História Snap-psg - Capítulo 17


Escrita por: ~

Exibições 359
Palavras 3.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vocês acharam que eu não ia rebolar a minha bunda hoje?

ERRARAM

HERE IT IS, LET'S GET THIS SHIT STARTED

Começa agora um divisor de águas nessa fanfic. Prestem atenção a tudo.

Beijocas e boa leitura.

Capítulo 17 - Absinto feat. Cavani


Fanfic / Fanfiction Snap-psg - Capítulo 17 - Absinto feat. Cavani

Os dias seguintes de folga se arrastaram tediosamente, e se dividiram entre faxina, comer e dormir.
Zlatan mandou algumas mensagens, nas quais não fiz questão nenhuma de responder. Marco me ligou todos os dias, e sua voz animada sempre me faz sentir bem. Ele quer que eu vá visita-lo algum dia, e eu com certeza irei. Agora estou com Lara, ela quis comprar roupas de novo, mas dessa vez não terei escapatória e vou comprar uma roupa pra festa do Cavani amanhã.

- E então, o que acha? Será que não vai fazer frio? — Lara pensa um pouco antes de me responder e meneia a cabeça.

- Acho que você não vai sentir frio. Tô achando esse vestido maravilhoso, sério.

Analiso o vestido no espelho. Ele é branco e de mangas vazadas até a metade do antebraço, e possui também um detalhe vazado na cintura. O decote é bonito e marcante, e ele é curto. Imagino ele com uma sandália nude e sorrio.

- Então é esse. — Lara sorri e volto para o provador para vestir minha roupa.

Depois de sairmos da loja, entramos em outra e Lara pegou um monte de roupas para provar. Depois de muitas tentativas, ela já estava ficando desanimada, então resolvi procurar alguma coisa na loja pra ela.

- Fique aqui, eu vou trazer o seu look ou não me chamo Bárbara. — ela assente desanimada e se senta no banco do provador.

Volto com uma saia, uma jaqueta de couro e uma blusa. Ela me olha um pouco intrigada por ser um look all black e mesmo assim veste. Ela sai do provador com um sorriso no rosto.

- Você está tão linda que eu estou imaginando a cara do Kevin quando olhar pra você. — ela se admira no espelho e me abraça.

- Ta vendo por que eu preciso de você sempre? — ela volta para o provador e fico feliz com minha amiga feliz.

Chegando em casa, recebo uma ligação de um número desconhecido. Fico receosa ao atender, por medo de ser Zlatan.

- Alô?

- Bárbara, é Edinson quem está falando… — um sotaque hispânico preenche meu ouvido e respiro aliviada sorrindo.

- Ah, oi Cavani! A que devo a honra da sua ligação?

- Antes que pergunte, David me deu seu número. — levanto as sobrancelhas e penso comigo que isso não seria novidade. — Quero saber se você pode sair comigo hoje, preciso conversar com alguém.  — fico surpresa com o convite e fico curiosa para saber o assunto.

- Tudo bem, onde você quer que eu te encontre?

- Eu te busco às oito, vamos jantar. Não se preocupe, não vou levar ninguém. — respiro fundo ao presumir que ele saiba da minha briga com Zlatan.

- Ok, te aguardo aqui. Passo a localização por mensagem.

- Certo. Até mais! — também me despeço de Edinson e desligo o telefone.

Lara está na cozinha lavando os pratos do almoço, mas mesmo assim não deixou de escutar minha conversa no telefone.

- Era o Zlatan? — ela grita e vou ao encontro dela.

- Não, era o Cavani, quer conversar comigo e vai me levar pra jantar. — ela franze o cenho e eu levanto os antebraços, fazendo sinal de que não sei o porquê.

- Estranho… será que o Sir Ibrahimovic pediu pra ele conversar com você? — suspiro e aperto os lábios, pensando nessa possibilidade.

- Melhor que não seja isso, mas pelo modo que ele falou, acho que é algo com ele. — ela levanta as sobrancelhas e forma uma linha com a boca.

- Vou dormir na casa do Kevin hoje, você se importa? — nego com a cabeça e ela diz um “ok” animado.

Saio da cozinha e vou em direção ao quarto para deitar um pouco na cama. Esses dias sem trabalhar só serviram para pensar mais ainda em Zlatan. Eu sinto falta dele, mas meu orgulho é grande demais para admitir e simplesmente responder alguma mensagem dele para tentar conversar e fazer as pazes. Tudo que eu queria agora era estar deitada ao seu lado e sentir suas mãos enormes fazendo carinho no meu rosto.

Depois de cochilar um pouco me arrumei para sair com Edinson, não vesti nada especial, apenas um vestido preto de mangas compridas e uma bota over knee cinza. Peguei minha bolsa e sai quando ele mandou mensagem avisando que chegou, me despedi de Lara com um beijo na testa e um aviso:

- Juízo, hein!  — Ela revirou os olhos e voltou a olhar o celular.


Chegando no restaurante, nos sentamos em uma mesa para dois e Cavani, que estava calmo, começou a ficar nervoso. Ele ajeitou seu cabelo liso e brilhante inúmeras vezes, o que me fez segurar a vontade de rir.

- Por que você está nervoso? — perguntei.

- Porque não sei como começar a falar. — ele abre mais os olhos e respira fundo.

- Apenas fale.

- Não sei se você reparou, mas Zlatan está ali atrás de você jantando com uma loira peituda. Desculpe. Se quiser, podemos ir a qualquer outro lugar. — sinto meu humor desaparecer e meu ânimo sumir.

- Está tudo bem, viemos conversar. Não me importo com ele. — Cavani lança um olhar desconfiado para mim e finjo estar normal, sorrindo para ele. — Mas então, o que quer conversar?

- Eu estava me sentindo sozinho e triste no meu apartamento, então lembrei que você é legal e quis te chamar para me fazer companhia para eu não parecer tão patético sentado sozinho nesse restaurante enorme. — ele sorri e abre o cardápio.

Rio um pouco do jeito engraçado dele de falar, e por alguns instantes até esqueço da informação anterior.
Discutimos sobre qual seria um prato animador para duas pessoas tristes e decidimos comer uma massa ao molho quatro queijos. Concluímos que queijo é sempre bom e animador.

- Acho que se não fosse por você, eu estaria em casa comendo Lays e tomando coca-cola, então muito obrigada por esse jantar que está uma delicia! — Cavani ri e deixa escapar uma expressão infantil e animada quando ao espetar o penne com o garfo, o queijo forma aquela teia e acompanha o movimento do talher.

- E se não fosse por você, eu estaria jogando fifa e comendo algum yakissoba com gosto de papelão no tapete da sala. Um brinde aos antes sozinhos e agora acompanhados. — rio da sua declaração e ergo a taça de vinho branco, que faz seu barulho característico ao encostar uma na outra.

- Você tem apelido? É muito serio te chamar de Bárbara. — ele pergunta e logo após bebe mais um gole de vinho.

- Babi. Posso te chamar de Edi? — ele assente e sorri.

- Então, Babi, você será a minha acompanhante na minha festa amanhã. Digamos que eu não tenha ninguém para ir e as vezes preciso conversar com alguém do sexo feminino que não esteja interessada no meu dinheiro só para variar. — ele suspira e eu assinto.

- E já que eu não tenho ninguém para ir, aceito sua intimação, não que eu ache que eu tivesse escolha não é mesmo?

- É, eu não te dei opções, é uma ordem. — reviro os olhos e rio.

Enquanto estávamos conversando sobre algum assunto aleatório, a oxigenada passou ao lado da nossa mesa para ir ao banheiro. Edinson pigarreou e colocou a mão na frente da boca.
Apenas analisei e conclui que ela é mais biscate do que eu imaginava, ela está com um vestido tão curto que quase posso ver sua calcinha. Deve ser para compensar o fato de que ela não tem bunda nenhuma, parece que passaram o rolo compressor na pobre coitada.
Cavani me olha e aperta os lábios, segurando a risada.

- Do que você está rindo? - pergunto e ele não consegue segurar, mas ri baixo para não chamar atenção.

- É que ela tem menos bunda que eu. Um cu de franga.

Seguro a vontade de rir para não cuspir o vinho que eu acabara de colocar na boca e Edi começa a ficar vermelho de tanto segurar a risada ao ver minha situação com o vinho. A mulher passa novamente pela nossa mesa e tropeça, Cavani não consegue controlar a risada, rindo alto e chamando atenção de algumas pessoas. Continuo tentando me controlar e ele não consegue parar de rir, e a quase queda dela realmente foi pra testar minha capacidade de segurar minha risada.

- Pare Edi! Ta todo mundo olhando! — falo enquanto rio e parece que o fiz rir mais ainda. Dou um tapa na sua mão mas não surte efeito, e a risada dele me contagia, não conseguindo mais segurar.

- Eu não… consigo… parar de rir… — ele fala em meio as risadas e eu rio mais ainda disso. Seu rosto já está vermelho, tento disfarçar a risada e apoio meu rosto em cima dos meus braços na mesa.

Quando levanto o rosto, ele já está recuperando o fôlego, secando as lágrimas das bochechas. Respiro fundo e me abano, tentando ficar calma.

- Parece que ela escolheu o momento e o lugar certo para tropeçar. — comento e ele assente, ainda tentando respirar normalmente.

- Fazia algum tempo que eu não ria assim, nossa.

- Nem eu, é tão bom rir da desgraça alheia, não é verdade? — ele concorda e bebe um pouco de água.

Sinto uma presença atras de mim e vejo Cavani engolir em seco. Eu já sei que é ele pelo cheiro.

- Algum problema, Zlatan? — falo e espeto com força a massa, fazendo barulho ao chocar o garfo com a louça.

- Vim cumprimentar meu colega, queria saber do que vocês tanto estão rindo. — ele vai até Cavani e eles se cumprimentam. Fico desconfortável e me levanto.

- Vou ao banheiro, já volto Edi. — jogo o guardanapo com força na mesa e Cavani me lança um olhar de desculpas, eu apenas sorrio para ele.

Sinto uma lágrima escorrer do meu olho e procuro me controlar logo, limpando ela e dando uma ajeitada na maquiagem. Zlatan não poderia ser mais inconveniente do que nesse momento. Ajeito meu cabelo e desço o vestido, que tinha subido um pouco com a caminhada até aqui. Encaro mais um pouco a mim mesma para dar tempo de Ibra acabar o assunto com Cavani.
Caminho para a mesa e sinto que estou sendo observada, olho para Zlatan que observa todos os meus passos da mesa dele, e desvio o olhar. Sento a mesa e Edinson está pagando a conta.

- Vamos para qualquer outro lugar que não tenha o abominável Ibra das Neves? — faço que sim e ele segura minha mão para que eu levante, me abraçando pela cintura logo depois, deixando aquele lugar pesado ao meu lado.

Chegando a uma balada que Cavani disse ser uma das melhores da cidade só porque toca musicas latinas, pedi um sex on the beach e me senti feliz com aquela bebida. Edi pediu absinto, e eu fiquei um pouco assustada, já que dizem que essa bebida causa até alucinações.

- Tem certeza que você vai beber isso? Eu achei que isso era proibido. — o fitei com um certo medo.

- É só uma dose pra me fazer entrar no clima. Você deveria experimentar. — ele piscou sedutoramente e se eu não o considerasse meu amigo, eu teria beijado ele agora mesmo.

Edinson segurou firmemente minha mão e me puxou para o meio da pista, pouco se importando se as pessoas o olhavam por ser O Cavani. E as pessoas que me analisavam por estar com O Cavani, às vezes até me olhavam com certa dúvida, e fiquei com medo destes pensamentos rudes. Um reggaeton começou a tocar e Edi pareceu se animar ainda mais e me pediu que eu dançasse como se eu quisesse seduzir Zlatan. Eu obedeci rindo, pois a música realmente era muito sexy e dava uma vontade de… ah.

Ella quiere ma yo le doy ma

muñequita linda ven pa ca

si tu no viene yo voy pa lla

ella quiere que la haga sudar

ella quiere hmm haa hmm

voy a darle hmm haa hmm

pa que sienta hmm haa hmm

y de nuevo el hmm haa hmm


Danço com vontade e vejo Cavani dançar totalmente concentrado naquela tarefa. Ele não é o melhor dançarino, mas pelo menos não é todo duro e me sinto orgulhosa por ele, que canta um pouco da música. Seu olhar é animado, se aproximando de mim devagar e dançando, o que me faz rir um pouco. O acompanho e ele segura minhas mãos, fazendo com que eu vá no ritmo dele e criamos nossa própria dança, que vez ou outra nos fazia rir de um desequilíbrio ou tropeço. Ele se encosta em mim e digamos que a dança tenha ficado um pouco sensual. Mas eu não estou nem ai, estou me divertindo com meu amigo.

- Bem que me disseram que as brasileiras sabiam dançar bem! Se meu amigo não fosse louco por você e eu não fosse seu amigo, eu já teria te beijado. E te levado pra cama com certeza. — rio do comentário e ignoro completamente a parte que ele menciona Ibra. Mentalmente cansada e psicologicamente abalada para pensar nele agora. Mas já estou adorando minha amizade com Edi.

- E você até que sabe dançar bem, mi amigo! — ele faz sua melhor cara de convencido e continua dançando.

Depois de dançarmos mais um pouco, sentamos no bar para beber e pode-se dizer que estamos os dois um pouco tortos. Quando tudo é motivo pra rir, é sinal que é hora de maneirar na cachaça. Cavani concordou em voltar a dançar e parar de beber por alguns instantes, mal sabendo ele que depois de distraí-lo dançando e eliminando o álcool do sangue através do suor eu o arrastaria para sair daqui. Ainda tem a festa dele mais tarde.

Depois de uns vinte minutos dançando, ele reclamou que queria sentar, então essa foi a minha deixa para irmos embora. No inicio ele ficou relutante, mas quando lembrei que ele precisa estar apresentável e sem ressaca mais tarde, ele concordou.

- Você tem condições de dirigir? — perguntei.

- Sim, já dirigi muito mais bêbado. E você nem me deixou ficar alegre por mais tempo. — Ele reclamou e fez cara de bravo, mas logo depois sorriu, agradecendo por realmente não ter permitido.

- Tem certeza né? Não quero morrer e ter meu fantasma na terra olhando as notícias e sendo responsabilizada pela morte de um dos principais jogadores do PSG e da seleção Uruguaia. — ele ri alto dentro do carro e liga o som, e a introdução da música me faz arregalar os olhos e olhar abismada para ele.

- O que?

- Você ta de brincadeira, você não escuta Araketu de verdade. — minha testa continua franzida e uma expressão de total confusão toma conta do meu rosto.

- Eu gosto da batida animada. É um ritmo bem diferente.

Viro minha cabeça para frente e a música começa a tocar e me lembro da minha infância.
Cavani começa a cantar, errando varias palavras em português e eu rio disso. Lembro-me dos carnavais em Salvador que ouvi essa música quando eu era criança, e de todos os domingos que passei na casa da minha vó ao lado dos meus primos, implorando para minha madrinha tirar o cd do Araketu que tocava pela terceira vez, e eu já não agüentava mais a voz de Tatau no meu ouvido cantando essa mesma música.

Mal acostumado

Você me deixou

Mal acostumado

Com o seu amor

Então volta

Trás de volta meu sorriso

Sem você não posso ser feliz


Até mesmo do gosto do churrasco em minha boca consegui lembrar, e começo a pensar que o Absinto que Edi me forçou a tomar esteja me causando alucinações.
Lembro também do meu pai perturbando todo mundo com seu jeito divertido, que sempre fazia todo mundo rir, e principalmente minha vó, que sempre dizia “Pare, você é muito abusado!”.
Minha mãe não gostava muito de ir lá, ela não bebe e achava um saco o jeito das pessoas bêbadas. Ela sempre foi muito educada e sorria, até ria das palhaçadas do meu pai, mas sempre voltava reclamando porque o domingo acabava como todos os outros: minha madrinha acabava com a festa brigando com alguém. Sempre me perguntei o porquê de terem escolhido ela como minha madrinha, eu gostava muito mais da minha outra tia.
Mas no outro domingo, estávamos todos lá, junto ao cd do Araketu e churrasco. Acho que no fundo, toda família é assim.

Reparei também de quanta saudade eu sinto do Brasil, e principalmente da minha terrinha abençoada que chamamos de Salvador. Minha adolescência se resumiu a muita praia, muito sol e muita festa boa. Entrando na faculdade ficou um pouco mais difícil sair, mas sempre tinha espaço para o meu carnaval, porque tudo para, literalmente, para o carnaval e eu sempre estava de férias. É uma sensação indescritível pisar nos circuitos Dodô e Osmar. Quem não pisar em um desses nunca saberá a sensação de um arrepio incomparável ao simplesmente tocar os pés ali. São 4 quilômetros que você anda sem perceber. O chão treme e a quantidade de pessoas de todos os lugares do mundo é absurda, mas o sorriso no rosto dos gringos resume em grande parte aquela emoção. Você pode até achar besteira, mas é uma mistura de ritmos única. Todos são inesquecíveis. São sete dias incansáveis de festa, que sempre que acaba arranca lágrimas de saudade.

Me disperso da minha nostalgia e volto para a realidade, no carro luxuoso de Edinson Cavani, na cidade luxuosa que escolhi para chamar de segundo lar. A cidade luz, tão linda e amada.
O observo dirigir devagar e com atenção redobrada, e fico imaginando no que ele deve estar pensando.

Ele com certeza deve sentir falta do lugar onde ele viveu no Uruguai. Com certeza possui algumas lembranças marcantes da sua adolescência, mas não sei ao certo se todas são ligadas ao futebol ou não. Me pergunto se ele ainda possui amigos daquela época, ou se todos ficaram ocupados demais para apoia-lo em suas escolhas como inúmeras pessoas fizeram comigo quando decidir mudar para a Europa.
Também me pergunto se ele não se lembra de alguma festa com tanto carinho quanto eu tenho pelo carnaval. As pessoas são tão diferentes…

- Babi? — a voz de Cavani interrompe meus pensamentos e percebo que o carro está estacionado na porta da minha casa.

- Ah, desculpe! Estava divagando.

- Posso dormir ai? Eu realmente não quero voltar pra casa agora. — ele diz como se fosse uma criança com medo de ficar sozinho.

- Claro Edi, tem um quarto de hóspedes que você pode dormir. Ande, vamos entrar.

Saímos do carro e ele o tranca, e eu busco rapidamente a chave de casa enquanto ando pelo caminho de concreto cinza, com grama verdinha e algumas plantas e pedras brancas dos lados. Abro a porta e agradeço por Lara não ter bagunçado nada e ainda ter limpado a sala, é vergonhoso receber alguém em casa e estar tudo sujo. Agora entendo as paranóias de limpeza da minha mãe perfeitamente.

- Bom, a suite é na primeira porta do corredor, tem aquecedor e toalhas limpas no armário. Fique a vontade, ok Edi? — ele assente e me da um ultimo abraço, se despedindo de mim me desejando uma boa noite.

 

Que a festa de mais tarde seja boa. 

 


Notas Finais


Musica da balada: https://www.youtube.com/watch?v=TJGDZXi0wv8 (ô musica goxtosa)
Musica do Araketu (rindo eternamente pq isso é real): https://www.youtube.com/watch?v=UF5nopj1xik

e é isso amorinhas <3 espero que gostem e comentem bastante, e que fiquem ansiosas para essa festa de arromba kkkkkkkkkkkkkkkkkk

amo vocês. bjo grande no core.


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