História Smile For Me - Taegi - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink, Dreamcatcher, K.A.R.D
Personagens B.M, J.Seph, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jiwoo, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Somin, SuA, Suga, V, Yoohyeon
Tags Chaelisa, Jensoo, Jihope, Namjin, Romance, Taegi
Visualizações 550
Palavras 1.550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente
GENTE
VOCÊS VIRAM O POSTER DE LOVE YOURSELF DO JUNGKOOK???
TAQUEOPARIU BIGHIT, TENHA PIEDADE DE MIM
EU NÃO CONSIGO OLHAR AQUILO SEM ENTRAR EM CHOQUE
EU PERCO O CONTROLE DA MENTE
EU PERCO A CAPACIDADE DE RACIOCÍNIO
EU PERCO A VONTADE DE VIVER
EU FICO CATATÔNICA
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Boa leitura sz perdoem meus erros pls

Capítulo 25 - 25


Fanfic / Fanfiction Smile For Me - Taegi - Capítulo 25 - 25

Taehyung

TAEHYUNG, JÁ DISSE PRA DESCER E VIR JANTAR! SE EU SUBIR AÍ E VOCÊ ESTIVER NESSE CELULAR, VOCÊ VAI VER SÓ!

Guardei meu celular e desci as escadas, fazendo uma expressão inocente ao encontrar minha família na cozinha.

— Como vai a omma mais linda do mundo? — perguntei, segurando o riso diante da mulher irritada. Ela tentava manter a pose e não sorrir, mas era quase impossível.

— Espero que não faça o mesmo que você faz aqui lá na clínica, senão seu chefe te demite logo logo — falou, colocando um prato na mesa e apontando a cadeira. — Sente. Vamos comer.

Sentei ao lado de Namjoon, de frente para minha mãe, que estava à direita de meu pai. Não se falou nada enquanto nos servíamos e dávamos as primeiras garfadas na comida.

— Como foi o dia de vocês? — minha mãe indagou.

Como de costume, appa respondeu primeiro.

— Tudo como sempre. Nada para comemorar, nada para lamentar ou me estressar — contou.

— Isso é bom, então — omma comentou.

— Foi um dia legal — eu disse.

— Todos os dias são legais pra você, Tae — Namjoon se pronunciou. — Ou quase todos.

— Minha vida é ótima, eu não tenho do que reclamar.

Meus pais deram um pequeno sorriso, orgulhosos — não sei se deles próprios, por ter me dado uma vida quase perfeita, ou de mim, por ser essa criança feliz.

— Tenho um anúncio pra fazer. — Meu irmão limpou a boca com o guardanapo e olhou para todos nós. — Estou namorando.

Na hora, pensei em Jin e um sorriso enorme surgiu no meu rosto. Meu Namjin é real agora, porra!

— Esse é o meu garoto. Parabéns, filho! — Meu pai sorriu, do jeitinho bondoso de sempre.

— Ah, que bom, querido. — Vi em seu rosto que ela estava aliviada, pois já começara a desconfiar que seu primogênito morreria solteiro. — Quando vai trazer sua namorada para nos conhecer?

Namorada. Só naquele momento eu me dei conta que Namjoon estava prestes à se assumir para nossa família. Talvez eu devesse aproveitar a onda e contar que era gay? Talvez. Mas... Melhor não. A ideia do meu irmão não ser bem aceito já era assustadora demais, imagine eu não ser.

— Na verdade, omma... É meu namorado.

Segurei todo o ar e senti meu rosto empalidecendo, enquanto olhava para Namjoon e meus pais. Torcia, em nome de todos os deuses — gregos, romanos, egípcios e até nórdicos — para que reagissem bem a isso.

— Bom... E quando vai trazê-lo para nos conhecer? — appa foi o primeiro a se recuperar da surpresa e perguntar, o sorriso se restabelecendo.

Soltei um suspiro aliviado, colocando a mão no peito. Não tinha palavras para dizer como estava contente por ter esse pai tão maravilhoso. Appa, eu te amo tanto.

— Quando ele quiser, posso trazê-lo aqui — Nam respondeu, sorrindo. Estava tão aliviado quanto eu, senão mais.

Omma ainda parecia confusa, mas não furiosa ou decepcionada. Nós três esperávamos, apreensivos, sua resposta.

— Certo. Namorado, então — ela falou, por fim. Um suspiro coletivo. — Fale sobre ele, Nam. É bonito?

Sorríamos como idiotas, felizes por Namjoon ser bem aceito.

— Ele é lindo, omma! O nome dele é Seokjin. O patrão do Taehyung. — Eles pareciam duas/dois adolescentes falando de garotos(as).

— Jin é tão bonito que chega a ser muita areia para o caminhãozinho do Namjoon — comentei, recebendo um olhar repreensor da minha mãe.

— Mostra uma foto dele — pediu, animada.

Sem demoras, ele pegou o celular e mostrou uma foto recente de Seokjin, fazendo meus pais escancararem a boca.

— Eu não disse? Muita areia...

— É... Ele é muito, muito bonito — omma disse.

— Até eu pegava esse menino — meu pai brincou, arrancando risadas de mim, mas sua esposa e Namjoon pareceram não gostar da brincadeira. — Não é assim que os jovens falam hoje em dia? Como vocês são ciumentos, aigoo...

ೋ◦ ❤ ◦ೋ

— Oi Tae! — Jimin pulou no meu colo, enroscando suas pernas ao meu redor, como uma criança. Apesar de estar bem magro, quase me derrubou.

— Hoseok, tira seu namorado de mim! — fiz uma careta, para irritar meu amigo.

— Eu não, o problema é seu — Hobi passou por mim, se divertindo com a situação.

Jimin se soltou, e passou os braços pelos meus ombros.

— Como vai com o Yoongi, hm? — ele sorriu.

— Lembre-se que vocês ainda estão dentro de uma clínica psiquiátrica, não incomodem os outros pacientes — o mais velho falou maliciosamente, ficando do meu lado. — E usem camisinha. Não queremos que pegue uma doença, não é?

Acertei-o com o cotovelo, fingindo irritação.

— Vai muito bem, Jimin. Ele está se esforçando bastante para melhorar — respondi a sua pergunta. — Hoseok, não fazemos esse tipo de coisa. Principalmente dentro de uma clí-ni-ca psiquiátrica — pronunciei cada sílaba da palavra pausadamente, para dar ênfase. — Aish, que tipo de coisa vocês pensam de mim?

— Uma hora vão fazer — ele deu de ombros.

Fomos até o cinema, mas desistimos de ver o filme quando vimos a fila imensa para comprar o ingresso. Não tínhamos paciência para isso. Mudamos de ideia e resolvemos ir num parque — daqueles cheios de fliperamas, como o PlayLand, — que ficava algumas quadras antes do shopping. Já seria divertido por si só, mas na companhia do casal sempre era mais.

Quando chegamos lá, Jimin teve que nos segurar para não corrermos em direção aos brinquedos, igual duas crianças, e acabarmos nos perdendo. O lugar era enorme, e uma tentação para qualquer um que passasse por ali, seja adolescente ou idoso. Não havia muita iluminação, apenas as dos brinquedos, que tinham cores fortes e chamativas (muitas vezes em neon). Havia um caixa para colocar créditos nos cartões, para poder jogar, e uma área para trocar os tickets por coisas inúteis, porém divertidas. Até fast food vendia lá. Era o paraíso, em outras palavras.

— Fiquem juntos — o mais baixo lembrou. — Vamos pegar um cartão.

Entramos na pequena fila, que andava rapidamente, e esperamos enquanto olhávamos ao redor.

— Vamos nos de carro primeiro — Hoseok falou.

— Carro não, eu quero ir nos de moto. Por favor, hyung! — pedi, fazendo aegyo.

— Não seja um mau dongsaeng — disse, tentando parecer severo. — Primeiro carro, depois moto.

Chegou a nossa vez e nos dirigimos ao caixa, colocando o dinheiro no balcão. A moça colocou os créditos no cartão e o deu à nós, desejando uma boa diversão. Hobi disparou para a área dos jogos de carro, sentando no banco de um deles antes que uma garotinha. Ela bufou, revirando o olhar, e saiu.

— Que ótimo oppa você é — Jimin sorriu, fazendo seus olhos virarem dois risquinhos.

— Eu cheguei primeiro, ela que se dane. Não existe educação aqui — falou, ativando a máquina com o cartão. — Let's go, man.

O jogo iniciou, e ficamos esperando nossa vez de jogar enquanto Hoseok dirigia o veículo virtual numa velocidade incrivelmente perigosa, ora batendo-o em outros carros, sem se importar com o politicamente correto.

ೋ◦ ❤ ◦ೋ

A noite anterior tinha sido divertida. Jogamos até nossos créditos acabarem e trocamos nossos tickets por balas de gelatina. Depois disso, os meninos me levaram para casa e foram para o apartamento de Hoseok; Jimin passava muito tempo lá desde que começaram a namorar, e os pais dele levavam isso numa boa, felizmente. Ele, Namjoon e eu tivemos uma sorte tremenda, por nossos pais serem tão "liberais". Não são todos os jovens LGBT que foram tão bem aceitos, mesmo que no século XXI — embora eu ainda não tinha coragem de me assumir, sabia que ganharia o apoio deles. Agradecia aos céus por isso.

— Bom dia, omma. — lhe abracei com firmeza. — Não precisa preparar o meu café, estou sem fome.

— Come um pouco, querido. O café da manhã é a refeição mais importante. — Tentou me convencer me oferecendo Nutella e outras coisas gostosas.

— Não quero, obrigado — recusei, pegando uma barra de cereal e guardando, de precaução.

— É por isso que está um palito...

— O palito mais lindo que você conhece, admita — brinquei, beijando seu rosto. — Estou indo!

— Convencido... — ouvi ela dizer, quando saia da cozinha.

Namjoon não poderia me levar para o trabalho, então eu pegaria um ônibus até lá. Andei um pouco até o ponto, e tive a sorte de pegá-lo rapidamente, vazio e limpinho. O dia começara bem.

Desci no ponto mais próximo e precisaria andar mais até a clínica. Esperei o farol de pedestre abrir, olhando para os carros que passavam pela avenida. A luz vermelha apagou, dando lugar à verde, sinalizando que era seguro atravessar. Olhei para os lados, mas um carro preto, estacionado próximo a faixa, atrapalhou um pouco a minha visão do lado esquerdo. Mesmo assim, atravessei.

Estava na metade do trajeto até o outro lado da rua quando ouvi o barulho do freio repentino e, infelizmente, me dei conta tarde demais. O impacto me derrubou alguns metros adiante, e a última coisa que senti antes de apagar completamente, foi a minha cabeça batendo com força no chão. 


Notas Finais


Onde é que eu encontro pais como os do Tae? Será que vende no MercadoLivre?

Sobre o final desse capítulo (risos), eu sou muito cuzona mesmo. Mas como dizem as rainhas, vulgo Fifth Harmony, quem disse que eu era um anjo? VAMOS DAR AMOR A ANGEL


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