História So Let Me Teach You - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Kiba Inuzuka, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Hinata, Naruhina, Romance
Visualizações 119
Palavras 1.360
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gostaria de agradecer os comentários no ultimo capítulo! Foram uma grande inspiração, na verdade!

Peço desculpas pela demora, mas, minhas aulas na faculdade voltaram e coincidiram com a morte do meu wi-fi!

Espero que gostem! Boa leitura!

Capítulo 4 - O Destino


Fanfic / Fanfiction So Let Me Teach You - Capítulo 4 - O Destino

Sakura foi embora depois do almoço, quando preparamos algo para preencher o buraco negro que existe dentro dela. Já havia se passado 3 horas desde que enviei uma mensagem para o professor, outra para Kiba e outra para o suposto admirador.

Para meu futuro ex-namorado mandei:

“Precisamos conversar. De preferencia hoje mesmo”

E logo em seguida recebi sua resposta:

“Irei lhe visitar às duas da tarde. Também preciso lhe falar algo”

Não fiquei curiosa, já que ele sempre tinha algo para falar de si mesmo. Agora era esperar que ele chegasse à minha casa e terminaríamos tudo. Prefiro não pensar que irei terminar pela possibilidade de ter algo com meu professor e sim por não sermos um casal há pelo menos dois anos.

Houve o tempo em que pensei que seriamos o casal perfeito, casaríamos e teríamos dois filhos. Mas, a ilusão acabou juntamente com a ligeira paixão que algum dia senti. Tentei algumas vezes reacender algum sentimento que não fosse carinho ou carência, mas nós não somos um casal real.

Enquanto à mensagem que mandei para o Naruto, que até o momento não obtive resposta, foi a seguinte:

“Professor, agradeço pela ajuda!

Estou bem mais calma e melhor. Espero que aceite ao menos a minha ajuda para arrumar o arranhão em seu carro!

Atenciosamente, Hinata, a aluna que bateu seu carro.”

Sakura repetiu várias vezes que estava formal demais para alguém que queria tê-lo em meus braços (ou outro lugar), mas preferi manter o que escrevi. Ele já havia reparado em meus seios e contado sobre mim para um provável amigo. Isso é um passo muito grande para minhas pernas curtas.

Ao admirador, apenas perguntei quem era, mas obviamente não tive resposta.

O relógio do meu telefone avisa que faltam apenas vinte minutos para a chegada de Kiba. Somente agora, sinto meu estômago embrulhar. Estou nervosa. Neste fatídico dia ficarei solteira e prestes a flertar com um professor. Ainda me pergunto isso irá me render boas lembranças ao menos.

Ouço baterem na porta e imagino que Kiba chegou mais cedo. Vejo pelo olho-mágico da porta e, sim, lá está ele com seus cabelos castanhos, camisa azul clara e bermuda preta. Ele está com sua mochila preta e olha para o teto enquanto eu tomo coragem para abrir a porta.

Abro a porta e ele sorri, me dando um abraço logo em seguida e entra. É engraçado pensar que moro sozinha e que ele sempre me visita, mas nunca tivemos nada intimo demais. Nenhum toque mais ousado, nenhum beijo que passasse da minha orelha.

- Amor! Hoje o dia foi bem cheio! Mas, como precisamos conversar, aqui estou! Eu começo ou você?

Ele fala com animação, sentado em meu sofá. Me aproximo e sento ao seu lado, enquanto penso em como iniciar a conversa. Nunca fiz isso. Terminar com alguém é sinal que um dos dois falhou, e eu não sei definir ao certo quem seria o maior culpado.

- Kiba, eu quero terminar.

Ele para de sorrir e arregala os olhos. Ele abre e fecha a boca várias vezes, inspira fundo e solta o ar fazendo certo barulho.

- Você descobriu? É isso?

Arqueio minha sobrancelha, olhando seu rosto aparentemente tranquilo. O que eu teria que descobrir?

- Na verdade, não faço ideia do que está falando. Eu só acho que não nos comportamos mais como namorados. O que tenho que descobrir?

- Você realmente não percebeu? Depois de todo esse tempo?

Tento me lembrar de algo que seja relevante para que eu percebesse o que ele está falando, mas nada vem à minha mente.

- Não, Kiba. Diga logo.

- Eu sou gay, Hina. Você acha mesmo que eu deixaria de te pegar se eu gostasse de mulher?

Senti como se acabassem de me dar um susto no escuro. Kiba é gay? Eu namorei um homossexual por três anos? Como não pensei nisso?

- Eu te devo desculpas, meu amor. Você é uma mulher maravilhosa e merece um homem à sua altura. A verdade é que eu meio que me aproveitei do nosso namoro para não ter problemas com meus pais. Você sabe como eles são! Me desculpe se lhe usei, mas eu precisava viver! Ser eu mesmo!

Respirei fundo, não por raiva, mas sim assimilando toda a informação. Finalmente achei o erro e motivo do término: Kiba é gay.

- Cachorrinho, me diga o motivo para nunca ter me contado! Eu poderia ser sua melhor amiga e namorada falsa para seus pais. Eu passei três anos me sentindo feia ou procurando defeitos no meu corpo para você não me desejar.

- Mil desculpas, Hina! Você é a primeira pessoa próxima para quem eu conto. E, não entenda errado, se eu fosse uma mulher, gostaria de ter o seu corpo.

Rimos da afirmação dele e conversamos, como sempre, sobre tudo. Sempre fomos assim, bons amigos afinal. Assim, depois de uma hora, ele se foi. Eu estou solteira e sozinha. Meu ex-namorado é gay e, agora, meu melhor amigo. Definitivamente, este está sendo um dia totalmente fora do comum.

Alguns minutos depois que Kiba foi embora, entro no meu quarto e recebo duas mensagens. Meu coração dispara quando vejo que ambas são do loiro dos meus sonhos. Meu estômago me dá sensações de calafrios. Abro a primeira mensagem.

“Hinata! Fico feliz que esteja bem e menos nervosa! Com todo respeito, você fica encantadora com suas bochechas rosadas haha”

Leio, releio, me jogo na cama e fico olhando para o teto. Me pergunto mais de uma vez se isso foi um flerte ou apenas uma piada. Parte de mim me chama de burra por ainda cogitar que aquilo não foi uma investida.

Resolvo ler a segunda mensagem antes que eu surte.

“Façamos o seguinte: Seja minha monitora este período que irá iniciar e você estará pagando sua dívida comigo. Você é uma ótima aluna e sua companhia será muito agradável pra mim.

Ps: Não aceito um “não” como resposta.

Pss: Desculpe a demora, eu queria muito ter respondido o mais rápido, mas tive que corrigir trabalhos.”

Então, lembra do não surtar? Não adiantou muito após ler a segunda mensagem. Como uma adolescente apaixonada, pulo na minha cama igual uma louca.

É claro que para responder me enrolo o bastante. Penso um pouco e resolvo responder por partes. Primeiro escrevo:

“Haha não é muito difícil me ver corada professor. Quanto à monitoria, aceito sim! E, não se preocupe, entendo que o senhor tem prioridades”

Envio e espero sua resposta. Se Sakura estivesse nesse momento comigo, ela iria rir da minha cara. Estou nervosa, minhas mão tremem e suam. A verdade é que nunca precisei desse tipo de coisa. Os rapazes sempre vinham até mim e diziam seu interesse. Outra verdade é que dispensei a maioria, menos Kiba, que me tratou diferente de todos eles. Mas, agora, este homem apareceu na minha vida. Naruto é um homem mais velho, com doutorado e meu professor, enquanto eu sou uma aspirante à economista.

Meu celular vibra e vejo outra mensagem. Mas, dessa vez, a mensagem é do admirador secreto.

“Tente adivinhar. Você me conhece, pouco, mas conhece. Talvez eu esteja apaixonado, mas, quem não ficaria por uma mulher como você?”

É engraçado ler aquilo e não conseguir imaginar de quem seria. Desejaria mais que tudo que a pessoa por trás fosse meu querido professor, mas seria pedir demais do destino. Enquanto escrevo uma resposta curta como “Ok”, meu celular vibra novamente e desta vez é o meu professor.

“Acredite, lhe responder é uma prioridade. Amanhã, peço que venha à minha sala! Resolveremos a situação da sua monitoria!

Mas, mudando um pouco de assunto, você gostaria de comer algo? Talvez tomar um sorvete, se não estiver de dieta.”

Nestes momentos que me pergunto “o que a Sakura faria?”. É claro que aceitarei o convite, mas, não estamos indo rápido demais? Ou será que este é o normal?

Me sinto perdida em meio aos questionamentos que nunca tive. Me sinto como uma menininha, inocente e inexperiente. Resolvo responder e deixar para decidir o que fazer ou não na hora.

“Eu adoraria, professor! Onde lhe encontro?”

Assim, eu deixo o destino dizer se estou louca ou não.


Notas Finais


Bom, espero que tenham gostado. Provavelmente terá outro capítulo hoje!

Obrigada por lerem! Beijinhos!


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