História Só Uma Noite? - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Eri_Hemmings

Postado
Categorias Alfredo Flores, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Álcool, Amigos, Armas, Atlanta, Canadá, Casamento, Dinheiro, Drogas, Família, Filhos, Gravidez, Italia, Máfia, Mortes, Prostituição, Prostituta, Sequestro, Sexo
Exibições 287
Palavras 2.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, amoras! Como estão?!

Não demorou né? Demorou?

Bom, o dia em que a Fanfic vai ser atualizada vai ser mesmo no sábado, já que é um dia em que eu e a Flávia estamos livres.

Era só isso.

Espero que gostem, me desculpe qualquer erro e boa leitura!

Capítulo 3 - Information


Fanfic / Fanfiction Só Uma Noite? - Capítulo 3 - Information

Point Of View Francesca Salvatore. — Geórgia, Atlanta.

Estava começando a ficar difícil andar de salto, os tirei e voltei a andar com os saltos na mão. Meus passos era rápidos até o hospital, e mesmo que não fosse tão longe o desespero estava tomando conta de mim.

Quando o hospital estava próximo, coloquei novamente os saltos. Entrei no hospital e me dirigi a recepção, fazendo com que a recepcionista notasse minha presença.

— É... Oi, me ligaram a alguns minutos e disseram que minha mãe estava em observação. Eu posso vê-la? — perguntei refazendo o coque que havia se desfeito.

— Como é o nome da paciente?

— Alicia Carson. — respondi enquanto batia levemente a mão no balcão.

— Ah, claro. Ela está em observação. — assenti — Preciso de um documento seu para fazer uma carteirinha de acompanhante.

Passei as mãos pelas laterais do meu corpo numa tentativa falha de encontrar minha bolsa... Por que nem me dei conta de que tinha a deixado no carro do loiro. Ótimo, nunca mais vou ver aquele cara. Meu documentos, dinheiro e até as chaves da minha casa estavam naquele bolsa.

— Moça? — chamei a recepcionista que olhava alguma coisa atentamente no computador — Eu acabei esquecendo meus documentos em casa, não tem outra maneira para que possa ver minha mãe?

— Sinto muito, mas não. — respondeu-me rapidamente e voltou sua atenção para o computador.

Bufei e me direcionei a saída do hospital. Ótimo, perfeito. Não posso ver minha mãe, perdi minha documentação, não tenho mais as chaves de casa e nem dinheiro. Ai que raiva.

Olhei as horas no celular e já passava das duas da manhã. Sophie provavelmente já estaria dormindo, e Tyler também, mas era minha única opção. Continuei andando rapidamente em direção a casa deles, na rua onde eu estava as luzes estavam apagadas, o que me deixava ainda mais assustada, alguns homens que estavam na rua, me direcionavam olhares e sorrisos maliciosos, o que fez meu corpo tremer, mesmo que isso aconteça sempre, ainda sim me assusta.

Quase quarenta minutos depois, estava na frente da casa dos gêmeos. Parei em frente a grande porta de madeira e dei três batidas leves torcendo para que Tyler ainda estivesse acordado. Levei minha mão novamente a porta dando mais três batidas, ouvindo passos dentro da casa logo em seguida. A porta foi aberta mostrando-me Tyler vestido só com uma calça de moletom, seus cabelos loiros estavam bagunçados e seu rosto estava levemente inchado deixando a entender que estava dormindo.

— Francesca? — perguntou surpreso.

— Oi, Tyler. — sorri forçado vendo o loiro ergue as sobrancelhas — Estava dormindo?

— São três horas da manhã. Você queria que eu estivesse fazendo o que? — perguntou encontrando-se na soleira da porta.

— Me desculpe, mas eu preciso de um favor. — disse sentindo meu rosto esquentar.

— Entre. — disse me dando espaço para que eu pudesse entrar.

— Me desculpe mesmo.

— Tudo bem, do que precisa? — perguntou depois de fechar a porta.

— Eu meio que perdi minha bolsa, com as chaves de casa, documentos e dinheiro. — suspirei — Minha mãe está no hospital e eu não tenho onde dormir. — sentir meu rosto esquentar novamente.

— Então você quer passar a noite aqui? — perguntou enquanto se sentava em um sofá pequeno que tinha na sala.

— Se não for incomodar. — me sentei ao seu lado.

— Sem problemas. — sorri de lado — E como sua mãe está?

— Ela foi medicada e ficará de observação por essa noite. Mas mesmo assim, queria vê-la. — choraminguei.

— Eu posso passar no hospital amanhã, se quiser.

— Não precisa, você já está sendo legal demais me deixando passar a noite aqui. — sorri.

— Eu quero fazer isso, e vou mesmo sem você deixar. — sorriu debochado me fazendo olhar feio pra ele — Agora você vai tomar banho, por que eu estou sentindo o cheiro de homem daqui.

Mostrei língua pra ele e me levantei seguindo até as escadas.

— Você dorme no meu quarto! — o ouvi gritar quando já estava entrando no quarto da Sophie.

Não respondi por que teria que gritar para ele escutar, e se a Sophie acordasse provavelmente eu não iria mais viver.

Abri a porta do armário da loira com cuidado e tirei de lá: Uma calça de moletom branca e uma regata azul marinho. Enquanto revirava uma gaveta do armário procurando por uma peça íntima, acabei achando uma minha que não me lembrava de ter deixado aqui.

Pequei uma toalha e saí do quarto seguindo para o banheiro que ficava no corredor. Liguei o chuveiro e deixei a água esquentar enquanto me despia. Senti todos os meus músculos relaxarem ao sentir a água quente em meu corpo, passei as mãos pelo meus corpo com força na intenção de tirar o cheio de suor e dos perfumes masculinos, e mesmo assim o cheiro forte de seu perfume ainda estava em minha pele.

Saí de baixo d'água e me sequei com a toalha que havia trazido, pude notar minha pele avermelhada por conta da força que fiz tentado tirar seu cheiro de mim. Quando terminei de vesti as roupas saí do banheiro e entrei no quarto do Tyler.

Peguei no armário duas cobertas, deixei uma delas em cima da cama e a outra levei até a sala onde Tyler estava dormido, o cobri com a coberta. Pequei meu celular que estava em cima da mesinha de centro e subi novamente para o quarto do loiro.

Me deitei na cama de solteiro e estiquei a coberta cobrindo meu corpo, coloquei o celular ao lado da cama e fechei os olhos deixando o sono me invadir.

Point Of View Justin Bieber. — Geórgia, Atlanta.

— O que pensa em fazer? — Ryan perguntou enquanto me entregava uma garrafa de cerveja.

— Torturar primeiro, matar depois. — disse depois de sentir o líquido da garrafa em minha garganta — Eu tenho que fazer tudo certo.

— Pode contar comigo. — disse confiante.

— Como é que é? — Ryan já torturou vários, com peso na consciência, mas já torturou. Agora matar, ele nunca fez isso.

— Querer eu não quero, mas posso abrir uma exceção, ela merece. — sorriu.

— Valeu cara.

— Então, eu estava falando com o Chris e ele comentou que você está procurando uma tal de Francesca. — disse despreocupado enquanto tomava sua cerveja.

— Christian não sabe ficar de boca fechada. — resmunguei.

— Então é verdade? — assenti.

— Sim, ela é prostituta.

— E por que procuras por ela? — ergueu uma das sobrancelha.

— Ela deixou a bolsa dela no meu carro. — dei de ombros.

— Você quer entregar? — assenti — Por que?

— Por que não vou ficar guardando a bolsa dela né.

— Joga fora, queima, sei lá. — neguei — Justin, o que você quer com ela?

— Eu tô tentando ser legal, porra.

— Para de mentir. — droga...

— Eu quero transar com ela de novo. — menti na cara dura. Pra falar a verdade nem eu mesmo sabia o por que de estar procurando aquela garota.

— Só podia ter haver com sexo. — riu — Conseguiu encontra-la?

— Christian disse que quer me falar pessoalmente. — confesso que estranhei no começo, mas não questionei.

— Estranho. — assenti.

— Cheguei! — ouvi a voz de Christian ecoar pelo escritório assim que o mesmo entrou no cômodo.

— E aí. — fez nosso toque, comigo e com Ryan.

— Trouxe o que eu pedi? — perguntei enquanto me sentava na grande cadeira que tinha no escritório.

— Aqui. — me entregou um notebook que estava carregando consigo.

Coloquei o notebook em cima da mesa de vidro e o liguei. Abri o arquivo principal o mesmo que Christian havia deixado marcado. As primeiras informações eram seu nome, idade, onde nasceu, onde cresceu, e o nome da mãe. Achei estranho o nome do pai não estar nas informações, geralmente Chris conseguia todos os detalhes.

Havia outras informações, onde estudou, o nome de um ex namorado, a "profissão". Em meio a tantas informações uma fez meu corpo congelar.

— Christian? — o chamei fazendo o mesmo desvia a atenção da conversa com Ryan e olhar pra mim — Eles realmente desapareceram?

— Então... — ele engoliu em seco — Todos os clientes dessa Francesca, todos, realmente desapareceram. Os caras passaram a noite com ela, no dia seguinte eles haviam sumido. Encontram dois caras, bom, o corpo deles.

Isso era informação demais.

Meu corpo novamente congelou. Como era possível? Ninguém some do nada depois de transar com uma prostituta. Eu transei com ela. Se todos somem, por que eu não sumi? Não que isso seja ruim. Mas, por que?

Fechei o notebook com força fazendo os dois me olharem assustados.

— O que foi?! — perguntei alterado.

— Por que ficou assim? — Chris perguntou pegando o computador de cima da mesa.

— Eu transei com essa garota! Por que eu não sumi?! Porra! — gritei.

Point Of View Francesca Salvatore. — Geórgia, Atlanta.

Acordei com o sol adentrando no quarto fazendo meus olhos arderem. Bati a mão sobre o criado mudo ao lado da cama procurado meu celular, assim que o liguei o ecrã do celular saltei da cama. Eram 06:30 e as aulas na faculdade começam as 07:30, digamos que a casa dos gêmeos não é tão perto do campus assim.

Depois de ter tomado banho e terminado minha higiene matinal, me enrolei na toalha e segui para o quarto da Sophie. A loira ainda dormia, me aproximei da cama e a cutuquei.

— Sophie. — a balancei depois de um tentativa falha de acorda-la — Sophie acorda. — a loira ainda dormia profundamente como se não tivesse ninguém ali — Caralho, Sophie, acorda! — gritei próxima a seu ouvido.

— Eu estou acordada, seja lá quem for. — disse com os olhos fechados e com a voz falha.

— Sophie para de fazer gracinha e levanta. — tirei a coberta de cima do seu corpo.

— Ai, fala logo, Francesca. — se sentou na cama coçando os olhos — O que está fazendo aqui?

— Eu dormir aqui. — disse enquanto abria a porta do armário dela — Eu vou pegar um roupa emprestada okay?

— Okay. — resmungou — Por que dormiu aqui?

— Deixei minha bolsa no carro daquele loiro, inclusive a chave da minha casa. — respondi enquanto tirava a toalha do corpo. Minha pele se arrepiou por conta do ar frio.

— Que pena. — debochou, apenas a ignorei e vesti uma calça jeans escura.

— É... — droga — Você... Tem anticoncepcional aí? — senti meu rosto esquentar ao terminar a pergunta.

— Espera. — logo após dizer isso pode ouvir um gritinho — Transaram sem camisinha?

Assenti enquanto colocava uma blusa rosa bebê. Me virei para encarar a loira que estava com a boca aperta, mordi os lábios enquanto soltava os cabelos que estavam presos em um coque.

— Então, tem ou não? — perguntei a tirando de um transe.

— Se isso não funcionar, eu não queria estar na sua pele. — disse enquanto pegava uma cartela de comprimidos na gaveta do criado mundo e me entregou em seguida — Boa sorte. — sorriu cínica e saiu do quarto.

Pequei um elástico de cabelo e prendi minhas madeixas em um rabo de cavalo alto. Busquei por uma bolsa onde a loira guardava suas maquiagens, assim que a achei passei somente um corretivo nas olheiras e um gloss avermelhado nos lábios.

Fui até o quarto do Tyler e coloquei os saltos nos pés, pequei meus celular que tinha deixado em cima da cama e olhei as horas novamente. Eram 07:30, em 30 minutos é impossível chegar no campus, vou perder os dois primeiros tempos. Guardei o celular no bolso da calça e desci as escadas rapidamente, fui até a pequena cozinha da casa e coloquei água em um copo, tomei dois comprimidos e deixei o copo na pia.

Tyler não estava mais na casa e Sophie acho que morreu naquele banheiro, então saí da casa sem nem mesmo notificada.

Andava apressadamente pelas ruas enquanto amaldiçoava o ser que fez aqueles saltos. Um sorriso surgiu em meus lábios quando vi a Land Rover Discovery preta bastantes conhecida por mim parar na minha frente.

— Atrasada? — peguntou abaixando o vidro do carro.

— Sim.

— Quer carona? — perguntou abrindo a porta do carona sem sair do carro.

— É por isso que eu te amo. — disse entrando no carro e deixando um beijo em sua bochecha.

— Eu sei todo mundo me ama. — se vangloriou enquanto dava partida no carro.

— Chaz, sua boca fica melhor fechada. — sorri cínica a ver o enorme bico que sempre fazia.

— Nossa como ela está afiada. — riu e eu mostrei língua — Quem mostra língua pede beijo.

— Prefiro beijar um cachorro. — ri alto.

— Nossa Francesca, me ofendeu viu. — colocou a mão no peito fingindo estar ofendido.

— Era a intenção, querido. — ri.


Notas Finais


→ Lucas Till como Tyler Cooper.

Amoras foi isso. Espero que tenham gostado. Como no capítulo anterior haviam outras coisas que nesse capítulo estão faltando, mas é por que elas estarão no próximo capítulo.

Por favor, não se esqueçam de favoritar e comentar, é muito importante!

Até o próximo capítulo.

Beijão @Eri_Hemmings .


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