História Smile - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Malec, Slash
Exibições 43
Palavras 911
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Magia, Slash
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg)
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


~~aaaa que qui eu to fazeno da minha life?

Capítulo 1 - That's why I smile - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Smile - Capítulo 1 - That's why I smile - Capítulo Único

Smile

CAPÍTULO ÚNICO

That's why I smile

   

 

    Quando Alec acordou naquela manhã, sentiu que toda aquela monotonia rotineira seria destruida, ele não soube o porquê até ouvir as batidas incessantes na porta do quarto e a voz alegre de Izzy o chamando. Lá estava ela com um sorriso no rosto e uma rosa na mão, Alec suspirou já pensando que ela iria começar a falar de Simon — de novo, mas ela apenas entregou a flor.

 “Acho que você já sabe de quem é”, ela falou, Alec não precisou pensar muito, já sabia a resposta. Izzy apenas abriu espaço e saiu andando pelo corredor.

   Inicialmente ele não ligou muito pelo fato de estar descalço e ainda estar vestindo um pijama, mas então ele virou a esquina do corredor e parou, olhando para si mesmo em seguida. A calça preta fina estava amassada assim como a camiseta — igualmente negra, seus cabelos estavam provavelmente despontando para todos os lados e ele tinha quase certeza que poderia ser confundido com um zumbi. Magnus estava sempre com o cabelo perfeitamente alinhado, com as roupas bonitas e extravagantes — às vezes mais extravagantes que bonitas, as unhas perfeitamente pintadas e com a leve maquiagem igualmente perfeita.

  Ele não teve muito tempo para pensar pois enquanto pensava inconscientemente voltou a caminhar, mas mais lentamente e, quando percebeu, Magnus já estava a vista assim como este já havia o notado.

 “Oi”, se pronunciou, a sua voz saiu baixa, porém felizmente Magnus deve ter ligado isso ao sono. Ele se sentiu constrangido ao ver que Magnus o analisou de cima a baixo, mas então o próprio sorriu e estendeu a mão, em um pedido silencioso para que se aproximasse. O que Alec fez com um sorriso quase invisível.

 “Alexander”, começou abrindo ainda mais o sorriso, fazendo algo dentro de Alec aquecer.

 “Magnus”, repetiu o gesto.  “Obrigado pela flor” continuou após alguns segundos daquele silêncio nada desconfortável.

   A presença de Magnus era algo que o Lightwood não conseguia explicar, ele conseguia deixá-lo sem ar, sem palavras e ainda fazê-lo sorrir, tudo ao mesmo tempo.

  Obviamente ele notou o quão feliz Alec havia ficado com aquele simples presente, pois os seus olhos brilhavam mais que o normal.

 “Não há de que”, sem ligar para se alguém estava vendo, Magnus se aproximou e colou os seus lábios nos semelhantes do outro.

    Alec tremeu e Magnus percebeu, levando as mãos para a cintura do Lightwood. Este normalmente não aceitaria gestos como aquele em público, mas Magnus tinha algo que o fazia esquecer que havia pessoas em volta. Ele esqueceu do Pai, esqueceu da Mãe, do irmão e de Izzy, esqueceu que Jace conversava em um canto com Clary — não que ligasse muito para a opinião dela, ao menos, não mais.

   O de olhos azuis levou as mãos para os ombros do feiticeiro a procura de um lugar para se apoiar e, mesmo estando um pouco mais afastados dos outros caçadores de sombras, os dois chamavam um pouco mais de atenção do que deveriam. Mas não se importaram, na verdade Alec nem notou isso, apenas se concentrou no sabor da boca de Magnus e no mover de lábios. As mãos do feiticeiro deceram para o quadris do mais novo e cortaram a distância mínima que ainda os separava.

   Magnus fazia tão bem a Alec.

 Não se afastaram quando quebraram o ósculo, mantiveram-se o mais perto o possível, era de certa forma agradável sentir o calor de seus corpos próximo.

 “Alexander...”, fez uma breve pausa.  “Você não para de me surpreender.”

 “Se está falando do beijo, eu não deixo de estar surpreso também.” ele disse baixinho.  “O que faz aqui Magnus?” indagou, não conseguido evitar de sorrir pequeno ao ver a cara de falsamente ofendido.

 “Eu vim te ver e é assim que você me agradece?” tentou se afastar e para evitar todo o drama Alec o puxou de volta.

 “Eu já não acabei de te agradecer?” perguntou, rindo em seguida.  “E você realmente só veio me ver?”

 “Não, isso foi um agradecimento pela flor”, voltou a aproximar os lábios dos do Lightwood.   “E não, mas o que eu vim fazer eu já fiz.”

    Ele sorriu sendo espelhado por Magnus, este deixou pequenos selares em sua boca até finalmente beijá-lo de verdade. O feiticeiro levou uma das mãos até o pescoço de Alec, sorrindo entre o beijo ao ouvi-lo gemer baixinho, Alec era sensível e isso o fazia pensar em milhares de coisas, inevitavelmente.

    Magnus pediu passagem com a língua e não demorou mais do que um segundo para Alec entreabrir a boca. Infelizmente, ao sentir Magnus descer a mão pelo seu braço e segurar a sua mão, Alec pensou em Maryse e Robert e se afastou, mas não bruscamente, pois não queria magoar o mais velho.

   Magnus, notando o desconforto do rapaz e deduzindo o motivo, falou:

 “Isso foi agradecimento por ter vindo.” falou com aquele sorriso bobo que fazia o Lightwood sorrir.  “Eu já disse o quão bonito você é?”

 “Algumas vezes”, Magnus riu aproximando o nariz do pescoço do de olhos azuis, roçando-o na pele branquinha.

 “Certo”, murmurou.  “Eu já disse o quão bonito é o seu sorriso? Os seus olhos?”

 “Isso não tá incluído no 'ser bonito'?” indagou baixinho, circulando o corpo do feiticeiro com os braços.

 “Sim e não, mas é que o seu sorriso e os seus olhos são realmente muito bonitos.” respondeu abraçando Alec.

 “Em minha defesa, o meu sorriso é culpa sua.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Não pense que eu não me orgulho.”



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