História Smoke - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Castiel, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor Doce, Drama, Nathaniel, Romance, Short Fic
Exibições 38
Palavras 2.101
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei com um capítulo novo <3
Pena que ninguém liga </3
Antes que vocês começarem a ler, saibam eu sofri quando eu fui mandar esse capítulo, acreditam que eu o mandei na fanfic errada, que vergonha '-'
Espero que gostem do capítulo e boa leitura <3

Capítulo 3 - Capítulo três


Nathaniel Deville point of view

Casa dos Albert | Festa

9:41 PM.

Era apenas uma festa com muitas bebidas, nessa com poucos goles já estava mais feliz que o normal.

Essa era mais uma festa da Charlotte, amiga da minha irmã, depois de rodarmos no carro a Audrey se lembrou dessa festa e com um pouco de custo eu decidi vir com ela.

Já tinha perdido de vista a Audrey, e me encontrava olhando para os lados, no intuito de a achar, não era o menos a se esperar, afinal essa casa está lotada.

Era raro o sábado que ela não dava uma festa, essas sempre ficavam lotadas, ela convidada praticamente todo a turma dela, que não são poucas pessoas, mesmo assim corre a notícia da festa e vem pessoas que nem foram convidadas, transformando isso aqui em uma bagunça.

— Me procurando, Nathaniel? — A Audrey me surpreendeu ao falar e se pendurar no meu pescoço.

— Claro. — Falei e me virei de frente para ela. — Você me trás para uma festa e some do nada.

— Eu só fui ver quem está aqui. — Revirou os olhos. — A intenção era te trazer aqui para você se distrair e principalmente se divertir.

— Eu sei. — Eu disse e sorri singelo para ela, é tão fofa essa preocupação que ela tem comigo. — Me concede uma dança?

—Todas que você quiser. — Ela falou sorridente e me puxou para onde tinha uma pista de dança improvisada, olhei ao redor e vi alguns rostos conhecidos. — Eu amo essa música. — Ela praticante gritou ao começar a tocar a música que ela amava, e me obrigava a escutar todos os dias. Logo ela começou a dançar no ritmo da música, eu fiquei apenas a observando, sem saber o que fazer, não sei no que eu estava pensando quando eu chamei ela para dançar, não sou nem de longe o melhor nisso.

— Estou completamente perdido. — Falei chamando a atenção da Audrey, que estava tão ligada na música que nem percebeu o meu deslocamento ali.

— Eu te ajudo. — Ela pegou minhas mãos e a colocou sobre a sua cintura, logo tomei iniciativa para começar a dançar e por incrível que pareça estávamos em uma sintonia legal. 

Incrivelmente eu me esqueci de tudo ao meu redor, e até com os olhares estranhos e de supresa sobre mim, afinal quem imaginaria ver o representante em uma festa, e ainda por cima dançando desse jeito.

Para minha alegria esses olhares não duravam por muito tempo, logo eles voltaram a dançar ou a se pegar com alguém.

— Você não está nada mal, Nathan. — Audrey disse ao fim de uma música, justamente a que ela ama, dando nem espaço para pensar direto outra música começou a ficar em seguida.

— Vou levar isso como um elogio.

— Você gosta dessa música? — Ela perguntou próximo ao meu ouvido, até pelo barulho que estava fazendo.

— Sim, é legal.

— Vou ali e já volto, vê se você se diverte nesse tempo que eu lhe deixar sem minha adorável companhia. — Falou e me deu um beijo no rosto. — Veja lá o que vai fazer, não quero saber que você engravidou uma garota qualquer, me liga se precisar.

— Pode deixar. — Ao final da minha fala ela saiu andando, me deixando pensar sobre aonde ela ia.

A Audrey é uma ótima companhia, nunca vou me enjoar dela, isso pode soar meio meloso mas é a verdade. São tantos anos que já convivo com ela, que eu até me sinto estranho quando estou sem a companhia dela. Sorri bobo quando continuava dançando e me lembrando dos vários momentos que passamos juntos, são várias histórias que é impossível escolher uma melhor, no meio à essas histórias também tem as más, que não dão para esquecer, ela sempre me ajudou em tudo, as vezes eu acho que devia ser o contrário, eu a apoiando sempre que ela precisar.

Justamente ela me trouxe aqui para eu me distrair, mas não está adiantando muito, é inevitável, eu sempre vou voltar nesses maus pensamentos, é como se eu estivesse preso e não conseguisse me libertar, isso é agoniante e deseperador.

Vou enlouquecer se eu continuar pensando nisso, eu mereço me divertir por pelo menos uma noite. Consigo me desvencilhar daquelas pessoas e vou para a parte dos fundos da casa da Charlotte, aonde tinha uma área para a piscina, aqui estava com menos pessoas, me dando um poucos mais de ar.

Caminho até a beirada da piscina e me sento ali, observo o véu e vejo que ele está incrivelmente estrelado hoje. Meu momento de paz durou pouco até que alguém senta ao meu lado, eu olho para a pessoa e não tenho muita surpresa com a presença dele, até que ele poderia me ajudar, não ele em si, mas o que ele tem consigo.

— Cara, você está me assustando olhando assim. — O Dake disse ao perceber o meu olhar fixo, mesmo assim eu continuava em dúvida se deveria pedir isso, concerteza iria me arrepender mais tarde, mas quem liga…— Já entendi o que quer, ou será que não?

— Tem ecstasy? — Perguntei por fim.

— Ter eu até tenho. — Ele tirou um pacotinho dessas “balas” coloridas do bolso e jogou na minha mão. — Só que tudo tem um preço.

— Já entendi. — Peguei minha carteira, que estava no meu bolso, e tirei uma nota de cem entregando para ele.

— Só não abusa muito e seja livre por essa noite. — Ele disse e se levantou. — Eu não te vendi nada e você não comprou nada.

— O de sempre. — Falei e ele saiu sem olhar para trás.

Logo não pensei duas vezes em abrir o pacote e colocar um na boca, deixei sobre minha língua e senti ele derreter.

[…]

Point of view Audrey Laurent

11:11 PM.

Eu só fui me desgrudar dele por alguns minutos e ele some, não sei como eu fui o perder de vista dentro de uma casa, mas eu o perdi. Sem contar que essa casa é enorme e eu nem sei direito aonde fica as coisas aqui, eu estou ficando seriamente preocupada.

Alguém deve ter visto ele, com esse pensamento eu já tinha saído para procurar ele, mas não adiantou muito, para todos que eu perguntava ninguém sabia de nada.

Já tinha ligado diversas vezes e nada dele atender, mesmo assim tentei ligar mais uma vez, para o meu alívio ele atendeu a ligação, depois de alguns toques .

“— Nathan, aonde você está? — Me embolei nas palavras ao perguntar.”

“— Já falei que a sua voz é muito sexy?”

“— Nathaniel, é sério, o que você está fazendo? Aonde você está? — A voz dele essa atitude me deixavam ainda mais preocupada.”

“— Quer mesmo saber?”

“— Se eu perguntei é lógico que eu quero saber.”

“— Estou em um quarto. — Não... — Estava tendo uma ótima foda com a… Como é mesmo o nome dela? Não importa o nome, o que importa é que você atrapalhou.”

“Você está claramente fora de si. Desça aqui, por favor.”

“Seria melhor se você me buscar. — Ouvi a malícia em sua voz e ele rindo em seguida, eu não podia ter deixado ele sozinho, mas por outro lado ele é grande o suficiente para tomar conta de si próprio.”

“—Quer saber Nathaniel, você já é grande o suficiente para se cuidar sozinho. — Após dizer isso eu encerrei a chamada.”

[…] 12:08 AM.

Mesmo tendo tido aquela discussão boba com o Nathaniel, eu estava preocupada, e eu continuava sentada em uma poltrona esperando ele aparecer, eu não iria subir naquele quarto e ver ele… Bem eu não iria lá.

Por um instante eu pensei ter visto ele, até que eu olhei direito e era realmente ele, o Nathaniel estava com um copo de bebida, que estava quase vazio.

Ele estava cambaleando e mal se aguentava em pé, já estava mais do que na hora de irmos embora. Corri até ele.

— Princesa? — Nathaniel perguntou.

— Sou eu Nathan, Audrey.

— Eu sei quem é você Audrey. — Ele riu. — Te chamei de princesa porque você sempre foi minha princesa e eu sempre serei o seu príncipe.

— Vamos para a sua casa, Nathan.

— Tão rápido assim? — Ele se aproximou e colocou uma mão no meu rosto. — Pensei que iria rolar uns beijinhos antes.

— Quem sabe depois de chegar na sua casa. — Eu disse, mas era mentira, se eu não falasse isso era bem provável dele querer não ir.

— O que ainda estamos fazendo aqui. — Ele sorriu malicioso e saímos da casa, vai ser difícil controlar ele.

[…]

Residência dos Deville

12:22 AM.

— Você quer que eu te foda? — O Nathaniel me jogou na sua cama, ele estava mais do que bêbado, ele estava totalmente fora de si. Não sei ao certo como chegamos a essa situação, mas com muito custo eu tinha conseguido chegar com ele até a sua casa, eu na maior inocência o trouxe para o quarto dele, mas ele logo me jogou na sua cama, ele é mais forte do que eu, o que me impedia de me libertar de baixo dele.

— Não. — Eu consegui me livrar de baixo dele, com esse meu ato em me livrar dele ele acabou caindo no chão.

— Isso machucou. — Ele praticamente gritou e voltou sua atenção para mim.

— Desculpa Nathan, mas vai dormir, por favor.

— Eu já te disse o que eu quero. — Ele se levantou e veio para cima de mim novamente.

— Eu não vou dizer de novo: Não. — Eu já estava perdendo a paciência, eu nunca estive em uma situação tão embaraçosa como essa, ele continuava avançado e eu tentava recuar. Ele estava próximo a me beijar, mas esse não era o “meu” Nathaniel, em um ato impulsivo dei um tapa no rosto dele sai daquela cama. — Vá tomar um banho de água fria, depois eu volto para ver com você está.

Sai do quarto dele e fechei a porta, ainda estava preocupada com ele, mas ele conseguiria tomar banho sozinho e ir para a sua cama.

Decidi ir para a sala e ficar lá, até ter dado um tempo para ele tomar banho.

[…]

— Audrey? — Acordei assustada e a luz da sala se ascendeu e eu me deparei com a Ambre entrando na sala, segurando os seus saltos na mão. Aparentemente eu tinha cochilado, olhei as horas e ainda bem que não foi por muito tempo.

— Depois eu te explico o porque de eu estar dormindo no seu sofá, agora eu preciso ver como que o Nathaniel está. — Eu disse apressada e subi correndo para o quarto dele, vai que tivesse acontecido alguma coisa, eu não iria me perdoar.

Me senti mais aliviada ao vê-lo deitado na cama, já tomado banho, ele estava deitado de barriga para baixo e apenas com uma bermuda.

Caminhei em passos lentos até ele é me sentei na beirada da cama, logo comecei a passar minha mão suavemente pelo seu rosto.

— Pra você. — Fui surpreendida mais uma vez, pela Ambre, ao entrar no quarto e me jogar um pijama para mim. — Toma um banho e veste esse pijama aí. — Isso está realmente acontecendo? — Cuida do Nathaniel, por mim.

— Ok. — Respondi ainda meio boba pela a ação dela.

— Mas não pensa que esse diálogo aqui vai diminuir a minha antipatia por você.

Ela logo saiu do quarto, fechando a porta, e eu me dirigi até o banheiro para tomar banho.

Já tomada banho, e vestida com o pijama da Ambre eu fui até a cama e me deitei, ao lado do Nathaniel, não demorou muito para o sono chegar.

[…]

Nathaniel Deville point of view

Quando eu acordei com uma imensa dor de cabeça, não consegui ter nenhuma lembrança concreta depois que eu comecei a beber e a usar o ecstasy.

Tive um susto ainda maior quando olhei para o lado e vi a Audrey dormindo, será que nós… Realmente eu não sei. Me sentei na cama, e olhei para a escrivaninha, lá tinha um copo de água com um comprimido, para dor de cabeça, e um pequeno bilhete. Tomei o comprimido e logo comecei a ler o bilhete.

“Espero que esse comprimido ajude na sua dor de cabeça, e não, você não transou com a Audrey, pelo menos eu acho que não, parecia que ela estava cuidando de você. Isso também vocês conversam depois. Beijos da sua irmãzinha.”

Não sei qual foi a minha reação com aquele bilhete, mas no mínimo me surpreendeu. Fui em direção ao banheiro, assim que entrei eu comecei a tossir, logo levei minha mão a boca, mas tinha algo errado. Eu tirei minha mão e vi que eu estava tossindo sangue.



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