História Smile For Me - Taegi - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Dreamcatcher, K.A.R.D
Personagens B.M, J.Seph, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jiwoo, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Somin, SuA, Suga, V, Yoohyeon
Tags Chaelisa, Jensoo, Jihope, Namjin, Romance, Taegi
Visualizações 594
Palavras 1.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CHEGUEEEEEEEEEEI
TÔ PREPARADA PRA ATACAAAAAAAR

mentira, capítulo amorzinho, livre de dor e sofrimento (por enquanto *moonface*)

Perdoem meus erros, por favor, e boa leitura sz

Capítulo 24 - 24


Taehyung

Apesar do barulho que a tempestade fez durante a noite e de Jungkook reclamando, dormi muito bem. Fui acordado por Jin, assim que seu despertador tocou, e fomos tomar café da manhã todos juntos. Infelizmente, o hyung tinha coisas à resolver, e nos deixou sozinhos logo que acabou de comer.

— Yoongi me contou sobre vocês — o maknae falou baixo, olhando a comida como quem não quer nada.

— É... Ah... E você apoia? — perguntei, um pouco envergonhado e sem jeito.

Ele deu um sorriso, mostrando os dentes que lhe faziam parecer um coelhinho.

— Mas é claro! Faz ideia do quanto você influencia o meu irmão? É um dos principais motivos por ele querer melhorar. Não sei o que fez, mas Yoongi sente algo muito forte por você. Se isso deixa meu hyung feliz, me deixa feliz também — contou, olhando diretamente em meus olhos.

— Eu... Gosto muito do Yoongi — confessei, numa altura em que só Jungkook fosse capaz de ouvir. — Queria muito que pudéssemos namorar sem nos esconder, mas você sabe... Além do medo de sermos aceitos, ele é meu paciente. Não é permitido ter um relacionamento com um paciente.

O garoto acenou com a mão e voltou a comer despreocupadamente.

— Ele não vai viver aqui para sempre. Vocês conseguem esconder isso por tempo suficiente para Yoongi ter alta. Depois, quem sabe, vocês não compram uma casa e vivem juntos? O problema vai ser inteiramente seu, então ninguém vai ter direito de julgá-los por serem gays.

— Ouvi gay, cheguei — a voz de Jisoo nos fez virar para trás, vendo a enfermeira se aproximar e se sentar ao nosso lado.

— Queria que fosse fácil assim, Kookie — respondi, pondo um fim na conversa. — Bom dia, Soo.

— Olá, noona — Jungkook sorriu e curvou a cabeça.

— Oi meninos — a moça deu um sorriso adorável para o mais novo. — Tudo bem com vocês?

Assentimos e oferecemos nosso café à ela, que recusou, com a justificativa de que já comera.

— Como foi ontem? Foram mesmo no grupo de apoio? — perguntou.

— Nós fomos... — ele começou a explicar. — Mas Yoongi desistiu de entrar naquela sala e nós voltamos pra cá.

— Que pena... O Yoongi deve estar se sentindo mal agora. Já falaram com ele?

— Falei ontem, hoje ainda não — disse, terminando a comida e colocando os hashis um ao lado do outro, como minha mãe insistia para fazer. — Vou agora lá. Querem vir?

— Vou terminar de comer, vou depois — Jungkook respondeu.

— Vou ficar com Jungkook, pode ir — a enfermeira falou.

Deixei a bandeja no balcão e subi para o quarto de Min Yoongi. Encontrei-o arrumando a cama, o que me mostrou que ele começara definitivamente a se importar com as coisas ao seu redor, uma melhora significativa para o seu estado.

— Bom dia, jagiya! Dormiu bem? — perguntei, lhe envolvendo em um abraço por trás e beijando seu rosto.

— Felizmente sim. — Largou o edredom que dobrava e se virou, para selar nossos lábios. — E você? Conseguiu dormir bem aqui?

— Na maioria das vezes, se encosto a cabeça no travesseiro, eu durmo. Então dormi bem.

Ajudei Yoongi a dobrar a roupa de cama, para ir mais rápido.

— Vamos voltar naquele lugar? Quer dizer, o grupo de apoio? — ele indagou, fazendo um beiço.

Deixei um sorriso escapar, reparando no quão fofo Yoongi ficava assim.

— Se você quiser, sim. Não vamos te forçar nada.

Ele esticou a mão e pegou a minha, brincando distraidamente com os meus dedos.

— Quero voltar, mas tenho medo de não conseguir de novo — explicou. — Você tem dedos gigantes, Taehyung.

— Eu já reparei nisso — falei, entre risadas. Consegui um sorriso quase imperceptível dele. — Não se preocupe com isso, Yoonnie. O importante é tentar, até você conseguir. Juro que não vai me ouvir reclamar nenhuma vez quando não conseguir.

— Eu vou tentar... Mas agora, eu quero comer. — Se levantou e caminhou até a porta do quarto, abrindo-a. — Vamos logo, eu tô com fome.

ೋ◦ ❤ ◦ೋ

Namjoon

Depois de pensar a noite inteira, eu resolvi que era hora de oficializar o que tinha com Seokjin. Sabia que meu amor por ele era recíproco, que ambos queríamos muito um relacionamento sério, mas por algum motivo que não parei para pensar, nenhum de nós tomou uma iniciativa sobre isso. Vivíamos sim num país homofóbico, que não nos aceitaria com facilidade, mas sinceramente, a minha vontade era de mandar o país todo se foder. Tornaria Jin meu namorado independente da opinião alheia.

Preferi não pensar muito sobre como eu o pediria em namoro, deixaria o momento me guiar. Seria simples, mas especial, pelo simples fato de vir do meu coração todas as palavras que eu lhe diria. E queria contar logo para a minha família sobre ele e ver como reagiriam. Se ficariam felizes por mim. Taehyung obviamente daria incontáveis pulos de alegria, cobraria o casamento e para ser o padrinho, mas meus pais... Eles me amavam o suficiente para me aceitar mesmo amando outro homem? Esperava que sim.

Encontrei Seokjin no MC Donald's perto da clínica. Seu sorriso, como todas as vezes que o via, iluminou meu dia, me fazendo sorrir também.

— Espero que tenha conseguido dormir bem — falei, me segurando para não beijá-lo ali mesmo.

— Quase não consegui de tanta ansiedade para te encontrar. — Ele colocou a mão nos bolsos, e eu passei o braço por seus ombros.

— Não fui o único então.

Pedimos nossos lanches e sentamos numa mesa vaga, um de frente para o outro. Observá-lo comer era algo que não imaginei ser tão divertido, mas Jin era uma graça comendo. Pessoas apaixonadas costumavam ficar bobas desse jeito?

— Ya, para de me olhar e sorrir desse jeito. Come logo esse lanche antes que eu mesmo coma — censurou, fazendo um biquinho por causa da boca cheia.

Dei risada e peguei algumas batatas fritas.

— Tudo bem, hyung. — Mordi o lanche algumas vezes, sem desfazer totalmente o sorriso do meu rosto. — Vamos para algum lugar depois daqui?

— Onde quer ir? — perguntou, terminando de comer quando eu mal começava.

— Um lugar em que eu possa beijar a sua boca sem que ninguém nos olhe estranho. De preferência, que ninguém olhe — especifiquei, arrancando uma risada tímida dele.

— Quer ir para um lugar mais reservado?

— É, essa palavra também serve.

Recebi um aceno positivo de cabeça e uma expressão adoravelmente envergonhada como resposta. Terminamos de comer e fomos no meu carro até o estacionamento de um parque, onde poderíamos desfrutar de uma visão legal e ter privacidade.

— Eu já te disse que você é especial pra mim, Seokjin? — perguntei, vendo de longe e de dentro do veículo, as crianças brincarem.

— Não com essas palavras.

Virei para ver em seus olhos, e ele fez o mesmo. Puta que me pariu, como pode ser tão perfeito?

— Então você pelo menos sabe o que significa pra mim... Não que eu não deixasse meio óbvio, né? — Soltei uma risada, para quebrar o nervosismo. — Mas, sabe, ouvir suas piadas e a forma como você ri contando elas me anima a viver. Ou ver como você fica envergonhado quando eu te elogio, mesmo tendo o maior ego que já vi... E, porra, acho que não tem como descrever tudo o que passa pela minha cabeça quando eu imagino acordar ao seu lado todos os dias, criar uma vida juntos e... Ah... — sorri sem mostrar os dentes e abaixei o olhar, tomado por uma timidez repentina. — Namora comigo, Jin?

Quando consegui olhá-lo, me deparei com seu sorriso brilhante, que tirava o meu fôlego.

— Sim. É lógico, Kim Namjoon — o sorriso aumentava a cada palavra. — Meu Deus, eu não sei nem o que falar...

— Não precisa falar nada.

Me inclinei para beijá-lo, mas percebi que não soltei o cinto de segurança, que me machucou com o ato. Seokjin percebeu também, dando uma risada divertida e pressionando o botão para soltá-lo.

— Eu tenho um dom especial para estragar momentos como esse — comentei, corando levemente e sorrindo, para encobrir a vergonha.

— Você torna momentos como esse especiais — falou, terminando o que eu havia começado e encostando nossos lábios.


Notas Finais


Tudo dando certo = eu sem inspiração

Meu negócio é escrever sobre sofrimento, tão ligado? Sou experiente nisso


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