História So Lucky To Have Tou - Kyungsoo - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanyeol, Exo, Exok, Exol, Exom, Exotic, Kpop, Kpopper, Kyungsoo
Exibições 20
Palavras 632
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá a todas as pessoas que gostam de Kpop, e principalmente, dos Exo.

O meu objectivo com esta fic é demonstrar um pouco os meus sentimentos como fã. A personagem principal tem o nome semelhante ao meu (Anna é praticamente igual a Ana), além de também amar a mesma pessoa que eu.

Eu quero mostrar e tentar deitar cá para fora os sentimentos de uma Exotic, e explicar por palavras o que todos sentimos quando os vemos, a felicidade que nos dão, e também a alegria de viver.

Anna, a personagem principal desta história, nunca soube o que era amar. Amar alguém apesar dos seus defeitos e gostos. Ela vai descobrir o que é isso graças aos Exo, apesar de eles serem "simplesmente" mais um grupo coreano.

Mas para nós, os Exo não são apenas um grupo coreano. Cada um deles tem um pedacinho especial que faz com que mexam com os nossos corações - e isso é algo que nos faz sentir intensamente vivos, não é?

Por favor, não desistam desta fic só porque a personagem principal é uma personagem inventada. Imaginem-se no lugar dela; tenham os mesmos sentimentos que ela em relação à pessoa que amam nos Exo; e tentem ao máximo compreendê-la.

A Anna não interpreta só cada um de nós, como também demonstra o quanto uma pessoa deve lutar por aquilo que quer; nem que isso seja o amor de uma pessoa impossível.

P.s- Esta fic foi originalmente publicada em meados de Agosto de 2015 noutro site, o NyahFanfiction. Desculpem se estiver com uma escrita diferente das minhas outras fics... É que desde essa altura que eu mudei um bocadinho a minha forma de escrever

P.s.s - Este cap é apenas uma espécie de introdução. Não vai ter nada a ver com kpop, mas please, não desistam. Eu prometo que a história vai melhorando muito ao longo do tempo

Boa leitura ♡

Capítulo 1 - Capítulo 01


Amar é uma coisa estranha. Tanto pode acontecer de um momento para o outro, como pode ser um acontecimento lento. 

 Ninguém sabe como é que se ama, nem ninguém sabe como este amor se forma e transforma. Mas isto toda a gente sabe: ele está lá. As pessoas sentem; as pessoas choram, riem, sofrem; isto tudo porque o nosso psicológico é fraco e traiçoeiro. Se todos nós conseguíssemos controlar os nossos sentimentos, será que choraríamos? Será que nos iriamos rir de livre vontade, e será que existiriam as famosas doenças psicológicas? Será que seriamos realmente humanos? Tudo o que respira sente. Tudo o que respira já sofreu. Existem pessoas que nunca sentiram a felicidade de ver a pessoa amada à frente, e ter aquela sensação e vontade de a ter nos braços, protegê-la, e nunca mais a largar. Amor. Quem não o quer sentir?

 E foi isso que aconteceu a Anna Santos. 

Um dia o amor apanhou-a desprevenida, e apunhalou-a pelas costas com uma força incrível. 

Como um punhal a atravessar a sua carne lentamente. Anna era uma rapariga normal. O seu pai, estrangeiro, era um emigrante que tinha vindo da América para Portugal apenas para conhecer o país, mas acabou por ficar lá por se ter apaixonado pela sua mulher, mãe de Anna. Ambos sempre foram muito felizes juntos, e todo esse amor acabou por originar uma filha de olhos castanhos cor de avelã com cabelos da mesma cor. Decidiram dar-lhe um nome inglês em homenagem ao país de origem do pai, e deixar o último nome ao trabalho da mãe. 

 Anna cresceu feliz, como uma criança normal. Tinha amigos, aprendia com muita facilidade, e era a terceira melhor aluna da sua turma. Sociável, amiga, bonita, com uma casa e pais perfeitos. Não havia nada que ela tivesse que pedir, pois tinha tudo. 

 Teve o seu primeiro namorado aos 12 anos. Um rapaz da sua turma pediu-a em namoro pois ‘achava-a muito bonita e elegante’. Ela é claro que aceitou; o rapaz também era bonito, e ela, inocente como era, sabia que não tinha nada a perder. O namoro durou 3 meses, pois, como era óbvio, eles os dois se fartaram um do outro. Mas Anna estava na idade que querer descobrir tudo. Como era popular com todos os que conhecia, não era difícil arranjar um outro namorado – e foi isso que ela foi fazendo ao longo do tempo. 

A sua mente curiosa descobriu o que eram os beijos, carícias, andar de mãos dadas, e ouvir palavras bonitas vindas de uma pessoa diferente dos seus pais. Mas havia algo que ela ainda não tinha descoberto: ‘aquele’ sentimento. ‘Aquele’ forte sentimento. 

Todos os filmes, livros, séries, revistas que ela via e lia falavam de ‘corações apertados’, ‘dores no peito’, ‘vontade de chorar’, ‘respirações aceleradas’, e até ‘desespero’. Mas ela nunca tinha sentido e vivido algo como aquilo. De todos os namorados que ela tivera, nunca nenhum lhe tinha proporcionado aqueles sintomas, e sempre que ela estava com eles agia normalmente e permanecia calma e serena (apesar de melosa). 

 Todas aquelas raparigas chorosas, felizes e desesperadas que apareciam nos filmes e séries… Metiam-lhe muita impressão. Porque é que elas estavam a agir assim? Porque é que elas simplesmente não paravam de chorar? Porque é que tinham de ficar tão tristes ao ponto de desesperarem? Anna não entendia nada do que aquelas pessoas faziam. Beijar; normal. Abraçar; também. Andar de mãos dadas; ainda mais. Nada do que ela tinha feito a tirava do normal, por isso, apesar de já ter alguma experiência em namoros… Não sabia o que era amar.

 Ela não queria considerar-se insensível ou viver sem esse sentimento para o resto da vida. A única que ela podia fazer era esperar por alguma mudança que fizesse o seu destino ser novamente refeito.  



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