História SnowMan - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Vocaloid
Tags Bonecos De Neve, Família, Len, Magia Do Inverno, Morte, Rin, Romance, Tragedia, Tristeza, Vocaloid
Visualizações 7
Palavras 2.897
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Kodomo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Só digo uma coisinha:

THE LAST!~

Capítulo 4 - Haru wa otozureru kara


—Ok, mas só vou te falar isso uma vez...

~

Len se foi a correr o mais rápido possível, enquanto deixava Kaito para trás. Mas o boneco de neve estava feliz. Se Len estivesse feliz, ele também estaria.

Esperava ter feito a coisa certa, e não ter decepcionado a si mesmo outra vez.

—Ah, a neve está acabando...—Kaito olhou para cima, vendo as nuvens de nevasca se dissiparem—Oras...
Kaito estava chorando. Não, ele não estava derretendo, ele estava chorando. Lágrimas escorriam pelo seu rosto sem parar, congelando rapidamente.

—Hoje é o meu ultimo dia... Não é?

~

Len corria o mais rápido para a escola. Sabia que não teria muito tempo.

—EI, MENOS VELOCIDADE LEN!—Um funcionário da escola berrou enquanto ele adentrava aos portões novamente.

"Se der tempo... Não, tem que dar tempo!"

Subiu as escadas correndo. Foi até sua sala, onde sabia que elas estariam. A sua última esperança do inverno estava ali.

—Ei, ele não tinha saído?—Um dos garotos perguntou

—Sei lá... Mas se for, ele voltou.

—Por que ele ainda está aqui?

O loiro estava ofegante, olhando cada uma das pessoas que o encaravam. Respirou fundo e entrou.

—Len, o que está fazendo aqui?—Rin perguntou—Você não tinha saído correndo falando que tinha um compromisso?

—Preciso da sua ajuda—disse

Essa pergunta tinha pegado a irmã de surpresa.

—Para que?—arqueou a sobrancelha

—Preciso de suuuua ajuda—apontou para todas—Não quero ser sem educação ou algo do tipo, mas poderiam me acompanhar até em casa?

—Len, o que você...

—Por favor!—curvou-se—É um pedido!

As garotas ficaram tão perplexas quanto o resto da sala.

—Por mim tudo bem—Miku confirmou

Isso acendeu uma pequena luz no coração de Len.

—Ah! Por mim também!—Gumi levantou o braço—Só não entendo sua necessidade.

—Eu não ligo muito.—Yuzuki confirmou sem expressão—Você vai, IA?

—Vou.

—Vou chamar Meiko-senpai!—Miku correu para o andar de cima

Logo, as garotas também chamaram os garotos, e vários confirmaram também.

Particularmente metade da sala estava acompanhando Len até em casa. E o dito cujo estava quase chorando.

Somente uma pessoa não estava animada com aquilo.

—Len...—Rin chamou-o—O que você...

Len deve ter feito a coisa mais responsável da vida dele. Pela primeira vez se preocupou com os outros em vez de si mesmo. Ele havia abraçado a irmã, como se estivesse passando proteção. Era um abraço confortável.

—Posso não ter te contado, mas conheci alguém mais ou menos dois, três anos atrás. Ele me ajudou em muita coisa, sabe...—Len colocou suas mãos sobre os ombros da irmã—E ele me deu um conselho para o último dia de inverno. E vou seguir esse conselho a qualquer custo.

Rin sorriu. É, ele havia crescido. Apesar de ter aceitado a ajuda de um estranho.

—Consegue reunir todos no portão do colégio? Precisamos ir para casa o mais rápido possível.—Len avisou

—Mas é claro que sim, Bakagamine.

—Você também é Bakagamine.

~

Kaito caminhava pela primeira vez em uma tarde. Sorriu ao ver uma figura loira seguida de mais vinte guris andando na rua.

"Isso parece um festival de anões, mas deixa quieto"

—Pela primeira vez você seguiu um pedido meu, não é?—Nesse momento, era para Kaito ter ficado emocionado, chorando de alegria por ele... Mas a reação foi contrária. Depois de tantas vezes caindo de cara no chão, ele resolveu mudar por algo mais mágico que um boneco de neve falante e finalmente seguir seu conselho? "Guri vira folha"—MORRE LOGO, PIRRALHO MAL-CRIADO!

Andou atrás da multidão de crianças pequenas tomando cuidado para não ser notado.

~

—ACHOOO!—Len espirrou—Argh...

—Melhor que você não esteja ficando doente...—Rin avisou—Se você estiver ficando, vou ter que fazer você tomar injeção. Não estou a fim de cuidar de um moleque mais novo que eu.

—Que fria. Não quero levar uma agulhada no braço—O loiro sentiu um calafrio

—Então, por que decidiu nos levar até sua casa, Len-kun?—Miku adentrou no assunto

—Hum...—Ele pensou bem na resposta—Você pode até achar engraçado, mas isso tudo é para contar uma mentira para a minha mãe, só que isso vai fazê-la sorrir.

—Você...—Rin deu um tapa na cabeça do irmão—É UM IDIOTA MESMO! DA PRÓXIMA ME AVISAR SE FOR FAZER ALGO TÃO BANAL!

—ATÉ PARECE QUE VOCÊ IRIA CONCORDAR COMIGO! VOCÊ NUNCA CONCORDA!

"Briga de irmãos...", Miku pensou, rindo

Chegaram na residência Kagamine sem maiores problemas. As crianças entraram todas espremendo umas ás outras.

—Ei, aqui não tem muito espaço, então tomem cuidado—Rin obteve uma alma negra em sua volta—Se quebrarem alguma coisa, vão consertar caco por caco. E quando entrarem no quarto, não gritem. E também não tem muito espaço, então não façam alvoroço.

—Sua irmã é assustadora, Len—Disse um garoto loiro, do lado dele

—É...—Ria nervosamente—Você nem faz ideia. Imagina só uma baixinha te xingando e te fazendo de gato e sapato por causa de ter usado um simples copinho amarelo. Aquele dia foi triste.

—Imagino...

A loira abriu a porta do quarto devagar. Acendeu a luz e deixou seus colegas passarem. Quando alguns chegaram perto da cama, quase tiveram um ataque de choro. Lá estava uma mulher loira, com a pele pálida e com algo que cobria o nariz e a boca para ajudá-la a respirar.

Era uma situação lamentável.

—Mãe...?—Len perguntou, se aproximando.
A mulher abriu os olhos lentamente, fazendo força para ficar sentada na cama.

—Ei, não se esforce!—Rin ajudava-a

O irmão já estava lacrimejando.

—Mãe...—Ele disse, chamando a atenção dos colegas—Você viu, não é? É tudo verdade! Eu não quis preocupá-la, por isso...—Agora ele falava em meio ao choro—Não vá! Eu não quero que você vá! Quero estar ao seu lado!

Os colegas começaram a dar espaço para Len. Muitos saíram do quarto.

—Ora...—A mãe abriu os braços, para que o filho viesse ao seu encontro. Ela o pressionou contra si, acenando que sim—Você nunca me preocupou. Você sempre foi o meu garotinho...—Ela recolocou a máscara de ar para respirar.

—Por favor...—Len não conseguia mais levantar a cabeça
—Eu sempre estarei ao seu lado, ok? Agora deixa a mamãe descansar. Ela quer dormir um pouco mais antes do papai chegar.

Kaito observava a cena pela janela com um olhar quente.

"Essa última mentira foi uma mentira branca, como a neve"

"Agora apenas ria e chore se precisar. Tudo estará bem a partir de hoje"

"A cada vez que eu te observo, percebo que sempre quis te proteger. Afinal, fui feito com seu desejo. E assim como seu desejo foi realizado, eu irei desaparecer"

—Len, você está pronto para superar qualquer dificuldade a partir de hoje—Kaito disse, derretendo. Mas antes de falar, soltou uma lágrima com um sorriso no rosto—Adeus.

A luz de antes, o mesmo vento branco o contornava. O mesmo vento, o mesmo desejo que o fez se transformar em um SnowMan... Agora o destruiria. Já tinha cumprido sua missão.

Iria embora.

Sentiu sua vida se esvaindo, mas havia algo diferente. Ele estava mudando. Seu peso aumentou drasticamente.

"Tum-Tum"

"Tssss"

"Arf, Arf"

"Frio"
Algo batia dentro de si. Conseguia respirar. E estava com frio. Sentia tudo, conseguia ouvir com mais qualidade, conseguia ver, conseguia sentir. Olhou para seus braços: eles não eram mais brancos. Eram de um tom rosado. Algo fluía dentro deles, e com toda certeza aquilo não era neve.

Não, era algo vermelho.

Tocou na própria cara. Os seus dedos estavam frios, muito frios. E logo percebeu a verdade estampada bem na cara com letras gigantes vermelhas fosforescentes.

Era um humano.

—Olha só quem eu encontreeeei! Encontrei alguém de cabelo azul com dedos roxos de frio. Mesmo hoje sendo o último dia de inverno, não acha que foi imprudente vir aqui vestido com esse pano fino?—Alguém jogou um cobertor em si

—Gakupo?—Kaito afastou-se—O que diabos você faz aqui?

—Visitando meu colega, oras—Ele colocou as mãos na cintura, como se fosse óbvio. Agora que Kaito enxergava melhor, ele não era mais tão branco como antes.

—Você virou um...

—Você também—Ele apontou para o azulado—Desejos de humanos são fortes, não? Sabe aquela garotinha de quem falei? O desejo dela era ter alguém como amigo. E quando eu disse que iria embora, ela começou a chorar, dizendo: 'você é meu amigo, não posso te deixar ir! Por favor, fique!' Foi quando uma luz mágica estranha me transformou em humano. Eu dou um jeito de sobreviver, mas vou ser amigo daquela garota, custe o que custar!—Ele sorriu

—Então, se eu me tornei humano, qual era o desejo dele?—Kaito virou a cabeça em dúvida

Gakupo deu uma voadora em Kaito, fazendo-o cair em neve e grama. Ele não estava lá muito feliz com pergunta idiota.

—BASTARDO! VOCE LITERALMENTE JOGOU ISSO NA MINHA CARA QUASE TODOS OS DIAS E NÃO CONSEGUE ENTENDER ISSO?—O arroxeado berrou, ficando por cima de Kaito. Tinha pegado sua gola, pronto para dar um soco, mas parou—"Eu quero estar ao seu lado". Quem é que ficaria em segundo lugar depois da mãe dele?

—Ah... Desculpa te preocupar, Gakupo.—Kaito suspirou, sorrindo por dentro—Estou muito feliz...

—Você é uma figura, não é...—Gakupo se levantou, oferecendo uma mão para o outro—Vamos começar de novo. Sou o mesmo que você. Meu nome é Kamui Gakupo, prazer.

—E eu sou Shion Kaito—levantou-se—Que déja vu!—ironizou

—Ah, não... Não comece.

E do outro lado da janela, as coisas ficavam amenizadas.

~

Len não parava de chorar.

Ninguém sabia o que fazer. Mas apesar da cena trágica que haviam presenciado, souberam o que Len passava a cada dia. E então caiu a ficha para todos eles, foi como uma dinamite explodindo. Len passava por um período mais difícil. É bem complicado.

Todos tinham ido para a sala e alguns davam tapinhas nas costas dele, abraços e desculpa, mas isso não era o suficiente para que ele recuperasse a confiança e o humor.

Sua mãe agora estava na tênue linha entre a vida e a morte, e não podia fazer nada,

Os que ainda ficaram foram alguns colegas meninos e as amigas de Rin. A cena havia feito ela derramar uma lágrima e ficar com a cara fechada. Não conseguia dizer absolutamente nada. Nem para ela mesma, nem para seu irmão.

Ela era sua protetora, e tinha que aguentar tudo na pele para proteger o irmãozinho. E agora só fazia o papel de bomba em sua frente.

IA colocou uma mão no ombro de Len, que levantou o rosto vermelho. Ela nada disse, só deu um sorriso reconfortante.

—Len...—Rin chamou—IA...

Len limpou as lágrimas e tentou sorrir. Não poderia deixar mais alguém sofrer por ele.

—Sabe, o que aconteceu nesses dois, três anos foi rápido e interessante. Posso ter um passado meio ruim, mas acho que consegui ter uma felicidade nesses anos. De certa forma, foi bom...—Len ouviu uma voz na sua cabeça, e repetiu o que ela disse—'O inverno é bem frio, mas... A primavera ainda está à espera'. E como dizem, a primavera é um novo recomeço... Certo?

—Len...—Se existisse uma profissão que misturasse fazer uma cara de raiva e chorar de felicidade ao mesmo tempo, Rin seria profissional—Eu quero te bater por falar algo tão triste, mas ainda estou feliz por você, irmão maldito.

—Ei, cuidado Len! Você vai apanhar de uma garota!—Oliver, um garoto que havia conhecido ha pouco tempo, berrou—Combate, Len!

—Dessa vez você não vai me derrubar!—Len subiu no sofá fazendo uma pose de ninja, se defendendo da irmã.

—Ah, é?—Rin sorriu, mostrando uma régua escolar

—Você não ousaria...

—Pagaria para ver?

E naquele simples momento de tristeza, surgiu uma imagem de felicidade, mesmo que momentânea. Colegas torcendo por um mini-confronto entre irmãos. Uma bollhinha de felicidade entre colegas. Uma coisa idiota no meio do sofrimento.

E Kaito e Gakupo sorriam por detrás da janela.

—Parecem estar se divertindo...

—Olha, uma plantinha florescendo—Kaito pegou uma flor que florescia no jardim—A primavera já chegou...

—Mais ou menos—Gakupo deu um risinho—Você sabia que essa flor é chamada de Aster tataricus? Aqui é chamada de Shion... É da cor dos meus cabelos, e tem o seu sobrenome. Contrariante não?

—Me desculpe, mas não tenho muito experiência como humano e nem você, então como você sabe disso?—O azulado virou-se para o outro, se enrolando no cobertor

—Soube disso faz pouco tempo. A garota que cuidava de mim sempre contava sobre as flores e seus significados. Ela adorava isso. Só não esqueci de seu nome justamente por causa disso, já que ela significa: 'Eu não vou te esquecer'. Bem legal, não?

—Sei que vou parecer meio intrometido, mas qual é o nome dela? Da garota?—Kaito perguntou—O meu é Kagamine Len.

—Ela é a menininha que está rindo à toa perto do seu garotinho.—Gakupo soltou um sorriso sincero—Ela é Megurine Luka, e parece que fez outro amigo verdadeiro.

—Hum, então temos de dar oi para eles. Temos que visitá-los.

—Você está maluco? Acabou de virar humano e quer já quer se socializar? Você ainda...

—Anda logo, já terminamos nosso objetivo—o azulado puxava a manga de Gakupo—Vai dizer que você não quer brincar de guerra de travesseiro?

—Disso eu não posso discordar, colega.
~

Os dois batiam na porta.

Len desceu do sofá.

—Quem será?

Todos olhavam para os garotos com cabelo azul e roxo.

—A primavera chegou!~—Gakupo sorriu, mas a sala toda estava com uma cara sem emoção, surpresos—Acho que estragamos o clima, colega.

—L-l-la... L-la...!—Kaito falava em sílabas

—Lá o que?

—LAREIRAAA~

O azulado correu até a lareira da sala dos Kagamine.

—Quenteee~ Quentinho~ Pensei que ia congelar...

Uma frase contraditória para um antigo boneco de neve.

—Len, meu caro irmão, Len...—Rin colocava a mão sobre o ombro dele, com uma alma assustadora, como se fosse matá-lo—Quem são esses ‘desconhecidos’?

—Bem, aquele que tá se esquentando na lareira é o Kaito Snowman... E esse aí... Quem é você?

—GAKUPOOOOO~—Uma figura de cabelos rosados correu e abraçou o amigo.

—WAHOOO!—o arroxeado caiu no chão—Luka, não se mata os coleguinhas com um abraço.

—Esse parece ser o Gakupo.—Len não fazia cara se surpresa e achava tudo normal.—Vou fechar a porta.

Rin ainda estava paralisada com os dois estranhos que haviam entrado.

—Ok, ok. Agora cansei! Quem são vocês?—Rin perguntou novamente

—Ah, lareiras são boas—Kaito sorria—Mas olha, eu fui um boneco de neve que ajudou seu irmãozinho a fazer coisas idiotas. Eu ajudei ele a muito tempo atrás, e agora, graças a ele, sou um humano.

A criançada ficou animada.

—Heeeeh? Você era um boneco de neve?

—Que incrível! Você sentia frio?

—O que acontecia quando o inverno acabava?

Kaito foi bombardeado por perguntas das crianças pequenas. Não, Kaito também era criança, só que um pouco mais velho e alto.

—Um... Boneco de neve?—O cérebro de Rin fazia o possível para tentar acreditar, mas não conseguia.

—Rin-chan, caso não saiba, a magia existe. Só é um pouco diferente do que parece ser.—Luka sorria—Só não sabia que o Len-kun também tinha um Snowman.

—E de onde eles surgem?

—Do desejo das pessoas. Somos formados assim. E se o desejo da pessoa for realizado, nós desaparecemos. Mas, se formos necessários para as pessoas, ficamos e... Nos transformamos em humanos. Legal, não?—Gakupo sorria

—É estranho, isso sim. Não sei como vocês vão fazer para viver aqui, mas sejam bem vindos.—A loira tentava engolir aquilo tudo.

—Rin-chan, a gente pode fazer um lanche para todo mundo?—Miku pedia

—Sim, sim! Vai ser legal!—Gumi também pedia

—Tá, mas não usem o fogão.

"Parece que... Tudo mudou", Rin pensava

Len não era mais aquele antigo Len. Medroso, mentiroso... Idiota. Ele era... diferente. Um pouco mais amadurecido do que antes. Assim como ela... E quem sabe, o resto?

—Rin. Parece que... A primavera começou—Len sorriu

—Hum...—A loira arrumou o cabelo, dando uma olhada na situação. Kaito sentado contava histórias para as crianças, enquanto outras estava na cozinha, com o máximo de cuidado, fazendo um lanche para todo mundo.—Qual escola você vai se inscrever, Len?

—Sei lá... A mesma que a sua, talvez. Te irritar é uma especialidade minha.

—Por favor meta a cara no chão e quebre algum osso—Ela continuava um 'doce' de pessoa—Não sei por que, sinto o mal pressentimento de que todo mundo aqui vai escolher o mesmo ginasial.

—Também estou com medo disso... Mas não vai ser tão ruim. A gente já vai conhecer as pessoas. Pode mudar muita coisa, mas não precisa mudar.

—Len... Quem és tu?

—?

—Você cresceu, pirralho.

—PIRRALHO? OLHA QUEM FALA! VOCÊ TEM A MESMA ALTURA QUE EU!

—Ah, tá duvidando é?

—Gente! Vai ocorrer outra briga de irmãos!—Oliver disse, chamando todos—A Rin pegou a régua de novo!

—E o Len pegou um caderno!

—Essas crianças... Nunca mudam.—Gakupo ria

—Se alguém quebrar um osso, você sabe que a culpa vai ser nossa né?—Kaito interviu

E é assim que termina o primeiro dia de primavera.

~

Essa é uma história sobre o amadurecimento, sobre crescer. Como o grande filósofo Len disse:

"As coisas podem mudar, mas não precisam mudar"


Notas Finais


YAY, capítulo final!
I'm happy, so happy! É muita alegria! UMA FANFIC DE VOCALOID COMPLETA! NÃO É UMA MARAVILHA? EU JÁ FALEI QUE TENHO TRAUMA COM ESSA CATEGORIA~ MAS, HOJE, EU, EUZINHA CONSEGUI FINALIZAR UMA FIC AQUI!
Obrigada a quem acompanhou até aqui.
Obrigada quem favoritou.
E quem comentou.
Sem vocês, não teria paciência e determinação para terminá-la.
Talvez nos veremos novamente, em uma fanfic crossover.
De que? De alguma coisa, esperem para ver.


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