História Smoke - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Xiumin
Tags Capnolagnia, Liberteiminhaimaginação, Luhan, Lumin, Não Sei O Que To Fazendo, Smoke, Xiuhan, Xiumin
Exibições 95
Palavras 1.884
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei na velocidade da luz, I'm flash.

Primeiro, agradeço os comentários, visualizações e favoritos, adoro vocês.

Então, antes de vocês lerem o capítulo (que nem está tão grande), POR FAVOR, LEIAM AS NOTINHAS AQUI Ó, SENÃO CAÇO VOCÊS! Brincadeira, mas sério, leiam aqui.

A capnolagnia é a atração sexual por PESSOAS que FUMAM e não pelo cigarro em si. Eu li vários "depoimentos" de pessoas que têm e algumas sequer tem contato com o cigarro. O fato do Minseok fumar nessa fic é uma coisa que nada tem a ver com a capnolagnia, ele é fumante, fim. Ele acha sexy ver e não fazer, entendem a diferença? O rolo aqui é mais atração física mesmo, o cigarro foi mais uma desculpa, mas o Minseok pode muito bem ter aquela vontade de ter Luhan fumando enquanto fazem aquele negócio bem legal que vocês leitoras adoram ler, né? Enfim, só pra não dar confusão e deixar mais claro o que é capnolagnia, agora...

Boa leitura ~

Capítulo 4 - Terceiro


Eram cerca de quatro horas da manhã quando Luhan chegou em casa. Estava com as roupas amassadas e a blusa social aberta até a metade, os fios castanhos bagunçados e os lábios ainda inchados e vermelhos.

Aquela noite tinha sido bastante longa, pelo menos poderia passar o domingo inteiro dormindo, estava cansado demais, e tudo era culpa do Kim que o fez gastar toda sua energia em algumas poucas horas, mas também não se arrependia... Nem um pouco.







[...]







Algumas horas atrás...

– Tem certeza de que quer fazer isso aqui e agora?

– Eu preciso me sentir confortável com você antes de... você sabe... fazer aquilo.

– Tudo bem, então vamos considerar isso um teste.

Luhan assentiu e logo sentiu sua cintura ser puxada devagar pelo outro.

Na cabeça do chinês, quando ele propôs que deveriam tentar algo antes de fazerem qualquer outra coisa, eles deveriam começar com algo leve apenas para que não mudasse de ideia, pois ainda não estava cem por cento confiante de que deveria aceitar aquela proposta. Então, assim que bons minutos se passaram com ambos em silêncio, Luhan perguntou à Minseok se eles poderiam dar um passo naquela mesma noite. Convenhamos que o Kim era atrante e Luhan já estava sentido falta de beijar homens bonitos.

Os olhos se encontraram por alguns poucos segundos e Luhan sentiu um certo incômodo quando os corpos ficaram mais próximos. Seu cérebro trabalhava muito devagar naquele instante, tanto que sentiu suas mãos serem guiadas até os ombros alheios pois não conseguia se mover. Viu quando Minseok sorriu de canto e começou a se arrepender de ter proposto aquilo assim que seu rosto ficava mais próximo. Sem que tivesse tempo para mudar de ideia, seus lábios foram tocados pelos semelhantes de Minseok, causando um certo frio na espinha quando foi incitado a começar o real beijo.

Minseok segurava firmemente na cintura do chinês, aprofundando o ósculo calmo aos poucos e se inebriando com a maciez dos lábios rosados. Sentia o gosto do vinho que tomaram ainda no restaurante, misturado com algo refrescante que não soube identificar bem, mas que favorecia muito àquele beijo.

Os movimentos de cada um iam se tornando cada vez mais desejosos, até mesmo Luhan começava a se entregar aos encantos do beijo, suspirando baixinho quando sentia sua língua se encontrar com a do outro ao mesmo tempo em que sua cintura era apertada com mais vontade. Segurava os ombros do Kim como se procurasse apoio, faltando muito pouco para que escorregasse a mão para os fios curtos da nuca alheia e os puxasse devagar, ouvindo um ofego ao concretizar o ato.

As bocas ainda se moviam numa lentidão extasiante, com estalos cada vez mais audiveis conforme a necessidade aumentava, e, por isso, chegou a ser frustante quando o ar foi ficando cada vez mais escasso. Não demorou muito para que tivessem que se distanciar um pouco para recuperarem o fôlego. Luhan permanecia com os olhos cerrados enquanto Minseok observava o rosto levemente corado de seu acompanhante.

– Você beija bem – Minseok elogiu com a voz sussurrada, os lábios ainda roçando com os do outro. – Bem até demais.

Luhan abriu os olhos devagar e sentiu seu lábio ser sugado lentamente antes de sua ficha cair sobre o que tinha acabado de fazer. Foi inevitável suas bochechas se tornarem mais rosadas, agradecendo pela parca iluminação que o livrava de um constrangimento maior. Encarou as íris castanhas do outro e piscou rápido repetidas vezes.

– Ainda precisa de mais alguma coisa para se sentir confortável comigo? – Perguntou ao Lu, que mirou os lábios pouco inchados de Minseok, logo retornando aos olhos.

– Acho que sim – respondeu baixo e um tanto incerto.

O Kim sorriu largo com a resposta e guiou o corpo pouco maior até o carro que estava estacionado a poucos centímetros. Prensou o outro na lateral e se aproximou do pescoço branquinho, arrastando a ponta do nariz por ali apenas para vê-lo se arrepiar. Depositou leves selares até alcançar o lóbulo, onde mordeu devagar antes de se afastar para voltar a fitar os olhos de Luhan.

– Então irei te deixar bastante confortável.







[...]







Com foi previsto, Luhan dormiu grande parte do domingo, acordando apenas para tomar banho, comer e voltar a dormir.

Na segunda, quando o despertador tocou, foi quase automático o sorriso bem humorado que Luhan tinha no rosto após desligar o toque insistente do celular.  Levantou-se disposto e se arrumou rápido, não demorando muito para sair do apartamento e seguir para a loja de calçados.

Foi bastante estranho para todos que conviviam com Luhan vê-lo animado daquele jeito, sendo simpático com todos os outros funcionários e gentil com os clientes. Não foi diferente quando saiu para almoçar, e Taylor até se assustou quando recebeu um abraço surpresa do chinês quando este tinha entrado na cozinha da lanchonete.

– Não me diga que ganhou na loteria e só veio me avisar agora. – Ela se virou de frente para o amigo e levantou as sobrancelhas, confusa com a expressão sorridente.

– Foi quase isso – disse, indo até a geladeira e pegando uma lata de refrigerante, seguindo para o armário e procurando o pote com sanduíches que costumava estar ali para si. Depois de pegar seu digníssimo almoço, puxou um banco de plástico e começou a comer.

Taylor o observou em silêncio, cada vez mais perdida no bom humor alheio, pois eram raras as vezes que Luhan simplesmente ficava feliz, sempre tinha um motivo por trás, e ela obviamente queria saber.

– O que eu perdi? – Perguntou ao se sentar de frente para o outro.

– Ah, nada importante – sorriu. – Só estou animado.

–  Bem perceptível essa sua animação, mas e o motivo? Ontem mesmo você não respondeu minhas mensagens – apontou pensativa. Olhou para Luhan com os olhos cerrados e então foi começando a pensar num o provável motivo para aquelas ações "esquisitas". – Você... oh, não acredito! – Levantou-se rápida e puxou seu banco até o lado do chinês. – O que aconteceu naquela noite? Vai, vai, não me esconde nada!

Luhan riu baixo e resolveu contar o que tinha acontecido para sua amiga, omitindo a parte de que só havia acontecido por causa de uma proposta incomum. Viu a loira dar gritinhos e fazer milhares de perguntas até que fosse a hora de voltar ao trabalho. Prometeram se encontrar outra hora para conversarem melhor sobre o assunto.

O restante do dia passou rapidamente, Luhan sequer conseguiu ficar cansado com o trabalho, mas isso poderia ser consequênciade ter dormido o domingo inteiro. Quando chegou em casa, tomou um banho, se arrumou e pegou o dinheiro que tinha ganho de Minseok, se daria o luxo de comprar algo para si. Talvez um tênis ou uma calça nova, um óculos de sol de uma marca famosa, quem sabe.

As ruas do centro não estavam tão movimentadas, talvez porque era segunda e até algumas lojas já estavam fechadas. Luhan caminhava distrído pela calçada, olhando algumas vitrines e tentando escolher algo que fosse de seu agrado; acabou entrando numa loja de roupas masculinas, uma calça tinha chamado sua atenção e até que o preço não estava um absurdo.

Foi atendido por um rapaz bonito de olhos azuis que era bastante simpático, foi ao provador com a peça e ficou contente ao vê-la tão bem em seu corpo. Apesar de não estar sempre comprando roupas novas, era bastante vaidoso, por isso sempre gostou de escolher bem suas vestimentas quando tinha algum dinheiro sobrando. Claro que esses momentos eram raros, tinha contas para pagar e o salário de caixa não era muita coisa, dava somente para se sustentar, o que restava ía para sua caixinha de economias escondida no fundo guarda-roupa.

Mas agora, se recebesse aquele dinheiro de Minseok sempre que se encontrassem, poderia dar mais atenção ao seu visual, não se privando tanto de comprar algo que queria.

Saiu da loja com a sacola em mãos e até pensou em parar para comer algo, mas teria que acordar cedo no dia seguinte então optou por ir procurar um ponto de ônibus para voltar à sua casa.

Estava andando calmamente pela rua quando seu celular vibrou no bolso, pegou o aparelho e franziu o cenho ao ver um número desconhecido, mas atendeu logo em seguida.

– Alô?

Luhan? É o Minseok.

O chinês quase parou de andar quando descobriu quem era, lembrava de ter dado seu número ao outro para que pudessem ter algum tipo de contato, e Minseok disse que ligaria quando quisesse se encontrar com ele novamente. Bem, ele estava ligando naquele momento.

– O-oi, Minseok, tudo bem? – Disse meio incerto, não sabia exatamente o que falar.

Sim, estou, e você?

– Eu 'tô também...

Bom... está ocupado?

– Não, eu saí para comprar algo, mas vou pegar um ônibus para casa.

Entendo, mas então, quer que eu te busque?

Luhan ficou em silêncio por alguns segundos, pois sabia que se ele queria buscá-lo era porque iria querer fazer aquilo. Não era virgem, mas tinha receio, não sabia como seria e nem havia passado pela sua cabeça que seria assim, tão rápido. Logo sentia aquele nervosismo se apossando lentamente de seu corpo, esquecendo-se que o outro aguardava uma resposta do outro lado da linha.

Luhan? – Minseok o chamou, questionando-se se o Lu estava ali ainda.

– Oi, eu estou aqui... é... me buscar? – Perguntou receoso.

Uhn, sim – fez uma pausa. – Podemos ir para o meu apartamento.

– Seu apartamento...?

É, meu apartamento. – Confirmou com um riso fraco. – Pode me dizer onde você está?

E depois de engolir a seco e respirar fundo, Luhan informou sua localização.







[...]







Minseok não morava muito longe da tinha sido pego, na verdade, o Kim até tinha achado uma tremenda coincidência quando soube.

O apartamento ficava num prédio grande e caro, Luhan mal tinha entrado e já estava com a boca aberta. Cada canto daquele lugar parecia custar um ano de seu trabalho, desde a decoração impecável, os móveis bem escolhidos e a cor das paredes, que eram divididas em um bege mais claro e um vinho forte.

– Seu apartamento é bonito. – Elogiu enquanto observava parado no meio da sala, um pouco bobo por estar ali e esquecendo-se momentaneamente o porquê.

– Obrigado – sorriu. – Pode se sentar, quer beber algo?

– Não, estou bem – disse enquanto se sentava no estofado claro.

– Nada? Nem para comer? Posso pedir algo se quiser. – Olhou fixamente para Luhan, vendo-o confuso com sua insistência. – Ah, desculpe, só achei que poderíamos nos conhecer mais, sabe... – coçou a nuca e desviou o olhar, será estava agindo apressado demais?

Luhan achou certa graça no outro naquele instante, achava que era ele quem iria ficar daquele jeito sem-graça e envergonhado, mas parecia que Minseok também não sabia bem como lidar com a situação. Afinal, Luhan, querendo ou não, estava sendo pago para estar ali.

– Eu planejava jantar quando chegasse em casa – jogou as palavras no ar, apenas para dar uma ideia de como poderiam começar a noite. Minseok entendeu e sorriu em agradecimento, pegando o telefone no rack e começando a discar um número rapidamente.

– Espero que goste de comida apimentada.


Notas Finais


Eu joguei eles se pegando que é pra deixar claro que... que nada, só joguei e saí correndo huehue

Enfim, aguardem o próximo ansiosos, meus leitores amados, porque as coisas vão realmente [leia com uma voz sensual] apimentar.

Lembrem-se que qualquer dúvida é só perguntar, vou responder tudo.

Podem dizer o que acharam também, sou super legal, juro! Ahsuahda Beijos ~~


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