História Só Deus sabe o quanto te amo, só Deus sabe! - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias A Feia Mais Bela
Personagens Aldo Domenzaín, Alicia Ferreira, Erasmo Padilla, Fernando Mendiola, Julieta Solís de Padilla, Letícia "Lety" Padilha Solís, Márcia Vilarroel, Omar Carvarral, Personagens Originais
Tags A Feiamaisbela Jaimecamil, Afmb, Angélicavale, Conceitos, Conceptos, Ferley, Fernando, Lety, Lfmb, Mendiola, Padilha, Padilhamendiola, Valecamil
Visualizações 106
Palavras 2.945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eiii voltei.
Desculpem a ausência, mas precisei de um tempo pra mim e pra organizar algumas coisas. Prometo tentar atualizar a fic sempre que possível. Não desistam de mim. 💚💚💚

Capítulo 24 - Cap 24


-Você viu? Estou perdida. -Lety falou já no restaurante. -De um lado Luigi me pressionando pela Aurora, do outro Vera me pressionando por Luigi. -Suspirou. -Eu estou num túnel escuro sem previsão de encontrar a luz.

   -Infelizmente terei que dizer a você que, ou Aurora aceita a proposta de trabalhar nessa campanha, ou perdemos o Luigi e a campanha. -Fernando falou. Naquele momento ele não achava mais a situação tão engraçada.

   -Eu não sou atriz seu Fernando, não sou modelo, não saberia agir como uma. -Disse nervosa balançando as pernas em baixo da mesa.

   -Você não precisa fazer isso Lety. Esqueça, vamos deixar o Luigi sem Aurora e se ele se demitir e perdermos o projeto, que se dane. -Ele falou por fim decidido.

   -Isso é impossível.  Essa campanha é milionária. Com os lucros poderíamos chegar muito perto do valor que a Conceitos deve a Aldo.

   -Lety, na segunda feira todo o valor da venda da minha casa já vai estar disponível.  Com isso teremos pago metade do valor da dívida, antes mesmo de finalizar o segundo mês. -Fernando pegou a mão dela e beijou com carinho.

   -E com os lucros dos comerciais essa dívida diminuiria para menos de 2 milhões Fernando. -Pela primeira vez ela o chamou apenas pelo nome e sem que precisasse forçá-la a isso. -Não sei se vou conseguir atuar, mas talvez percebendo que Aurora é uma péssima atriz, Luigi desista dessa história.

   -Lety, você não vai se expor dessa forma.

   -Sim, eu vou. -Suspirou. -Não vou deixar que a Conceitos perca tanto dinheiro por minha causa. Eu causei essa situação e eu vou consertar tudo isso. -Disse com firmeza. -Aurora Mayer vai aceitar esse trabalho.

   -E seus pais? -Fernando estava realmente preocupado com aquilo.

   -Vou conversar com a mamãe,  explicar a ela toda essa situação e pedir seu apoio. Papai não sabe de nada e se tudo der certo, nunca vai saber. -Leticia baixou a cabeça. -Você me ajuda com isso? Vou precisar da sua ajuda e da ajuda da Carol.

   -É claro que sim Lety. -Fernando sorriu com ternura. -Qualquer coisa por você.

   -A pior parte nem será aparecer de Aurora e sim aguentar o Omar. Deus me ajude. -Disse revirando os olhos.

   -Bem, ele fará questão de participar de todo o projeto só para estar perto de você, ou melhor, da Aurora. -Fernando imitou a voz fria que Lety havia criado para sua personagem.

   -Bem, quanto a isso o fato de Luigi estar tão encantado por Autora,  pode ajudar. -Sorriu. -Aurora pode ter um ataque de estrelismo e exigir que Omar fique fora das gravações. -Ela disse vitoriosa.

   -Seria um começo. -Fernando deu de ombros.

   -Além disso sei que você e Carol podem mantê-lo ocupado com o trabalho. -Riu. -A não ser que queira  ele atrás de mim em tempo integral. -Leticia tinha aprendido a provocar Fernando.

   -Não,  claro que não. -Fernando se fingiu de bravo. -Vamos pedir o almoço logo. Quero ir para casa terminar aquela bagunça.

   -Esta bem.

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   -Então ele a trocou pela assistente feia? - Gabriel perguntou depois de ouvir a história de Marcia.

   -Sim. Não só me trocou, mas me traiu e se apaixonou por ela. Talvez essa seja a pior parte. -Marcia suspirou. Gabriel havia ligado para ela cedo convidando-a para almoçar. Como não tinha nada mais a fazer, decidiu aceitar. -Não sei como nunca percebi, eles viviam o tempo todo andando pra cima e pra baixo. Toda vez que eu ligava, ele estava com ela. -Marcia estava com o olhar perdido enquanto falava.

   -Mas você realmente o ama Marcia? Isso não é apenas costume? -Perguntou.

  -É claro que o amo. Eu entreguei 4 anos da minha vida a ele. Fui fiel todos os dias, sequer pensava em outros homens enquanto ele vivia se envolvendo com várias mulheres.

   -Se você sabia disso por que aceitou? -Gabriel não conseguia entender. -Você se submeteu a uma relação destrutiva durante 4 anos. Isso pra mim não é amor, soa mais como dependência emocional.

   -Você nunca vai compreender. -Ela suspirou.

   -Estou tentando. -Disse com voz amena. -Não vou dizer que você não o amava, mas junto com o amor que sentia por ele, você nutria um forte sentimento de posse, dependia do Fernando como se ele fosse a única motivação pra você permanecer viva.

   -Vocês homens são iguais. -Ela riu. -Fernando disse exatamente isso. Que eu nutria sentimento de posse por ele. Que o pressionava e perseguia.

   -Porque talvez seja verdade. -Ele suspirou. -Me responda com sinceridade Marcia, você acha que sua relação com Fernando era saudável? Acha que ele é estava com você por amor, ou por obrigação?

   -Eu não preciso achar nada, ele me disse que por fim, estava comigo apenas por causa do compromisso que havia assumido perante nossa família. -Lágrimas brotaram dos olhos dela.

   -É você acha que isso aconteceu por que?

   -Por favor Gabriel, não estamos no seu consultório. Você não precisa me tratar com uma de suas pacientes. -Ela secou as lágrimas.

   -Não estou tratando você como uma paciente, até por que, se você fosse minha paciente eu apenas ouviria você. -Falou. -Quero que você enxergue o que eu estou enxergando e o que próprio Fernando já te disse.

   -Fernando me trocou por uma mulher horrorosa, não posso levar em consideração o que ele fala.

   -Talvez essa mulher horrorosa tenha oferecido a ele algo que nenhuma outra mulher ofereceu. -Ele rebateu. -Não quero magoar você, mas eu conheço o Fernando. Ele sempre foi um homem extremamente ligado à beleza física. Me surpreendi com tudo o que você contou, mas não consigo enxergar qualquer outro motivo para Fernando ter se apaixonado por essa moça, que não seja a beleza que ela carrega junto com ela. Não a beleza física, mas a beleza de sentimentos. Fernando precisava de um amor calmo e encontrou nela.

   -Algo que nenhuma outra mulher ofereceu a ele. Inclusive eu. -Ela baixou a cabeça. -Eu sempre humilhei a Leticia, sempre a tratei com desdém e a subestimei, jamais imaginei que a mulher que tirava o Fernando de mim pudesse ser ela. -Pegou a taça de cima da mesa e bebeu o líquido de uma só vez. -Mas meu subconsciente já sabia que eu não deveria confiar nela.

   -Marcia, esse rancor que você sente vai te destruir. -Pegou a taça dela. -E essa bebida também.

   -Talvez seja isso que eu queira. -Deu de ombros

   -Marcia, você é uma mulher jovem, bonita e inteligente. Pode ter o homem que quiser a seus pés e ainda assim insiste em se destruir por um amor que não vale a pena? -Gabriel cobriu a mão dela sobre a mesa. -Por que não tenta esquecer esses momentos tristes. Volte a viver Marcia. Volte a ser aquela jovem adorável da época da faculdade, que por onde passava arrancava sorrisos.

   -Naquela época eu ainda não tinha me envolvido com Fernando. -Suspirou.

   -O problema não é o Fernando, Marcia. O problema está aqui... -Tocou a lateral da cabeça dela com o indicador. -Você precisa entender que acabou.

   -Fácil falar, mas aposto que nunca amou ninguém em sua vida. -Marcia retrucou, mas as palavras dele ecoavam em sua cabeça.

   -Se enganou Marcia Villaroel, eu amei e muito uma mulher e ela me trocou da mesma forme que Fernando fez com você.  -Contou com um sorriso. -Demorei a entender que a culpa de ela ter me deixado, era única ela exclusiva minha. Meu relacionamento era doentio, eu não aceitava amizades dela, a controlava o tempo todo, assim como você fez com Fernando, então creio que posso ao menos deixar de exemplo pra vc. -Gabriel retirou a carteira do bolso e puxou algumas notas de dinheiro, colocando sobre a mesa. -Eu preciso ir. Tenho um paciente marcado para as 14 horas. -Falou se levantando. -Pense no que falei a você. -Beijou-a no rosto. -E eu ainda espero ansioso pra que a gente conclua o que iniciamos naquela noite. -Sussurrou no ouvido dela e sorrindo se afastou.

   Marcia ficou ali por algum tempo mais, pensando em todas as coisas que Gabriel tinha lhe falado. Claro que ele tinha razão em muitas coisas, mas não era nem um pouco fácil admitir que por sua culpa, seu relacionamento tinha se tornado uma prisão e que ela e Fernando eram os condenados.

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   -Já está decidido seu Fernando, eu vou conversar com a mamãe e vou ao menos iniciar essa campanha. -Lety falou quando entraram novamente no apartamento de Fernando.

   -Mas Lety, não quero que você se exponha dessa forma. Sei o quanto vai ser difícil pra você. -Fernando a fez parar no corredor que dava para o quarto. -Por favor, pense bem. -Segurou - a pelos ombros.

   -Eu já pensei e já tomei minha decisão. Não vou ser egoísta e permitir que a Conceitos perca um trabalho tão importante como esse. -Ela respondeu suspirando.

   -Esta bem, mas saiba que mesmo achando tudo isso uma loucura, eu apoio você no que decidir. -Ele sorriu e a puxou para um beijo.

   Leticia retribuiu o beijo com carinho, envolvendo-o com os braços pelo pescoço, mas quando percebeu que ele estava ficando assanhado, resolveu parar o beijo.

   -Temos muita coisa pra fazer ainda. -Ela disse com a testa colada a dele sentindo a respiração quente contra seu rosto.

   -Eu sei, mas ter você aqui, nesse apartamento, sozinhos... -Ele sussurrou.

   -Teremos muito tempo para ficarmos sozinhos. Vamos terminar de organizar aquela bagunça do quarto. Falta pouco. -Disse se afastando. Fernando ficou decepcionado, mas aceitou e a seguiu pelo quarto.

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   -Ai Omar, o que faz aqui? -Carolina perguntou assim que abriu a porta de seu apartamento. Omar estava parado em frente a ela com o cabelo bagunçado, gravata aberta e paletó desalinhado. Estava escorado a soleira, cheirando a bebida.

   -Carol, por favor me diga onde eu encontro a Aurora. -Ele foi direto ao assunto entrando na sala sem ser convidado. Ele estava bêbado.

   -Nossa Omar, você esta fedendo. -Disse cobrindo o nariz. -Esta bêbado, sujo. -Abanou em frente ao rosto sentindo o cheiro forte de álcool.

   -Você não entende não é mesmo? Eu a amo Carol. -Disse. -Não você, a Aurora. -Se corrigiu. -Eu amo a Aurora Carol, estou ficando louco, me ajude. - Implorou tentando se ajoelhar na frente de Carolina, mas sem exito. Ao invés de se ajoelhar, ele caiu sentado em frente a ela. Carol riu divertida.

   -Aí Omar não seja ridículo. -Tentou ajudá-lo a levantar, mas ele era muito pesado. -Se apóie aqui seu beberrão. -Falou mostrando o encosto do sofá.

   -Ela sumiu, desapareceu. -Continuou. -Mas eu sei que você é amiga dela e sabe onde encontrá-la. -Ele se apoiou no encosto do sofá e com a ajuda de Carol, se levantou.

   -Eu não falo com a Aurora a dias Omar. Ela sumiu. -Mentiu. -Aí você está horrível. Pior do que o Fernando. -Se abanou novamente por causa do cheiro.

   -Isso é mentira! Você que não quer me ajudar. -Caiu sentado no sofá. Ele falava todo enrolado por conta da bebida.

   -Claro que não seu imbecil. Já te disse que Aurora jamais ficaria com um homem como você e ainda assim você insiste nessa paixão por ela. -Ficou irritada. -Aurora é noiva de um empresário lindo e rico, completamente apaixonada por ele e jamais se apaixonaria por você.

   -Você está com ciumes. -Apontou o dedo pra ela. -Por isso não quer me ajudar. Por que está com ciumes dela, por que ela roubou meu coração.

   -Não seja idiota. -Ela riu. -Eu jamais sentiria ciumes de um homem como você. Deus me livre! -Bateu na mesinha de centro. -Vou fazer um café pra você, fique aqui.

   Omar se esticou no sofá e ficou, tudo que olhava estava girando, o teto, as paredes o piso e tudo mais. Havia bebido muito naquela manhã, algo que nunca tinha feito em sua vida. Talvez naquele momento começasse a entender o que Fernando havia passado depois de perder Leticia. A dor era imensa e a vontade de fazer besteira atrás de besteira era ainda maior. Nunca tinha se apaixonado em toda sua vida, pelo contrário, as usava por uma noite sempre deixando claro que não queria nada mais que uma noite de prazer e assim era. Na manhã seguinte iam embora e não voltavam, mas Aurora, ela tinha algo especial. Apesar de toda aquela máscara de mulher fria ele podia ver algo diferente nela. Algo que o havia conquistado. Doçura?

   -Não, eu não me importo com essas coisas. -Ele disse em voz alta. -Aurora é lindíssima, e foi isso que me atraiu nela. -Continuou tentando negar o que parecia óbvio.

   -Beba isso. -Carolina entrou na sala trazendo uma xícara de café. Omar aceitou e levou a bebida a boca.

   -Nossa, isso está horrível. -Fez cara feia. -Amargo e forte de mais.

   -Beba Omar, preciso que se recupere rápido e vá embora. -Ela disse se sentando no sofá e olhando para ele enquanto fazia careta para beber o café.

   -Acha que estou ficando louco? -Omar perguntou escorando a cabeça no encosto do sofá.

   -Acho que esta obcecado por uma mulher que não quer você. -Foi sincera. -E justamente por que ela foi uma das poucas que não caiu na sua lábia, é que esta assim.

   -Não Carol, não sei o que esta havendo comigo. -Respondeu de imediato. -Desde que eu a vi, antes mesmo de ela me rejeitar, senti que ela tinha algo especial e eu não sei o que é. -Suspirou.

   -Eu entendo, a Aurora costuma ter esse domínio sobre os homens. -Deu ênfase ao nome dela e Riu. -Você não foi o único a se apaixonar por ela Omar, mas acredite, ela jamais se envolveria com você.  Ela ama o noivo dela.

   -Então você acha que não tenho mesmo chance? -Perguntou decepcionado.

   -Eu não acho, eu tenho certeza Omar. -Tocou a perna dele tentando mostrar solidariedade. -Desista ok?

   -Não sei se consigo. -Bebeu todo o conteúdo da xícara.

   -Pois terá que conseguir ou vai acabar se decepcionando ainda mais. -Suspirou. -Omar você está me deixando louca, precisa parar com isso, eu não aguento mais suas ligações de madrugada, suas vindas a minha casa de surpresa e agora bêbado. -Se levantou pegando a xícara das mãos dele. -Eu adoro você, mas não aguento mais.

   -Estou tão insuportável assim? -Perguntou pensativo.

   -Sim. -Suspirou. -Até entendo você, mas creio que está exagerando. Você sequer teve algo com a Aurora pra se sentir tão apaixonado assim. Isso é obsessão, justamente por que ela te rejeitou.

   -Talvez você tenha razão. -Disse olhando para o nada. -Se eu fingir indiferença com ela, talvez ela se apaixone por mim.

   -Aí Omar, eu não disse nada disso, pelo amor de Deus. Você acabou de criar isso nessa sua mente doente. -Revirou os olhos irritada.

   -Você não falou diretamente, mas se eu me apaixonei por ela por que ela me rejeitou, talvez se eu a tratar com indiferença, a Aurora também se apaixone por mim. -Se levantou ainda cambaleante. -Obrigada Carol, prometo que vou tentar não te incomodar mais.

   -Omar... -Ela o chamou quando ele começou a caminhar em direção a porta. -Omar eu não quis dizer isso.

   -Beijos Carol, obrigada. -Ele lhe acenou com a mão sem se virar para ela e depois de abrir a porta, saiu.

   Carol Sentou-se pesadamente no sofá tentando entender de onde aquele idiota tinha tirado aquela idéia mais idiota ainda. Já tinha se apaixonado e sabia o quanto mexia com a cabeça das pessoas, mas nunca tinha visto alguém tão besta como aqueles homens que conhecia.

   -Bem, eu tentei alertá-lo. -Disse com um suspiro. -Você está perdida Lety. -Riu depois de falar em voz alta.

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   -Seu Fernando, não! -Lety gritou quando Fernando a jogou sobre a cama. -Para, olha essa bagunça. -Tentava segura - lo, mas Fernando era muito mais forte e a imobilizou sobre a cama. Leticia ria de nervosa.

   -Xiiii falta pouco agora. -Ele sussurrou. -Só aquelas roupas de cama e tudo estará pronto. -Ele disse enquanto deslizava os lábios sobre o pescoço dela.

   -Por isso mesmo. Vamos terminar... Ahh. -Gemeu quando sentiu os lábios dele em sua orelha. Lentamente ele liberou as mãos dela e deslizou-as através dos braços, até encontrar a cintura dela coberta pela camisa de seda branca.

   -Não aguento esperar. Desde que você chegou aqui tive que me conter, mas agora não dá mais. -Respondeu olhando-a nos olhos. Lety sorriu percebendo o desejo dele e então o beijou envolvendo-o pelo pescoço.

   Com gentileza, Fernando começou a desabotoar os botões da camisa dela, parando quando os seios já estavam expostos. Leticia encontrou a barra da camiseta dele e a puxou para cima, retirando-a pela cabeça. Com o movimento, ela acabou batendo com a mão no rosto dele. Os dois riram por um momento, mas o desejo que sentiam logo afastou o riso. Fernando deslizou os lábios pelo topo dos seios dela, beijando e mordiscando a área. Ele continuou o trabalho de abrir os botões da blusa dela, sem parar as carícias. No final, afastou - se um pouco para vê-la. Ela estava deitada com a blusa totalmente aberta. O sutiã meia taça cobrindo parte dos seios, o que não o impedia de vê-los mover-se no mesmo ritmo que a respiração. Ela tinha perdido muito peso antes, mas aos poucos suas curvas estavam sendo recuperadas. Leticia Arqueou os quadris para ajudá-lo com a tarefa de remover sua calça e Fernando entendeu. Rapidamente segurou o cos e puxou para baixo, trazendo junto a lingerie. Os sapatos saíram com facilidade acompanhando o resto das roupas.

Ansioso, Fernando removeu suas próprias roupas e então dietou-se sobre ela, beijando - a com desejo. Leticia roçava seu corpo no dele, provocando-o. Entre carícias e beijos, eles se entregaram mais uma vez ao amor, unindo seus corpos e suas almas como sempre acontecia.



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