História Só Mais Um Delinqüente... (Imagine BTS - JungKook) - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 895
Palavras 2.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


~Broteii

HOJE TEM
É HOJE
VRÁ
SE PREPAREM :3

Boa Leitura! ❤

Capítulo 16 - To the sound of the storm


Jeon JungKook P.O.V

A garota dormia de uma forma tão delicada que nem dava vontade de acordá-la com todo o barulho que eu consigo fazer. Minhas mãos foram direto para seus cabelos, fazendo um leve carinho na região. Era tão macio que minha vontade de tirar a mão dalí era mínima. Ela se remexia e as vezes dizia coisas sem anexo, como se estivesse sonhando com algo.

Os olhos da garota foram se abrindo lentamente, até que encararam os meus. Seu olhar sonolento a deixava cada vez mais bela, e isso me encantava, de todos o sentidos existentes. Um sorriso lindo e que eu tanto amava surgiu em seus lábios, fazendo um "eye smile". A garota se aproximava cada vez mais de meu rosto, mas desviou, indo direto para o meu ouvido esquerdo. Sua respiração quente me fazia arrepiar todos os pêlos possíveis de meu corpo, e ela parecia se divertir com isso.

— Pronto pro terceiro round?

— Tô pronto sim, com toda a certeza do mundo... — Eu sussurrava, com meus olhos fechados e sorrindo de um jeito idiota.

— Tá pronto para o que, garoto? — Ao ouvir a voz de _______, abro meus olhos rapidamente e olho em minha volta.

Sim, ela ainda estava deitada sobre meu corpo, mas não parecia ter a mesma expressão maliciosa que antes.

É sério que quase sonhei coisas imorais com essa menina?

— N-Nada, e-esquece! — Falei, olhando de lado. Suspirei após sentir a minha calça apertada.

Por favor, não perceba, por favor, não perceba...

— O que estava sonhando que ficou tão excitado? — É, ela percebeu.

— Quer mesmo saber? — Perguntei, olhando pra ela de um jeito pervertido. A menina negou com sua cabeça, enquanto seu rosto ficava parecendo uma pimenta do tanto que estava vermelho.

A garota se levantou de cima de mim e ajeitou sua roupa, logo passando por mim e indo direto para a cozinha. Voltou com uma caneca, e pelo aroma que estava, julguei ser um chocolate quente.

A chuva ainda não havia se encerrado, o que me deixava tenso.

Eu preciso ir naquela maldita reunião...

— JungKook... — A menina me chamou, enquanto tirava os meus pés de cima do sofá. Ela se sentou e os colocou de volta, em seu colo. — Eu vou sair pra escolher um celular novo pra mim, t-t-tudo... — Ela parou de dizer quando foi surpreendida por um espirro. Até seu espirro é fofo e bonito cara. — Tudo bem?

— Quer companhia? — Por que diabos eu perguntei isso? Faltam apenas 5 minutos pra dar a hora de me arrumar!

— Se não for nenhum incomodo... — Ela disse tão calma que chegou a me dar medo. Me levantei e subi para o "meu" quarto.

Fiquei despido por completo e entrei pra dentro do banheiro, ligando a água quente e me enfiando debaixo da mesma. Aquilo era uma terrível calmaria pro meu corpo, e eu amava isso. Passei uns tempos alí, e quando meus dedos estavam começando a se enrugar, saí do banho.

Me enxuguei, vesti uma blusa branca social, uma calça moletom que tinha o estampado de jeans e apenas um coturno. (N/A: Sabe aquele estilo lindo e maravilhoso que o JK tava usando na dança do Baepsae? ENTÃO!)

Baguncei meu cabelo e desci. _______ já estava pronta, ela estava apenas calçando um tênis e pegando um guarda-chuva. Saímos do apartamento sem dizer uma palavra sequer. Ao chegarmos no saguão, peguei o guarda-chuva de sua mão e o abri. Dei um jeito de caber nós dois debaixo do mesmo, e assim que isso foi possível, nos retiramos do hotel.

A rua estava um deserto, por motivos de que estava escurendo, e quem iria andar nesta chuva, não é mesmo? Apenas dois idiotas que decidiram sair ás 17:50 pra comprar um celular.

Após andarmos muito, chegamos em uma loja que estava prestes a fechar. ________ acabou comprando um iPhone 7. Aonde surgiu tanto dinheiro assim?

Bem lá no fundo, eu sentia alguém nos observando, decorando cada passo que nós dávamos. Enquanto andamos de volta para o hotel, eu vai um carro preto... Um tanto familiar, estacionado na esquina de uma lanchonete.

— Que sensação é essa? — Escuto ________ perguntar, enquanto puxava a minha camisa e se aproximava cada vez mais. 

Ela pode ser grossa comigo ou com mais alguém desse mundo que eu não saiba, mas eu sei como ela é. _______ é frágil, medrosa, e chega até ser fofo esse tipo de ação da mesma. Eu nunca esperaria um ato desses da garota, que acabou me abraçando de lado. 

E como eu não sou nenhum bobo, passei meu braço por seu pescoço. E finalmente, chegamos naquele hotel que parecia estar a quilômetros de distância.

Pegamos o elevador. Olhei para as mãos de ________, ela tremia de uma forma sem controle para aquilo. Ela espirrava e chegava a tossir de mais. Ao chegarmos em seu apartamento, fiz a garota se sentar no sofá. Me agachei para ficar a sua altura e depositei a minha mão em sua testa.

— Você está queimando de febre! — Falei, me levantando e indo até a cozinha.

Peguei um remédio para febre e para a gripe, pois com certeza, esses espirros e tosses não são atoa. Peguei também um copo de água e levei pra garota tomar, já que era tudo em forma de comprimido. Ela pegou o que estava em minha mão e os digeriu.

Voltei novamente para a cozinha e dessa vez, molhei uma pequena toalhinha em uma bacia de água fria. Voltei para a sala com a mesma e peguei ________, a colocando no meu ombro.

— JungKook! Me solta! Eu não sou um saco de batata! — Ela disse, batendo em minhas costas, mas que parecia ser apenas cócegas.

Ignorei o que ela havia dito e a joguei na cama de "meu" quarto. Ela acabou ficando com medo, e a cada passo que eu dava, era um que ela dava para trás.

— No que você está pensando? Eu não vou estuprar você! — Falei e ela suspirou aliviada, se deitando em um lado da cama. Puxei uma cadeira para ficar ao seu lado e tirei a touca de sua cabeça. Peguei a toalhinha e torci ela um pouco, tirando o excesso de água. A dobrei e coloquei na testa da garota, que neste momento me olhava com indiferença. — O que foi?

— Você.

— O que tem eu? — Pergunto, colocando a bacia em cima do criado-mudo.

— Está sendo gentil de mais. — Ela disse, como se fosse a coisa mais horrível do mundo inteiro. — E você não é gentil.

— Não sou?

— Não. — Ela respondeu, olhando para o teto do quarto, como se estivesse refletindo em alguma coisa. — Confesso que estou começando a mudar minhas opiniões sobre você...

— E que opiniões você tinha sobre mim? — Pergunto, começando a ficar interessado até aonde isso iria chegar.

— Que você era alguém completamente idiota, delinqüente, egoísta, convencido, galinha, infiel, pedaço de mal caminho... — Ela ia dizendo coisas sem parar. 

— Ei, eu não sou infiel e muito menos irresponsável. — Falei, e ela me olhou de deboche. — Tá bom, irresponsável, talvez eu seja, mas infiel não.

— Não duvido de nada... — Ela disse, fitando meus olhos.

Sem nenhum autocontrole sobre meu corpo, rapidamente, fiquei por cima dela. Ela me olhava de um jeito confuso, como se esperasse por uma resposta de meu ato espontâneo.

— Por que diabos você-

— ________, faz um favor? — Perguntei, a cortando. Ela apenas assentiu e eu sorri malicioso pra mesma. — Só abre a boca pra gemer meu nome.

Ela ia protestar, tanto que arregalou os olhos ao escutar o que eu disse. Mas isso não foi possível, já que acabei atacando a sua boca de um jeito... Feroz, por assim dizer. ________ apenas correspondeu ao beijo. Suas mãos envolveram a minha nuca, aprofundando ainda mais o nosso contato. Minhas mãos deslizavam pela sua cintura, a procura da barra de sua camisa. E quando a encontrei, fui subindo com toda a delicadeza do mundo, enquanto sentia sua pele se arrepiar por inteira.

Joguei a blusa da garota em algum canto do quarto e voltei a beijá-la. _______ inverteu nossas posições, ficando por cima de mim e se sentando com força onde não deveria. Sem tirar o contato de olhares comigo, ela foi desbotoando os botões de minha camisa, e quando terminou, a tirou tão lentamente, enquanto passava suas unhas pelo meu corpo, me fazendo arrepiar.

Puxei sua nuca, a beijando novamente. Nossas línguas brigavam por espaço, e eu conseguia explorar cada canto daquela boca. Quando sentimos falta de ar, nos separamos. Mordi seu lábio inferior com força, o puxando e o deixando inchado.

Inverti novamente as nossas posições. Comecei dando beijos um tanto que molhados em seu pescoço, fazendo uma trilha até chegar no fecho de seu sutiã, que graças a Deus, era na frente. Desprendi aquilo e joguei o sutiã em outro canto do quarto. Podia-se reparar na vergonha que ________ sentia, mas em nenhum momento ela quis interferir.

Sem hesitação alguma, abocanhei seu seio, enquanto massageava o outro. Os gemidos de prazer de ________ eram música para meus ouvidos, e finalmente, eu estava conseguindo tirar toda aquela marra da mesma.

Quando terminei meu serviço em um, fui para o outro seio. Minha mão vaga, se atreveu a ir até a intimidade da garota, que ainda estava coberta pelo short jeans. Me divertindo coma situação, fui até o ouvido da garota.

— Nem comecei direito a festa e já está encharcada?

Sussurrei em seu ouvido, logo mordendo o lóbulo do mesmo. Percebi sua pele se arrepiando, e acabei soltando um sorriso mínimo com aquilo. Me afastei e comecei a desabotoar os botões de seu short. O tirei com toda a calma e o joguei pra longe. Com a minha boca, fui retirando sua calcinha de renda vermelha, após tirar tudo, a garota fechou a perna e se encolheu.

Abri suas pernas novamente, sem força alguma e sorri sincero para a mesma.

— Perfeita. — Falei e ela pareceu mais aliviada, mas ainda continuava com vergonha e hesitação.

Me aproximei da garota novamente e a beijei. Não foi feroz, mas foi um beijo necessitado e... Apaixonado?

Trilhei beijos molhados novamente, passando por seu pescoço, pelo seus seios, pelo seu colo, e finalmente, em sua intimidade. Eu sugava toda a região, e as vezes até fazia uns movimentos circulares pelo seu clitóris. A vê-la se contorcendo, nesta visão, era a melhor coisa do mundo inteiro. Fazer preliminares, não era o meu forte, mas pra ela, precisa ser o pacote completo da diversão.

Sem pensar duas vezes, introduzi um dedo meu em sua intimidade. Comecei com movimentos de vai e vem um tanto que lentos de mais, e torturar ela, não vou mentir, é incrível.

— J-J-JungKook... — Ela gemeu meu nome, e eu não perdi tempo. Penetrei o segundo dedo e comecei com os movimentos um pouco mais rápidos. Ela segurava o lençol com força, e o puxava, eu demorei um ano pra arrumar essa cama. — J-Jeon... E-Eu...

Sabendo o que a mesma iria falar, tirei meus dois dedos de sua intimidade e fiquei em cima da garota de novo. Ela me olhava com certa reprovação, e isso, no entanto, era divertido.

Lhe dei um selar um tanto que demorado e me levantei, tirando a minha calça, junto com a cueca. Abri uma gaveta e tirei de lá, um preservativo. Rasguei o pacote e o coloquei. Olhei para _________, que me encarava mordendo o lábio inferior. Voltei pra cima dela e beijei calmamente a garota.

— Tem certeza que quer isso? Ainda dá tempo de parar... — Falei, a olhando por cima.

— Ei... — Ela sorriu mínimo pra mim. — Anda logo com isso, e vai com calma, eu sou-

— Eu sei que você é virgem, e eu fico feliz em saber disso... — Falei, me ajeitando entre suas pernas. — Se doer, me avisa... 

Ela assentiu e eu comecei a penetrá-la bem devagar. _________ fechou os olhos e fez uma expressão de dor, e isso me apertou o coração. Parei por um instante e segurei em seu rosto.

— Abra os olhos... — Falei e ela apenas obedeceu. — Vou começar, ok?

Ela assentiu e eu dei um selar na garota. Lentamente, fiquei estocando a mesma. Estava esperando ela se acostumar para ir com mais intensidade. Ela rebolou o quadril, e eu já sabia o que isso significava, mas em vez de ir mais rápido, fui apenas diminuindo a velocidade.

— Se quiser mais rápido, vai ter que implorar...

Sussurrei em seu ouvido, fazendo a mesma arrepiar até o último pêlo de seu corpo inteiro. Ela me olhou por alguns segundos, e só pela sua expressão, já dava para ver que estava surtando de prazer.

— O-Oppa... M-M-Mais r-rápido... — Ah não. Chamou de "Oppa", já é apelo comigo.

— Você quem manda.

Penetrei a garota de uma vez. Ela tomou um susto que chega arqueou as costas para trás.

— Te machuquei?

— N-Não. Vai c-com tudo... Quem tem dó é p-piano...  — Após ela dizer isso, sorri malicioso com a mesma e comecei a estocar a sua intimidade.

Aish, tão apertada mas ao mesmo tempo tão boa... 

Como eu havia dito, escutar os gemidos de ________, era música para meus ouvidos, agora ouvi-la gemendo "Jeon" e "Oppa", sinceramente, era um show!

Nossos gemidos se misturando e nossos corpos se chocando era o único som daquele quarto. O cheiro de sexo tomava conta do ambiente, mas o perfume de _________, tão doce, era melhor que aquilo. A garota havia me dado um chupão, e por que não retribuir, não é?

Seu corpo inteiro já estava marcado e repleto de manchas roxas e vermelhas por todo o lado. Ela enlaçou suas pernas em minha cintura, facilitando ainda mais para mim. 

— O-Oppa, e-eu v-v-vou... — Dei um leve selar na mesma, cortando a sua frase.

— A-Aguente mais u-um p-pouco, vamos fazer isso j-juntos... — Após dizer isso, cheguei ao meu ápice, junto a garota.

Ficamos parados por alguns instantes, ofegantes e tentando encontrar o fôlego. Me joguei em cima dela e despenquei minha cabeça na curva de seu pescoço. O suor que escorria pelas minhas costas, faziam a mesma arder, então acabei chegando a conclusão de que ________ havia deslizado suas unhas com força em minhas costas, mas acabei não sentindo.

— Sai de cima, seu gordo... — Ela disse e eu acabei sorrindo com seu comentário. Deitei ao seu lado e puxei a mesma para deitar em meu peito. — Ai que clichê... 

— Fica quieta e dorme... — Falei, dando um beijo simples no topo de sua cabeça. Ela puxou o cobertor e nos cobriu.

E acabamos adormecendo ao som da tempestade que caía...





Notas Finais


Ebaaaa
Hoje teve!
Meu hentai está uma bosta?
Sim!
Pq sou horrível em escrever hentai ;_; E esse foi o primeiro de muitos! :v
Espero que tenham gostado e desculpe-me pelo horário :3 só aproveitando que minha mãe não ta em casa (e nem sei onde ela está)

~Saii


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