História So Let Me Teach You - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Kiba Inuzuka, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Hentai, Hinata, Naruhina, Romance
Visualizações 143
Palavras 2.329
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capítulo! Espero que gostem!

Boa leitura :)

Capítulo 5 - Are you mine?


Fanfic / Fanfiction So Let Me Teach You - Capítulo 5 - Are you mine?

Marcamos às sete horas que ele iria me buscar em casa. Vamos à uma lanchonete não muito longe daqui. Não conversamos muito mais depois que ele me disse o horário que iria me buscar, já que estava entrando em sala de aula. Ainda sinto que estamos apressando as coisas e que provavelmente não estou preparada para isso.

Neste momento, estou sentada em meu sofá, vestida com um short jeans de um palmo e meio de comprimento, uma camisa branca com o nome Beatles escrito em vermelho (pois amo Beatles) com a gola em V e uma sapatilha vermelha, aberta na ponta. Talvez não seja o visual correto para alguém que está indo numa imitação de encontro com o homem dos seus sonhos, mas, é o melhor para caso não seja um encontro e ele só queira comer sanduíches e falar sobre meu curso.

São seis e cinquenta e seis, meus nervos estão à flor da pele, meu coração palpita e a única coisa que consigo cogitar é desistir. Sim, desistir! É loucura! Ele é meu professor e eu acabei de terminar com meu ex-namorado gay! Está indo tudo muito rápido!

Confesso que procurei o regimento da Universidade, li absolutamente tudo e, em canto algum há algo que proíba relacionamentos entre alunos e professores. Como não sou menor, ele não será preso por pedofilia. Afinal, quantos anos ele tem? Ele é sempre tão jovial, com aquele cabelo loiro bagunçado e liso, o sorriso largo e divertido, roupas de cores alegres (principalmente laranja), a barba quase sempre baixa e clara como o cabelo, e aquele corpo bem definido, braços grandes, ombros largos, coxas grossas.

O som da chuva me tira dos meus devaneios. Os pingos caem em grande quantidade fora da casa. Mau sinal. Vejo meu telefone, são seis e cinquenta e nove. Alguns segundos depois, ele vibra, avisando que há uma mensagem.

“Hinata, estou na frente da sua casa, mas a chuva está muito forte! Você quer ir ao lanche ou pedimos algo da sua segura e quentinha casa?”

É claro que precisava ter chuva. Sou eu, a pessoa clichê. Se eu for até lá, ficarei toda molhada e com frio no lanche. Se ele vier até aqui, tem toalhas, cobertores e eu para esquenta-lo.

“Vou abrir a porta e o senhor corre, professor! Tudo bem? Podemos pedir algo daqui sim”

Espero que ele responda algo, mas, não há resposta depois de um minuto. Levanto do sofá e vou até porta. Destranco e abro. Assim que a porta dá a visão para fora, o vejo, molhado, muito próximo.

Observo sua camisa laranja que mais cedo vestia, agora grudada em seu peito e barriga, marcando seu abdômen definido. Ele parece perceber que eu observo seu corpo, pois balança sua mão em frente ao meu rosto, chamando minha atenção para o seu e ele sorri.

- Hinata, está bem frio aqui fora.

Só então eu percebo que ele continua do lado de fora, tremendo. Dou passagem para que ele entre na casa e ele balança a cabeça em agradecimento. Estamos sozinhos, na minha casa. Seria um sonho? Talvez seja elaborado demais para ser um.

- O-o se-senhor espera um pouco que e-eu vou pegar uma toalha!

- Tudo bem, mas pare de me chamar de senhor. Eu não sou tão velho assim!

Ele tenta falar sério, mas no final sorri. E, para meu total deleite, ele consegue ser mais bonito de perto. Cada detalhe, as curvas de seu rosto, o nariz afilado, a boca bem desenhada, o lábio inferior levemente maior que o superior. Tudo nele é belo demais pra ser verdade.

- Me chame de você ou Naruto, Hinata! Eu estou na sua casa como visita, não como professor!

- Tudo bem – sorrio minimamente, sentindo meu rosto queimar – Vou buscar a toalha!

Giro meus calcanhares e vou em direção à escada. Ouço a porta sendo fechada. Burra! Não fechei a porta! Ótimo! Ele irá achar que sou uma irresponsável, no mínimo!

Chego ao meu quarto e pego minha toalha lilás de dentro do guarda-roupas. Desço as escadas novamente e o vejo em pé, ainda ao lado da porta. Ele sorri, mas está claramente tremendo de frio. Seus cabelos molhados não ficam arrepiados como normalmente são. Ele puxa seus cabelos para trás entre seus dedos, enquanto eu paro na sua frente e estendo meus braços lhe oferecendo a toalha.

Enquanto ele enxuga seus cabelos, eu observo o movimento de seus braços grossos, os músculos de seu peito se movimentando e a pequena abertura que surge entre sua calça e a camisa, mostrando a pele da sua barriga. Ele é alto, muito maior que eu. Quando finalmente termina a secagem de seus cabelos, me olha e pende sua cabeça para o lado.

- Você tem alguma camisa grande ou masculina, Hinata? Talvez do seu namorado ou irmão.

- N-não tenho – sorrio, tentando não parecer tão nervosa quanto estou realmente – meu ex-namorado não deixava roupas aqui e não tenho irmãos.

Falo “ex” com certa dificuldade. Talvez seja o primeiro passo para uma loucura. Agora ele tem a liberdade para fazer o que quiser. Espero sua reação, mas ele olha para o teto, com uma das mãos no queixo, fingindo estar pensando em algo. Seria lindo e até cômico, se eu não esperasse que ele me beijasse neste momento.

- Certo! Então, vamos pedir algo para comer? Se não irei morrer de frio e fome.

Sinto uma decepção se instalando, no momento que ele termina de falar. É claro que eu estava fantasiando demais! Ele é meu professor. Um homem mais velho e lindo. O que ele iria querer com uma virgem de apenas 20 anos? Aceno com a cabeça, mantendo o melhor sorriso que consigo manter.

- Pode se sentar, Prof... hum... Naruto! O que você gostaria de comer?

Ele se senta no sofá, colocando a toalha em baixo de seu corpo, para não molhar o móvel. Ele me olha com uma sobrancelha arqueada e um sorriso de lado. Meu Deus! Que homem sexy. Tento não pensar em segundas interpretações daquele sorriso, por mais que seja em vão.

- Podemos comer pizza. Acredito que será o mais rápido. Sente-se aqui do meu lado e ligaremos do meu telefone.

Ele bate três vezes com a mão direita no sofá, enquanto sua outra mão tira uma sacola de seu bolso traseiro onde estão o celular e carteira. Sento ao seu lado, tentando manter certa distancia, pro bem-estar do meu juízo.

- Qual o sabor que você mais gosta? – Ele já digitava algum telefone enquanto falava – Vamos decidir logo, para não perdermos muito tempo ligando!

- A-atum – ele para de digitar e ergue as duas sobrancelhas, olhando em meus olhos – Gosto de Atum.

- Estamos com sorte! Também gosto! Vamos nos dar muito bem!

Ele deixa de olhar em meus olhos e direciona sua visão para a minha boca. Ele demora alguns segundos olhando e morde o lábio, mas, logo abaixa um pouco mais a cabeça e observa meu busto. Lembro da sua afirmação sobre meus seios e sinto vontade de esconde-los. Porém, antes que meus braços obedeçam meus impulsos, ele me olha novamente nos olhos, com um grande sorriso.

- Você gosta de Beatles? Você realmente gosta?

Ele fala animado, virando todo seu corpo em minha direção, levantando uma das pernas, encostando seu joelho no inicio da minha coxa e colocando suas duas mãos como apoio, em frente à perna, aproximando até mesmo seu rosto do meu.

- Amo Beatles. Tenho a discografia inteira deles, do Lennon e do Paul no meu quarto.

Ele abre sua boca, formando um perfeito O, aparentemente surpreso. Eu sorrio, vendo sua expressão tão diferente do normal.

Então, repentinamente, sinto suas mãos segurarem meu rosto e seu rosto muito próximo ao meu. Sinto meu rosto esquentar, mais do que o normal. Ele segura meu rosto de forma que nossos olhos ficam na mesma altura. Ele se aproxima mais e sinto meu coração acelerar cada vez mais, à medida que sinto sua respiração se aproximar.

- Você é perfeita – ele sussurra, encostando sua testa na minha – e essa perfeição está me tirando do sério. Você quer me ver louco? É isso?

Sinto que posso acordar a qualquer momento. É um sonho! Sei que é! A chuva continua fazendo muito barulho do lado de fora, mas nada comparado com a altura das batidas rápidas do meu coração. Eu continuo calada, com os olhos abertos, observando o rosto dele grudado ao meu, seus olhos fechados e, agora, seu nariz roçando no meu.

É quase tortura, senti-lo tão próximo, tão real, e não conseguir me mover. Com todas forças que tirei não sei de onde, levanto uma mão, tentando alcançar seu rosto. Mas, antes que o toque, ele solta o lado direito do meu rosto e enrosca seu braço em minha cintura, me puxando para mais perto.

Ele me levanta com um braço só e me põe em seu colo, com minhas pernas do lado da sua, que permanece no chão. Finalmente abre os olhos, me fitando com intensidade. Sinto que me afogarei na imensidão azul, tão próxima a mim. Ele aperta minha cintura e sorri. Mas, seu sorriso não me parece malicioso ou, até mesmo de conforto. Ele parece feliz. Seu rosto começa a tomar certa vermelhidão e ele volta a roçar seu nariz no meu, fechando seus olhos novamente.

- Seja minha.

Continuo assustada e, claro, nas nuvens. Que dia é esse? O que está acontecendo? Estou em coma e vivendo um sonho longo demais?

Abro minha boca para falar algo, mas, nada sai. É claro que quero ser sua, mas, o que responder? “Sim”, “claro”, “óbvio”? Tento inutilmente me expressar de forma coerente, mas todos os sons que consigo emitir são similares a um gago.

- B-bem, e-eu, ah! Tu-tudo bem.

Ele solta um pequeno risinho e suspira. Ele abre os olhos e se afasta, olhando meu rosto. Parece analisa-lo, parecendo não perde detalhe algum. Então, ele para nos meus lábios e morde novamente o lábio inferior. Então, ele me segura com as duas mãos e me levanta, enquanto ele mesmo levanta juntamente.

Em um piscar de olhos, o sinto me levantando do chão e logo em seguida me deitando no sofá. Ele é forte e rápido, logo está em cima do meu corpo, com uma de suas pernas entre as minhas e a outra dando apoio na extremidade do sofá. Seu quadril e coxas encostam no meu corpo, mas seu tronco se mantem suspenso por seus braços, que se mantem ao redor dos meus ombros, estendidos.

- Eu não quero um tudo bem. Quero um sim ou não. Diga sim e você será somente minha. Eu não vou deixar que você fuja ou fique com mais alguém. Você será minha e só minha.

Ele fala sério, me olhando nos olhos, enquanto eu o encaro com os olhos um pouco assustados e boca semiaberta. Ele volta a olhar meus lábios e o sinto roçar seu quadril no meu. Ele está excitado. Sentir sua ereção me faz tremer e fechar os olhos. Ele se posiciona de forma que seu membro encoste na minha intimidade, por cima do short.

- Puta merda! Responde! Se não eu vou te beijar e te foder até você dizer que sim enquanto geme pra mim!

As palavras dele soariam grosseiras, se não tivessem sido proferidas em sussurros, ao pé do ouvido, enquanto ele ainda se movimentava, me fazendo delirar. Ele desce completamente seu corpo, ficando colado em mim. Ele é pesado, mas, logo esqueço desse detalhe, quando o sinto morder delicadamente minha orelha e em seguida sussurrar novamente:

- Não me faça enlouquecer. Apenas diga algo. – o sinto mordendo meu queixo – Sua expressão está me excitando. Se corpo me deixa quente.

- Si-sim – Digo, ainda de olhos fechados – Serei sua... Ah!

Eu não seguro meu gemido ao senti-lo apertar meu seio direito e logo depois massageá-lo. Só então, sinto seus lábios nos meus. São macios e quentes, muito mais quentes que qualquer sonho que já tive. Sua língua pede passagem entre os meus lábios, e o beijo se torna mais quente. Nossas línguas se tocam, em perfeita sintonia, como se fossem feitas para este beijo. Sinto a mão, que antes jazia ao lado de meu ombro esquerdo, tocar na minha pele e descer até o botão do meu short, sem cortar o contato em momento algum.

Começo a sentir o ar me faltar, sinto o peso do seu corpo impedindo que respire, então o afasto dos meus lábios.

- Não consigo respirar! – Falo baixo, de olhos fechados, sentindo todos os seus movimentos pararem – Você é pesado!

Sinto ele se levantar rapidamente e puxar meus braços. Me sento, respirando fundo. Me sinto idiota. O homem dos meus sonhos estava me beijando e me tocando, me fazendo ser sua, e eu sinto falta de ar. Patética! Mal consigo olha-lo, em pé do meu lado.

Sinto uma de suas mãos encostar no meu rosto novamente e ele se agachar, puxando com a outra mão um de meus joelhos, ficando entre as minhas pernas. Ele sorri, fazendo carinho com seu polegar em minha bochecha.

- Você é tão linda que me faz perder a noção até mesmo do meu peso. Me desculpe, eu acabei de me comportar como um idiota.

Ele se levanta, levantando meu rosto com sua mão, põe uma de suas pernas entre as minhas e se curva, capturando novamente meus lábios.

O segundo beijo é calmo, doce. Eu não sei bem como estão minhas expressões ao que ele me fala, muito menos se ele consegue perceber o que está causando em meu corpo. Estou em chamas. Meu coração acelera cada vez mais e me sinto molhada, assim como sempre acordava ao sonhar com ele.

Então, ele se afasta e me olha nos olhos novamente.

- Mas, você aceitou. Você é minha, somente minha. – Ele fala, acariciando meu rosto e sorrindo.

Ele captura novamente meus lábios, antes que eu pense em responder.

Mas, será que ele também é somente meu?


Notas Finais


Bom, sinceramente, eu gostei deste capítulo! Maas, os próximos serão melhores! (Espero que sim)

Obrigada por lerem e beijinhos!


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