História Só um acordo - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~BellaNaty

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5 Seconds Of Summer, 5sos, Clifford, Michael, Romance, Só Um Acordo
Exibições 103
Palavras 3.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OIE!

GENTE A BATERIA DO TABLET TA EM 2%

Veio vcs lá embaixo.

Capítulo 9 - Queimaduras



Eliza's POV

Estava no intervalo do colégio sentada com Calum, Luke, Mike e Ash apenas conversando e e escrevendo em meu caderno sagrado de músicas. Calum olhava pro meu braço como se tivesse visto alguma coisa muito chamativa ali.

- Eliza, que roxo é esse no seu braço? - Calum perguntou. Luke me olhou meio assustado.

- Eu devo ter batido em algum lugar. - disse como se não desse a mínima.

- Mas ta com marcas de dedo. - Ash disse.

- Ah, eu devo ter dormido com a mão em cima, sei lá. - disse e eles me olharam suspeitos. - Que é?

- Quem apertou seu braço? - Ash perguntou.

- Ah?

- Eliza, se tiver alguém te batendo...

- Gente, não foi ninguém, ta bem? - disse. - Eu, sei lá, devo ter dormido com a mão em cima, ou é alguma coisa que eu esbarrei.

- Tudo bem, acreditamos em você. - Calum disse. Eu sei que eles não tinham se convencido, mas é melhor isso do que eles saberem quem foi.

- Olha só, eu vou dar uma volta pelo jardim, eu quero ver se consigo escrever alguma coisa. - disse eme levantando.

- Ta bom. - Ash respondeu.

- Ah... Eliza, eu vou com você, quero conversar uma coisa. - Luke disse se levantando e colocando-se ao meu lado.

- Luke ta doente. - Ash disse e Mike riu.

- Qual é, Ash, me deixa. - Luke disse.

- Ok. - respondi neutra. Andei um pouco até sair de vista dos meninos e cheguei perto da maior árvore do colégio.

- Eliza. - ele me chamou.

- O que? - perguntei enquanto passava a mão na água gelada que tinha no tronco da árvore, devido a chuva, e colocando a mão gelada e molhada no lugar do roxo.

- Eu não queria ter feito isso. - ele disse olhando para o meu braço.

- Mas fez. - disse. O local onde ele tinha apertado era pouco acima do cotovelo.

- Olha, me desculpa, eu me irritou fácil e as vezes te trato mal. - ele confessou.

- As vezes? - perguntei. Ele bufou de raiva.

- Eliza, eu to tentando ser paciente com você! - ele disse elevando a voz, me afastai hm pouco dele.

- Mas, eu não fiz nada. - disse.

- Quer saber, eu sei que isso é só frescura sua, seu braço nem deve estar doendo de verdade! - ele disse alto.

- Mas não é. - eu disse.

- Ah, por favor, eu sei o quanto e exagerada, não me admira que consegue manipular sua irmã! - ele disse irônico.

- Ta vendo, é por isso que a gente nunca se dá bem, você nunca é gentil comigo, você sempre joga na minha cara que minha irmã é rica e eu quero me aproveitar dela, mas quer saber? Eu não me importo com a riqueza dela, eu amo ela como ela é! Porra, que inferno! - xinguei e ele riu sarcástico.

- A mesma nojenta de sempre. - me xingou. - To indo embora, vice não merece minhas desculpas.

Ele saiu de perto de mim me deixando ali com raiva dele.

Jen's POV

Acordei com o notebook em cima de mim e tocando uma música, eu dormir em cima dele de novo. Cocei os olhos e me acostumei com a luz antes de me sentar, peguei o notebook de meu colo e fechei ele colocando ao lado da cama no meu criado mudo.

Olhei em meu relógio do criado mudo, era 12h37, nem acredito que dormir esse tempo todo. Eu tinha coisas à fazer hoje de manhã, coisas muito importantes que eu não podia deixar de lado.

Tinha que levar os dois no colégio, depois tinha que passar no escritório pra contar meu progresso para o Sr.Adams, depois eu tinha que passar na loja pra comprar brinquedos pras crianças que eu ia visitar.

- Droga. - resmunguei e me levantei indo direto para meu banheiro.

Eu tomei um banho rápido, só pra tirar a sujeira do corpo e relaxar meus músculos, a essa hora os dois iriam chegar, e eu tinha que sair com eles pra comprar os brinquedos para as crianças.

Saí do banheiro já vestida e fui pra sala, escutei a maçaneta girando e as vozes de Mike e Eliza conversando.

- Eu posso te ajudar na melodia depois, mas você não me mostra a letra. - Mike entrou em casa olhando pra Eliza.

- Depois eu te mostro, ainda não ta pronta. - ela disse fechando a porta e me olhando. - Olha, acordou.

- Sim, e porque não me acordaram? - perguntei.

- Mike disse que você estava dormindo tão serena que ele não quis incomodar. - Eliza disse vindo até mim e me abraçando.

- E como foram ao colégio? - perguntei.

- Eu tenho pernas, e um passe de ônibus. - ela disse me fazendo rir.

- Entendi. - disse. Olhei pra Mike que sorriu meio tímido, aquele beijo mexeu comigo e com ele.

- Aliás, hoje foi a prova de recuperação do Mike. - Eliza disse indo para o quarto dela e trancando a porta para se trocar.

- Foi é? - perguntei olhando pra Mike.

- Foi sim. - ele tirou a mochila e revirou o bolso dela, puxou um papel e colocou em minha mão.

- A+! - Berrei olhando a nota dele. - Michael, você acertou tudo!

- Sim, e o professor perguntou se eu era um superdotado ou coisa do tipo. - ele disse rindo.

- E o que você falou? - perguntei sorrido.

- Que tinha tido aulas com uma professora linda e ótima em matemática. - ele se aproximou de mim. Eu não pensei duas vezes em abraçar ele.

- Que bom que conseguiu. - apertei pelo pescoço e o mesmo me apertou pela cintura. Era aconchegante abraçar Michael.

- Também gostei. - ele disse me dispensando do abraço. - Agora me dá que eu vou emoldurar essa prova. - ele disse me fazendo rir.

Ele foi pegar a mochila pra guardar a prova, mas a mochila caiu e o exemplar do meu livro que ele tinha pegado caiu.

- Esse livro não era pra você entregar pra sua colega? - eu perguntei.

- Merda. - ele xingou tentando pegar, mas eu fui mais rápida e peguei.

- Olha só, umas das paginas está marcada. - disse folheando o livro.

- Jen, me devolve. - ele tentou puxar o livro de mim. Ele tinha ficado com aquele livro pra ele, e inclusive ele marcava algumas frases.

- Você mentiu, né? - perguntei neutra olhando nos olhos dele.

- Menti. - ele bufou. - Desculpa, Jen. Por favor, não fica zangada comigo.

- Não estou zangada com você, Mike. - sorri. - Eu achei bonitinho.

- Bonitinho? - perguntou duvidoso.

- É, poderia ter dito logo que adorava meu livro. - disse pegando uma caneta.

- O que vai fazer? - perguntou.

- Uma dedicatória, exclusiva pra você. - disse e ele sorriu.

- Vai ter muita menina com inveja no colégio. - ele disse me fazendo rir.

- Faça inveja nelas. - eu disse escrevendo uma dedicatória.

"Para o cabelo colorido mais cheiroso, e os olhos verdes mais lindos do mundo, Michael, te amo! ♡"

- Ownt, que fofo. - ele disse irônico me abraçando e roubando um selinho meu.

- Michael! - dei um tapa no ombro dele. - Não me beija assim, a Eliza pode ver.

- E daí? - perguntou me beijando outra vez.

- Michael! - ele riu me soltando.

- Jen. - Eliza me chamou saindo do quarto e vindo até mim. - A gente vai ver a Amy e os outros hoje?

- Sim, a gente tem que passar na loja de brinquedos antes. - disse e ela sorriu.

- Não vejo a hora de ir ver a Amy. - ela disse voltando para o quarto dela.

- Do que vocês estão falando? - perguntei.

- Vamos visitar umas crianças no hospital hoje. - disse sorrindo. Ele me olhou estático.

- Por favor, me diz que eu não vou. - ele falou.

- Você vai. - disse ele continuava me olhando.

- Elas não estão com tuberculose ou uma doença grave que pode ser transmitida, tipo catapora, né? - perguntou mais uma vez.

- Não, elas não estão. - disse.

- Ah ta. - disse aliviado. - E porque estão no hospital?

- Bom, é complicado. - disse. - Vai entender quando chegarmos lá.

- Ok. - ele disse. - Já comeu?

- Ainda não, mas...

- Vai comer. - ele mandou apontando pra cozinha.

- Ta, calma. - disse o olhando. - Faz sanduíche pra mim? - pedi.

- Me dá beijinho? - ele perguntou com uma voz irônica fazendo bico pra mim.

- Caramba, viciou em me beijar! - disse e ele riu. - Se eu te der um beijo você faz?

- Faço, mas eu quero de língua. - ele disse me olhando no fundo dos olhos.

- A Eliza ta aqui do lado. - disse e ele me puxou pela cintura.

- É só um beijo. - Ele me convenceu.

- Ta. - disse. Ele puxou meu lábio inferior com os dentes e adentrou minha boca com a língua. Mike beijava tão intenso que as vezes eu não conseguia acompanhar, as mãos dele desceram para o topo das minhas coxas.

- Sabia que eu adoro isso aqui. - ele disse em meu pescoço e acariciando o topo das minhas coxas.

- Sabia que Eliza ta ali do lado? - perguntei e ele riu beijando meu pescoço. Perdi a sanidade.

- Ela não vai aparecer agora. - ele disse ainda beijando meu pescoço. - E desde ontem eu quero te beijar direito e você não deixa. - ele chupou de leve meu pescoço. Ouvimos o trinco da porta da Eliza se abrindo, ele me largou ali ofegante e foi até a cozinha.

- Jen, o que acha de... Uau, você está corada. - ela disse.

- Estou? - perguntei e ouvi uma risada de Mike.

- Sim, riu muito? - Eliza perguntou.

- Sim. - disse.

- Seu sanduíche, Jen. - ele me entregou.

- Vou comer no carro, vamos? - perguntei e eles assentiram.

(...)

Eu dirigi a caminho da loja de brinquedos, eu tinha dinheiro suficiente pra comprar brinquedo para aquelas crianças.

Nós entramos na loja e a Eliza pegou um carrinho para nós enfermos lá dentro.

- Ok, vocês vão comprar brinquedos na maior loja da brinquedos da cidade? - Mike perguntou.

- Sim. - Eliza e eu respondemos.

- Ok, quero saber quem são as crianças sortudas. - ele disse. Olhei bem pra Eliza e ela balançou a cabeça negativo.

- Depois nós te contamos, agora ajude a gente a escolher brinquedo pros meninos. - disse e ele riu.

- Menino brinca com tudo, carrinhos é uma boa. - ele disse mostrando os carros.

- Pega nove. - falei e ele se engasgou.

- Nove? - perguntou.

- Sim, são nove meninos e cinco meninas. - eu disse e ele me olhou com dúvida.

- Nem vou perguntar. - ele disse pegando os carrinhos e alguns outros brinquedos o qual eu não prestei atenção.

- Jen. - Eliza me chamou. Eu sei o que ela queria.

- Pode pegar o que quiser pra Amy. - disse e ela pulou de alegria.

- E o que vai levar pra Faith? - ela perguntou.

- Ela me disse que queria aqueles ursos com olhos grandes. - disse e ela sorriu.

- São fáceis de achar. - ela disse rindo.

(...)

Depois de comprar aqueles brinquedos, nós partimos para o hospital principal. Mike ainda não estava entendendo nada, mas ele já ia entender.

Nós entramos com aquelas sacolas enormes dentro do hospital e fomos direto pra recepção.

- Jen. - a recepcionista já me conhecia.

- Oi, Cassy, eu vim visitar as crianças. - disse.

- Vejo que trouxe brinquedos e mais um amigo. - ela disse se direcionando à Mike. - Podem ir direto, avisarei a Jes que vocês já chegaram.

- Valeu. - agradeci. Andamos pelo corredor indo até a última sala, Jes saiu da sala e nos avistando.

- Jen! - Jes me cumprimentou.

- Oi, Jes. - disse.

- Você é sempre tão atenciosa, acho que eles vão gostar muito. - ela disse olhando para nossas sacolas.

- Eu espero. - disse. - Eliza, pode entrar com as sacolas e com Jes.

- Ta. - Eliza respondeu pegando nossas sacolas e entrando com Jes na sala. Puxei Mike pela mão afim de contar à ele o que estava acontecendo.

- Me explica, até agora to boiando. - ele disse rindo.

- Tem que me prometer que não vai ser mau com as crianças aí dentro, nem ofender elas e nem olhar de um jeito estranho. - eu pedi.

- Ta, mas porque eu seria mau com elas? Jen, eu to confuso. - ele reclamou.

- Michael, há uns seis meses meses, um orfanto pequeno pegou fogo. - disse e ele me olhou assustado. - As crianças foram resgatadas, nenhuma delas morreu, mas todas sofreram queimaduras pelo corpo.

- Ah, meu Deus. - ele soltou o ar que estava preso.

- Essas crianças estão traumatizadas com fogo, muitas delas tiveram que fazer um tratamento psicológico, e todas elas estão sensíveis com o assunto.- olhei ele nos olhos. - Elas sabem quando as olham com pena, então ignore quando ver os ferimentos delas.

- Tudo bem. - ele disse.

- Mais uma coisa, elas estranham no começo algumas pessoas novas, mas tente ser paciente e brincar com elas. Eliza e eu somos as únicas além das enfermeiras e da diretora do orfanato que visitam elas.

- E porque? - ele perguntou.

- Porque eles tem nojo delas, rejeitam elas por terem essas queimaduras pelo corpo. - disse e ele respirou fundo.

- São apenas crianças. - ele disse. - Eu detesto crianças, mas isso? Isso já é demais.

- E elas são tão boazinhas, Mike. - disse sorrindo e ele sorriu junto. - Quietinhas e fofas.

- Se são assim, eu não foi ter problema. - ele disse.

- Ok, então você ainda quer ver elas? - perguntei.

- Quero. - me respondeu com um sorriso.

- Ótimo. - falei segurando a mão dele. - Vamos.

Eu segurei a maçaneta e abri a porta do que as crianças do orfanato estavam. Todas elas estavam sentadas em volta da sala sentados no chão brincando. Os meninos brincavam juntos, e as meninas brincavam de casinha ou coisa parecida. Eliza estava com Amy no colo brincando com ela.

- Elas são crianças tão fofas. - Mike comentou.

- Sim, elas são, mesmo com esses machucados elas são. - disse e Mike sorriu. Vi que uma cabeleira loira estava meio calada e sentada perto das meninas. Faith era minha pequena, ela era a mais carinhosa ali, e a menor também.

- Porque a pequena ali não está sorrindo? - Mike perguntou.

- Acho que ela ainda não ganhou o presente dela. - disse e Mike riu. A atenção de toda sala foi voltada para nós, Faith me viu e sorriu largo.

- Quem é esse, tia Jen? - Um dos meninos perguntou.

- É o namorado dela. - Amy disse zoando de mim.

- Ele é meu amigo, e veio visitar vocês. - disse e Mike sorriu.

- Jen, Jen! - Faith veio correndo até mim. Faith tinha metade do rosto queimado, uma queimadura de segundo grau que poderia ser revertido e deixar o rosto dela normal, mas ela tinha um complexo de inferioridade por ter aquilo no rosto.

- Não corre, linda. - disse me agaichando pra ficar da altura dela e ela riu de mim.

- Você trouxe o meu ursinho? - ela perguntou com as mãozinhas nos meus joelhos.

- Trouxe sim. - disse e ela pulou de alegria. Ela olhou pra Mike com os olhinhos meio assustados.

- Oi, pequena. - Mike disse se abaixando pra falar com ela também.

- Não fica com medo. - ella disse colocando as mãozinhas no local da queimadura. Mike sorriu.

- Porque eu ia ficar com medo? - Mike perguntou

- Porque eu to feia. - ela abaixou a cabeça constrangida.

- Você é linda, Faith. - Mike disse de lá sorriu.

- Acha mesmo? - perguntou com as mãos ainda no rosto.

- Sim. - ele puxou as mãos dela do seu rosto. - Seus olhos azuis são lindos.

- É?

- Sim, Faith, você é tão linda que poderia fazer aqueles comerciais de creme na tevê. - ele disse e eu ri com isso.

- Eu sou mesmo bonita? Mesmo com isso? - ela perguntou.

- Claro que é. - ele disse e deu um beijo na cicatriz dela. - Não se importe com isso, olha pra mim, eu tenho o cabelo colorido.

- É, e ele é legal. - Faith disse feliz. Peguei o ursinho dela na sacola e dei à ela.

- Aqui, Faith. - entreguei à ela.

- Obrigada, Jen! - ela disse se levantando e indo brincar com o ursinho.

- Quanto anos ela tem? - Perguntou Mike.

- Cinco. - respondi e ele sorriu.

- Ela é linda. - Mike respondeu.

- Eu sei. - disse sorrindo pra ele.

(...)

Eliza resolveu ir visitar nossa mãe, modesta a parte eu não gostava de ir vê-la, ela gostava mais da Eliza então eu ficasse com ela. Eu não preciso mais dela, eu posso desfrutar do meu apartamento sozinha. Bom, nem tao sozinha assim .

- Jen? - Mike me tirou dos meus pensamentos enquanto eu dirigia.

- Diga.

- Porque não ficou na casa da sua mãe? - perguntou.

- Não é necessário. - falei.

- Como assim? Você é filha, não é?

- Sim, sou, mas e uma história complicada.- disse.

- Acho que eu posso te entender. - ele segurou em minha mão. Respire fundo antes de prosseguir.

- Ok.







Continua...


Notas Finais


AIN ❤

Jen e seus problemas com a mãe.

Comentem sobre o capítulo e o que acharam, eu tenho que correr pq o tablet ta achando a bateria kkkk

Bella e eu já postamos o novo projeto de fic que é o A carta da fã, vai ser uma história um pouco mais dramática do que nós escrevemos até agora, é bom sair do tradicional kkkk

Até o próximo cap e bye! ❤


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