História Só às vezes. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 3
Palavras 890
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Poesias, Shoujo (Romântico), Visual Novel

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


E aí pessoal ! Tudo belê? Espero que gostem da minha fic, ela é a segunda que eu faço. Ah, aproveitem e vão lá ver! O nome dela é The House Of Special Girls.

Ah, e se gostarem deixem o que acharam nos comentários! Boa leitura :3

Capítulo 1 - Eu consigo ver... ?


Todos os dias, eu faço a mesma rotina. Todos os dias, eu faço desenhos de como eu queria que a vida fosse.
Todos os dias, eu faço de conta que eu tenho uma vida legal.

Todo dia, imagino a vida com amigos
Todo dia, imagino ser feliz
Todo dia, imagino se seria bom se isso me acontecesse.

Isso pode virar uma das novas histórias que eu faço..? Talvez, mas acho que eles (meus leitores) não querem saber da minha vida. Mas mesmo assim...

Oi. Meu nome é Nathaly, tenho 19 anos e sofro de depressão. Não sei fazer amigos.Moro numa cidade melancólica num país melancólico, o nome não me lembro, pois é tão insignificante... Passo maior parte do tempo num parque aqui perto, vendo as crianças aleatórias brincando quase sempre tomo sorvete e caminho no meio-fio, tentando trazer a infância feliz de volta. Mas agora não dá.
Perdi meu pai num acidente de helicóptero, traindo a mamãe. Perdi a mamãe quando ela foi ver o pai no hospital, e encontrou outra "esposa" lá. Ela sempre foi muito frágil, teve uma infância difícil e sofreu muito, sua mãe não a amava e agredia ela psicologicamente. Então ela foi carregando tudo aquilo e se suicidou na frente deles dois, com um bisturi na bancada do quarto do meu pai.  Bom, agora não tenho uma família nem amigos. Talvez eu volte à faculdade ano que vem, tenho que tentar ser mais saudável.

-AISH! Isso tá uma porcaria, não consigo escrever nada legal de mim, na verdade nem tem algo bom na minha vida.Vou dar uma saída, refrescar o cérebro.
Apenas me levanto e calço meu tênis e pego o celular, estou com um vestido de bolinhas da mesma cor do tênis, dou uma olhada no espelho....Ok, melhor não vai ficar né? Abri meu celular, e coloquei uma música animadora, ao contrário dos 97℅ da população com depressão do mundo, eu tento me animar com músicas, não piorar a situação. Fui andando para uma pracinha bem longe de casa,poderia ir na praça perto? Óbvio que sim, mas eu prefiro vir nessa, tem mais crianças, acho que essa cidade é melancólica só pra mim mesmo sabe? Todos estão sempre rindo, talvez seja só um questionamento meu e da minha fragilizada consciência, tentando fazer eu pensar que não sou só eu aqui, melancólica ,triste,fragilizada e com "probleminhas de socialização", isso realmente tá subindo minha cabeça. Será que eu deva tentar ter alguma amizade?

-Olááááááááááá, Terra chamando você?? Tá aí??
-Hã...? Ah, oi.
-Qual é seu nome? o meu é Louis, nunca te vi aqui, talvez deve ser por quê sou novo na cidade.
-Eu também nunca te vi ,e venho aqui todos os dias. Falei seca.
-Hm.. Você não me disse seu nome.
-Meu nome é Nathaly.
-Eu sei disso!
-Então por quê você....Pera! Como você sabe?
-Por quê eu leio suas histórias, conheço sua vida de acordo com o que você posta.
-... Ok, você é um stalker?
-Talvez, conheci seu pai.
-Ladrão?
-Não, eu conheço ele desde que morava numa casinha numa cidade minúscula do Rio de Janeiro.
-Ué, como me achou?
-Ah, eu tenho o seu endereço.
-Ok, eu vou embora. Levantei e saí.
-Não! Volta aqui garota!
-Pode esquecer meu endereço, e não me siga.
-EI! ISSO que eu disse era mentira, não sei onde você mora! Só conheço suas histórias!  Pensei que seria legal vir para cá ver você, sou um grande fã seu.
-Deveria ter dito antes. Agora já era.
-Mas, eu quero conversar com você!
-Eu tenho problemas com amizade, não sei lidar com isso.
-Eu consigo! Não precisa ser minha amiga, só deixa eu ficar perto...
-ME DEIXA, NÃO QUERO TER MAIS UM PARA CONFIAR, E AMAR, E DEPOIS ME ABANDONAR COMO MEUS PAIS! AGORA, ME DEIXA SOZI... Ele me beijou. Isso é estranho, não sei lidar, nunca beijei ninguém. O que eu faço? Vou tentar fingir que nada aconteceu, como nos desenhos e filmes... Talvez, eu tente  fazer amizade com ele. Eu acho que não vou conseguir olhar pra ele. Ok, chega. Fomos nos separando depois de um tempo...
-Vo- você, vai me abandonar, como seus pais fizeram com você?
-Nã-Não, só finge que isso não aconteceu com a gente.
-Tá, mas vamos ser amigos?
-SIM!!!!! Como é ter amigos? Você tem? Eu quero ter mais amigos....
-Ei! Eu disse que eu vou te ensinar, não se precipite...
-Ah, tá bom então. Agora eu vou para casa.
-Ué? Tão seca?
-Eu falei que tenho problemas de socialização.
-Fica!!
-A -gente vai se ver amanhã. Para com isso.
-Ok, agora eu vou ficar assim igual à você.
-Ta. Tchau.
-AHHHHH, QUE SACO!  EU NÃO CONSIGO FAZER ISSO!!!! Ele disse apertando o rosto com força, eu tive que me segurar para não rir nessa hora, ele estava muito fofo! Que?
-Acho que você saiu do personagem. Disse me virando para ir.
-Ah é. Tchau então. Louis sorriu de orelha a orelha.
-Tchau! Sorri e mandei um beijo.
.
.
.
.
Será que ele vai continuar a falar comigo? Deve ser bom ter amigos... Agora eu posso falar que voltei pro Brasil, e melhores daquelas coisas todas.

Às vezes eu deitava na cama, pegava o celular e pensava se seria bom ter amigos.
Agora eu sei o quão bom é.

Pera um pouquinho... Como ele sabe do meu pai?


Notas Finais


Ook, gostaram? Não esqueçam de ler minha outra história !!

Bjos de pixels e 11010, pois não temos sentimentos dentro de dispositivos tecnológicos (eu sou estranha :) )


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