História Só as Mães São Felizes - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Personagens Originais
Tags Fluffly, Mclennon, The Beatles, Yaoi
Visualizações 19
Palavras 844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


* OBSERVAÇÃO: Esta fanfic contém incesto e linguajar inapropriado, caso o tema central incomode, favor não prosseguir com a leitura!
* Os Beatles não me pertencem assim como qualquer personagem baseado em alguém real que aqui apareça.
* História plenamente fictícia, nada aqui apresentado tem compromisso com a realidade. Se passa em um universo alternativo.

Explicação para aqueles que liam minhas antigas fanfics e para os amigos e amigas maravilhosas que aqui encontrei: eu excluí todas as minhas fanfics antigas, e sim, tem um motivo. Eu já não mais me identifico com elas e já não mais as emxergava como sendo boas e proveitosas, então decidi investir em algo novo e espero que gostem, de coração. Estive durante este tempo em minha vida iniciando coisas novas e, querendo ou não, isto reflete naquilo que produzimos, então o conteúdo desta história pretendo fazer de maneira completamente diferente. Eu amo todos vocês, de coração, realmente espero que gostem <3

Capítulo 1 - O Início de Tudo


Fanfic / Fanfiction Só as Mães São Felizes - Capítulo 1 - O Início de Tudo

O fato era que a vida de Paul havia se tornado um monólogoNada de novo acontecia, nunca.

 

O dia era 20 de Julho, 1958. A mãe de seu melhor amigo (ou seja lá o que John Lennon fosse em sua vida) havia morrido atropelada e faziam apenas cinco dias. Era um porre para Paul ter que conviver constantemente com alguém bêbado batendo em sua porta de madrugada (não que já não estivesse acostumado com isso), mas agora era diferente. O motivo era outro. De qualquer forma, era um novo dia e McCartney estava sendo praticamente e patéticamente esmagado em sua própria cama por um corpo muito maior do que seu, que roncava alto e que provavelmente acordaria de mau-humor.

Eram cerca de três horas da manhã, da noite anterior, quando o jovem Macca fora drasticamente arrancado de seu sono para cuidar de um bêbado inconsequente que chorava e que não queria tomar banho, tão pouco ir para casa - e ser interrogado por sua tia. Bom, faziam alguns dias que isto havia se tornado rotina, querendo ou não, e Paul sabia que ele tardaria para se levantar então simplesmente trocou suas vestes e deixou-lhe um bilhete dizendo que logo voltaria (e que tinha comida na dispensa).

 

Pouco tempo após caminhar pelas ruas de Liverpool McCartney finalmente chegou à uma casa, ainda um pouco confuso pelo motivo o qual havia sido chamado lá, mas mesmo assim atravessou o gramado do quintal e bateu à porta encontrando com uma frígida senhora de aparência dura, como a de quem carrega um fardo por toda a vida.

- Senhora Smith! - Exclamou, sendo recebido pela tia que cuidara de John durante a infância e adolescência toda. 

- Oras, por favor, me chame de Mimi, está bem? - Disse dirigindo o garoto até uma das poltronas da sala de estar e o fazendo sentar. - Deve estar se pergundo o por quê de eu ter o chamado aqui hoje, certo? - Quesitonou-o recebendo um aceno de cabeça como resposta. - Paul... há algo que seu pai jamais vai lhe contar, mas eu acho justo que você saiba, acredito que possa ser difícil, mas tem que me prometer algo.

- Claro, Mimi... - McCartney fraziu as sobrancelhas, tenatando montar aquele quebra-cabeça e entender logo o que se passava. - Diga.

- Jamais diga à John que te contei isto. Ele não está preparado ainda para saber... e só Deus sabe o que pensaria de mim e de Julia por esconder durante tanto tempo.

- Proometo. - Respondeu Paul um tanto quanto hesitante. Como se já não fosse estranho o sulficiente toda esta situação, ainda se pegava numa pequena discussão interior acerca de seus sentimentos e sua autêncidade para com Lennon.

- Eu vou tentar ser direta, Paul. Me perdoe e a perdoe, por favor. - Disse Mimi seguida uma pausa com um longo suspiro. - Você provavelmente deve saber que quando John nasceu seu pai foi embora, aconteceram mais algumas coisas e depois ele voltou mas Julia negou-se a constituir uma família com ele, no final das contas fui eu quem acabou ficando com o menino e o criando.

- Sim... mas eu não entendo o quê isto tem de haver comigo? Por que está me contando isso, Mimi?

A mulher o fitava como se reconsiderasse sua decisão de lhe dizer o que estava prestes a falar.

- Neste meio tempo ela engravidou novamente, McCartney. Dissemos à John, de última hora, numa discussão que tivemos aqui com Julia, que era uma menina mas que não sabíamos seu paredeiro hoje... mas... bom, a verdade é que o bebê era um menino. Um menino que Julia abandonou. E eu te chamei aqui hoje, o resto eu acredito que você possa deduzir. - Sra. Smith olhava séria para Paul, esperando uma resposta, mas tudo o que vira foi um garoto boquiaberto com uma expressão chocada levantando-se como se fizesse menção para ir embora. - Ela é sua mãe biológica, Paul!

É claro, para McCartney o tempo havia parado. Tudo o que conseguia notar era o cheiro de cigarro que predominava no ambiente e o papel de parede ridículo que revestia o cômodo de toda a sala. Em sua mente, quase que num escândalo absoluto, uma voz gritava repetidamente coisas como "é mentira! É mentira!" enquanto realmente procurava um motivo para acreditar nisso. A primeira conclusão que tirou foi que iria ignorar este fato para o resto de sua vida e viver como se não soubesse disso tudo e nada jamais mudaria. Foi quando Mimi ressurgiu na sua frente perguntando-lhe se estava tudo bem, e, com um rápido sim, McCartney despediu-se e retirou-se em disparada para sua casa novamente, mal prestando atenção no caminho o qual percorria e tropeçando algumas vezes. Chegando lá, subiu correndo o pequeno lance de escadas e entrou em seu quarto batendo a porta estrondosamente apenas para se deparar com um Lennon sem camisa reclamando de dor de cabeça e dizendo um alto e ofensivo "porra" enquanto pressionava contra seus olhos as palmas de suas mãos.

 

Mas que merda.


Notas Finais


Gratidão à todos e todas que leram, pretendo atualizar aos finais de semana.
Os capítulos ao decorrer da fic serão mais longos, apenas este da introdução que é beeeem curtinho, mas não chegaram a mais de 5 mil caracteres (espero e acredito eu).

Quanto ao título: é uma homenagem a um músico o qual adimiro muito, e acredito que a letra esteja um pouco relacionada com a história, então por isso a escolha.
"Mas por que não uma música dos Beatles no título neste caso?" bom, eu quis fugir um pouco do padrão de títulos em inglês para histórias em português, e até tentei traduzir alguns mas não me agradou muito... de qualquer forma, espero que tenham curtido <3

**O.B.S. estive postando pelo celular, e pelo celular fica complicado de se pular a linha sem pular parágrafo, por isso, para demarcar parágrafo, pulei duas vezes. Me perdoem por isso, pretendo arrumar assim que possível!


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