História Só eu pra te amar - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Personagens Originais
Tags Gabriella Lenzi, Henrique, Juliano, Marília Mendonça, Thiago Brava
Exibições 79
Palavras 628
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiii gente
Me chamo Eduarda mas podem me chamar de Duda.
Não sou fã do Henrique e Juliano mas me interessei pelas fanfics dos mesmos devido ao meu crush pelo Henrique hahahha
Enfim, espero que gostem. 💕

Capítulo 1 - Goiânia, voltei.


Fanfic / Fanfiction Só eu pra te amar - Capítulo 1 - Goiânia, voltei.

NATÁLIA

Acho que toda história começa com uma apresentação, né? Então, vamos lá!

Eu me chamo Natália Dias Mendonça, tenho 25 anos e sou formada em Odontologia. Assim que terminei a faculdade recebi uma proposta de emprego no Canadá, não pensei duas vezes e aceitei. 

Nunca fui o tipo de pessoa que teve "sorte no amor", enquanto residia no Brasil não tive interesse a ponto de namorar em ninguém e, após vir para o Canadá, namorei com Heitor, um colega de trabalho, o qual me traiu. Sim, fui corna por 5 meses e sequer desconfiei. O chifre dói na cabeça até hoje. 

E hoje, após um ano morando em Ottawa, cá estou eu, voltando para a minha amada Goiânia. Quando terminei com Heitor, me vi arrasada e decidi que era hora de voltar pra perto da minha família, principalmente agora que minha irmã está fazendo o maior sucesso pelo Brasil. 

— Dona Natália, quanto tempo! — Seu Luiz, o porteiro do prédio, exclamou em tom de surpresa ao me ver. — Não fui informado de que a senhora viria hoje. 

— Bom dia, seu Luiz. Resolvi fazer surpresa para a família, eles estão? 

— Estão sim! Até Marília, que nunca para em casa, está aí. 

— Que ótimo. O senhor pode me ajudar com as malas? — Ele assentiu e eu sorri. Ele me ajudou a levar as malas até o elevador e depois me despedi dele, apertei o número que dava à cobertura. Sempre tivemos uma situação financeira muito boa e depois que Marília estourou no Brasil ficou mais estável ainda. Quando o elevador se abriu, me dirigi até a porta e toquei a campainha. 

— Minha filha! — Dona Ruth exclamou surpresa ao me ver e não demorou muito para eu me jogar naquele abraço acolhedor que só ela tinha.

— Como eu senti a tua falta, minha mãezinha. — Falei, já sentindo as lágrimas escorrerem pelos meus olhos. 

— Como que você não avisa que estava vindo? Eu teria feito algo especial.. 

Desfizemos o abraço e eu passei os olhos pelo meu lar, tudo havia mudado, os tons de branco e gelo em todos os móveis e paredes e os detalhes em preto davam um ar "clean". Apesar de diferente, não perdia o ar acolhedor o qual eu tanto senti falta. 

— Queria fazer surpresa. 

— NAT!!!! — Mari veio igual uma louca na minha direção e me apertou apertado. 

— Olá, sensação do momento. Como você está linda! 

— Quem falando né, gata. Cê tá cada dia mais linda. 

— Vou fingir que acredito. Cadê o pai? 

— Tô aqui! — Gritou o senhor Mário, vindo de me abraçar também. 

— Como eu senti falta de vocês, família.

— Veio para ficar, né? — Mari questionou enquanto me analisava. — Cê tá abatida Natália, o que aconteceu? 

— Vim sim.. Longa história, mana. Agora eu só quero falar de coisas boas. 

— Vou levar suas malas para o seu quarto, filha. — Meu pai disse e logo sumiu do meu campo de visão levando minhas malas.

— Ouvi dizer que final de semana tem uma moça gravando DVD, cê achou mesmo que eh iria perder a realização do sonho da minha caçula? Jamais, meu bem! 

— E como você vai fazer com o seu emprego? — Minha mãe perguntou. 

— Falei com um professor meu que me empregou em sua clínica. 

Ficamos jogando conversa fora por um tempo. Contei para elas sobre o meu término com Heitor, Marília quis até ligar para ele e falar poucas e boas. Óbvio que não permiti. Depois subi para o meu quarto e me surpreendi ao vê-lo todo mudando. Tomei um banho relaxante e vesti um pijama, jantei junto da minha família e subi para descansar.

Ali, deitada na minha caminha, eu sentia que a minha volta para o Brasil foi a melhor decisão que eu já havia tomado e que, a partir de agora, uma nova vida iniciaria, 
 


Notas Finais


O cap foi mais para apresentar a Nat..
Não esqueçam de opinar nos comentários!!!


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