História Smile for the moon ! - Capítulo 1


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Mistério, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


" Por mais que insistamos em manter um sorriso, a tristeza é a única que prevalece. Independentemente de tentarmos manter as aparências "

Capítulo 1 - /One-shot/ - The clowns at the pale moonlight


O leve e gélido frio prevalecia perante a pequena cidade de Winterwood. Uma cidade próxima a califórnia e distante de tudo o que é mundo. 

População local, apenas 55 habitantes. Milhões de lendas urbanas, e dentre uma delas, uma versão mais horripilante da Lenda urbana brasileira, o palhaço no coqueiro. 

Ás 21:45 chega no relógio dos poucos habitantes, e a lua finalmente ganha um brilho a mais. Entre os estabelecimentos e as moradias, o único barulho que se escuta é das portas se fechando, seguido pelas janelas, juntamente a todas as possibilidades de entradas ou saídas. 

Em uma das  casas, o jovem billy, arruma a própria cama e coloca algumas coisas para disfarçar que o mesmo havia fugido. 

O pequeno garoto, tinha entre os seus sete e oito anos de idade, e mantia  um otimismo magnífico de que algum dia iria encontrar, libertar e ajudar o palhaço lunar. O seu maior ídolo, abaixo apenas de Deus e jesus. 

- Boa noite mãe, irei durmir. - Despedi-se da mãe, Valéria, e logo em seguida, tranca a porta do seu quarto e pula a janela. -   Billy ? - O garoto olha para a janela, e a sua irmã mais velha o observa. O loiro, começa a correr e em pouco tempo, chega no seu destino. A bomboniere. 

- Olá, pequenino. Já estamos fechando, e recomendo que vá para casa - O atendente aconselha o pequeno, que sorrir inocentemente e logo em seguida, joga 30 moedas em cima do balcão. 

- Por favor - O atendente vendo que o mais novo, não deixaria-o em paz, resolve atender-lo. - O que vai querer minha criança ? - Ele pergunta enquanto ajeita o seu bigode farto e impulsiona com a barriga a placa de madeira que dividia o caixa do estabelecimento. 

- Eu vou querer, dois bombons da lua e um chocolate lunar - O mais velho, arregala os olhos, ao lembrar-se de algo do seu passado. - Claro, tome aqui - O adulto entrega o pedido, e billy sai do estabelecimento, agradecendo e pedindo que o mais velho fique com o trocado.

- Espere - Billy olha para o adulto, que desliga as luzes da loja e logo em seguida, tira o avental. - Venha comigo, eu ti levo até a sua casa - Billy, sabendo que o seu ultimo destino fica a 30 minutos de caminhada e 10 minutos de estrada, opita por entrar no carro do bom velhinho e enganar o mesmo. 

- Aonde você mora ? - O mais velho pergunta, enquanto billy, assiste o mesmo seguir estrada - Eu moro próximo, a Coquiwood. - Billy mente. 

- Nossa, fica um pouco longe daqui, mas sei aonde é. Eu já tive uma casa lá também - O adulto argumenta, tentando deixar um clima agradável no ambiente. 

- Não vai comer as guloseimas que comprou ? - Billy pensa em uma desculpa - É para um amigo meu... - O pequeno afirma, o mais velho apenas concorda. 

- Como é a sua vida ? - Billy revira os olhos - é muito boa !! - O pequeno responde, estava tentando ao máximo ser educado. - Aceita um copo de água ? - Billy afirma com a cabeça, e pega o copo. 

- Bons sonhos !!! - O adulto diz, assim que billy desmaia. - Agora, eu terei a minha própria diversão. - Uma risada maléfica, é escutada entre uns ramos e galhos de árvores. Aquilo deveria causar medo no atendente da bomboniere, mas não iria assustar-ló por nada neste mundo. 

- Uma criança tão bela como está - O rapaz passa a mão pelo delicado rosto de billy, que sonha profundamente . - Só é o início - Alguém fala no ouvido do rapaz, que apenas revira os olhos e continua a observar o pequeno billy, até que resolve acender uma fogueira, para que possa assim, enganar o frio. 

Enquanto mantinha-se ocupado, algo de sobrenatural acontecia detrás o atendente, e especificamente. No carro aonde está billy. 

- Billy, levante. Está na hora de acordar, ou então irei te pegar - Uma risada málefica dentro do carro, faz o pequenino acordar. - Aonde eu estou ? - Uma outra risada ecoa dentro do automóvel, e então billy percebe que no retrovisor, está sendo refletida a fígura de um palhaço vestido em trajes azuis e cinzas. 

- Boo - O fantasma faz o som, tentando assustar o pequeno billy. - Você não vai me assustar, eu não tenho medo... - O palhaço, fica chocado com a bravura do pequeno billy. 

- Será que não ? - O palhaço diz em tom de deboche, levitando e sentando-se ao lado do garoto. O mesmo, tira do seu bolso as balas lunares, e assim que o fantasma passa a mão no rosto de billy, o garoto a pega e coloca as balas na mesma. 

- Pode ficar, são suas. É as minhas favoritas, tem o verdadeiro gosto da lua - O palhaço lacrimeja e então, billy abraça-o. 

- Eu ti idolátro, você é meu palhaço favorito - Lágrimas finalmente caíem dos olhos do fantasma, eram lágrimas de alegria e pureza, e que fortificaram os próprios poderes do palhaço.

- Obrigado meu garoto, agora eu sei que existem humanos que podem me confortar e que sempre há uma criança sorrindo no mundo - O palhaço limpa as próprias lágrimas e logo em seguida, pede que billy siga-o.

- Billy ? - A voz do atendente é escutada, e então billy corre para dentro da mata - Vamos, ele quer ti fazer mal - O palhaço usa suas habilidades, para criar halucinações, para que assim o atendente saia do caminho de vida de billy.

- Então, obrigado !! - O mais novo agradece novamente - O que fazia fora de casa a este horário ? - O palhaço pergunta, billy brinca com os próprios dedos. Enquanto o palhaço encara-o em uma pose autóritaria. 

- Eu vim ti ver - O pequeno fala, corando - Ahhhhhh........ - O palhaço novamente abraça billy. 

- Precisamos seguir um caminho longe de perigos até a sua casa - Billy observa na estrada, um carro passando rumo a Winterwood. O garoto sem pensar duas vezes, corre em direção ao mesmo, que estaciona. 

- Pare ai mesmo billy, eu não vou ti machucar - O atendente desce do carro, segurando uma espinguarda - Não vai me machucar, então me deixa em paz - O garoto fica imóvel, porém, nota que o palhaço lunar estava atrás de uma árvore, e fez sinal para que billy correr-se. 

- Eu quero ser livre - Billy chuta a canela do adulto, e começa a correr em direção a árvore - Volta aqui, seu pirralho - O rapaz, atira em direção a árvore, e billy mantém-se de cabeça baixa nos próprios joelhos.

- Ninguém ti disse, que é proibido uso de armas para sequestro de crianças ? - O palhaço chuta a barriga do adulto, e o mesmo cambaleia para trás. 

- Eu vou ti mostrar o seu próprio veneno... - O palhaço lunar, vira de cabeça pra cima o atendente - Pai ? - O fantasma chora novamente, desta vez de tristeza e raiva.

 - Peter ? - O palhaço, segura fortemente o cabo da sua faca detrás as suas costas e com a mesma, perfura a barriga daquele que ocasionou o seu sofrimento, levando-o a morte. 

- Para por favor, você não é assim. É melhor do que isto - O pequeno billy, detém o palhaço com um abraço. 

- Obrigado.... - São as únicas palavras que o palhaço diz - Espera, preciso de respostas. - O mais novo pede. 

- Todos nós precisamos - Diz o palhaço, sentando-se numa rocha. - Bom, ele é meu pai e fez algo ruim comigo injustamente - Começa a explicar ele, para o pequeno billy.

- Então, será algo, que vai entender quando crescer. Mas, ele se aproveitou de mim e me abusou sexualmente, e logo após, me assassinou. Agora eu poderei descansar eternamente, e sorrir por você na lua, abençoando-te e cuidando de você, billy. - O mais novo chora. 

- Billy, até você completar 12 anos. Peço que não diga a ninguém este ocorrido, okay ? - O palhaço pede. -Uhum - murmurra billy, respondendo ao palhaço lunar.

- Agora, terei que descansar eternamente. A próposito, me chamo Peter. - Uma luminosidade toma conta do corpo do palhaço, e o mesmo some em meio a pequenas pétalas azuis, deixando um pequeno amuleto lunar de presente a billy. 

- Obrigado !! - O garoto sorrir, e então coloca o amuleto. Billy começa a levitar, e logo em seguida, chega ao seu quarto, desfazendo tudo aquilo, e jogando as roupas sujas no canto, o seu amuleto brilha, e tudo aparece organizado como antes.

- Tem certeza lindsey de que não foi halucinação, você realmente viu o seu irmão do lado de fora da casa ? - A mãe pergunta para a filha, e ambos entram no quarto, vendo que billy estava dormindo como um anjinho - Vai dormir lindsey, e para de inventar histórias - A jovem pede desculpas aos pais e então os mesmos saiem do quarto, então, um brilho toma conta do local e ela percebe que o seu irmão estava acordado. 

- Não conta nada a eles - O pequeno pede - tá certo, maninho. Mas, não quero que se aventure novamente - A garota abraça o seu irmão, e então o mesmo volta a deitar-se e ela sai do quarto. 




Notas Finais


" Os sorrisos podem ser falsos, mas, em frente a sociedade, pois, quando estamos entre amigos. O único sentimento que ressalta é a alegria e a piedade. "

Fanfiction made by : Love-me-horror.

Beijos no coração, obrigada por lerem. E está ficção, mistura terror com ação e traz uma mensagem de que : toda a criança pode correr perigo no mundo, e que deve sempre ter alguém que possa proteger-lá.


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