História Só o tempo poderá dizer - Capítulo 6


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Categorias Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Exibições 79
Palavras 1.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


1- pensem no apartamento do Nero como se fosse o do Romerio
2- escutem a música: Último Romance- Los Hermanos.. ela que eu escolhi

Capítulo 6 - Último romamce


Já estavam no carro indo em direção a um restaurante na Barra.

G- Posso saber para onde o senhor tá me levando ?

Al- Na verdade não, não confia em mim senhorita Antonelli ?

G- Na verdade não- falou brincando com a afirmação do ator.

O resto do caminho foi em silêncio até que chegaram a um restaurante luxuoso, bem iluminado, com um leve frescor.

G- Alexandre, eu te disse que eu tava muito simples, eu sabia que você ia me meter em um enrrascada!

A morena vestia uma saia jean curtíssima, um blusa ousada, pois abusava tanto da transparência, quanto do decote, deixando bem evidente um delicado sutien de renda que ela usava. Estava extremamente sexy e sabia disso.

Al- Você tá linda- falou depositando um selinho leve na boca da morena.

Para os que viam eles pareciam mesmo um casal de namorados. Nero era delicado mas não deixava de ser possessivo, sempre que podia depositava a mão na cintura da morena, parecia que tinha medo que alguém a roubasse.

Metri- Boa noite senhor Alexandre, você reservou a mesa de sempre?

Al- A mesa de sempre, por favor.

O metri reconheceu a atriz, contudo preferiu não comentar com medo de a constranger.

A mesa que Alexandre escolhe era discreta, afastada das demais ficava num espécie de varanda que tinha virada para o jardim, Giovanna ficou completamente encantada, adorava o contato com a natureza.

G- Então o senhor já tinha tudo em mente, já tinha tudo reservado- falou com uma expressão indecifrável- e se por acaso eu não aceitasse o seu convite ?

Al- Era impossível isso acontecer. Primeiro porque eu não fiz um convite, eu fiz um ultimato, segundo porque eu sei que você nao conseguiria resistir ao meu mel.

G- Mesa de sempre então Alexandre ? Podia pelo menos ter dado uma variada, dar uma diferenciada.

Al- Você sempre pensando o pior de mim, mas eu pensei que você já soubesse que era diferente.

O garçom chegou afim de anotar os pedidos, era um rapaz novo lá pelos seus vinte e um anos, abusadíssimo, desde que chegou a mesa não tirava os olhos de Giovanna.

Al- Ou querido- falou estalando os dedos- perdeu alguma coisa no decote da MINHA mulher ?

Gar- Não, não senhor, eu só...

Al- eu vou facilitar tua vida, vamos fazer assim, você anota os pedidos e sai da minha vista.

Giovanna observou tudo em silêncio estava estática. O menino anotou os pedidos e saiu em passos tímidos.

G- SUA mulher é Alexandre ?

Al-  Você é minha sim, só não sabe ainda, mas é minha- falou recolhendo a mão dela de cima da mesa e depositando um beijo nela.

G- Então, acho que você já conhece muito de mim já que você presenciou meu pequeno ataque de nervos. Por que o senhor não me fala um pouco sobre você?

Al- Nossa, se o pouco que você conhece de mim não gosta pra que eu vou te dá mais motivos pra me odiar ?- falou em um tom descontraído.

A moça nada falou, apenas o lançou o um olhar desafiador que o fez decidir tenta fazê-la o entender.

Al- Eu sou de Curitiba, vim pra o Rio pra tentar ser cantor, não deu muito certo, percebi que tinha talento pra ator e fui tentar a sorte.

G- Nossa, eu adoro música, tento até tocar violão mas sou um prego, você deveria me mostrar, quero ver se é bom mesmo.

Al- Então a senhorita já está planejando um segundo encontro ? Acho que eu sou um pouco melhor do que você pensava.

O jantar continuou descontraído, Nero contou um pouco mais sobre sua família, carreira, sonhos pretensões. Giovanna foi uma boa ouvinte, não precisava falar muito para ser encantadora.

Estavam no carro de Alexandre indo em direção a mansão Antonelli, pelo menos era o que a morena acreditava até então.

G- Alexandre, pra onde você tá me levando? Esse não é o caminho da minha casa.

Al- Ah, deve ser porque a gente tá indo para minha casa. Você disse que queria me ver tocar, eu pensei que ficava subentendido que era hoje- falou cínico como sempre.

G- Alexandre para, eu tenho que pegar meu filho amanhã cedo na casa do Murilo.

Al- Nossa, tá assanhadinha, eu te convidei para me ver tocar, já tá querendo dormir comigo e abusar do meu corpinho.

A cobertura de Nero era ampla, tinha um grande sofá preto na sala, um aquário que dividia o ambiente e uma luxuosa escada que levava a suíte principal.

Al- Bem Gio, chegamos na minha humilde residência. Você quer alguma coisa, um vinho, uma água, um suco, sei lá?

G- Um Dry Martini tem ?

Al- Você fez uma ótima escolha, eu sou o rei do Dry Martini.

Alexandre passou alguns minutos na cozinha preparando o que a morena pedira. Ele voltou trazendo além da bebida alguns petiscos. 

Al- Bem, a senhorita já está servida então eu acho que já está na hora de te mostrar o quanto eu sou bom- falou com todo o duplo sentindo que a frase permitia.

G- Tô pagando pra ver Alexãããndre- mordeu distraidamente o lábio, não sabia o quanto isso a deixava sexy.

O ator nada falou, pegou o violão que ficava em um suporte que ficava ao lado do sofá e começou a dedilhar como se escolhesse qual música tocar. Alguns minutos em silêncio que pareceram uma eternidade e um lindo sorriso surge em seus lábios como se tivesse resolvido o mistério. Já sabia exatamente a música que falaria tudo aquilo que ele não tinha coragem de dizer.

Al- "Eu encontrei-a quando não quis

Mais procurar o meu amor

E o quanto levou foi pra eu merecer

Antes de um mês e eu já não sei

E até quem me vê lendo jornal

Na fila do pão sabe que eu te encontrei

 E ninguém dirá

Que é tarde demais

Que é, tão diferente assim

Do nosso amor a gente é quem sabe, pequena

Ah, vai me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém afim de te acompanhar

E se o caso for de ir a praia

Eu levo essa casa numa sacola..

Eu encontrei-a e quis duvidar

Tanto clichê

Deve não ser

Você me falou pra eu não me preocupar ter fé e ver coragem no amor

E só de te ver eu penso em trocar aminha tv num jeito de te levar

A qualquer lugar

Que você queira

E ir aonde o vento for

Que pra nós dois sair de casa já é se aventurar

Ah vai me diz o que é o sossego que eu te mostro alguém afim de te acompanhar

E se o tempo for te levar eu sigo essa hora

Eu pego carona

Pra te acompanhar"


Notas Finais


Vai ter hot, vai ter briga! Falta saber a ordem!
Escutem a música é importante para a história.


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