História Só um acordo - Capítulo 17


Escrita por: ~ e ~BellaNaty

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, 5sos, Clifford, Michael, Romance, Só Um Acordo
Exibições 84
Palavras 3.581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oe!

Gente eu tenho um cell agora!

Agora ta bem melhor pra escrever, pq convenhamos que eu poderia bater o record de quem digita mais rápido 😂😂
Eu mudei a classificação da fic, não me matem.

Enfim, vamo pro cap.

Vejo vcs lá embaixo!

Capítulo 17 - Hot


Jen's POV

Apertava fundo no acelerador, com as janelas abertas e a minha concentração apenas na pista. Mike nem questionava sobre a minha velocidade excessiva na direção, eu necessitava correr, tinha que saber o que aconteceu com a Faith.

Minha mãe dirigia logo atrás de mim com Iza como companhia.

Cheguei ao hospital em menos de meia hora e coloquei o carro no estacionamento perto da entrada. Desci do carro e esperei Mike descer pra fechar o carro.

Andei em passos largos e apressados pra chegar logo ao quarto aonde Faith estava. Passei pela recepção sem ligar pra ninguém e nem avisar elas.

Praticamente abri a porta do quarto da Faith.

- Faith. - chamei preocupada. Ela estava sentada na cama de costas pra porta. Jes avaliava o rosto dela com a ponta dos dedos.

- É a Jen! - Faith disse animada. Desceu da cama e veio correndo até mim. O rosto dela.

- Faith, seu rosto. - alarmei me ajoelhando pra ficar do tamanho dela. O rosto dela estava perfeito, parecia nunca ter sido danificado.

- Eu to linda, né? - ela perguntou pulando de alegria. Eu ainda estava em choque com o que tinha acontecido com o rosto da Faith. Ela estava linda, perfeita.

- Você ta perfeita, Faith! - disse abraçando ela e apertando. - Jes, como fizeram isso?

- O tratamento dela deu certo, as queimaduras secaram e viraram pele morta. - ela disse sorrindo. - Vou chamar a Amy. - Jes saiu do quarto.

- Isso é legal, né, Jen? - Faith perguntou.

- Faith, doeu isso? - perguntei de volta passando a mão no rostinho dela.

- Não, não doeu. - ela disse sorrindo. - E agora eu to com meu rosto de novo, Jen! - ela gritou pulando feliz.

A porta foi aberta.

- Jen, como ela está? - Iza perguntou preocupada.

- Entra, Iza. - chamei.

- Jen? - Mike chamou.

- Entra, trás minha mãe. - convidei.

Mike entrou no quarto e minha mãe estava logo atrás dele.

- Faith, seu rosto! - foi vez da Iza alarmar se ajoelhando pra fala com Faith.

- É, ele melhorou. - Faith falou feliz.

- Nossa, Faith, você está linda. - Mike elogiou ela.

- Obrigada. - Faith falou. Escutei uma vozinha falar do corredor.

- A Iza ta aí? - Amy perguntou.

- Está sim, Amy. - falou Jes no corredor.

- Iza, Iza! - ela gritou abrindo a porta e correndo até Iza.

- Amy! - Iza gritou abraçando Amy.

Amy era ruiva, tinha os cabelos lisos e na altura do ombro, ela tinha sardas no nariz e os olhos verdes. Ela tinha quatro anos.

- Eu to tão feliz, olha meu braço. - Amy mostrou os braços que não estava mais com queimaduras.

- Amy, que legal! - Eliza disse mexendo nos braços da menor.

- É, agora a gente pode ir pra casa. - Faith falou segurando as mãos de Amy e pulando as duas.

Eram tão diferentes, mas tão felizes juntas. Faith era loira e tinha os cabelos longos e ondulados, os olhos eram cinzas.

- Vocês são irmãs? - minha mãe perguntou. Amy e Faith sorriram.

- Não, mas nossa cama fica perto. - Amy falou segurando a mão de Faith.

- Como assim? Vocês são primas?

- A gente mora em um orfanato, tia. - Faith falou. Minha mãe acabou se calando e mudando a expressão.

- É, a gente não tem papai nem mamãe. - Amy falou.

- Ai, magoou, to indo embora. - falei me levantando.

- Não! - elas gritaram me puxando pra baixo de novo.

- Você é nossa irmã, Jen. - Faith disse. Amo essa criança.

- Ai, vem cá, me abraça. - chamei as duas abraçando elas.

- Posso ganhar um abraço também? - minha mãe se abaixou. As meninas me olharam.

- É minha mãe. - falei.

- Sim! - elas responderam juntas correndo até minha mãe e abraçando ela.

Minha mãe apertou as duas como se fosse Iza e eu quando criança, nunca vi ela tão emotiva. Ela beijou os rosto das duas e sorriu.

- Pareceu abraço de mamãe, né, Amy? - Faith falou. Minha mãe marejou os olhos.

- Sim. - Amy confirmou.

- Meninas, nós temos que ir. - Jes falou.

- Ah, por que, tia? - Faith perguntou.

- Já são oito horas, e vocês vão dormir as nove. - Jes falou carinhosa. Eu estava agradecida de elas terem uma enfermeira como a Jes.

- Tudo bem. - elas assentiram e seguraram as mãos.

- Vamos, então. - Jes falou.

- Tchau, Jen, Iza, Mike e tia. - elas acenaram e saíram com Jes.

- Nós temos que ir, não é? - perguntei saindo do quarto com os outros.

- Ah, sim. - falou minha mãe. - Iza e eu vamos na frente.

- Ta bem. - falei. Elas partiram em direção do corredor.

- Preciso falar com você. - Mike falou.

- O que foi? - perguntei.

- Precisa me deixar no meu apartamento hoje.

- Porque? - perguntei.

- Meu terno ta lá. - ele falou começando a caminhar.

- Ah, tudo bem. - confirmei.

(...)

Avisei minha mãe e Iza que eu ia levar Mike no apartamento dele, e elas assentiram dizendo que estava tudo bem.

Mike estava meio pensativo, queria muito saber no que ele estava meditando. Só prestava atenção nas mãos dele que se mexiam debaixo das tatuagens. Eram poucas, mas eu gostava delas.

Eu ainda estava querendo saber quantas tatuagens ele tinha.

- Nunca me contou sobre suas tatuagens. - comecei. Ele riu nasalado.

- Não são muitas. - falou.

- O que são? - perguntei.

- Uma âncora no polegar. - ele me mostrou.

- Continue. - pedi.

- O "X" no dedo, as listras no braço junto com o "raio" e "To the moon" no bíceps.

- Hm, ele tem uma tatuagem no bíceps. - falei rindo.

- Grande coisa, é só uma frase. - ela disse me acompanhando na risada.

- Pra que o "X" no dedo? - perguntei.

- Pra isso. - ele me deu dedo e riu logo depois.

- Muito obrigada, me senti lisonjeada. - falei irônica.

- E você?

- Eu o que? - perguntei de volta.

- Sente vontade de tatuar alguma coisa? - perguntou.

- Eu já tenho. - falei. Ele me olhou surpreso.

- Vejam só, outra surpresa. - ele falou sarcástico. - Tem mais o que, um piercing em casa mamilo?

- Não, mas pensei em colocar. - disse e ele me olhou de olhos e boca abertos.

- Sério?

- Não. - disse rindo. Ele suspirou, aparentemente aliviado.

- Quantas são? - perguntou.

- São três apenas.

- Apenas. - ele caçoou da minha fala. - Aonde são?

- Na nuca e na espinha. - respondi.

- Tatuou um dragão, foi? - perguntou alarmado me fazendo rir.

- Por que acha isso? - perguntei.

- Você disse que é na nuca e na espinha. Quem tatua a espinha? - perguntou confuso.

- Eu. - falei. - E não são desenhos alarmantes.

- São o que?

- A primeira na nuca são dois pássaros voando.

- Representam o que? - Mike me questionou.

- A minha mãe e a Eliza. - sorri.

- E seu pai?

- Meu pai não merece estar na minha pele. - falei com desprezo.

Estacionei o carro na porta do prédio dele. Nós descemos do carro.

- E a segunda? - me perguntou enquanto eu passava pela porta do prédio.

- A segunda é a palavra "Ai" em japonês. - entrei no elevador com ele.

- Em japonês? Por que? - perguntou.

- Vários aspectos japoneses fizeram parte caminha infância. Como por exemplo os desenhos.

- Via Dragon Ball? - Mike peguntou empolgado.

- Nossa, muito. - falei. Ele me olhou nos olhos.

- Jennifer, casa comigo. - ele pediu me fazendo rir. - Sério, eu achei uma mulher que gosta de Dragon Ball.

- Eu sei, ridículo, né?

- Não! - ele berrou quando o elevador se abriu uma senhora se assustou com o berro dele.

- Desculpa, senhora, ele se empolgou no assunto.

- Não tem problema, filha. - a mulher falou simpática enquanto nos esperava sair do elevador pra ela entrar.

Andei ao lado dele pelo corredor.

- Não é ridículo, é incrível. - Mike respondeu pegando as chaves dele no bolso.

- Continuando, - falei. - eu sempre amei muitos aspectos japoneses, então por isso tatuei "amor" em japonês na nuca.

Mike abriu a porta da casa dele, nós entramos.

- Como sabe que não ta escrito "meu pastel é mais barato"? - ele perguntou.

Eu não aguentei, comecei a dar gargalhadas que nem uma louca.

- Menina, se acalma. - Mike disse rindo também.

- C-como... - eu comecei a querer repetir o que ele disse, mas eu estava com falta de ar. - R-repete.

- Como sabe que não ta escrito "meu pastel é mais barato"? - ele perguntou e eu voltei a rir. - Jen, você ta vermelha.

- E chorando. - completei. Eu chorava de tanto rir.

- Eu, em. - Mike disse se afastando. Eu me recuperei e parei de rir.

- Nossa, quase morri agora. - disse tento espasmos de risada ainda. Enxuguei as lágrimas e voltei ao normal. - Eu sei que não ta escrito isso, porque "amor" é uma palavra muito fácil de ser traduzida, não tem como errar.

- É, tem razão. - respondeu se achegando mais em mim. - O amor pode ser uma ação.

- Ah é? Como?

- Por exemplo. - ele envolveu minha cintura com os braços. - Poderíamos fazer amor no meu quarto.

Me senti atiçada só com essa frase.

- Só posso dizer uma coisa: você vai longe com essas cantadas. - falei sorrindo.

- Funcionam com você? - perguntou.

- Sim. - respondi verdadeira.

- É o que basta. - concluiu. - Sua última tattoo.

- Minha última tatuagem é no meio da espinha, é um coração bem pequeno. - falei.

- No meio da espinha? Por que?

- Promete que não vai rir de mim? - perguntei tímida.

- Prometo. - ele sorriu me olhando nos olhos.

- É onde eu gosto de ser beijada. - respondi. Tinha um significado por trás pelo menos.

- Esse é o significado mais sexy e fofo de uma tatuagem. - respondeu ainda me segurando ali. - Pode me mostrar elas?

- Claro. - respondi me virando de costas pra ele.

Ele não esperou eu afastar meu cabelo da nuca, ele mesmo fez isso. Começou a passar a ponta dos dedos por minha tatuagens.

- Os pássaros e o "amor". - ele passou delicadamente a ponta dos dedos. Os dedos dele desceram devagar e começaram a abrir o zíper do meu vestido.

- O-o que você está fazendo? - perguntei.

- Eu quero ver sua tatuagem da espinha. - Me fez suspirar com as mãos delicadas dele.

Desceu o zíper até o final das minhas costas e me puxou pra encostar o corpo no dele.

- Que coração tentador. - ele passou o indicador por ali. - Você gosta de ser beijada aqui? - ele perguntou se abaixando e beijando minha espinha bem em cima da minha tatuagem.

- Mike. - chamei ele. O mesmo se levantou e ficou meio quieto.

- Você tem covinhas nas costas, que lindo. - ele elogiou com a mão em cima. - Eu acho sexy covinhas no fim das costas.

- É? - perguntei.

- Muito. - me respondeu. - Você não deve ter ideia o quanto é linda. - ele adentrou meu vestido pela abertura do zíper, acariciou minha cintura e pousou as mãos em meu quadril bem em cima da minha calcinha rosa claro.

Eu poderia ter tirado ele, mas a forma como ele me tocava era linda e tentadora.

- Não posso negar que sinto uma atração forte por você. - ele falou em meu ouvido. Senti um volume na calça dele

- Eu sei bem. - falei ofegante.

- Você é como uma droga pra mim, eu tenho você sempre e o alívio do meu vício é poder te sentir. - ele cochichou em meu ouvido.

- C-como você quer me sentir?

Eu sabia a resposta, mas eu queria ouvir, a voz dele ficava tão máscula e vibrante. Ele não falava sobre essas coisas de uma forma nojenta, ele fala de uma forma sexy, mexe comigo. A rouquidão da voz dele, parece ter gritado muito no dia anterior e, no outro dia, a voz dele ficou rouca. A respiração quente em minha orelha completava tudo o que eu considerava perfeito nele.

- Eu quero sentir você, sentir seu calor, ouvir suas suplicas, beijar você, te fazer delirar e rolar os olhos de prazer. - ele falou em meu ouvido.

- Nunca pensei que poderia me fazer sentir assim. - confessei baixo. Ele beijou minha nuca.

- Sei que gosta, você sabe que pode me mandar ir embora a qualquer momento, mas não faz isso. Você quer, não quer?

- Sim. - respondi.

- Que bom, assim não sou só eu. - respondeu descendo beijos por minha espinha, logo levantou de novo. - Vamos tirar isso. - ele tirou meu vestido e o mesmo caiu aos meus pés.

Me virou de frente pra ele e sorriu satisfeito quando me viu morder os lábios sentindo ele deslizar um dedo ao longo da minha espinha.

- Nunca imaginei que seria mais linda dessa forma tão entregue. - sorriu pra mim. Ele tinha razão, eu estava entregue a essas sensações.

- Acho que só você consegue me dominar. - falei. Ele sorriu e colocou a mão em meu quadril.

- Se eu te domino, quer sentir o quanto eu gosto de você? - ele perguntou.

Sim ou não?

Se eu disser que sim, tenho certeza que vou sentir muita coisa e talvez os meus sentimentos mudam.

Se eu disser que não, não vai acontecer nada.

Parece óbvio a resposta.

- Sim. - respondi. Era quase impossível de não aceitar e eu sei que depois disso, nossa relação ia se intensificar.

Ele me puxou devagar até o quarto dele e abriu a porta. Me puxou delicado pra dentro do quarto trancou a porta. Continuou me puxando pela mão e me levou até a beirada da cama. Ele se sentou e segurou minha mão.

- Deita de bruços no meu colo. - chamou. Fiquei meio receosa. - Eu não vou te bater, prometo, eu não sou desses.

- Ta. - respondi me deitando de bruços com os joelhos apoiados no chão e o meu tronco em cima do colo dele.

- Se quiser que eu pare, é só pedir. - ele pediu.

- Ta. - respondi.

Senti a ponta dos dedos dele contato com a minha espinha, era tão bom que eu me peguei de olhos fechados, sorrindo e aproveitando o carinho. Logo senti selinhos serem distribuídos por ali e eu quase me contorcia do quão agoniada eu estava.

Mike era a melhor pessoa na cama, e olha que eu nem provei tudo ainda.

- Quieta. - ele pediu rindo nasalado.

- Eu to quieta. - falei meio falhado.

- Não, você ta rebolando. - ele disse segurando meu quadril pra ele parar de se mexer em ansiedade.

Eu sentiria vergonha se não fosse tão bom isso o que ele faz.

- Levanta. - ele me pediu. Me levantei e fiquei de pé. - Agora, senta no meu colo de costas pra mim.

Eu assenti indo até ele e me sentando em seu colo assim como ele me instruiu. Foi quando ele passou a beijar minha espinha de novo, bem em eu ponto fraco, bem onde o desenho do coração ficava.

- Posso tirar seu sutiã? - perguntou.

- Pode. - falei com um sorriso de segundas intensões no rosto. Ele conseguiu, de alguma forma, tirar com uma mão só. Tirou meu sutiã e começou a me provocar.

Umas das mãos dele segurava minha cintura, e a outra deslizava de cima a baixo em minha barriga e passando entre meus seios. Foi quando ele agarrou um dos meu seios e passou a massagear de uma forma carinhosa e prazerosa.

Eu nunca tinha sentido nada com massagem em meus seios, mas agora meu conceito mudou.

- Você é tão linda, mas eu queria ter essa visão de frente. - confessou.

Como eu estava bem com ele e bem com a situação, decidi me virar de frente.

- Pronto. - falei. Ele sorriu e olhou direto para os meus seios.

- Perfeitos. - Falou. Passou a massagear um deles e senti-me mais quente que o normal.

Achei que ele ia ficar só com o carinho das mãos, mas logo ele começou a beijar e dar chupões, morder a carne ali em volta e os meus bicos.

Eu tinha consciência de tudo o que estava acontecendo e onde isso podia parar, e sinceramente eu não me importo de deixar ele fazer isso comigo.

- Já tinha imaginado você assim, sabia? - ele perguntou meu olhando nos olhos.

- Ah é, como me imaginou? - perguntei passando a mão pelos cabelos dele.

- Bem diferente do que ta acontecendo agora, eu te imaginei menos quente. - me respondeu.

- É? E como se sente agora? - perguntei.

- Bem melhor que minhas expectativas. - me respondeu beijando meu pescoço.

Estava em transe, queria sentir mais os carinhos dele.

Mas eu fui interrompida pelo meu celular tocando. Resmunguei e peguei ele.

- Alô. - atendi com desprezo.

- Oi, Jen. - era a voz de Ben.

- Oi, Ben. - falei neutra. Mike riu da minha indiferença. Espero que ele tenha entendido que u preferia estar sendo beijada por ele em vez de falar com esse babaca.

- Jen, vou direto ao assunto. Vai ter um baile aqui ma escola amanhã, queria saber se você vem comigo.

- Já tem dono, babaca. - Mike cochichou. Fiz sinal de silêncio pra ele.

- É uma pena, Ben, já fui convidada. - falei.

- Já? Por quem?

- Michael Clifford. - tive prazer em dizer o nome dele. Não sei, mas o nome do Michael era forte.

- Meu aluno? Como conhece ele? - ele perguntou.

Michael deu uma risada de leve.

- A gente é amigo. - respondi.

- Ah, vou poder te ver no baile?

- Talvez. - disse. - Bom, eu estou cheia de coisas pra fazer, então te vejo amanhã no baile, Ben.

- Até, Jen. - ele desligou. Joguei meu celular no chão.

- Não joga no chão, ele vai quebrar. - Mike falou.

- E daí? Posso comprar outro. - disse fazendo ele rir.

- Ta irritada?

- To! Meu fogo abaixou, to indignada. - disse bufando de raiva.

- A gente pode continuar. - falou em meu ouvido. - Acendo seu fogo outra vez.

- Tenho que ir pra casa. - falei. Ele bufou de ri dele e me levantei de seu colo.

- Sou bonita da mesma forma que você me viu? - perguntei. Ele mordeu os lábios pra mim.

- É mais perfeita. - falou.

- Eu tenho que ir pra casa, Mike. - falei.

- Tem mesmo?

- Tenho, Mike. - repondi sorrindo pra ele.

- Vou buscar seu vestido. - ele se levantou devagar.

Enquanto ele saía do quarto, evitei contato visual com o estado que eu tinha deixado ele há alguns segundos atrás. Mike me causava coisas por todo o corpo, se eu ameaçasse olhar, seria como me entregar a tentação.

Peguei meu sutiã e coloquei ele de volta em meu corpo. Respirei fundo antes de começar a raciocinar o que acontecer. Eu estava quase explodindo por dentro, meu interior pulsava, resultado do prazer que senti nas mãos dele.

- Aqui. - ele me entregou o meu vestido.

- Me ajuda a fechar? - perguntei olhando com uma cara maliciosa pra ele.

- Claro. - falou vindo até mim. Coloquei as duas pernas no vestido e puxei colocando os braços na manga também.

Me virei de costas pra Mike e ele puxou o zíper de meu vestido bem devagar. Ele respirava em meu pescoço, me deixando cada vez mais mexida com ele.

- Quando vou voltar a te ver assim? - Mike perguntou.

- Eu não sei, eu não tenho muito tempo. - confessei suspirando eu queria tanto sentir ele assim de novo.

- E se eu arranjar tempo?

- Faça o que quiser comigo quando arranjar tempo. - falei.

- Pode deixar. - falou mordendo minha orelha.

- As vezes acho que nossa relação é muio boazinha. - falei.

- Como assim?

- Muito melosa. - respondi.

- Ah é? - ele perguntou. Me virou de frente pra ele e chocou nossos corpos. Passou a beijar meu pescoço da forma mais animalesca possível.

- Uou. - falei.

- Eu não sou um cara bonzinho, Jen. Não se confunda.

- Eu também não sou boa, Mike. - falei olhando bem em seus olhos.

- Ótimo. - falou me beijando e indo pra cama e se deitando de bruços.

Eu sorri pensando em por quê ele tinha se deitado dessa forma.

- Eu já vou, ta bom?

- Tudo bem. - ele respondeu me olhando de volta.

- Te vejo amanhã. - falei saindo do quarto.

Peguei minha chave do carro e desvi até o lado de fora do prédio afim de pegar meu carro.

Minha mente só se ocupava em o que aconteceu no apartamento de Mike, passei todo o tempo pensando em como um garoto que está saindo do colegial poderia me dominar dessa forma.

Aquela noite, eu dormi inquieta. E foi a primeira vez que sonhei com ele.

Continua...


Notas Finais


CALMA!

Tem um propósito pra eu ter parado um hot bem no meio. E eu não vou contar.

Enfim, sei q essa mudança foi surpresa.

Mas comentem o que vocês acharam dessa mudança.

Bye!


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