História Snow Criminal - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Tokio Hotel
Personagens Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Personagens Originais, Tom Kaulitz
Tags Assasinato, Bill Kaillitz, Georg Listing, Gustav Schafer, Policial, Romance, Romance Policial, Tokio Hotel, Tom Kaulitz, Torg, Yaoi
Exibições 7
Palavras 2.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olá gente

gostando da historia????

Capítulo 3 - Quem é você Tom?


Acordo pela manhã estava tarde olho no relógio era domingo para minha sorte não trabalhava hoje me levanto tomo banho e me visto, lembro que Tom, estava na casa e do que tinha de fazer, suspiro, me visto com calma ele nem deve ter acordado, termino de me arrumar vou até a porta do quarto ela estava aberta e a cama bagunçada e as roupas dele pelo chão, ignoro e saio procurando ele vou à cozinha achando ele que estava cozinhando panquecas, olho surpreso ele me ignora termina de dividir colocando três panquecas em cada prato.

- Bom dia. – Ele fala colocando um dos pratos em um lugar e depois sentar com o outro em outro lugar, me sento junto com ele. – Come acho que está bom. – Ele fala calmo nem parecia com o Tom de ontem, me sento e começo a comer as panquecas que estavam muito boas.

- Bom dia e as panquecas estão ótimas. – Falo bebendo café e vejo-o dar de ombros e continuar a comer. – Vamos à sua casa, pegar suas coisas, quer passar em algum lugar? – Falo e ele parecia pensar. 

- Quero. – Ele fala e depois fica quieto.

- Onde? – Pergunto o olhando.

- No cemitério. – Ele fala e fico meio estático sem saber o que dizer. – Quero ver minha mãe. – Ele completa.

- Está bem, nos vamos. – Falo e continuo a comer.

Ficamos em silêncio depois, me levanto lavo os pratos e ele fica olhando para mim, me analisando, ignoro e continuo a lavar as coisas que ele sujou que foram muitas reparo que ele tinha comido bolachas ignoro e limpo tudo e depois olho para ele que parecia pensativo.

- Georg, eu... Ahm... Deixa para lá. – Ele fala e antes que eu insistisse para ele falar o vejo ir à sala e ouço a Tv ser ligada.

Deixo-o quieto, arrumo minhas coisas e deixo pronto para sair e olho para ele, que estava focado olhando um noticiário que falava sobre o assassino do inverno, era a policia acalmando de certa forma as pessoas, ele apenas da de ombros e levanta.

- Vai se trocar? – Pergunto e ele me olha.

- Não vou não. – Ele fala calmo. – Gostei das suas roupas elas tem um cheiro bom e as minhas estão cheirando ao Jake. – Ele fala distraído, vejo desligar a Tv. – Vamos?

- Sim vamos. – Me levanto pego minhas coisas e saio com ele.

Entramos no elevador a vizinha entra junto me cumprimenta e olha feio para Tom, que ignora o olhar da mulher e encosta a cabeça no meu ombro, sinto que ele estava quente, evito comentar quando entramos no estacionamento, paro e coloco a minha mão em sua testa sentindo que ele estava com um pouco de febre, ele se afasta me olha assustado.

- Calma só estava vendo se você está com febre.

- Eu estou bem Georg não encosta, em mim deste jeito nunca mais ouviu. – Ele grita chamando a atenção da mesma vizinha que olha para nos dois, curiosa.

- Desculpa. – Falo e vejo-o ir até o carro, entro e destravo a porta o deixo entrar.

Fico quieto e dirijo até a casa dele o mesmo pede para eu esperar no carro, ignoro e saio e entro na casa e fico na sala vejo que tinha algumas coisas quebradas, ignoro e espero ele descer, vejo que ele estava demorando subo e vou até o quarto dele e abro a porta vendo ele sentado na cama dele, olhando algo fixamente, quando abro a porta ele guarda a folha de baixo da cama.

- Quer ajuda a mala deve estar pesada. – Falo evitando me aproximar de mais dele.

- Quero sim, eu fiz duas. – Ele aponta para uma perto da porta. – Vamos? – Ele pega uma mochila também, ignoro e saio junto com ele coloco as coisas no carro e vejo olhar a garagem, e só neste momento reparei que ele tinha se trocado e que estava com roupas pretas. – Posso ver minha moto? – Ele fala apenas confirmo com a cabeça, ele sorri pela primeira vez, e sigo ele para que ele não fuja, e vejo-o olhar a moto.

- Você pode vir aqui enquanto eu estiver no trabalho. – Falo o vendo sorrindo.

- Serio que vai confiar em mim? – Ele fala rindo e depois me olha.

- Sim. – Falo de maneira simples e sorrio o olhando.

- Vamos, não quero ir tarde ao cemitério. – Ele fala nos paramos em uma floricultura e compra flores brancas e depois dirijo até o cemitério, e vou com ele até o lugar.

Ele fica olhando o tumulo quieto, coloca as flores em um pequeno recipiente e retira as flores velhas e limpa a foto que tinha no mesmo, e fica olhando a mulher, ela era muito bonita e os traços dela lembravam muito Tom, olho a data de falecimento e fico surpreso ao ver que era hoje o dia de aniversario da morte dela.

- Sabe, o Bill nunca se importou em vir aqui comigo, quando pequeno eu vinha sozinho, todo mês depois eu comecei a vir toda vez que completava um ano da morte dela, e por outro lado eu sou culpado dela estar morta e do Bill me odiar. – Ele fala em um tom muito calmo e frio.

- Você não tem culpa Tom. – Falo o olhando.

- Tenho sim, eu tinha fugido aquela noite, ela saiu para me procurar no parque, lá tinha uma festa todos os meus amigos iam e eu apenas fugi e fui, só que um cara me agarrou e ela apareceu, assustado com a situação eu tentei me soltar e gritei pela minha mãe ela tentou me salvar e o cara deu dois tiros nela, e como ela estava muito perto de mim, o sangue espirou no meu rosto e ela caiu no chão morta o homem fugiu eu cai abraçando ela e gritei para ela não me abandonar, e ela se foi, o Bill sempre foi muito frio comigo, sinceramente eu nem sei se devo culpar ele, eu lembro que quando ele chegou e viu aquilo ele me puxou com força de perto dela e me abraçou, mas, quando olhei o sangue dela se espalhando pela neve pareciam duas asas, e depois que disse aquilo para o Bill ele me bateu e disse que eu era um monstro, minha mãe tinha morrido e eu estava olhando a forma do sangue dela, médicos disseram que por causa do trauma eu apenas estivesse tentando não ver a situação por completo, e desde então passo no psicólogo, sabe eu sou culpado pela morte da minha mãe... e do meu pai. – Ouço ele falar e depois fico surpreso com tudo que ele falou.

- Você não é culpado Tom, não pense assim, seu pai te ama sim e ele está vivo, não pense assim, você é jovem tem uma vida toda pela frente, aposto que sua mãe queria que você fosse muito feliz. – Falo e ele abaixa a cabeça.

- Não minta você mesmo disse que tenho uma vida miserável, por que eu tenho de acreditar que posso ser feliz, hein Georg? Você não sabe nem um terço do que eu passei e ainda passo. – Ele fala nervoso me olhando.

- Eu nunca minto a vida que você leva com bebedeiras e drogas, não faz você melhorar, se você achar alguém que te ame e cuide de você, jamais ficar sozinho. – Falo e ele ri.

- Alguém como você? – Ele se aproxima de mim.

- Não, alguém que valha a pena você amar, e não eu que apenas estou tentando te ensinar que não é necessário você fazer o que você faz. – Falo calmo e ele se afasta.

- Mãe, está vendo este cara, o que a senhora acha dele? – Ele fala olhando o tumulo dela depois se aproxima e sussurra algo contra uma das flores que coloca de volta ao vasinho. – Vamos embora.

Saímos juntos de lá e voltamos ao apartamento, quando chegamos ajudo ele a guardar as coisas dele, ele organiza tudo depois sai indo a cozinha e vasculha os armários.

- A quantos anos você não faz uma compra? – Ele fala me olhando, como se nada tivesse acontecido no cemitério.

- Não sei. – Vejo ele anotando coisas em um caderno. – O que esta fazendo?

- Uma lista, você vai ter de confiar em mim, eu vou no mercado comprar umas coisas e você vai me deixar. – Ele fala sorrindo, e estende a mão. – As chaves do seu carro?

- Esta bem, você tem quarenta minutos. – Falo e deixo-o sair; Afinal ele precisava de confiança.

Ele sai e vou ao quarto dele, olho as roupas dele pego varias a maioria na verdade, todas que não estavam com cheiro de roupa limpa e levo tudo para lavar, inclusive a minha roupa que emprestei para ele dormir com ela, lavo todas e coloco na secadora, deixo elas lá pego as minhas roupas e coloco na maquina e ouço a porta se abrir, olho no relógio já tinham se passado uma hora, quando chego na cozinha Tom guardava tudo que comprou, e lembro que não tinha dado dinheiro a ele.

- Como comprou tudo? – Perguntei e ele riu.

- Com o cartão do meu pai ele me deu um vinculado ao dele, e mandei mensagem ele disse que podia comprar tudo já que iria ficar na sua casa e ele falou que vai depois te dar um dinheiro por ter cuidado de mim. – Reparo que ele estava começando a mudar já.

- Vou terminar o que estava fazendo, assiste Tv. – Falo ele apenas afirma e continua guardando as coisas, e me devolve a chave do meu carro.

Volto a lavar a roupa e tiro a que estava na secadora e coloco outras, enquanto passo as que já tinha secado separo as minhas da de Tom, termino tudo em cerca de duas horas levo as minhas ao meu quarto guardo e guardo as dele também já que eu mesmo tinha tirado, procuro ele na casa o encontro dormindo no sofá e desligo a Tv, e cutuco ele que reclama e se ajeita dormindo, rio e ouço a campainha, vou atender, assim que abro a porta vejo Clary, uma das mulheres que tinha saído a um tempo.

- Wow! Quanto tempo. – Falo e ela ri.

- Realmente, fiquei sabendo que estava morando no mesmo lugar vim fazer uma visitinha amigável, e saber se podemos repetir a dose da outra vez. – Ela fala se insinuando, sinceramente será que ela não lembra que só dormia com ela quando estava bêbado.

- Bom, não podemos. – Falo e rio, ela me empurra e entra na minha casa.

- Vamos, beber um pouco depois você decide. – Ela fala e vai direto a sala, a sigo rápido com medo dela ver Tom, mas, quando chegamos lá ele não estava mais. – Amo este whisky ela fala pegando um copo e colocando um pouco para ela da bebida que ficava em uma mesinha no canto da sala.

- Clary vai embora, eu não quero mais nada com você. – Falo clamo e ela ri alto.

- Me poupe Georg, fiquei sabendo que depois de mim, você não ficou com ninguém vem vamos ao seu quarto. – Ela fala indo ao meu quarto.

- Clary, não já disse que não quero nada com você. – Paro na frente da porta e ela me olha surpresa.

- Cara o que você está escondendo? – Ela fala nervosa me empurra e entra no quarto, entro depois dela e vejo Tom dormindo na minha cama. – Mas, que porra é esta? Um garoto Georg. – Ela grita.

- Georg quero dormir, estou cansado. – Ele fala se sentando na cama coçando os olhos.

- Eu já cansei... Tchau. – Ela me empurra sai correndo pisando firme e ouço a porta bater, vou atrás vejo que ela realmente saiu e depois volto ao meu quarto e olho para Tom.

- O que você esta fazendo aqui? Fez isto para irritar ela. – Pergunto vendo que ele não estava bem. – Tom o que você tem? 

- Eu... – Ele se curva para fora da cama e vomita no chão olho assustado me aproximo seguro ele que estava quase caindo. – Eu não estou bem, cuida de mim mãe. – Ele fala sinto que estava suando de febre, ajudo ele a levantar sem pisar no vomito e deixo-o na banheira tomando banho para abaixar um pouco a febre já que ele estava delirando e dou remédio para ele.

- Você aguenta ficar aqui sozinho eu vou limpar ali o quarto, e depois volto para te ajudar se não estiver melhor eu te levo no hospital. – Falo sai vou limpar o quarto e depois vejo que a cama estava molhada com o suor dele. – Droga Tom, o que você tem? – Falo baixo depois de limpar tudo volto no banheiro lavo minhas mãos o ajudo a sair da banheira, e ir ao quarto dele trocar de roupa depois ele deita na cama e dorme de novo, fico sentado na cama olhando ele dormir.

- Georg. – Ele fala acordando minutos depois a febre não tinha abaixado, seguro a mão dele vendo que também estava quente.

- Vamos ao medico. – Pergunto olhando ele que estava mal, e ia voltar a dormir.

Levanto-o e saio junto com ele, levo no hospital, esperamos quando somos atendidos ele é medicado fico junto com ele que começa a melhorar aos poucos o medico me chama e me olha serio.

- O garoto, passou muito tempo bebendo e usando drogas e se alimentando mal, isto é uma das reações a está negligencia bom com a medicação vai resolver, mas, ele não pode pensar em beber durante um tempo e tentar manter uma alimentação regular, afinal isto é uma reação do corpo dele pela má alimentação, o corpo em si está bem ele pode ficar cem por cento em quatro dias, mas, tente convencer ele de não beber, e se ele for beber verifique se ele se alimentou direito. – O medico sorri e me da uma receita e depois volto para perto de Tom, que estava dormindo com minha blusa debaixo da cabeça dele como travesseiro.

- Bom garotinho, você vai ter de ficar sem beber, isto vai ser difícil. – Falo olhando ele que se mexe e vejo que o soro ainda estava no começo, me ajeito olhando.


Notas Finais


...?


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