História Sob Indecisões - Capítulo 2


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Tags Originais
Exibições 24
Palavras 1.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - First Time


Credo menino, senta ai e para de falar besteira.

Ele senta na minha frente, o que me deixou mais nervoso.

- Isso é jeito de falar na frente das visitas?

- Bom, ela pode até ser visita, mas ele... - pega seu prato se levanta e vai em direção a escada - ele eu ja conheço faz tempo.

De branco fui pra rosa

De nervoso fui para desespero

De agonia foi para medo

De formigação foi para dor

- Como assim? Vocês estudam juntos, ou se conhecem de outro lugar?

Ele para

- Sim estudamos juntos, posso te dizer, que eu acho, que somos amigos... - finalizou e finalmente subiu.

As duas olharam pra mim, abaixei a cabeça e estava tremendo muito e mal consegui falar.

- O-Onde fica o b-banheiro? - perguntei me levantando.

- lá encima na terceira porta que você ver! - disse a mãe dele confusa.

Subo rapidamente as escadas e entro na terceira porta, olho no espelho e molho o rosto, eu literalmente tinha trocado de cor com apenas 12 palavras ditas, eu não estava entendendo meu corpo, estava a reagindo a tudo que Emanuel fizesse, e porque só agora no final do ano? Se fosse desde o oitavo ano eu sofreria menos.

Saio do banheiro e dou de cara com ele saído do seu quarto, definitivamente se olhar por outro ângulo, ele tinha mudado, corporalmente, estava mais alto, mais forte, e mais...sexy?

OH CÉUS

O que eu tenho na cabeça

Porque estou pensando isso de um homem? Eu não entendo!

- Ei Menininha...- disse ele me olhando desconfiado - Porque esta me olhando tanto? No que está pensando? - ele se aproxima eu começo a dar passos para trás, e acabo entrando em um quarto.

GRANDE ERRO

- Porque está fugindo? - disse ele entrando e fechando a porta - acha que eu vou fazer algo de ruim com você só por causa de um empurrão?

Vou me afastando até ficar preso na parede, com que fez o mundo conspirar ao seu favor, se a proxíma de mim, passando os braços por debaixo dos meus imprensando-os na parede falando no meu ouvido:

 

- Pois se estiver pensando nisso - ele envolve seus braços na minha cintura - você esta mais do que correto, só que em vez de te maltratar igual eu faço todos os dias, vou fazer diferente - desce suas mãos até minhas pernas as apertando - vou te maltratar de um jeito que pedirá por mais todos os dias... entendeu? , garotinha! - até esse pedaço ele já tinha explorado toda, as minhas pernas, as minhas nádegas, as apertando fixamente, mordendo meu pescoço e arranhando meu corpo deixando marcas roxas e vermelhas em vários pontos.

- P-pare... você está louco...me solta - mas eu não tinha forças para tirá-lo, não tinha forças para recusar, única coisa que eu fazia contra suas ações era ficar vermelho e me segurar para não gemer - por favor... sua mãe está em casa...hmmn - prendi os lábios para não gemer alto, ele parou de deixar marcas no meu pescoço,se direcionou ao meus ouvidos e riu.

- Você tem cara de que deve gostar muito disso... - ele disse mordendo os lábios virando se para ir até a porta, parando e olhando pra mim - Garotinha... - sorriu e saiu

Estava desesperado, estava marcado, com várias cores no pescoço, e nas pernas, e estava sonolento, fui no banheiro e me assustei, parecia que eu tinha sido atacado por um animal e

Ele não tinha gostado da carne largando os pedaços a parte. Estava tão nervoso que comecei a falar sozinho no banheiro que mal percebi que tinha alguém me observando, alguém não, Emanuel.

- Ora qual é? Ou você é burro ou é virgem!! Veste isso. - ele me entrega um moletom.

- Acha que isso vai funcionar?

- Se você falar para tua mãe que a blusa é sua sim, porque minha mãe nem sabe da existência do moletom.

Ele sai, visto o moletom e eu saio logo depois

- Espera - ele segura meu braço - se você contar pra alguém sequer, sobre o que acabou de acontecer, pode dar adeus a sua vida...ouviu bem?

- S-sim... - ele me interrompe colocando a mão na minha boca puxando o moletom mordendo meu pescoço de novo, o que me fez amolecer, - Porque n-não faz isso de uma vez!

Ele para

Me olha fixamente

Sorri e diz

- Garotinha Apressada Você!!

Ele se afasta e vai em direção a seu quarto acenando um adeus.

Desso as escadas indo em direção a cozinha, minha mãe parecia ser bastante amiga da mãe de emanuel, resolvi não atrapalhar a conversa e sai da casa sem que elas me percebesse.

Faltava uns seis quarteirões para chegar na rua perto de casa, me senti um objeto, indeciso e mal usado, pensativo não prestei atenção na rua e quase morri atropelado.

O moço me xingou de mil coisas e passou de carro me tacando uma garrafinha de água nas costas, doeu, mas não tava doendo tanto quanto o sentimento que sentia de indecisão sobre Emanuel.

- JOÃO VINICIUS SEU TOBÓ DE UM CU ARROMBADO ESPERA AI !!

Me virei

- Quem é você? - me assusto vendo a garota, já tinha a visto antes, acho que estudo com ela, mas só me lembro de ela ter um iphone.

- Ah Cala boca, larga de ser besta que sei que você sabe quem sou eu!! - ela tira um papel do bolso - Pega! .

- O que é isso? - perguntei

- Um convite para uma festa na minha casa depois de amanhã!

Peguei o papel e o abri.

- Ju..Juliana? Satilho?

-GEOVANA JOÃO!!! - ela grita escandalosamente virando a atenção de muitas pessoas a volta - Garoto, a quantas décadas você está dormindo?

- Não estou dormindo!!

- Se você não for nesta festa eu vou te bater até você ficar roxo.

Calafrio

- O que eu ganho se eu for?

- Te pago comida...

- Tá o endereço da casa tudinho aqui?

- Você não presta garoto! - ela se vira acenando um tchau, virando a esquina correndo.

Voltei ao meu caminho e pensei sobre o que ela disse, "você não presta garoto"... Eu sei disso,pensei sorrindo.



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