História So confused - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Mery, Miiko, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Exibições 195
Palavras 1.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


hashuhashu
então né gente
mais um capítulo
me desculpem pela demora
espero que gostem
~kissus~

Capítulo 2 - Sonho


Acordei com uma dor de cabeça horrível. Os problemas desse lugar estão longe de ter um fim.

Em alguns momentos eu desejo ardentemente voltar para casa, mesmo que eu adore ficar aqui. Isso aqui é tão surreal que chega a ser lindo.

Afinal não é comum alguém como eu ter contato com elfos, vampiros, sereias e essas coisas. Antes eu duvidava da existência destes.

Me levantei, tomei uma ducha rápida, coloquei um short azul turquesa, uma blusa branca com mangas longas, um sapato fechado beje escuro e optei por deixar meu cabelo solto mesmo.

-Bom dia!- Karenn me saúda assim que eu saio de “meu” quarto.

Karenn é uma vampira que faz parte da Guarda da Sombra.

-Bom dia Karenn. - eu digo sem animo – Você sabe de alguma poção contra dor de cabeça?

-Ann… - ela parece pensar – Eu não entendo direito de poções, você deveria pedir para Ezarel.

Eu revirei os olhos.

-Você sabe que eu não quero ter que respirar o mesmo ar que aquela peste. - respondo emburrada.

-Você deveria tentar se dar bem com ele, sei lá. - ela deu uma risadinha – Infelizmente ele que conduz a guarda em que você está. Vocês vão ter que ter contato de qualquer forma.

-Mas eu prefiro adiar nosso contato o máximo possível. - eu disse rindo.

-Você quem sabe. - ela deu de ombros – Mas espero que sua dor de cabeça melhore.

-Obrigado. - eu digo a ela enquanto nos despedimos através de gestos.

 

Eu caminho até a despensa, onde iria me alimentar e acabo esbarrando em Valkyon.

-Oh, me desculpe.- eu me desculpo.

-Hm, tudo bem.- ele diz já se afastando de mim.

É sempre assim, Valkyon quase não fala com ninguém, apenas quando é necessário ele fala alguma coisinha. O que eu acho bem chato, já que para dizer a verdade, eu sou louca para conversar direito com ele. Ele me atrai de uma maneira meio louca, bem além de fisicamente.

Eu sinto uma necessidade louca de conseguir conversar com ele, passar um tempo ao seu lado. Eu não pensei direito e acabei por segurar seu pulso antes que ele se afastasse mais.

Ele arqueou uma sobrancelha de modo a perguntar o que eu estava fazendo.

-É… é que eu… - eu não sabia direito o que dizer – Não é nada, me desculpe.

Eu soltei o seu pulso, ele apenas assentiu com a cabeça e se retirou do local.

MERDA! Eu nunca vou conseguir falar direito com ele.

Continuei andando até a despensa, mas minha dor de cabeça ficou mais forte me fazendo ficar estática no mesmo lugar.

Nunca senti uma dor de cabeça tão forte quanto agora, eu não consegui mover nem um músculo do meu corpo em função disso. Acabei por ficar tonta e desmaiei ali mesmo.

 

 

Eu estava correndo na floresta, com muito medo, mas não sabia ao certo de quê. Apenas corria como se minha vida dependesse disso, e dependia.

Mas uma voz em minha cabeça repetia freneticamente “Não tenha medo, você é mais forte.”

Parei de correr olhei para trás e vi Yvoni, uma ninfa das árvores. Ela tem seu corpo e cabelos cobertos de folhas. Me encarava tremendo. Eu nunca a vi antes, mas é como se eu já a conhecesse.

-O que foi?- eu perguntei me aproximando dela.

-Eu estou com medo dele…- ela disse tentando conter o choro.

-Dele quem?

-Dele… -ela apontou e eu me virei…

 

 

Acordei meio eufórica por causa do sonho. Por algum motivo eu não queria ter acordado, eu queria saber de quem ela estava com medo. Eu sentia que aquele sonho era real, se não foi agora, seria real em algum momento.

-Como você está?- Purroy me perguntou.

Purroy é um purreko, uma espécie de criatura que tem aparência semelhante a de gatos. Eles costumam ser responsáveis pelo comércio e coisas do tipo. Purroy é responsável pelo boticário do Alquimista.

-Acho que sim. - eu respondo meio confusa.

-Bem, eu não entendi muito bem o que aconteceu com você. - ele pareceu preocupado – Perecia que tinha uma espécie de magia tentando sair de seu corpo, por isso que você sentiu esse mal estar.

-Que magia é essa?

-Não sei direito. - ele parecia pensar em algo – Eu nunca presenciei algo do tipo. Mas mesmo assim eu te dei uma erva analgésica e parece que a dor passou.Certo?

Assenti com a cabeça.

-Agradeça a Ezarel, se ele não aparecesse a tempo eu não faço ideia de como você estaria agora. - Purroy disse.

-Como assim Ezarel? Ele me ajudou?

-Sim. Ele parecia louco de tão preocupado, mesmo sendo um mestre de alquimia ele não sabia o que fazer. - Purroy me olhou de forma curiosa – O que mais me surpreendeu foi que ele não saiu do seu lado em nenhum momento.

Eu olhei ao redor e não o vi.

-Ele acabou de sair para buscar meu pagamento, já que você já tinha apresentado melhora. - Purroy pareceu ler meus pensamentos.

Eu não sei o que pensar sobre isso. Ezarel preocupado comigo? Como acreditar nisso?

Pelo que vejo eu o devo agradecimentos, vou o agradecer lhe presenteando com mel. Ezarel é um maníaco por mel.

-Muito obrigada Purroy.

-Não tem de quê. Agora eu tenho que ir, até mais. - ele se despediu de mim e eu lhe acenei com a cabeça.

Fiquei deitada por mais algum tempo refletindo sobre tudo o que aconteceu. O sonho estranho que eu acabei de ter era o que me preocupava mais.

Acho que todos esses problemas com os pedaços do Cristal estão me deixando louca, tudo que acontece comigo eu tento associar com esses problemas. Acabo suspeitando de tudo, até mesmo dessa porcaria de sonho.

-Está melhor?- Nevra me pergunta entrando no quarto – Acabei de saber que você passou mal,me desculpe por não ter vindo antes.

Ele se senta na ponta da cama.

-Tudo bem não se preocupe. - eu digo apertando sua mão na tentativa de passar conforto a ele – Estou melhor agora.

-Que bom. - ele deu um sorriso fraco.

-Você parece cansado. O que aconteceu?

-Os problemas só estão aumentando. - ele suspirou – Captaram uma magia sendo extraída em algum ponto da floresta. Alguém tentou fazer algo bem suspeito naquela região.

-Espere!- eu disse alarmada – É perto de onde ficam as ninfas das árvores?

-Sim. Por que?

-Eu preciso ir lá.- eu disse eufórica – Eu sonhei com isso, eu preciso conversar com a Yvoni.

-Yvoni? Quem é essa?- Nevra me pergunta.

-Eu não sei ao certo. - eu suspirei – Eu de certa forma sinto como se a conhecesse, por causa do sonho.

-Ei, ei, calma.- Nevra me fez voltar para a cama e tentava me acalmar – Não deve ser nada, foi apenas um sonho.

-Mas de qualquer forma eu preciso confirmar isso.- eu disse confiante.

Ele bufou.

-Então mais tarde eu irei com você. - ele sorriu para mim – Agora que eu já vi que você está bem, eu estou indo.

Ele me deu um beijo na testa e saiu do quarto, mas assim que chegou na porta ele trombou com Ezarel. Eles se encararam de uma forma mortal que eu não entendi. Os dois não são amigos? Por que estão se olhando dessa forma?

-O que faz aqui?- perguntou Nevra.

-Ajudando ela. - respondeu dando um sorriso de lado- Algo contra, sanguessuga?

Nevra fechou ainda mais a expressão.

-Não. Nada contra. - Nevra disse e saiu do quarto por fim.

-Como está?- Ezarel me perguntou.

-Estou assustada. - ele fez uma expressão de confuso – É porque é muito estranho ter você cuidando de mim.

Ele riu.

-Primeiramente eu não estou cuidando de você, eu só te ajudei. - ele deu um sorriso de lado.

-Você não é uma má pessoa afinal. - eu disse brincando.

-Não se acostume.- ele fez uma expressão séria e eu ri.- É sério, foi a primeira e última vez.

-Tudo bem. - eu disse ainda rindo.

-Eu só te ajudei porque iriam me azucrinar se eu não o fizesse. Se fosse no meio de uma floresta ou algo do tipo, eu deixaria você morrer.

-Se convença disso. - eu fiz um olhar de provocação – Você é fofo quando tenta se fingir de bad boy.

Ele franziu a testa em sinal de descontentamento, e saiu rapidamente do quarto.

 


Notas Finais


Ahhhhhhhhhh Ezarel seu falso bad boy
que delicia esse mininu gente
oh lá em casa
espero que tenham gostado
em breve sai capítulo novo
~kissus~


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