História Snap-psg - Capítulo 24


Escrita por: ~

Exibições 230
Palavras 2.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EU NÃO SEI VOCÊS MAS EU TO GRITANDO

MEU BAHIA SUBIU PRA SERIE AAAAAAAAAAAAA REBANHO DE SECADOOOOOOOOOOOOOOOOOOR
AQUI É BAHEA MINHA PORRAAAAAAAAAAAA, O BI-BRASILEIRO QUE VOCÊ RESPEITAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA BBMPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP EU JA SUBI ESQUADRÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO

E APESAR DESSA EUFORIA, DE ESTAR ESTUDANOD IGUAL UMA ESCRAVA, EU VIM AQUI POSTAR PRA VCS!! QUERO MTS COMENTARIOS POIS MEREÇO.

BBMPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP NA SERIE AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

(segura o ânus q o capitulo tá pesadão)

Capítulo 24 - Au Revoir


Fanfic / Fanfiction Snap-psg - Capítulo 24 - Au Revoir

Seguimos o nosso caminho em absoluto silêncio.
Lara não esboçava nenhum sentimento, estava neutra. Ela sempre fica assim quando tenho meus pressentimentos. O ultimo que tive foi quando éramos adolescentes, eu a avisei para não namorar certo rapaz, e ela quebrou a cara feio quando o viu beijando a amante na festa de aniversario dela. A amante era uma amiga de infância que ela amava, e ela achou que era ciúme da minha parte. 

Ela tem medo dos meus pressentimentos, e eu também. Dessa vez, acho que é algo comigo. 

Entregamos os equipamentos ao coordenador e saímos em direção ao corredor do vestiário. 
Haviam pessoas demais ali, presumi que algo tinha acontecido com alguém, e logo me embrenhei na multidão. 

 

Daphne. 

 

- Você vai assumir essa criança sim! Ela é sua! 

- Eu não vou assumir nada, porque essa criança não é minha. Você está causando tumulto, não está vendo que está sendo ridícula? — Zlatan grita e todos estão estáticos assim como eu. O time inteiro está vendo isso e eu estou com vergonha.

- Ridícula ou não, eu vou provar que essa criança é sua. — ela desdenha e parece convicta do que diz. Ela perpassa os olhos por todas as pessoas e para em mim. — Ah, você! Tá gostando do showzinho? Ele é especialmente pra você! 

- Cala essa tua boca antes que eu arranque o resto desse teu mega-hair, gospista vagabunda. — respondo calmamente, como se nada estivesse acontecendo e como se eu não estivesse estilhaçada por dentro. 

 

Ela caminha para perto de mim e sorri, apenas para me pirraçar.

 

- Você não pode bater em mim, eu estou esperando um filho do seu namorado. Que frase linda, não? — descarrego um tapa bem dado em sua cara e ela fica perplexa. Seus olhos arregalados parecem não acreditar no que eu fiz. 

- Não só posso como te dou uma surra se você não sair da minha frente! — aponto o dedo na cara dela e quando eu estava prestes a arranhar a cara dela, ela da um passo para trás quando Cavani me agarra pelos braços e me arrasta dali. – Me solta Edi! Me solta! — o ódio que sobe pelas minhas entranhas me consome e eu me debato em seus braços. 

Ele me coloca no chão e me vira para ele, segurando meus ombros. Ele está tão sério, que eu nunca tinha o visto assim. 

- Acalma-te! Você não pode bater nela, pois ela está grávida, e mesmo que a gente não saiba se o filho é mesmo do Zlatan, ela ainda tem uma criança na barriga. — ele me alerta e eu finalmente tomo consciência do que eu iria fazer. Eu poderia ir presa. 

- Você viu aquilo Edi? Meu Deus, eu nem… nem sei o que dizer. Eu tô… — lágrimas começam a cair no meu rosto enoja garganta queima, formando um nó. 

Cavani me abraça e eu choro mais ainda, ele beija o topo da minha cabeça e tenta me acalmar fazendo um carinho nas minhas costas.

- Babizita, tem alguém aqui que quer falar com você. — ele fala no meu ouvido e eu desencosto do seu peito, limpando minhas lágrimas. 

 

O rosto de Zlatan é a primeira coisa que vejo quando olho para trás. Seus olhos ao demonstram nenhum sentimento, mas ainda assim sei que ele não está gostando de me ver chorar. 

 

- Eu nunca sei o que fazer quando você chora. Bárbara, eu… — Zlatan ia encostar sua mão em meu rosto, mas eu desviei do seu toque. — O que foi? 

- O que foi? Você ainda pergunta o que foi? — minha voz sai trêmula por conta do nó na garganta e eu sinto mais vontade ainda de chorar. 

- Bárbara, aquilo não foi nada. Daphne é uma maluca. 

- Ela não é maluca. Ela pode ser uma vagabunda interesseira, mas ela não é maluca! Você é que é um burro, que sai por aí transando com qualquer uma sem se proteger. 

- Eu vou relevar seu comentário porque você está nervosa. Bárbara, eu tenho certeza que esse filho não é meu. — Zlatan chega perto de mim e eu me afasto mais uma vez. 

- Ah, é? Não me diga que além de se achar Deus você agora acha que é médium! Zlatan, não adianta você tentar consertar a merda que você fez. Não deu tempo de ela engravidar de outra pessoa, bastou pegar você no período fértil dela e pronto. Se for seu assuma. E adianto que eu não quero mais nada com você. Eu me doei por inteira para você, eu fui só sua. E você não, você tinha que ser você. Tinha que mostrar pra todo mundo que é o melhor, que está sempre por cima. Olha o que você conseguiu, parabéns papai! Você ganhou um bebê e perdeu a pessoa que mais te ama nesse mundo. 

Sai dali com o rosto inundado em lágrimas. Zlatan pareceu perplexo com minhas palavras e não disse absolutamente nada, apenas ficou estático. 

 

Ele acabou de me perder. 

 

***

 

Contei tudo que tinha acontecido para Lara. E ela concordou comigo. Ela me abraçou por longos minutos e eu apenas aproveitei o seu abraço, já que não ficaria mais perto assim dela. 

Eu vou embora. 

 

- Eu mal posso acreditar que você vai sair do psg. Você ama isso aqui, e eu não sei se consigo ficar aqui sozinha. — Lara diz em meio ao rio de lágrimas que toma o seu rosto, e eu a ajudo secando-as. 

- Não fique assim meu amor… você vai conseguir, eu prometo. E eu sempre virei visitar você. Além do mais, eu quero me despedir de você em grande estilo, no Le Ciel de Paris. — sorrio para ela, que sorri fraco ainda chorando. 

- Eu juro que só aceito sua ida porque é completamente compreensível. Senão eu te amarraria no quarto e não deixaria você ir. 

- Eu te amo, minha laralinda. Nenhuma distância separa nossa amizade. 

- Eu te amo Babi. E eu sei que tudo vai se resolver logo, e vamos voltar a morar pertinho uma da outra. — Lara me abraça outra vez e vamos juntas até a sala do coordenador. 

 

***

 

Chegando em casa arrumei minhas malas, deixei tudo perfeitamente dobrado e alinhado, e em cima da cama ficou apenas a roupa que irei usar amanhã, na hora de viajar. 

Lara me ajudou a arrumar tudo, e ela chorou mil vezes enquanto fazia isso. Nós moramos juntas a tanto tempo que eu nem sei como é ficar longe dela. Depois de tudo pronto nos arrumamos para ir ao restaurante que comemoramos nosso primeiro ano em Paris. Foi marcante demais, e apesar de me lembrar Zlatan, eu preciso sair de Paris com a visão da torre Eiffel, para nunca mais me esquecer desse lugar. 

 

21h40 

 

Le Ciel de Paris

 

Sentamos e um garçom logo veio nos atender. Pedi um vinho tinto e alguns aperitivos, Lara não disse nada. Ela apenas me olhou, e logo olhou para trás de mim. Virei a cabeça e sorri com a visão.

 

- Edi! O que faz aqui? Que bom te ver! — ele sorri fraco e me levanto para abraçá-lo. Seu abraço é terno e eu sei que vou sentir falta disso. 

- Minha Babi… Eu enlouqueci quando soube que você vai embora amanhã. Não faça isso, eu não sei o que faço sem você por perto. — lágrimas me vêm aos olhos e beijo sua bochecha. Ele me puxa para outro abraço, que me faz chorar. 

- Desculpa Edi, mas eu preciso ir. Eu preciso ser feliz! Eu não consigo mais olhar para Zlatan, eu não consigo mais ficar. Ele acabou comigo. Aquela mulher acabou comigo. E eu mereço ser feliz. — ele passa sua mão pelo meu rosto e me olha com carinho.

- Você merece ser feliz. Espero te ver na arquibancada do Parc em breve, mas pelo menos me diga para onde você vai, eu quero visita-la. 

- Eu vou para Dortmund. Digamos que eu recebi uma proposta. — ele capta a informação rapidamente assente. — Ande, sente e jante conosco.

Edinson se sentou e abraçou Lara, que chorava baixinho. 

 

O jantar correu tranquilamente, conversamos muito e por um momento nos esquecemos de que isso se tratava de uma despedida temporária. Sim, porque nenhuma despedida é eterna se você não morre. 

Estávamos saindo do restaurante quando Zlatan apareceu desesperado na porta.

 

- Bárbara, você não vai a lugar algum. Você não pode fazer isso comigo, não pode. — ele segura minha mão e eu me assusto com sua atitude.

- Zlatan, pare com isso. Você está chamando a atenção de todo mundo. — falo baixo para que só a gente pudesse ouvir. Lara e Cavani se afastaram para nos deixar a sós. 

 

- Babi, não vá embora. Por favor, sem você eu vou enlouquecer. Não considere nada disso, por favor, eu te amo! — respiro fundo para recobrar meus sentidos e as lágrimas não descerem. 

- Você deveria ter pensado nisso quando estava com ela. Desculpa Zlatan, mas… — levanto o indicador e limpo as lágrimas do meu rosto, e o vejo se render e chorar também. — eu vou embora. E não há nada que você possa fazer para me impedir. 

 

Ele me abraçou por desespero. E eu chorei mais ainda. 

 

- Me solte Zlatan. Não faça isso ser mais difícil do que já é. — tentei me afastar do seu abraço, em um ato totalmente falho por falta de forças. 

- Eu não vou te soltar, você não vai embora. — ele me apertou mais e eu chorei mais.

- Zlatan, tem muita gente tirando fotos e eu não quero te expor, me deixe ir. Eu preciso ir embora, ou vou me atrasar. — continuo tentando me afastar do seu corpo mas ele me segura Ainda mais forte. 

- Essa é a minha intenção. Eu vou fazer qualquer coisa para você não ir embora. Me diga o que você quer, eu faço.

- O que eu queria que você fizesse você não fez. Eu te pedi pra se cuidar, você não me ouviu. Pague pelos seus atos, pois eu não mereço viver um inferno, tendo que olhar e conviver com aquela mulher por perto. 

 

Finalmente consegui me afastar e caminhei para longe dele, que correu atrás de mim e me segurou pela mão. Ele me puxou de uma vez só e me beijou na frente de todo mundo. Uma chuva de flashes caiu sobre nós e eu o afastei mais uma vez. 

 

- Pare! Pare agora! Eu não quero mais você. — gritei com ele e ele finalmente me soltou. 

- Eu nunca vou desistir de você. Nunca. — ele apontou o dedo para mim e saiu andando na direção contrária. Lara e Cavani vieram ao meu encontro com o carro, quando os paparazzis seguiram Zlatan. 

 

Eu simplesmente não consigo acreditar no que está acontecendo com a minha vida. 

 

Eu sou uma pessoa ruim? 

 

Eu realmente mereço sofrer desse jeito?

 

Por que tudo acontece justamente comigo?

 

Lara desceu do carro e me abraçou. Chorei copiosamente e ela limpou o meu rosto. Ela me conduziu para dentro do carro e Cavani me olhou pelo espelho. Eu vi em seus olhos que ele sentia por mim. 

 

***

 

Aeroporto Charles de Gaule

 

Segui com minhas malas para o portão de embarque, vazio por conta do horário, com Lara ao meu encalço. Kevin veio conosco para que Lara não ficasse sozinha depois disso tudo. Eu o pedi. 

Ela segurou a minha mão forte enquanto fazíamos aquele trajeto. 

 

“Mesdames et messieurs, dernier appel pour le vol 569, à destination de Dortmund.”

 

Era a última chamada para o meu voo. A voz limpa e clara que saia dos auto falantes me avisavam que eu deveria me despedir, finalmente. 
Meus olhos se inundaram e eu abracei Lara muito forte. Como se eu não fosse encontrá-la logo. 

 

- Promete que você vem me visitar? Você prometeu mais cedo. — ela fala em meio às suas lágrimas, e seu rosto está vermelho de tanto chorar, mas ela ainda continua linda. 

- Eu prometo. E também, eu voltarei ao Parc para assistir um jogo com vocês. 

- Eu acho bom mesmo, ou eu te arrasto pelos cabelos de Dortmund até aqui. — ela aponta para mim e tenta sorrir. Sorrio para ela e a abraço mais uma vez. 

- Obrigada por tudo. E Trapp, cuide dessa Alice. — ele sorri e me abraça.

- Eu vou cuidar. E volte logo. 

 

Finalmente ultrapasso o portão de embarque, e quando olho para trás, Kevin e Lara estão abraçados. Eles são lindos. 

 

Vou sentir saudade de Paris, minha segunda casa. 

 

 

***

 

Flughafen Dortmund

 

04h54 a.m. 

 

O sorriso de Marco é a primeira coisa que vejo quando saio do desembarque. Ele abre os braços e corro para me afundar em seu abraço. 
Seu cheiro cítrico se impregna no meu cachecol e eu sinto vontade de chorar, mas me contenho. Eu sei que preciso contar tudo para ele, mas não agora. Agora eu preciso aproveitar o máximo do seu sorriso. 

 

- Meine schöne, como foi a viagem? — marco pergunta animado e eu só consigo me lembrar dos últimos acontecimentos, assim como em todo o trajeto até aqui.

- Ah, eu dormi. Mas estou feliz em te ver, já tinha um bom tempo que a gente não se via. 

- E eu sinto muito por isso, mas estive ocupado, você sabe. — ele sorriu enquanto fazia caracóis em meus cabelos com uma mão, e passava a outra em meu rosto. 

- Eu sei. Agora vamos, porque eu sei que você tem treino ainda hoje e mesmo assim teimou em vir me buscar. — ele fez sua melhor expressão de culpa e logo após deixou escapar um sorriso cínico. 

- Vamos sim, mas eu não vou ao treino hoje, pedi para ficar em casa hoje, afinal, não é todo dia que eu tenho uma visita dessas. 

 

Não, Marco não sabe do que aconteceu, e sim, eu vou contar tudo para ele, inclusive que pedi demissão do PSG. 

 

- Então vamos, porque eu quero dormir. — tentei um sorriso e ele segurou minha mão, enquanto nos encaminhava para a saída do aeroporto. 

- Mas você não disse que dormiu no avião? 

- Dormir nunca é demais. 

 


Notas Finais


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