História Só resta o amor - Capítulo 18


Escrita por: ~ e ~Devaneiro

Postado
Categorias Originais
Exibições 6
Palavras 1.666
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 18 - É tão fácil ser feliz com você


Fanfic / Fanfiction Só resta o amor - Capítulo 18 - É tão fácil ser feliz com você


Dayse :
 Ja fazia um tempinho que nós estávamos ficando e meu amigo Vinis queria por que queria que saíssemos como se fosse um encontro de Casal, Eu e ela, ele e a namorada dele. Eu costumo ser o tipo de pessoa que não curte essas paradas, não gostava da proximidade ou coisas que demonstrassem ter alguma real importância a tal circunstância e probabilidade de algo sério, mas eu de primeira aceitei e levei a ideia dele para ela à convidando para ir comigo, eu estava bem animada com aquilo, eu iria sair com ela a primeira vez, sair de verdade.
  Combinamos de ir ao Villa Lobos e nosso ponto de encontro era na estação de Jandira, eram apenas 9 hrs e eu ja estava  estava na escada da estação esperando, sou cismada com horários e eu sou aquela pessoa que odeia esperar, então sempre procuro chegar até mesmo antes para não ter esse tipo de problema. Me sento em um canto da estação e fico esperando... esperando, ela ainda não havia saído de casa por que sua mãe havia saído e esqueceu de deixar o dinheiro para que ela pudesse ir, começo a ficar agoniada, mas ficamos na enorme fé de que sua mãe chegaria logo e ela logo estaria comigo. Pra minha grande sorte meu amigo me liga dizendo que estava atrasado / sério? \  e então isso de certa forma me acalma.. Ufa, mais tempo pra ela. Meu amigo acabo por chegar com sua namorada e um saco de pão de queijo que me faz bem feliz até notar que ela não estava ali, eu nunca liguei por ficar de vela e isso nem me chateou, mas sim a expectativa que eu criei da presença dela, eu vi aquilo se transformando em total ausência, ela então fala para irmos que ela iria logo que sua mãe chegasse e nos encontraria no parque.
Isso me alivia um pouco, mas não deixa de deixar aquele buraquinho ali sabe, quando você sente que esta faltando praticamente tudo.
Pegamos o trem e pra minha sorte eles ficam conversando comigo e a namorada dele parece gostar de mim por que ela conversa comigo super de boa e parece bem animada com isso, isso é bom pra quem tinha ciúmes dele comigo, apesar do clima bom de conversa entre nós eu fico presa ao celular, ela devia estar ali, queria tanto ela ali que isso até me estranhava.
Chegamos no parque e andamos um pouco a fim de tentar achara alguém para alugar algo para que a gente pudesse andar, um patins, uma bicicleta, pois o fato de sermos menores de idade não nos permitia isso. Andamos, andamos e andamos e tudo que fica na minha cabeça é ela " será que ela vai vir mesmo?", " para de se iludir Dayse!", isso começa a me enlouquecer mas mantenho a minha pose de calma perante a situação. Resolvemos ir sentar em um gramado em meio algumas arvores, meu amigo havia levado o violão então começamos a tocar e cantar até que eles se deitam e ficam ali, juntos, um curtindo o outro e eu me encosto na árvore com o violão no colo, eu começo a refletir, eles parecem tão felizes, tão calmos, eu queria tanto sentir essa calmaria, a forma como se olhavam, fazia praticamente dois anos que eles estavam juntos e eu sempre ouvia o como ele falava sobre ela com tamanha admiração, eu achava lindo, mas apesar de achar super fofo eu começo a me sentir de lado, pego meu celular e a Yasmin havia sumido, eu começo a me sentir frustrada, começo a analisar tudo ao redor e encontro um grupo de pessoas logo ao lado, então chego la e pergunto se alguém poderia alugar um long pra mim e então eu daria o dinheiro pra pessoa, um garoto disse que faria a retirada pra mim então fomos lá pegar o long.
  solto o long no chão e subo encima dele, a quanto tempo eu não fazia isso? Eu começo a remar e andar em zig zag pra ir me acostumando melhor, começo a dar umas remadas mais fortes para pegar mais velocidade, coloco meu fone de ouvido, dou minha ultima olhada no celular e então o coloco no bolso e volto a remar cada vez mais forte e ir cada vez mais rápido, não havia mais nada comigo a não ser eu e meus pensamentos, eu comecei a analisar cada ponto da minha cabeça e questionar cada sensação que eu havia começado a sentir de uma forma que eu não entendia, eu estava me sentindo frustrada por que minha cabeça estava começando a me enlouquecer,  não paro de remar um segundo e vou desviando de tudo a minha frente, após ja ter dado uma volta e meia no parte sinto meu pé queimar, eu com certeza ficaria com uma bolha no pé. 
Após duas voltas no parque inteiro me direciono ao local onde havia alugado o long para poder devolver e então vou até onde meu amigo tinha ficado deitado com sua namorada, só que ao chegar la ele não estava lá, eu começo a imaginar onde ele poderia estar, meu celular estava descarregando, ele não me atendia e a Yasmin, a Yasmin estava sumida desde sempre pra sempre, eu claramente havia perdido as esperanças de ter uma tarde legal com ela.
Mensagem
Vinis - Fomos andar, nos encontramos no stand dos longs as 14hrs!" mensagem as 13;15 hrs
Eram 14h16 
Vinis - Cadê você?
Day- tô aqui aonde aluga long, cadê você mano?
Vinis - A gente ta tentando se achar com esse monte de bolsas!
Day- Tô na frente do bagulho aqui, meu celular vai descarregar!
Vinis- Estamos vendo, estamos chegando, sorry deixar tu ai!
 Um bom tempo depois eu ja estava muito mais do que irritada e então ele aparece, eu não consegui esconder minha fúria, mas nem era necessariamente  com ele, mas sim com o meu criar expectativa. Ele me pede mil desculpa e eu tento me manter de boa sabendo que o que me incomodava não era necessariamente aquilo, pois a Yasmin resolver me mandar mensagem dizendo que havia dormido, isso me deixou bem, não sei explicar.
 Vinis resolve que poderiamos ir comer no shopping, lugar onde nenhum dos três sabia chegar, então saimos pelo parque inteiro perguntando como se chegava lá, e depois de tanto andar enfim chegamos, espero eles comerem e logo vou embora pois eu ainda iria para casa da Sarah, a gente ir no teatro de noite. Faço o caminho da estação sozinha de baixo da chuva, pego o trem, a Sarah me liga:
-Onde você está?
-Ja estou chegando!
-Ok!
Um cara estranho fica me olhado e pra minha sorte logo chego na estação que eu desceria e vou direto pegar o ônibus para casa da Sarah.
Chego la e ao olhar meu rosto no espelho, eu havia queimado todo o meu rosto e nem tinha percebido. Yasmin começa a me mandar mensagem perguntando sobre o teatro e do nada me diz estar lá, eu e a Sarah ficamos um tanto surpresas.
Ao chegar lá nos encontramos com ela e ela fica na fila com a gente onde tiramos nosso primeira foto oficialmente juntas tirada por nós mesmo, digo isso por que ja haviam tirado fotos de nós juntas sem nosso consentimento.
 Ela estava tão linda, ela é tão linda. Entramos no teatro e ela se senta comigo e a Sah, eu me sento no meio e então após algum pequeno período de tempo o teatro começa e as luzes começam a apagar, o ambiente começa a escurecer, tento o máximo possível prestar atenção no teatro, mas a forma como seu polegar acariciava minha mão cuja os dedos estavam entrelaçados no dela me tiravam a concentração, eu estava tão centrada naquilo, mas tentava disfarçar as vezes que eu olhava, eu sentia uma fascinação por olhar cada traço delicado do seu rosto, da sua boca, sentir sua mão na minha, aquela pequena fresta de lus no fundo em meio aquele escuro pleno refletia nela e ela tinha uma expressão tão serena, isso me deixava completamente calma, mas em algum  momento desse teatro, tudo eu me pego olhando para nossa mãos, meus olhos enchem de lágrimas e eu não entendo nem um pouco o por que daquilo, meu oração esquenta e um sorriso sai do meu rosto sem que eu pudesse ter o minimo ou qualquer controle sobre aquilo, eu nunca senti algo parecido, aquilo me arrepiou, então eu olhei seu rosto e algo na minha cabeça me disse "É ela!", volto meus olhos as nossas mãos, e percebo que meus dois anéis preferidos estavam nos meus dedos, eu retiro o que eu mais gostava do meu dedo e coloco no seu, eu senti uma satisfação enorme daquilo, eu queria dar algo pra ela, algo que eu gostasse, como um pedaço de mim, e nada melhor do que um anel que me acompanhou por anos.
Eu vou me recompondo e depois de um tempo naquele sonho, naquela sensação maravilhosa, aquelas luzes que acompanhavam os traços de seu rosto e as pequenas e curtas vezes que ela soltava minha mão para secar o suor da sua e logo voltar a encaixa-la perfeitamente na minha, a peça acabou, ficamos sentadas por um tempo, mas logo minha amiga se levanta e vamos atrás, ficamos fora um tempo mas ela resolve que queria que eu conhecesse sua mãe, ela leva eu e a Sah até sua mão onde nos cumprimentamos e não passa disso. 
Nós no despedidos e eu  subi com a Sarah para esperar o pai dela e quando ele chega ele resolve me levar até a port de casa. 
Eu chego um pouco tarde e então vou direto arrumar o colchão e me deitar, eu mal encosto minha cabeça no meu travesseiro e minha cabeça começa a pirar, mas pela primeira vez na vida, de uma forma boa, eu não parava de sorrir e assim dormi aquele dia.
 



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