História Só Uma Noite? - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~Eri_Hemmings

Postado
Categorias Alfredo Flores, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Álcool, Amigos, Armas, Atlanta, Canadá, Casamento, Dinheiro, Drogas, Família, Filhos, Gravidez, Italia, Máfia, Mortes, Prostituição, Prostituta, Sequestro, Sexo
Exibições 156
Palavras 1.911
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, meus amores! Tudo bom?!
Vocês devem estar querendo me matar né? Eu entendo. Quase dois meses sem postas!

Eu nem vou me explicar, só vou deixar que me batam. Brincadeira, nas notas finais, eu explico direitinho o que aconteceu!

Espero que gostem, desculpe qualquer erro ortográfico e boa leitura!

Capítulo 4 - Conversation


Fanfic / Fanfiction Só Uma Noite? - Capítulo 4 - Conversation

Point Of View Francesca Salvatore. — Geórgia, Atlanta.

— Eu já disse que não. — neguei pela décima quinta vez, enquanto ele insistia para eu ajuda-lo com a Sophie.

— Francesca! — ele fez bico.

— Até parece que você não sabe a vida que ela leva.

— Eu não me importo. — disse, parando o carro em frente a minha casa

— Mas eu sim. E fim de papo, Somers. — dei um beijo em sua bochecha — Tchau. Obrigada pela carona. 

— Não foi nada. Amanhã eu passo pra te pegar. — sorri e assenti. Saí do carro e Chaz logo deu partida.

Dei duas leve batidas na porta da minha casa. Tyler me mandou uma mensagem dizendo que ela já estava em casa, porém ninguém abriu a porta. Dei mais duas batidas na porta e logo em seguida, a porta foi aberta por minha mãe. Um sorriso se formou em meus lábios, que foi retribuído por Alicia.

— Oi, mãe. — disse dando-lhe um abraço rápido.

— Oi, minha flor. — depositou um beijo em minha testa. Sorri.

— Eu fiquei preocupada. — fechei a porta atrás de mim, e a segui até a cozinha — Me desculpe por não ter ido te ver.

— Tudo bem, o Tyler me explicou. — sorriu meiga.

— Como foi lá? — me sentei em uma das cadeiras da cozinha.

— Como sempre é. Medicações, exames, agulhas, e mais exames. — ela riu fraco.

— Então, está tudo bem? — perguntei.

— Sim, está. — sorriu.

— Que bom. — sorri e dei-lhe um beijo na bochecha — Eu vou subir e tomar banho.

Assentiu, e subi as escadas que levam até meu quarto. Ele não era tão grande, as paredes branco, uma cama de solteiro, um armário e uma escrivaninha. Meu quarto continuava o mesmo desde que meu pai foi embora, somente fizemos algumas modificações. Hoje ele estava arrumado, pois acredito que minha mãe tenha arrumado. Por que geralmente minhas roupas estão por toda parte. Eu nunca sei o que vesti e quando me decido, meu quarto já está uma bagunça.

Tirei toda a roupa que vestia, e encarei o espelho que ficava na parede. A parte do busto e do pescoço tinham algumas marcas roxas e avermelhadas, praguejei mentalmente aquele loiro. Desviei minha atenção do espelho e enrolei uma toalha em meu corpo e me dirigi até o banheiro do corredor. Liguei o chuveiro e deixei que a água morna caísse sobre minha cabeça, e assim seguindo meu corpo inteiro.

...

Depois de sair do banho, enrolei-me na toalha, e enrolei outra toalha nos cabelos. Saí do banheiro e voltei para meu quarto.

Após me vesti minhas peças íntimas, vesti um short de moletom escuro e uma regata branca. Tirei a toalha que estava em meus cabelos e os penteei em seguida. Optei por não secar com secador, ainda era cedo e até a noite, já estariam secos.

Saí de meu quarto e desci as escadas quase morrendo, fazendo minha mãe rir. Ela estava sentada no sofá, assistindo algum filme de romance. Eram os preferidas dela. Me deitei no sofá, colocando minha cabeça em suas pernas.

— Não vai comer nada? — perguntou, enquanto passava os dedos entre meus cabelos.

— Estou sem fome. — levantei um pouco minha cabeça, e pude ver a severidade em sua face.

— Precisa comer, Marie. — adoro quando ela me chama assim.

— Depois. — sorri esperançosa. Assentiu.

— Certo. Como foi seu dia?

— Ouvi as piadas sem graça do Chaz o dia inteiro. — fiz uma careta ao lembrar das merdas que ele falou hoje.

— Como sempre. — sua gargalhada ecoou pelo cômodo.

— E o seu dia, como foi? — perguntei, fechando os olhos.

— Normal ué. — ri nasalando.

— Okay. Então, o que você fez hoje? — perguntei de forma mais clara, já que minha querida mãe resolveu brincar com a anterior.

— Arrumei seu quarto, já que aquilo estava uma bagunça. — seu tom de voz era divertido — Como você dorme naquela bagunça?

— Dormindo ué. — ironizei.

— Engraçadinha. — ri.

— O que mais você fez?

— Fiz o bolo de laranja que você gosta. — olhei para o rosto da minha mãe, que sorria orgulhosa.

— Eu quero. — sorri animada.

— Depois que a senhorita comer. — me pergunto quando ela vai parar de me tratar como criança. Confesso, que se um dia ela parasse de fazer isso, eu sentiria falta. Esse é mais um dos motivos para fazer o que faço.

— Mas eu quero agora. — me levantei rápido de seu colo e corri para cozinha, rindo.

Point Of View Justin Bieber. — Geórgia, Atlanta.

Justin? — desviei minha atenção da tela do notebook e olhei para minha mãe que estava parada na porta de meu escritório.

— Oi? — perguntei fechando rapidamente o arquivo onde estavam as informações da Francesca.

— Cindy, está aqui. — bufei baixo, fui em direção a porta do escritório e a fechei.

— Por que deixou ela entrar? — perguntei, tentando, manter a calma.

— Ela nunca precisou de autorização pra entrar nessa casa. — e foi só aí que eu me toquei. Minha mãe não sabia da traição — Afinal, ela é sua namorada.

— Não, não é. — bufei novamente e saí do cômodo — O que você quer? — minha tentativa de não me estressar falhou quando vi o sorriso cínico nos lábios da loira.

— Conversar. — disse simples e andou em minha direção — Justin, você entendeu errado.

— Errado o que? — perguntei deixando que raiva dentro de mim saísse junto com minhas palavras — Tinha um homem em cima de você! — ela balançou a cabeça rapidamente, negando — Vai me dizer também que você não queria estar ali? Que ele te forçou? Que ele estava te obrigando a gemer daquele jeito?

— Me deixa falar. — seu tom era de súplica, como se tivesse realmente um bom argumento.

— Cindy, vai embora, agora! — esbravejei.

— Porra, Justin. — após tais palavras, seus lábios estavam colados nos meus. De início eu até correspondi, mas senti repulsa ao lembrar da cena do dia anterior.

— Não me beija sua vagabunda. Não quero pegar nenhuma doença venérea. — a peguei pelo braço e a levei até a porta.

— Está me machucando. — ela gemeu de dor com os olhos lacrimejando. Esse era um dos seus pontos fracos, a dor. E eu vou usar isso a meu favor.

Ignorei totalmente suas palavras e continuei a puxando até o grande portão. Acenei para o segurança e o mesmo entendeu o recado, depois de alguns segundos o portão estava aberto e Cindy do lado de fora.

— Pode esperar, Cindy. Esse seu "deslize", não vai passar despercebido por mim. — era impossível não ver o quão assustada ela estava — Eu vou me vingar. — sorri e lhe dei de costas, ouvindo logo em seguida, o portão sendo fechado novamente.

Assim que entrei em casa, me deparei com minha mãe me encarando com as sobrancelhas erguidas e as mãos na cintura.

— O que foi? — me fiz de desentendido.

— Que show foi esse, Justin? — perguntou sem quebrar o contato visual.

— Cindy, veio me dizer mentiras.

— Como assim mentiras? E que negócio é esse de que vocês não estão mais namorando? — perguntou, completamente confusa.

— Sua querida e amada ex nora, simplesmente resolveu que queria transar com outros caras. Pronto, acabou. — disse simples e sem rodeios. A boca de Pattie abriu e fechou várias e várias vezes, claramente ela não tinha acreditado.

— Justin, ela não faria isso. — disse indignada. Qual é a dificuldade de enxergar que aquela garota é um vagabunda?

— Olha mãe, eu sei que você gosta dela. Mas tenta entender que ela não vale nada!

— Justin... — a interrompi.

— Chega.

Voltei para meu escritório e fechei a porta, me sentei novamente na cadeira de couro e abri o notebook.

Pensei seriamente em deixar pra lá, as história dos caras que desapareceram. Mas eu não ter desaparecido, estava martelando em minha cabeça. Mordi os lábios levemente, enquanto abria de novo o arquivo com as informações dela.

...

Subi as escadas correndo e entrei no meu quatro, já arrancando a camiseta do meu corpo. Após me despi, entrei no box e tomei um banho rápido. Fiquei tanto tempo estudando merda daqueles arquivos, que perdi totalmente a noção do tempo.

Me enrolei uma toalha na cintura e abri voltei para o quarto. Vesti uma Calvin Klein preta, uma bermuda também preta e uma camiseta vermelha. Passei um pouco de perfume e coloquei minhas correntes, sequei meu cabelo com a toalha, e coloquei um boné para trás. Calcei meus supras e saí quase correndo do quarto.

— Oi, gente. — olhei rapidamente para meus irmãos e segui reto até o lado de fora da casa.

Fui até a garagem, peguei meu carro e saí catando pneu. Eu pretendia vê-la antes que saísse para "trabalhar", não queria encontrar ela naquela rua. Talvez os caras que desapareceram estivessem naquela rua. Eu estou ficando muito paranoico.

...

Quando cheguei em frente a sua casa, a grande maioria das luzes estavam ligadas, o que me fez deduzir que ela ainda estivesse em casa.

Fiquei dentro do carro até que uma das luzes do andar de cima, se apagou. Peguei sua bolsa, que estava no porta luvas e saí do carro.

Alguns minutos depois a porta da casa se abriu, saindo de lá, a morena toda arrumada. Ela estava usando um micro vestido pretos, um salto alto, seus cabelos estavam soltos e caiam sobre os ombros. Eu tecnicamente não menti pro Ryan, quando disse que queria transar com ela novamente. Talvez eu queira.

Assim que levantou seu olhar, notou que eu estava ali. Ela andou rapidamente até mim, nenhum de nós disse nada.

— Como veio parar aqui? — se pronunciou depois de alguns segundos me encarando.

— Deixou uma coisa comigo. — estendi a bolsa para ela.

— Obrigada... — pegou a bolsa de minha mão e sorriu torto — Pode me responder como veio parar daqui? Isso é muito estranho.  

— Pedi pra um amigo pesquisar um pouco sobre você. — comprimi os lábios, vendo seus olhos se arregalarem.

— E com que direito você acha que pode investigar minha vida? — elevou a voz ao fazer a pergunta — Você não pode fazer isso.

— Ah, eu posso sim. — debochei.

— Não, você não pode. — sua voz estava carregada pela raiva — Você definitivamente não pode sair investigando a vida das pessoas!

— Fala baixo. — isso estava começando a me irritar. Garota chata — Eu só queria devolver tua bolsa, relaxa. — suspirei — Podia pelo menos me agradecer.

— Obrigada. — sorriu falsa.

— De nada. — sorri do mesmo modo — Então, eu vou indo — me virei para o carro e abri a porta.

— Hey. — me virei um pouco para poder olha-lá.

— Sim...? — a incentivei a continuar.

— Já que você mandou alguém investigar a minha vida. — revirou os olhos e eu ri de leve — Posso ao menos saber seu o nome? 

— Justin, Justin Bieber — sorri, entrando no carro.

— Então... Tchau, Justin. — acenou.

— Tchau, Francesca. — dei partida no carro saindo de lá. 


Notas Finais


→ Jennifer Aniston como Alicia Carson.

Então, amores, como vocês sabem, o Enem foi a algumas semanas atrás e eu fiz o Enem. Eu passei muito tempo estudando, tipo, muito tempo mesmo! Sem contar que estou nas últimas semanas de aula, e o que os professores fizeram? Nos encheram de trabalhos, e ainda tem as últimas provas mensais, o que está acabado comigo.

Enfim, espero que tenham gostado, não se esqueçam de dizer o que acham, aqui nos comentários, isso é muito importante! Vou me esforçar para postar o próximo capítulo ainda essa semana.

Até o próximo capítulo, meus amores!

Beijos @Flavia_Hemmings .


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