História Só o tempo poderá dizer - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Exibições 95
Palavras 1.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Acho q a história tá começando a tomar rumo...

Capítulo 4 - Eu digo e ela não acredita


G- o que você quer Alexandre ?

Al- Como assim o que eu quero ?- falou com um tom de indignação- Tô tentando ajudar você, não é o que parece ?

Giovanna estava magoada, tinha acabado de escutar umas verdades de uma pessoa que sempre esteve com ela, e o pior, sabia que Reynaldo tinha razão em tudo que a dissera. Ela não o amava, não como uma mulher deve amar um homem. A atriz então resolveu jogar toda essa mágoa em cima de alguém que não tinha nada a ver com a situação.

G- E como você pretende me ajudar?- falou com desdém- A gente acabou de se conhecer e o pouco que eu sei sobre você não gosto.

Al- Pelo visto você não foi mesmo com a minha cara! Mas me diz, o que eu fiz pra você?

G- Você? O que você fez pra mim ? Nada. Mas eu conheço muito bem o seu tipo Alexandre, sou uma mulher de 40 anos, meu querido, é o peso da experiência.

Al- Olha Senhorita Antonelli, você não está merecendo nem um pouco, mas eu vou te ajudar, você não pode ir desse jeito para casa.

Antes que ela esboçasse alguma reação ou proferisse palavras que de certo iriam lhe ferir, Nero avançou sobre ela pegando a chave do carro de sua mão. O contato fez ambos estremecerem. O ator segurou na cintura da Morena a guiando até o banco de passageiro, abriu a porta do carro, a ajudou a sentar e foi em direção ao lugar de motorista.

Cerca de dez minutos se passaram, até que Alexandre quebrou o silêncio.

Al- Eu percebo que você não gosta de mim, mas eu não faço a menor ideia de onde você mora, então eu preciso que você me diga o endereço né?!

Eles não trocaram nenhuma palavra o caminho todo. As vezes o silêncio era quebrado por alguma instrução que Giovanna dava a Nero sobre como chegar em sua casa, mas nada além disso.

Quando chegaram na frente do residencial onde Giovanna morava o porteiro prontamente liberou passagem, conhecendo o carro da atriz. Nero estacionou o carro na frente da mansão Antonelli.

Al- Pronto, excelência, está entregue- o homem falou tentando descontrair um pouco o ambiente pesado.

Giovanna sorriu amarelo, ela se sentia um pouco culpada por ter descontado a sua raiva no moreno. Afinal, ele tinha se mostrado um verdadeiro cavalheiro, diferente do que ela imaginava.

G- Alexandre, eu tenho que te pedir desculpas, você não tem nada a ver com meu mau humor e eu acabei extravasando todo meu ódio em você- falou ainda olhando pra frente não conseguia o encarar.

Nero apoiando os dedos em seu queixo virou o rosto da morena delicadamente para que ela o encarasse. Com o polegar enxugou uma lágrima teimosa que insistia em molhar a face da atriz.

Al- Giovanna, eu sei que você tá passando por um momento difícil, eu só não sei o que é porque como você mesma fez questão de lembrar eu não te conheço, mas isso não significa que eu não possa te conhecer. Você quer me contar ?

A morena não tinha muito o que dizer, apenas afirmou positivamente, saiu  do carro e rumou em direção a sua casa como se fizesse um convite silencioso para que ele a acompanhasse. Ela se sentou no sofá o indicando o outro canto com a cabeça. Alexandre só a acompanhava enfeitiçado, esperando atento o que a morena tinha para lhe contar.

G- Alexandre, a minha vida toda eu insisti em furadas, tive inúmeros relacionamentos, nenhum com sucesso, até que eu resolvi dá uma chance para o Giane, ele sempre esteve comigo e é realmente um amor de pessoas. Mas pelo que parece eu não consigo gostar de pessoas boas, se é bom pra o mundo não é bom pra mim.- falou aquilo tudo numa rapidez, como se pestanejasse não teria coragem para continuar, já que estava abrindo sua vida para um completo desconhecido.

Nero ficou sem reação, ele realmente não esperava por tamanha sinceridade. Todo mundo era tão preocupado em manter as aparências que se esquecia de sentir, e ela tava ali na sua frente só sentimentos.

G- Nossa! Você deve tá me achando uma maluca, primeiro eu te trato super mal, depois tô fazendo uma relatório da minha vida no sofá da minha casa

Al- Não, não é isso- falou acordando dos seus devaneios- quer dizer, você só pode ser bem louca, mas pode ser que isso não seja ruim.

Ela se permitiu sorrir, talvez ele fosse mesmo diferente do que ela pensava. E Nero continuou a falar.

Al- olha Giovanna...

G- me chama de Gio, por favor

Al- tudo bem. Gio, não se culpe tanto, você ainda não encontrou alguém a sua altura talvez seja só isso, já parou pra pensar que as coisas ainda deram certo não é porque você é ruim, é porque você é boa de mais para qualquer um- falou acariciando a bochecha da morena- bem, eu gosto de pensar assim, as vezes por a culpa no universo liberta.

Alexandre a encarou no fundo dos olhos uma vez mais, retirou uma mecha de cabelo que pairava sobre seu rosto e fez o que ele teve vontade desde quando a viu chorar. A beijou, calma e lentamente, diferente do modo Alexandre de ser, aos poucos foi pedindo passagem com a língua. Giovanna por um instante esqueceu dos seus problemas e se permitiu, mas como se acordasse de um devaneio o empurrou bruscamente.

Al- Desculpa, eu não me controlei

G- Não é culpa sua, só vai embora Alexandre, eu preciso pensar.

O Moreno saiu um pouco entristecido em direção a portaria de onde pegou um táxi e foi para o Projac buscar seu carro. Antes que pudesse chegar em casa seu celular apita e uma felicidade inexplicável toma conta do seu coração quando ele verifica de quem é a mensagem.

“Alenxadre, eu sei que agora você deve tá pensando que eu sou a pior pessoa do mundo, e talvez eu seja mesmo, mas eu queria te agradecer por tudo que você fez por mim hoje mesmo sem me conhecer, mesmo eu tenho sido horrível com você, é isso... você merece encontrar alguém a sua altura

Ass: “Senhorita Antonelli” “

Alexandre não sabia o que responder, aquela mulher que pelas telas passava um ar tão firme e decidido estava ali, venerável. E ele não pôde deixar de achar aquilo ainda mais bonito.

“eu digo mas ela não acredita, ela é bonita de mais...

Ass: você sabe quem”


Notas Finais


Capítulo não revisado.
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