – Lamento, senhor, mas talvez ele tenha tido um compromisso que não pôde ser adiado. 


– Ele não se importa com nada, muito menos comigo. Depois que a mãe dele morreu, o comportamento dele mudou completamente, se tornou frio e maldoso.


– Não pense assim, senhor. Seu filho não aprendeu ainda como lidar com a falta da mãe, ele um dia perceberá que está errado em se afastar de tudo. 


– Espero que ele não se arrependa tarde demais. Eu estou envelhecendo, minha filha, e tudo que eu mais queria era ter meu filho ao meu lado, já que a mulher que eu amarei para sempre, a morte me tirou. – uma lágrima escorre pelo seu rosto e não consigo evitar de me colocar de pé e o abraçar. 


– O senhor tem a mim agora, serei sua filha se me aceitar. 


– Obrigado, querida. Seu pai tem muita sorte de ter uma filha como você. – me afasto e o vejo se colocar de pé. – Será muito bom ter uma filha postiça tão especial. 


– Farei o possível para que o senhor fique bem. – ele sorri minimamente e sai da sala de jantar, me deixando muito triste. 


Quem pode ser capaz de ver o próprio pai sofrendo e não fazer nada? O quão cruel é este alguém? 


– Ele nunca vai se acostumar com a frieza do filho. – viro rapidamente ao ouvir a voz e vejo Sumin, que está triste assim como eu. 


– Por quê esse cara faz isso com o próprio pai? – pergunto irritada. 


– O menino de certa forma culpa o senhor pela morte da mãe, ele não sabe o que realmente aconteceu.


– Eu até gostaria de saber, mas creio que não é da minha conta. – Sumin sorri sem jeito e apenas assente.


– É muito complicado. 


– Espero que algum dia eles consigam se entender, o senhor Park não merece ser tratado assim. – me curvo e saio da sala de jantar, pois não há mais clima para comer em uma mesa que foi preparada para um jantar em família. 


Retorno para meu quarto e tudo que faço e me jogar na cama. Preciso relaxar e tentar esquecer de tantos problemas. 



(...)



Assim que o dia nasce, tomo um banho quente e visto meu uniforme: uma calça preta justa e um top preto, onde há o brasão da academia de dança. Prendo meu cabelo em um rabo de cavalo e calço meus vans. Depois arrumo algumas coisas em uma bolsa e saio do quarto. 



 Chego na cozinha e o café está servido, mas não tenho a menor fome, então apenas cumprimento os empregados e pego um pedaço de bolo. Corro até a saída da casa e sou recebida pelo motorista, que sorri cordialmente. – Me leva o mais rápido possível para a academia, por favor. – entro no carro e o rapaz faz o mesmo. O automóvel é ligado e seguimos para o meu destino, onde meu novo algoz me aguarda. 


O relógio marca sete e meia quando passo finalmente pelas portas suntuosas da instituição. Há vários alunos no corredor e meu coração bate forte no peito. Estou com medo, mas decidida a dar o meu melhor e fazer valer a pena estar aqui. 


Pego meu horário na bolsa e busco o número da sala para onde devo ir. – Sala quatro. – sussurro baixinho e passo os olhos pelos corredores, não demorando a encontrar a sala. Caminho até lá e entro, dando graças aos céus por não haver ninguém, apenas eu e o enorme espelho que compõe uma parede inteira. – Acho que não terá problema praticar um pouco. – deixo minha bolsa no canto da sala, retiro meus sapatos, e caminho até o som, o qual ligo e que inicia a mesma melodia que o professor estava usando na primeira vez que o vi. 


A música é lenta e envolvente, então não demoro a começar a me movimentar. Meu corpo segue a melodia de um lado à outro, e fecho meus olhos para me entregar completamente a minha paixão. Giro lentamente e salto, cessando tal movimento com graciosidade e a força necessária para encerrar com firmeza. Me vicio na melodia tão gostosa e continuo a dançar e dançar, até que meu corpo é pego por mãos fortes, que me prendem junto a alguém muito quente. Meu coração sobe até minha boca, tamanha a surpresa. – Quem é você? – pergunto, amedrontada demais para abrir meus olhos. 


– Apenas continue dançando. – é ele, vergonhosamente, eu reconheço sua voz tão inconfundível. 


– Por quê quer isso? 


– Não faça perguntas, novata, apenas dance. – uma das suas mãos desliza da minha cintura até meus seios e segura firme um deles, me gerando uma excitação maldita e inevitável. 


O meu professor é arrogante e um completo estúpido, mas é bonito e atraente. – Toca suas alunas assim? 


– Só as que me interessam. – responde rouco. 


– Não gosto do que você está fazendo. 


– E o que estou fazendo? 


– Tentando me capturar como se eu fosse uma presa.


– Eu sou um predador e se você vacilar, te farei realmente de minha presa. – tento me soltar ao ouvir suas palavras, mas ele me mantém presa ao seu corpo quente. – Está com medo? 


– Não, só com vontade de matar você. 


– Quer me matar de prazer, novata? – reviro os olhos assim que sua mão segura meu mamilo sob o tecido do top. – Porque você está parecendo louca para trepar comigo.



– Está enganado. – busco forças onde parece não haver e consigo me desvencilhar dos seus braços fortes e suas mãos libidinosas. – Não me toque mais assim ou prestarei uma queixa na direção da academia. 


– Ok... Mas creio que nem precisarei tocar em ti, você pedirá para que eu te coloque contra este vidro e coma bem gostoso essa sua bocetinha. – meus olhos se enchem de lágrimas e, por puro impulso, ergo minha mão e acerto a face de Jimin, que toca o lugar atingido e rir. – Você é bem atrevida. – seus olhos encontram os meus outra vez e estão carregados de raiva. – Vai se arrepender disso. 


– Vai fazer o quê?


– Tornar sua vida um inferno até que você desista e saia da academia.


– Você não pode fazer isso! – grito e ele me dá as costas, seguindo até a porta, a qual é aberta e revela alguns alunos, que nos olham intrigados. 


– Comecem a se aquecer, vou beber água e já volto. – todos fazem o que Jimin manda, menos eu, que saio da sala em seu encalço e o alcanço no corredor, que agora está vazio. 


– Espera! – pego seu braço e giro seu corpo, que dá de encontro ao meu. 


– O que você quer? 


– Me desculpa, eu... Eu não queria te agredir.


– Não vou desculpar. Agora me solta e volta para a sala antes que eu perca de verdade a minha paciência e te mande para a diretoria.


– Professor Park... – lágrimas teimosas começam a escorrer pelo meu rosto e eu o solto. Minhas mãos estão tremendo e meu coração está batendo forte. Ele é um maldito idiota, mas pode ferrar minha vida com simples palavras. 



– Vou ter que desenhar o caminho de volta? 


– Por que está me tratando assim? 


– Eu não gosto de pessoas, piorou meninas idiotas que se acham as bonequinhas perfeitas. Você não está no seu país, não controla nada. 


– Tudo que eu quero é fazer o meu curso em paz, não consegue entender? – passo as mãos pelos meus cabelos e eles se soltam. Seus olhos escuros estão presos em mim e desejo esbofetea-lo outra vez. 


– Some da minha frente. – ele me dá as costas e volta a caminhar, deixando-me largada ali, me sentindo humilhada e vergonhosamente abalada.


Volto para a sala e me reúno aos alunos, que me olham como se eu fosse um alien. 


Minutos depois, Jimin chega na sala e fecha a porta. Ele está sério e não faz esforço para parecer melhor. – Dividam-se em pares. – todos arrumam um par menos eu, que me encolho no canto e pareço um bichinho acoado. – A música que escolhi exigi mais sensualidade nos movimentos e sintonia com seus parceiros, então não economizem e se entreguem, os melhores já sairão em vantagem nas notas. Vamos começar! – seus olhos miram-me e sua mão é erguida em minha direção. – A aluna nova e eu vamos demonstrar. 


– Vamos? 


– Seja menos irritante e venha aqui. – caminho até ele e seguro sua mão. – Apaguem as luzes e liguem apenas a do centro da sala. – os alunos o obedecem e, em um movimento rápido, meu corpo vai de encontro ao dele. 


A música se inicia e Jimin me segura firme, depois ergue meu corpo e me desce lentamente. Suas mãos são quentes, nossas respirações se chocam e nossos olhos parecem se unir em uma intensa conexão. Volto a colocar os pés no chão e me afasto dele, logo sendo puxada de volta. 


Estar nos braços dele é perturbador, mas gostoso, mesmo que ele seja tão idiota e arrogante.


Nossos corpos se movimentam juntos de um lado a outro, meus olhos estão fechados e eu sinto paixão em cada movimento que executamos. Sei que todos nos observam, mas parece haver apenas eu e ele. 


Me afasto do seu corpo e faço alguns movimentos em completa solidão, mas movida a uma intensidade que domina meu corpo e todo o ambiente. A música que toca, flames, é sensual e inspiradora, então me entrego e volto a me juntar a Jimin, que me toma rapidamente em seus braços e faz com que minhas pernas se entrelacem em sua cintura. Suas mãos seguram firmes as minhas nádegas e nossas testas se prendem uma a outra, assim como nossos olhares carregados de algo que me arranca o ar dos pulmões. Giramos algumas vezes e pendo meu corpo para trás completamente, ficando pendurada no ar, tendo-o como meu único auxílio. Ele é forte e me mantém presa a ele. Volto a juntar nossos corpos e enrosco minhas mãos em seu pescoço, que está suado, exatamente como seus cabelos rosas. Mordo meu lábio e acaricio o lugar, ação que enche os olhos de Jimin de surpresa. 


A música para e sou posta no chão, lentamente. – Uau! – ouço um aluno falar e desperto do turbilhão insano em que mergulhei. 


– Quero que façam igual. – Jimin vocifera, ainda ofegante. 


– O senhor quer com tensão sexual ou sem tensão sexual? – um dos alunos brinca e todos riem. 


– Olha o respeito, rapaz! – meu professor grita e a sala volta a ficar silenciosa. – Façam assim, podem ir para o auditório e ensaiem por algum tempo, daqui a meia hora eu quero todo mundo de volta e sem desculpa. – os alunos assentem e começam a sair da sala, a qual continua mal iluminada. 



Assim que o último aluno se retira, ouço a porta bater e corro para sair também, mas quando minha mão encosta na maçaneta, meu corpo é pego abruptamente, girado, e meus braços são postos ao lado da minha cabeça. – O que você está fazendo? 


– Matando a vontade que estou desde o segundo que te segurei em meus braços. – seus olhos estão carregados de desejo e sua respiração está descompassada, assim como a minha. Ele está bem colado a mim e não consigo evitar de desejar senti-lo mais perto, se é que isso é possível. 


– Não faça nada. 


– Você não quer? – pergunta, arrepiando meu corpo inteiro por causa da sua voz rouca. 


– Eu...


– Apenas feche os olhos. – meus lábios são tomados pelos seus em um beijo voraz, um beijo que desperta uma insanidade desconhecida por mim.

Eu sempre fui alguém correta e tímida, mas tendo-o tão perto, eu só consigo pensar nele completamente nu entre minhas pernas, usando todas as nossas diferenças frustrantes para levar-nos a intensos ápices, apenas eu e ele em mesma sintonia, apenas eu e ele, como uma linda melodia. 




Notas Finais


Gostaram?
Segue o bonde?
Beijocas! ♥_♥

Indicação:

Essa fic que estou indicando é meu novo vício e tô infernizando a minha amiga Rafa para atualizar sempre kkkkk
Leiam, vale realmente a pena
É uma fic +18 com o Jimin Híbrido
Ah, é um imagine.
Para os que forem ler, amem muito a fic e não esqueçam de favoritar e comentar
Somos nós leitores que fazemos uma obra se tornar grande.
Se o enredo é bom, devemos dar muito amor.

https://spiritfanfics.com/historia/my-sexy-cat-imagine-jimin-9454195

E essa aqui em baixo é o novo projeto da minha coelhinho Mih *'*
Minha bebê que merece muito amor de vocês
Leiam, favoritem e comentem ♥♥♥

https://spiritfanfics.com/historia/psychopath-9642727


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