História So Dangerous - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Chloë Grace Moretz, Max Irons
Personagens Chloë Grace Moretz, Max Irons, Personagens Originais
Tags Ação, Chloe Grace, Drama, Max Irons, Romance, Violencia
Visualizações 4
Palavras 1.603
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeeeeeey, eu fiquei um bom tempo sem postar por que eu estava ocupada com a escola, e com isso não parei na frente do pc pra poder escrever. mas enquanto eu fique longe eu pensei em vários rumos que eu poderia dar a essa história, então esperem por que vai vir muita coisa boa ainda!!!

Capítulo 3 - As voltas que o mundo dá


Sabe quando estamos sonhando, mas parece real? Então, é o que estou sentindo, só que inversamente.

A casa, ou melhor, mansão, é enorme, e linda. Cheia de escadarias e portas antigas, como se lembrassem a realeza. Tudo é novo, branco, brilhante, e parece muito caro. Eu observo sim, me culpo em parte por isso, mas estou em uma festa de um empresário rico, famoso e que possivelmente tem muitos inimigos, não vou dar mole e me meter em confusão.

O anfitrião surge no topo da escada principal como um rei que se ergue diante de seu reino. Ele não é velho como eu esperava, pelo contrário, é novo, deve ter uns 24 anos, tem um rosto bonito, de fato, mas não é tão charmoso quanto aparenta. Ele inicia a noite com um brinde ao seu sucesso. As luzes se apagam e a musica começa.

A batida e a vontade de dançar me vencem, vou pra pista e começo a dançar. Pego uma taça e viro sentindo o gosto da vodka descer queimando. Jennie também esta dançando, mas acompanhada. Ela sorri pra mim e eu percebo que vou voltar sozinha pra casa.

Depois de 3 musicas sinto que alguém me observa. Olho em volta e vejo o dono da festa descendo as escadas me encarando descaradamente. Me sinto um pouco incomodada então vou para o outro lado da festa.

Passo por um grupo de homens com charutos e ouço um pouco da conversa deles

“Aquele moleque insolente fez 24 agora e se acha o rei do mundo”

“Paciência, ele não vai durar muito, logo o cargo será nosso”.

Depois de escutar isso finjo que nada aconteceu e continuo a andar, vou para um lugar mais vazio e pego outra bebida.

- Eu vi você dançando, dança muito bem.

Olho para o lado e vejo o famosinho me encarando, não vou conversar com ele, não o conheço e nem quero. Saio dali e encosto na parede, e o mesmo me segue.

- Meu nome é Ethan– ele diz tentando iniciar um assunto

- Legal, a propósito, bela festa – digo tentando não parecer muito grossa

- que bom que esta gostando – ele disse dando um sorriso – não vai me dizer seu nome princesa?

Olho pra ele tentando entender onde eu dei intimidade pra ele me chamar de princesa, então para acabar logo com aquele assunto eu respondo um pouco mais grossa.

- Não dou meu nome e nem telefone, onde é o banheiro?

Ele olha pra mim como se estivesse me estudando, mas depois para e pede para eu segui-lo.

- vou te levar ao banheiro, um que não esteja ocupado ou sujo de bebida.

Agradeço balançando a cabeça e ele me leva até onde ficam as bebidas, depois vira em um corredor, seguimos até o final e subimos uma escada, ele abre uma porta e é um quarto de hospedes.

- pode usar, os convidados preferem os quarto do terceiro andar.

Vou até o banheiro e tento amenizar minha cara de bêbada, daqui a pouco teria que pegar um taxi e não quero parecer muito mole pra dar o endereço, sabe se lá o que podemos encontrar a essa noite.

Saio do banheiro e vejo que ele estava me esperando na porta do quarto, devo ter feito uma cara muito estranha por que ele tentou se explicar rápido e se embolou mais ainda.

- Eu só fiquei aqui por que eu vi que tinha uns caras te olhando também e eles já estavam bêbados, ai fiquei pra não te acontecer nada.

Fiquei um pouco surpresa com a confissão, mas não liguei, se ele tentar alguma coisa não ligo se ele é um empresário poderoso ou só um filhinho de papai, eu vou me defender.

- Você também tem muitos inimigos hein, tem uns que estão doidos pra tomar o seu lugar.

Ele da um suspiro e senta na cama, sinto que toquei em um ponto sensível. Me aproximo e sento ao seu lado. Paro pra reparar em seu rosto e admito, ele não é feio, muito pelo contrário, é bem bonito na verdade, mas está com olheiras, com o rosto cansado.

- Você deve estar falando dos meus tios. Na verdade eu nem sei por que eu estou com a empresa agora, mas a história é que o meu pai teve um ataque cardíaco há três meses e faleceu e eu como filho herdeiro tive que ficar com o cargo.

Ficamos em silêncio apenas escutando o som das nossas respirações. Ele mal me conhecia e me contou sua pequena história e pela primeira vez naquela noite eu não vi um “playboy que ganhou na vida ao nascer”, eu só vi um ser humano qualquer, sem títulos, apenas um ser humano como eu.

- Chloe – disse depois de um tempinho. Ele me olhou confuso e eu lhe dei um sorriso, o mais sincero que ele receberia naquela noite de festa. – Chloe, é o meu nome, e a partir de hoje seremos amigos, amigos sinceros e pelo que eu to vendo você ta precisando.

Ele processou o que eu disse e sorriu, iniciando uma risada gostosa.

- Não é rude você vir a minha casa e me insultar de solitário e antissocial?

Parei e pensei, realmente era, mas não liguei e voltamos a conversar normalmente, nós trocamos os nossos celulares e descemos de volta a festa que ele disse que iria conversar com outros convidados.

- Bom, já deu a minha hora, já são 3 da manhã e eu não quero ter uma ressaca daquelas. – disse me aproximando de novo dele.

Ele insistiu pedindo que eu ficasse, mas depois de discutirmos bastante ele concordou que depois poderia ficar muito tarde, pra mim.

Me despedi dele e peguei um taxi pra casa. Dentro do carro fiquei repensando tudo o que aconteceu nessa noite e em nenhum momento me passou pela cabeça que hoje eu iria virar amiga de um empresário famoso.

Cheguei em casa me arrastando pela porta cogitando a ideia de dormir no sofá e decidi que iria subir pro meu quarto mesmo. Do alto da escada dei boa noite ao meu pai e em resposta ouvi resmungos e a porta da frente batendo avisando que ele tinha saído.

Achei estranho, meu pai nunca saía a essa hora, não no meio da noite. Essa semana ele tem andando diferente, mas não comentei nada com ele nem minha mãe.

Desci as escadas de novo pra me certificar que estava tudo trancado e poder subir pro meu quarto sem ter que me preocupar ao dormir. Troquei minhas roupas por um blusão simples preto e dormi ainda pensando na noite.

As voltas que o mundo dá...

(quebra de tempo)

Acordei com um barulho no andar de baixo e me apressei em colocar um short pegar meus chinelos pra descobrir o que se passava e a cena que vi foi a que, mas me doeu o coração.

Meu pai estava completamente bêbado, e não eram nem 9:00 ainda.

-Pai, larga essa garrafa, toma um banho e vamos tomar café – O chamei com calma e ele pareceu me notar na sala. Seus olhos estavam vermelhos indicando que havia bebido muito.

- Pai? Eu não sou o seu pai – ele disse debochado dando mais um gole em sua garrafa

- Como não? – ri tentando entender de onde ele tirou esse assunto – Você se casou com minha mãe e eu nasci. Vamos me dê a garrafa – tentei mais uma vez pegar na garrafa e ele levantou de supetão me assustando.

- Idai que eu casei com sua mãe? Não significa que eu sou seu pai! E vamos aceitar né Chloe, você não se parece nada comigo. – ele berrou e eu pude sentir o hálito de vodka mesmo estando longe

- Não... Você não está falando coisas com sentindo, me da a garrafa...

- Ah, por favor, Chloe, aceita que sua mãe é uma vadiazinha qualquer. Ela me traiu antes de nossa lua mel. ELA ME TRAIU UMA SEMANA DEPOIS DA CERIMONIA! – Ele berrou mais uma vez tacando a garrafa longe fazendo seus pedaços se estilhaçarem na parede

A essa altura eu já estava chorando horrores, mas não de soluçar, as lágrimas simplesmente escorriam pelo meu rosto sem parar.

- V-vo-você é o meu pai – a cada palavra eu sentia mais lágrimas e meu nariz começou a ficar entupido também, o que me dificultou a falar e respirar. Eu nunca chorei na frente dos meus pais, mas eu já não estava ligando se estava soluçando ou não – Minha mãe não...

- JÁ CHEGA! ELA ME TRAIU! E VOCÊ NÃO É MINHA FILHA! EU NUNCA DEVERIA TER CRIADO A FILHA DE OUTRO COMO SE FOSSE MEU SANGUE – ele cortou minha frase antes que eu pudesse terminar

Não iria discutir com ele, ele estava sobre o efeito de álcool e provavelmente ele só tinha dito um monte de merdas sobre a minha mãe por causo disso. Vendo que eu não iria acreditar naquelas acusações, ele foi cambaleando até a cômoda ao lado da televisão jogando tudo que tinha nela no chão.

Ele virou pra mim e por um segundo eu senti medo. Ele veio em minha direção e por instinto eu dei um passo pra traz. Com a maior cara de ódio que eu vi em toda minha vida ele me jogou um envelope branco.

Ao abrir percebi que minhas mãos tremiam. Passei meus olhos pelas folhas e tentei focar o máximo que pude por causa das lágrimas.

Foi então que eu percebi.

Ele realmente não era o meu pai

E isso estava comprovado

Pelo teste de DNA a minha frente.

 

As voltas que o mundo dá... 


Notas Finais


Agradeço muito ao meu celular agora por estar com total de bateria e estar na melhor playlist do mundo (no caso a minha)
Beijoooos, até o próximo capítulo!!


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