História So dangerous – Imagine Namjoon - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster
Tags Bangtan, Bts, Jimin, Jungkook, Kim Namjoon, Namjoon, Sexo, Submissa, Submissão
Exibições 101
Palavras 2.276
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaá!!!❤
Minha primeira fanfic de "submissão", se é que posso chamar assim, mas tudo bem, me digam o que acharam desse primeiro capítulo e se devo continuar.❤
Obrigado.❤

Capítulo 1 - Meu dono.


   Estava me sentindo sufocada, minha respiração estava desregulada, meu coração parecia sair pela boca, mas eu tinha que me manter minha postura de mulher independente.

– Eu não estou fazendo isso por que eu quero. – Aquelas palavras saíram da minha boca com cautela.

– Não é questão de querer. Você vai casar comigo. – Me olhou com frieza. – Seus pais já conversaram com os meus.

– Meu pais não sabem o que eu quero para minha vida. – Falava com minha postura.

– Nem você sabe. A qualquer momento poderia virar uma prostituta.

   O encarei.

– Dinheiro está em jogo, meus pais te compraram. – Limpou sua boca com o pano. – Eu estou completando trinta anos e tenho que me casar.

– Poderia escolher qualquer mulher, sem compra-lás.

– Todas elas são fáceis, não gosto de ganhar as coisas, gosto de conquista-lás. – Novamente seu olhar sobre mim.

   Enfiei um pequeno pedaço de carne dentro de minha boca.

– Sabe que quando se casar e começar morar comigo as
coisas vão mudar, não sabe?

– Sei, só poderei te chamar de Namjoon na frente de amigos e familiares, e Senhor Kim na sua frente. Terei que aprender a te obedecer.

– Seu pais te ensinaram direito. – Um sorriso cínico formou em seu rosto. – Sairá apenas comigo e passará maior parte do tempo em casa, e sairá quando eu der permissão.

– Você parece ser um homem ocupado. – Terminei meu pedaço de carne.

– Não ache que com elogios vou aliviar para você. – Balançou sua taça de vinho. – E sim, sou um homem ocupado.

– Você é calmo.

– Não queira me ver furioso, por isso, aprenda a me respeitar. – Deu um gole em sua taça,

– Não vou te desrespeitar. – Olhei para baixo. – Não quero sofrer.

– Se fizer tudo direito, não irá sofrer.

– Dormiremos juntos? - Perguntei olhando em seus olhos,

– Ingênua. – Soltou um riso abafado. – Não estamos nos casando de verdade.

– Mesma casa, mas quartos separados. - Olhei para baixo novamente. – Eu já entendi. – Briquei com meus dedos.

– Não quero desapontar nossos pais. Temos que fazer esse "relacionamento" – Fez aspas com os dedos. – dar certo.

– Eu só quero me ver livre de você, o mais rápido possível. – Olhei seus olhos, estavam arregalados.

– Sabe que não vou aceitar esse tipo de comportamento. Irá receber punição por isso.

– Só devo responder o necessário, só falo quando me perguntar e quando eu precisar falar com você.

– Boa menina! - Se levantou. – Já está na hora de ir para casa. Levante-se.

   Me levantei olhando para o chão. Namjoon colocou a mão nos bolsos e fomos ao seu carro, onde me levaria para casa.

   Eu e Namjoon, nos conhecemos a uma semana atrás, os pais dele precisavam de uma menina, que tivesse pais com dinheiro e poder.

   Queriam que o filho fosse visto com uma pessoa da alta classe, não com qualquer submissa por aí. Bom, submissão era que Namjoon estava fazendo comigo.

   Meus pais também eram ricos e tinham poder, mas não esbanjavam o que tinham, como Namjoon, meus pais para falar a verdade, eram bilionários. Eu tinha dois irmãos, meu irmão mais velho já tinha uma esposa, e um filho, meu irmão mais novo, ainda morava com meus pais, por que ainda estudava.

   Eles me compraram por quinhentos milhões de wons. Um bom dinheiro investido em uma garota. Pareciam está realmente desesperados por isso.

   Seu filho assumiria a empresa, ou o grande prédio, daqui a alguns dias, e ser um homem com trinta anos e com muito poder, mas sem nenhum esposa, era vergonhoso. Sinal de que não tinha nada que pudesse fazer, apenas esperar.

   Isso era apenas para o status do filho. Namjoon disse para eles que gostava muito de mim e que me cuidaria, tudo isso para não mostrar o verdadeiro Namjoon, aquele que comandava.

   Meus pais queriam me ver namorando um homem com bastante poder, por isso, essa oferta veio com benefícios para todos, menos para mim, que teria que servir a ele.

   Nos saímos está noite juntos, para jantar, meus pais arranjaram um encontro com ele, me ver fora de casa era raro, gostava de programas de televisão, jogos de tabuleiro. Coisas simples. Que neste momento, não tinham mais nenhum tipo de prazer em ser feito. Apenas chatisse.

– Obrigada pela noite. – Me curvei. – Digo ao meus pais que foi o melhor jantar possível.

– Tudo bem. – Seus olhos frios e seu resto cheio de nada. – Digo o mesmo para os meus.

   Se virou e foi embora, fui até em casa com as chaves balançando, um pé de cada vez, minhas mãos pareciam trêmulas. Abri a porta e vi meu pai, sentado em frente a TV com seu copo de whisky.

– Boa noite pai! – Me curvei.

– Como foi o encontro com Namjoon? – Perguntou sem exitar.

– Foi muito bom. – Sorri.

– O que vocês fizeram? – Arrumou o óculos em seu rosto.

– Saímos para jantar. – A casa estava calma. – Onde está a minha mãe e os meus irmãos.

– Eles saíram, foram gastar um pouco. – Voltou seu olhar para a televisão.

   Não o perguntei mais nada, fui ao meu quarto, aquele vestido longo estava me matando. Apesar de ser noite, aquele vestido preto me fazia querer morrer.

   Tirei minha roupa e fui logo para de baixo do chuveiro, onde ficaria pensando por um bom tempo.

   Amanhã...

   Amanhã eu iria me mudar para a casa de Namjoon, nos casariamos daqui a um tempo, queriam ver como a mídia reagiria a tal coisa.

   Todos o país conhecia Namjoon e a família rica dele. Ele já se meteu em várias coisas ilegais, mas como sempre, os pais dele sempre os livraram.

   Eu não queria me casar agora, queria conhecer alguém que eu gostasse de verdade. Queria casar com alguém que eu gostasse de verdade. Não com qualquer homem que meus pais arranjassem para mim.

   Saí do banheiro e coloquei um pijama, já que estava muito cansada. Peguei meu livro no criado-mudo, e comecei a ler. Logo vejo a porta ser aberta.

   Era meu irmão.

– Oppa! – Me levantei. – Estava com tanta saudade. – O abracei.

– Também estava. – Correspondeu ao meu abraço.

– O que faz aqui essa hora?

– Vim me despedir de você, amanhã não vou poder vir.

– Ah... - Me sentei na cama. – É isso.

– Eu sei que você não quer casar com ele, mas nossos pais estão ganhando para isso. - Se sentou ao meu lado,

– Eu não gosto disso, eu não gosto dele.

– Eu sei que é difícil, mas terá que se acostumar. – Passou a mão em meus cabelos.

– Você tem sorte, não foi forçado a casar com sua esposa.

– Não é bem sorte, eu só gostava dela a muito tempo, e começamos a namorar, até casarmos.

– Mas não foi forçado. – Sorri. – Por um lado, vou sair desse inferno, nossos pais só brigam.

– Você é tão positiva, sempre vendo o lado bom nas coisas. – Passou a mão nos cabelos. – Eu preciso ir. – Beijou minha testa.

– Por que tão rápido? – Fiz cara de choro. – Eu vou morrer. – Estendi meu braço.

– Boa noite! – Sorriu saindo do quarto.

– Boa noite Jiminnie! – Gritei do meu quarto.

   Deitei em minha cama e logo adormeci.

[...]

   Acordei as oito horas, já que Namjoon me buscaria as nove. Fui até o banheiro, fiz minha higiene e coloquei uma roupa que fosse de acordo com a ocasião. Peguei minha mala e meu livro e logo desci.

   Meus pais estavam na sala de jantar, tomando café da manhã.

– Bom dia. – Me curvei.

– Já está pronta esse horário? – Minha mãe perguntou.

– Não queria me atrasar. – Me sentei na mesa. – Ontem a senhora saiu com Jimin e Jungkook?

– Sim. Jimin foi ao seu quarto ontem, não foi? - Me encarou.

– Sim. Ele disse que não poderia vir aqui hoje, por isso estava se despedindo. – Passei geléia na torrada. – Jungkook já saiu? – Perguntei enfiando a torrada na boca.

– Não, eu ainda estou aqui. – Ouvi a voz de Kook atrás de mim.

– Está acordando muito tarde. – Falei.

– Fui dormir muito tarde ontem, Noona. – Se sentou ao meu lado. – Ele vai chegar que horas? – Perguntou.

– Nove horas. – Ouvi um barulho na porta. – Ou agora.

– Ji Sun. – Meu pai me chamou. – Atenda a porta.

   Me levantei e fui abrir a porta, quando abri era ele mesmo. Kim Namjoon.

– Bom dia Ji Sun. – Namjoon disse.

– Bom dia Namjoon. – Me curvei.

– Entre Namjoon. – Minha mãe o chamou.

– Me desculpem, não posso ficar. – Sorriu. – Já estou atrasado.

– Ah sim! – Meu pai disse. – Sendo assim, acho que já pode ir filha.

– Tchau noona. – Jungkook me abraçou.

– Venho para te visitar. – Abracei ele. – Tchau pai, tchau mãe.

   Peguei minha mala e meu livro, fomos até o carro sem nos falar, ele colocou a minha mala no porta malas e entrou no carro.

– Não parece muito feliz. – Passou a mão nos cabelos.

– E não estou, Senhor Kim. – Abri o livro.

– Não está aqui para ser feliz, e sim para me obedecer.

– Sim. – Olhei para frente. – Eu entendo, senhor.

   Demoramos um pouco até chegar na casa, que era enorme, o portão que dividia a rua da casa era grande e de ouro, mostrando a riqueza de Namjoon.

   Tirou a minha mala do carro, e entramos na casa. Que era também muito grande. Me levou até um quarto.

– Esse vai ser seu quarto. – Parou na porta.

   Não era um quarto pequeno. Tinha uma cama, um banheiro, uma televisão. Tudo que eu precisasse estaria ali.

– Agora eu preciso conversar com você. – Se sentou na cama e deu algumas batidinhas na cama, para me sentar. – Sabe o que tem que fazer?

– Sim, Senhor Kim.

– Diga-me.

– Só posso te responde com Senhor e com Senhor Kim. Não posso invadir sua privacidade, mas o senhor pode fazer o que quiser comigo, não posso o responder com arrogância ou com algo que o senhor não goste. Sempre pedir permissão para sair de casa. O único homem que posso falar é com o senhor. Tenho que fazer tudo o que me mandar fazer.

– Pensando bem, me chame apenas de Kim. – Encarou meus olhos cheios de medo. – Não quero te machucar. – Passou sua mão em minha bochecha.

– E eu não quero me machucar. – Segurei a mão dele.

– Tenho que ir agora. – Se levantou. – Nos vemos a noite. – Saiu do meu quarto arrumando seu paletó.

   Ele estava sendo legal comigo? Ou era impressão minha? Ele não estava falando alto ou brigando comigo, como normalmente fazia, quando estávamos juntos.

   Me deitei na cama me espreguiçando, ainda estava cansada da noite passada. Minhas costas doiam e meus olhos lacrimejavam.

   Resolvi dormir um pouco.

[...]

   Acordei tempo depois com a empregada me chamando.

– Senhora Ji Sun, o almoço está pronto. – Sorriu.

– Ah, eu já desço. – Esfreguei meus olhos.

   Se curvou e saiu do quarto. Me sentei na ponta da cama tentando entender onde estava.

   Desci as escadas e fui a cozinha. Peguei meu almoço e me sentei no chão da sala, com as costas apoiadas no sofá.

– Pensei que se comesse na sala de jantar, não no chão em frente a TV. - Escutei a voz de Namjoon.

   Na mesma hora me levantei.

– Me desculpe, isso não irá acontecer de novo.

– Espero que não aconteça.

– Por que chegou cedo? – Perguntei.

– Que eu saiba, não te devo satisfação.

   Abaixei minha cabeça e fui até a sala de jantar terminar meu almoço. E ele parecia ter vindo atrás.

   Me sentei em uma ponto, e como já imaginava, ele sentou na outra. Ficamos de frente a frente, me sentia pressionada, estava me vigiando.

– Não sei por que sempre pede desculpas quando eu estou te reprimindo.

– Se você está me reprimindo, é por que estou errada.

– Você? – Arqueeou uma sobrancelha.

– Desculpa, o senhor.

– De novo. – Bateu na mesa. – Pare de me pedir desculpas. Eu me sinto mal, ao ouvir todas as vezes, você me pedir desculpa.

– Tudo bem. Não te peço mais desculpas. – Coloquei comida em minha boca.

– Sabe de uma coisa. – Me olhou. – Desde semana passada, estou doido para te foder.

   Aquelas palavras fizeram meus olhos se arregalarem de leve.

– Pensei que não quisesse nada comigo, apenas um casamento falso.

– Pensou, mas, eu te comprei, posso fazer o que eu quiser com você.

– Kim. – Larguei meus hashis. – Eu não quero fazer nada com você.

   Levantou seu olhar sem ao menos levantar sua cabeça.

– Tenho que ir trabalhar. – Se levantou deixando seu prato lá em cima. – Mas quando eu voltar, eu quero você lá em cima. – Deu um sorriso de lado e saiu.


Notas Finais


Obrigada por ler.❤


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