História Smoke - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Tags Capnolagnia, Liberteiminhaimaginação, Luhan, Lumin, Não Sei O Que To Fazendo, Smoke, Xiuhan, Xiumin
Exibições 106
Palavras 3.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei cambada de gente linda!

Queria pedir perdão porque sempre demoro para atualizar e... bem, perdoem minha pessoa.

Capítulo não me agradou taaaaanto mas ta favorável. Ah, e esse é praticamente a última parte da introdução, logo mais chegam os lemon delicinha.

Boa leitura ~

Capítulo 3 - Segundo


Quando Luhan acordou naquele sábado, não se espantou ao ver que já passava das duas da tarde. Se levantou apenas quando a preguiça permitiu, esticando o corpo quase todo exposto e seguindo para o banheiro a procura de um banho que o despertasse.

Apesar da noite conturbada, havia dormido como uma pedra assim que seus pensamentos lhe deram uma trégua. Também, não era acostumado com aquele tipo de situação, tinha quase certeza que ninguém era. Quem acreditaria em você se dissesse que recebeu uma proposta daquela de um desconhecido após meros 15 minutos de conversa? Uma proposta que te daria tudo o que quisesse, mas que a forma de "pagamento" era nada mais, nada menos que você mesmo? Luhan mesmo não acreditaria, seria algo cômico se não estivesse acontecendo consigo.

Não demorou muito no banho, saiu do banheiro com a toalha no quadril, secou-se e colocou roupas confortáveis para ficar o resto da tarde largado no sofá assistindo a algum programa na TV. Não tinha a intenção de ter um final de semana agitado, estava afim de descansar e tentar esquecer o ocorrido do dia anterior, as palavras do outro ainda ecoavam em sua mente como um carma ruim. Ou talvez não tão ruim assim, mas que pesava em sua mente.

Era fato que Luhan gostava de homens, coisa que deixou bastante claro nos poucos minutos que ficou na presença do desconhecido. Também não poderia negar que o outro era muito atraente, com a aparência bem cuidada e com um jeito sedutor que poderia fazer o chinês concordar com a tal proposta se estivesse menos concentrado nas palavras que lhe eram dirigidas. Mas, acima de tudo, Luhan era esperto o suficiente para suspeitar daquele tipo coisa. Sabia da maldade do mundo, havia vivido sob ela por anos até conseguir chegar onde estava. Então, mesmo que aquele tipo de oportunidade fosse apenas aquilo, aquele homem também poderia estar querendo bem mais. Talvez matá-lo, traficá-lo, quem iria saber?

Com a mente fervilhando àquela hora, Luhan não percebeu que tinha alguém batendo em sua porta de forma insistente. Quando deu por si, podia ouvir uma voz feminina gritando seu nome junto de vários palavões. Se levantou apressado e abriu a porta, dando de cara com Jennifer batendo o pé no chão, provavelmente com raiva de ter ficado tanto tempo esperando, e Sehun de sua forma costumeira, tranquilo com as mãos no bolso do jeans escuro e óculos de sol segurando os fios recém descoloridos.

– O que o senhor tanto faz que não atende a porta? E por que diabos a campainha não está funcionando? Sabia que eu odeio esperar?

Luhan rolou os olhos para as perguntas de Jennifer e apenas permitiu que entrassem, fehando a porta logo em seguida. Seguiram os três para o único sofá da sala, sentando lado a lado.

– O que vieram fazer aqui? – Perguntou, não era comum seus amigos aparecerem em sua casa sem avisar, costumava sempre receber alguma mensagem avisando, até mesmo ligações quando não estava com o celular por perto e não respondia os avisos por mensagem de texto.

– Não vimos você na social ontem, quando perguntei para a Taylor, ela disse que você não quis ir – explicou Sehun. – E hoje a Jenni inventou que deveria te contar as novidades, mas não tem nada de nov-... Ai!

– Cala a boca, Sehun! Claro que tem novidades! – Interrompeu Jennifer, com um tapa no braço alheio, arrancando um riso baixo de Luhan. Sehun resmungou baixinho e cruzou os braços, deixaria que a amiga contasse o que quer que fosse. Ela voltou sua atenção ao chinês e sorriu. – Enfim, sabia que ontem apareceu um amigo de infância da Laura e ele ficou secando o Sehun todinho? Dava cada olhada no loirinho aqui...

– Mentira, ele estava olhando para você e aquela calça colada. – Defendeu-se Sehun.

– Eu sei quando estão me olhando, tenho certeza de que aquele moreno projeto de deus grego estava secando você.

– Você nem tem como provar.

– Garanto que ele estava querendo apertar sua bunda.

– Fala como se soubesse.

– Já entendi! – Luhan se intrometeu, chamando a atenção dos amigos. – Um cara estava secando o Sehun, e daí? – Levantou a sobrancelha, procurando onde estava a tal novidade que parecia nem existir.

– Af, você também em! – Exclamou a única garota presente, visivelmente descontente com a falta de interesse de Luhan.

O chinês apenas riu. Era sempre assim quando aqueles dois estavam juntos, discutiam por pouca coisa e sempre tinha que ter a intromissão de alguém, senão era capaz de ficarem horas discutindo.

No início, Luhan achava que eles eram bonitos como casal, Sehun até mesmo afirmava sua heterossexualidade com tanto afinco que era quase suspeito a forma como repetia aquilo para os amigos. Mas foi quando flagrou o amigo o olhando de cima à baixo quando tinha acabado de sair do mar – nesse dia tinha sido arrastado para a praia pelas duas amigas – que começou a realmente suspeitar dessa heterossexualidade toda. Descobriu mais tarde que Sehun gostava de ficar com garotos, mas também gostava de garotas, sem preferências.

E foi com os dois amigos discutindo com pequenas coisas em meio a uma sessão de filmes que sua tarde chegou ao fim. Perto das sete da noite, ambos se despediram e Luhan pôde finalmente se jogar no sofá para tentar fazer o que planejara assim que tinha acordado: vários nada.

Mas aqueles minutos de silêncio logo foram interrompidos pelo som irritante do seu celular tocando, e mesmo que não estivesse cansado, queria tanto ficar um tempinho num momento reflexão. Atendeu a chamada a contragosto e suspirou.

– Alô, pessoa que me tirou do meu momento de paz. – Falou desanimado para quem quer que fosse do outro da linha, deixaria claro seu desagrado em atender a ligação.

– Luhan, larga de ser chato.

Ótimo, era Taylor, teria que aguentar mais um tempo acordado.

– Fala, garanto que não me ligou porque sentia saudades.

Grosso! – Ela xingou do outro lado, fazendo o chinês rir. – Queria que você fosse comigo num jantar executivo hoje, não tenho acompanhante e a Laura teve que sair com os tios. – Pediu com a voz manhosa.

– Taylor... – resmungou, não queria sair de casa, não estava disposto para nada que não fosse comer e dormir, mas sabia que se a loira insistisse não conseguiria negar, afinal, eram amigos. – Eu não 'tô em clima para sair.

Por favor, Lu! Juro que não te peço mais nada durante o resto do mês – pediu desesperada.

Luhan suspirou, deixando o braço escorregar para fora do sofá e fechou os olhos para tentar não se arrepeder da sua decisão.

– Tudo bem, estarei pronto em meia hora.





[...]





O lugar onde ocorreria o jantar era um daqueles restaurantes chiques demais para que Luhan fosse se não tivesse sido convidado. Havia lustres espalhados por todo o lugar, mesas organizadas com pratos e talheres que Luhan desistira de contar quando Taylor começou a puxar conversa consigo enquanto esperavam por algum convidado que ainda não tinha chego. Uma música tocava ao fundo, Luhan não soube identificar qual, mas ouvira alguém dizer algo sobre um pianista que tinha ganho muito com aquela canção.

– Logo vamos pedir os pratos, o último convidado já está chegando. – Uma mulher ruiva avisou.

Luhan olhou para a entrada do estabelecimento e suspirou, tentando não desmanchar a pose elegante que era obrigado a ficar.

Aquele tipo de jantar não era incomum em sua vida, e nem era porque podia tirar algo de suas economias para se dar ao luxo de comer em um lugar como aquele, mas desde que Taylor o chamou a primeira vez para um evento daqueles, acabou virando um costume sempre ser chamado para 'jantares de negócios'.

Taylor não era de nenhuma família rica, era uma mulher que há pouco tempo tinha se formado em Gastronomia e que teve sorte de conhecer algumas pessoas que poderiam fazê-la crescer na área. Mesmo que ainda não trabalhasse num restaurante e vivesse num apartamento não muito grande perto do Central Park, sempre recebia convites para que fosse à jantares daquele porte, com pessoas que poderiam ou não estar numa situação parecida com a dela, mas que sabiam que logo teriam a oportunidade que desejavam.

Já fazia alguns minutos desde o anúncio da ruiva quando um rapaz se aproximou da mesa um tanto longa. Luhan estava distraído observando os garçons entrando e saindo da cozinha com bandejas e mais bandejas cheias de comidas e bebidas diferentes. Tanto que nem percebeu quando Taylor o cutucou, para que prestasse atenção no cardápio. Luhan desviou o olhar para as opções em letras miúdas demais para preços tão altos, optando por pegar o mesmo que sua amiga. Voltou a desviar o olhar, mas agora para as oito pessoas que se sentavam ao redor da mesa onde estava.

Todos estavam bem arrumados, com terno, gravata e vestidos ousados. Entretanto, uma pessoa em especial chamou sua atenção.

Um homem com o olhar focado no cardápio, o cabelo penteado para trás, deixando os fios castanhos bem arrumados; o terno escuro marcando bem os ombros largos e os braços avantajados; os lábios se movendo devagar na leitura dos pratos e os olhos puxados de uma maneira única que faziam uma combinação perfeita com as sobrancelhas grossas.

– Não pode ser. – Murmurou com os olhos se abrindo em espanto. A vida só poderia estar querendo colocá-lo em algum tipo de provação, porque não era possível que estivesse sentado na mesma mesa que aquele cara.

Sentiu Taylor o cutucar, confusa com a expressão assustada do amigo e recebendo um baixo "não é nada" antes de finalmente pedirem os pratos de cada um.

Luhan, até então, estava agradecido por não ter sido notado pelo outro, que estava sentado praticamente de frente para si. Seria um tanto desconfortável ter que encará-lo depois daquilo. Mas sua tranquilidadde em ser "invisível" naquela mesa, acabou mais rápida do que tinha começado.

Quando o jantar foi servido bons 20 minutos depois, o chinês sentiu sua pele queimar com uma sensação bastante incômoda de que estava sendo observado. Levantou o olhar de seu prato, procurando por alguém qu estivesse olhando para si e acabou se engasgando com um pedaço de frango quando percebeu de quem vinha o olhar.

De ninguém mais, ninguém menos que Minseok.





[...]





O jantar acabou e Luhan agradeceu aos céus por estar livre da presença do homem de quem planejava nunca mais encontrar em sua vida. Estava esperando um táxi na frente do restaurante com Taylor ao seu lado, a noite estava silenciosa naquela região menos movimentada e um vento gelado fazia com que a loira apertasse seu braço com certa força.

– Lu, queria saber por que você ficou encarando o bonitão que estava lá. Se interessou? – A mais baixa perguntou de forma insinuadora, fazendo o chinês rolar os olhos.

– Eu não estava encarando ele – defendeu-se. – Ele que ficava me olhando, eu só retribuí.

– Então rolou uma química? – Apertou a costela alheia e deu um sorrisinho de canto. – Tenho uma informação valiosa de contatos seguros que afirmam dizer que ele é bi, então, se quiser, podemos voltar lá e...

– Não! – Exclamou, fazendou com que sua amiga o olhasse confusa pelo ato repentino. – Q-quer dizer, não é como se ele fosse se interessar por mim.

Luhan sabia que era mentira, pois ninguém faria uma proposta como a que tinha recebido se não houvesse interesse. Todavia, não queria comentar aquele acontecimento para ninguém, queria mesmo era esquecer esse episódio de sua vida.

Olhou para Taylor, percebendo o olhar divertido que ela lançava para detrás deles e se virou para tentar entender o motivo da atitude da loira. Arrependeu-se assim que viu a figura um pouco mais baixa com um sorriso simpático se aproximando após se despedir de um casal que também havia se sentado com eles. Luhan engoliu a seco quando sua amiga soltou-o para cumprimentar o outro, dando um abraço caloroso e o olhando por sobre o ombro deste, de um jeito travesso que Luhan não queria conhecer.

– Minseok, quanto tempo! – Ela disse animada, dando um beijo na bochecha do cujo dito.

– Sentiu saudades? Ainda espero o dia em que não vai mais precisar mais ir nesses jantares tediosos. – Comentou com um curto sorriso, olhando para a loira rapidamente antes de virar seu olhar para Luhan.

– Não são tão chatos assim – brincou. – Oh, esse aqui é meu amigo – puxou o chinês pelo braço. – Luhan, este é o Minseok, um quase amigo. Minseok, este é Luhan, meu parceiro de enrascadas.

Luhan sorriu fraco, intimidado com o olhar escaniador que recebia de Minseok e o insinuador que sua amiga dava na maior cara de pau. Queria mesmo estar conhecendo-o naquele instante, pelo menos sua vontade de sair correndo seria menor, assim como a vontade de bater em sua amiga.

– Já nos conhecemos – Minseok disse casualmente, sendo mirado pelo olhar confuso da única mulher entre eles.

– Então Luhan esqueceu de comentar, né, Lu? – Beliscou o amigo no braço.

– Ai! E-eu só não achei que precisasse.

Viu Taylor abrir a boca para protestar, mas o táxi chegou em seguida e fez com que ela olhasse para o veículo quando este buzinou uma única vez. A loira sorriu e alisou o vestido com as mãos delicadas.

– Foi bom falar com você, Minseok, no vemos por aí – Despediu-se do Kim com um beijo rápido no rosto. – Vou pegar o táxi, okay? – Se direcionou ao amigo, que abriu os olhos assustado com a fala da outra. – Minseok, pode dar uma carona para ele? Acho que gostariam de conversar mais.

– M-mas...

– Sem problemas, vai ser ótimo passar um tempo com seu amigo. – Minseok interrompeu, com um sorriso na direção da loira. Logo esta entrou no táxi, deixando Luhan para trás com um problema que ele queria muito não ter.

O chinês observou o veículo amarelo sumir de vista e respirou lentamente, planejando uma forma de ir embora o mais rápido possível dali. Desviou seu olhar para Minseok e encontrou-o com os orbes diretamente em si, fazendo com que sentisse uma onda de tímidez.

– Quer ir para um lugar mais calmo? – O outro perguntou, as mãos escondidas no bolso da calça social. Luhan apenas assentiu, sem muitas opções.

Seguiram para o carro de Minseok, estacionado na rua ao lado, pois ele não gostava de deixá-lo na mão de manobristas Entraram e não demorou para que estivessem andando pelas ruas calmas da cidade.

Luhan sentia certo nervosismo enquanto observava a paisagem urbana por fora da janela. Não sabia para onde estava sendo levado, e tinha receio de pedir para que fose para casa, porque, querendo ou não, aquele homem lhe tinha feito uma proposta esquisita no dia anterior, não sabia o que aconteceria consigo naquele momento. Talvez estivesse exagerando, mas quem não entraria em desespero se estivesse na mesma situação?

Estava tão aflito com o que poderia acontecer, que só percebeu onde estavam quando o carro estacionou num lugar um tanto deserto. Olhou para Minseok, vendo-o abrir um pouco a janela do motorista e abrir o porta-luvas.

– Sabe onde estamos? – Perguntou ao Lu, que voltou seu olhar para fora da janela para confirmar sua localização.

– Perto da Ponte do Brooklyn? – Chutou, recebendo um manear afirmativo do outro. Olhou para a região onde estavam, tudo deserto e com uma iluminação precária. Okay, aquilo não parecia nada bom. – Por que estamos aqui? – Resolveu perguntar de uma vez.

Minseok pegou um maço de cigarros e fechou o porta-luvas, abriu a caixinha branca e puxou um cigarro junto do isqueiro, acendeu-o em seguida e tragou lentamente enquanto Luhan ainda esperava pela sua resposta. Alguns minutos passaram-se em completo silêncio, com Minseok fumando sob a vigilância do outro.

– Achei muita coincidência nos encontrarmos tão rapidamente – começou o Kim. – Eu esperava que talvez me ligasse em um mês ou nem ligasse, já que você parece bastante receoso na minha presença. – Riu baixo e  virou o rosto para fitar as feições de Luhan na meia luz. – Mas como estamos aqui, queria conversar mais um pouco contigo.

O Lu ouvia tudo atentamente, ainda meio nervoso, mas um tantinho mais calmo. Olhou para frente e viu as luzes não tão distantes da ponte.

– Sei que deve estar pensando que eu sou louco, provavelmente querendo jogar na minha cara que isso parece algum tipo de prostituição –  voltou a falar após mais um trago no cigarro. – Mas acredite, é bem mais complexo. Além de que nada tem a ver com prostitução, eu jamais iria quer-...

– Eu entendi, só... me deixe pensar, tudo bem? – O interrompeu, recebendo o assentimento alheio.

– Vou fumar ali fora – informou, abrindo a porta do carro para descer do veículo, mas parou para voltar a abrir o porta-luvas e tirar sua carteira de lá, pegou algumas notas, 500 doláres para ser mais exato, e colocou na frente de Luhan. – Isso é só por não ter me chamado de tarado – disse e sorriu, enfim saindo do carro e voltando a fechar a porta.

Luhan olhou para as notas colocada na sua frente e suspirou quando finalmente se encontrou sozinho. Sua mente gritava o quanto aquilo era loucura. Um homem rico querendo pagar para que fumasse e fizesse sexo ao mesmo tempo. As pessoas tinham suas peculiariedades, mas aquilo era tão, mas tão estranho, que Luhan realmente estava cogitando a ideia daquele cara ser um tarado querendo se aproveitar de si.

Pegou as cédulas na mão e contou, ficando um pouco surpreso com a quantidade de dinheiro que tinha ali. Olhou para fora, na direção onde Minseok estava. Viu-o olhando para um ponto qualquer que não fosse o carro, fumando devagar e soltando a fumaça por entre os lábios. Luhan fechou os olhos e deixou seus pulmões trabalharem lentamente enquanto abria a porta ao seu lado e descia do carro, caminhou até o outro, chamando a atenção dele para si e parou ao seu lado.

– Tudo o que eu quiser? – Perguntou num tom de voz baixo.

Minseok o olhou e sorriu fraco ao assentir à pergunta.

– Então eu topo.


Notas Finais


Então gente, Luhan topou a bagaça e agora começa a verdadeira essência dessa fic. Deixando claro que também tem toda uma estóriazinha, sem focar 100% no sexo porque sou dessas.

Gostaram? Podem falar comigo, viu? Adoro leitor interativo.

Até o próximo ~ xoxo


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