História Sob o Mesmo Teto - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga
Tags Bts, Jikook, Kookmin, Namjin, Opskira, Romance, Romance Gay, Taegi, Vhope, Vkook
Exibições 732
Palavras 1.822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


MANI MANI MANI

VOLTEI
AÍ DEUS EU SEI QUE ATRASEI A ATT, MAS GENTE EU TENHO UM BOM MOTIVO
1. começou a gincana da minha escola e eu tô responsável por uma porrada de coisa então eu tô bem ocupada. Tirei um tempinho pra postar, espero que gostem
Boa leitura 📖

Capítulo 5 - Era só azia


Fanfic / Fanfiction Sob o Mesmo Teto - Capítulo 5 - Era só azia

Eu fico com o maior quarto - Jimin falou assim que passamos pela porta do apartamento.

 

— Eu já coloquei minhas coisas no quarto princesa - ironizei - Acho que dessa vez você  perdeu. - corri para o meu quarto fechando a porta em seguida.

 

Demorei muito para aceitar toda essa história de dividir o apartamento com Park Jimin. Infelizmente teríamos que ficar juntos até um de nós dois achar outro lugar para morar, só que havia um pequeno problema: nem eu nem ele iríamos dar o braço a torcer e sair daqui. Eu não me incomodava em morar com mais alguém, mas eu simplesmente não podia por dois grandes - e preocupantes - motivos. Primeiro: meu pai deixou bem claro que praticamente me mataria se eu trouxesse alguém para dormir aqui imagina se ele soubesse que mais alguém vai morar aqui. Segundo: dentre todas as pessoas desse mundo porque tinha que ser logo o idiota do Park Jimin? A minha vida estava um caos, eu não tinha me mudado nem a vinte e quatro horas e já queria voltar correndo para a casa dos meus pais. Já estava pronto para dormir quando ouvi batidas na porta.

 

— Quem é? - falei deitado na cama, afinal eu não me levantaria para atender a porta, estava cansado demais.

 

— O papa - ouvi a voz de Jimin do outro lado da porta e pude jurar que ele havia revirado os olhos.

 

— Olá senhor Papa, se não se incomoda eu quero dormir agora e ter a esperança de acordar e tudo isso não passar de um sonho e eu não dividir o apartamento com um idiota - fechei os olhos e me cobri com o cobertor.

 

— Ya! Quem é o idiota aqui? - não respondi - Só quero dizer uma coisa. Da pra abrir a porta?

 

— Não, não dá - disse seco - Fale daí mesmo.

 

— Aish! Tudo bem. Só queria dizer que você não pode contar para absolutamente ninguém que nos conhecemos ou que moramos juntos. Seria péssimo pra minha reputação se alguém soubesse que falo com você.

 

Quem ele pensa que é? O panaca vai morar na droga do meu apartamento e ainda é assim? Senti uma raiva me invadir, dei um pulo na cama jogando as cobertas no chão. Eu iria falar poucas e boas pra esse babaca. Abri a porta pronto para jogar na cara dele muitas coisas que estavam na minha garganta desde o momento que ele entrou no meu apartamento, mas ao abrir dei de cara com o lugar mais limpo e vazio. Fui até a porta do quarto ao lado onde supus que ele estivesse.

 

— Pode deixar - gritei - Eu também não quero que ninguém saiba que eu falo com pessoas babacas, metidas e fúteis como você! - Quando não obtive nenhuma resposta voltei para meu quarto.

 

Ah Park Jimin você vai se arrepender de morar aqui, eu vou infernizar sua vida princesa.

 

***

 

 

— Você tá morando com Park Gostoso Jimin? - Hoseok praticamente gritou no meio do pátio do colégio.

 

— Quer um mega fone? Eu acho que a população do Brasil ainda não ouviu - disse tampando sua boca com a minha mão.

 

— Cara, eu posso passar uns dias na sua casa? - Ele falou com um pouco de dificuldade já que minha mão ainda estava na sua boca.

 

— Não, o imbecil não quer que ninguém saiba que ele mora comigo - revirei os olhos e tirei minha mão.

 

— E você tá todo irritadinho por que? - Ele arqueou a sobrancelha - Por acaso queria que ele dissesse pra todo mundo que mora com você?

 

— Não é isso, é só que...

 

— Do que estão falando? - Taehyung chegou colocando o braço em volta de mim.

 

— Nada demais - mandei um olhar para Hoseok e ele pareceu ter entendido. Não queria contar para mais ninguém, embora Tae também fosse meu amigo. 

 

— Estávamos falando que está na hora de você me perdoar e parar com essa infantilidade - tanto Taehyung como eu olhamos Hoseok meio surpresos com o que ele tinha acabado de falar.

 

— Não esquenta, eu já te perdoei.  Não consigo ficar com raiva de você por muito tempo - Ele apertou as bochechas de Hobi, mas sem tirar seu braço do meu ombro - O que acha de depois da escola irmos pra sua casa Kookie?

 

— Não! - eu e Hoseok falamos ao mesmo tempo. - Não dá - continuei - Vou atrás de um emprego hoje a tarde.

 

Não era mentira, eu realmente iria atrás de  emprego. Eu precisava de dinheiro logo antes que meu pai resolvesse me fazer uma visita e dar de cara com outro homem morando em meu apartamento. 

 

Me despedi dos meus amigos e fui para minha sala passando por Jimin que se encontrava encostado no armário de alguém dando em cima de mais uma pobre garota que seria enganada. Não trocamos nenhuma palavra nem um olhar sequer, como ele tinha dito noite passada não seria bom pra nenhum de nós dois se alguém soubesse que moramos juntos. Mas lá no fundo senti algo estranho quando percebi que ele simplesmente fingiu que eu não existia, mas resolvi apenas ignorar. Talvez fosse só azia, sim era só azia.

 

Me sentei na carteira e fingi prestar atenção na aula de química como sempre, eu não gostava dessa matéria muito menos da professora que dava ela. Peguei meu celular e disfarçadamente pus o fones de ouvido cobrindo minha cabeça com o capuz do casaco que usava. Eu estava extressado e precisava de música para acalmar meu nervos.

***

 

 

As aulas já tinham acabado e eu estava apenas perambulando pela praça. Havia desistido de procurar um emprego naquela tarde, deixaria para amanhã. Hoseok e Taehyung resolveram ir ao cinema, até tinham me chamado, mas eu não estava muito no clima. Passei na casa dos meus pais para me despedir deles e resolvi apenas andar sem rumo, tentar colocar a cabeça no lugar. Afinal eu precisava  estar bem psicologicamente para fazer da vida de Park Jimin um inferno.

 

— O que faz aqui? Perdeu o caminho de volta foi? - falando no diabo...

 

— O que você quer Jimin? - parei de andar e passei a encarar o garoto de cabelos ruivos a minha frente que dirigia um civic preto.

 

— Entra - o olhei confuso - Eu estou te oferecendo uma carona seu tapado, afinal a gente mora no mesmo lugar.

 

— Agora resolveu que eu existo? - continuei a caminhar e Jimin me seguia bem devagar com o carro.

 

— Do que está falando? - sempre achei que Jimin fosse burro, mas nem tanto.

 

— Você me ignorou lá no colégio - falei apressando o passo.

 

— Deixa de drama, não tem ninguém conhecido por aqui posso te dar uma carona.

 

— Não, muito obrigado, posso ir à pé. E você nem deveria estar falando comigo, afinal seria mal para sua reputação.  - falei irônico.

 

— Você ficou irritadinho Jungkook? - ouvi uma risada. Ele estava rindo? Aish! Idiota - Sabe eu sei que sou bonito e maravilhoso, mas por favor não se apaixone por mim. Você não faz meu tipo.

 

Comecei a gargalhar alto, na verdade mais parecia uma tentativa falha de esconder o nervosismo que senti. Me apaixonar por Jimin? Isso estava totalmente fora de cogitação, isso nunca iria acontecer. Não lhe respondi nada, apenas cessei minhas risadas e percebi que ele ainda me seguia.

 

— Você não vai parar de me seguir até eu entrar nessa merda, não é? - falei e ele assentiu parando o carro - Eu realmente não entendo você Park Jimin - falei entrando no carro.

 

Passamos o trajeto todo em um silêncio perturbador. Era evidente que o clima naquele carro não era um dos melhores até porque tudo que eu queria fazer era jogar Jimin daquele veículo e aposto que ele queria fazer o mesmo comigo. Não sei o que deu nesse cabeça de cenoura para me dar uma carona, talvez um peso na consciência? Talvez ele tivesse um pouquinho de humanidade naquele coração.

 

— Droga, você vai ter que se abaixar. Tem gente conhecida ali - Ele apontou para a esquina onde havia alguns alunos da nossa escola.
 

Okay ele não tinha humanidade porra nenhuma!

 

— Você quer o... - Antes de terminar de falar senti a mão de Jimin tocar em minha nuca e me forçar a abaixar não só a cabeça como o corpo também - O que você tá fazendo? - tentei me levantar mas ele tinha mais força que eu.

 

— Fica quieto caramba! - Ele disse acelerando um pouco o carro.

 

As vezes eu acho que a vida não gosta de mim, penso que talvez ela me veja feliz da vida e diga "ah o Jungkook está feliz, vou foder com ele". Demorou um pouco para eu perceber que Jimin havia abaixado minha cabeça para uma área não muito conveniente pra mim. Eu estava literalmente com a cara no membro daquele idiota, quem visse a cena poderia muito bem dizer que estava fazendo coisas que só de imaginar me deu um pouco de repulsa. Acho que ele também não havia percebido pois quando parou para realmente me olhar soltou rapidamente sua mão da minha nuca. Ele arregalou os olhos e parou o carro de uma vez me fazendo bater a cabeça em algum lugar que no momento eu nem queria saber porque aquela merda doía pra caralho. 

 

— Merda! - falei me levantando e sentando direito no banco do passageiro enquanto massagiava minha cabeça.

 

— Eu... É... An, desculpa? - Jimin estava nervoso?

 

— Desculpa o caramba - bati em seu braço - Você é louco garoto, precisa se tratar. Abre logo essa porta, eu quero sair agora desse carro.

 

— Não, quer dizer... Desculpa. Eu não pensei que...

 

— Cara me deixa sair daqui por favor - eu queria sair dali, mas não apenas por raiva ou irritação mas também por conta da vergonha que eu sentia.

 

Ele pareceu perceber que eu gritaria caso não fizesse o que eu pedi pois abriu a porta sem dar mais nenhuma palavra. Saí do veículo e ouvi o carro dar uma arrancada saindo do meu campo de visão rapidamente. Olhei ao redor e só então notei que não fazia a mínima idéia de onde estava. Ótimo! Eu tinha acabado de passar por uma cena muito constrangedora com a pessoa que mais odeio, minha cabeça doía muito e eu estava perdido.

É Jungkook, talvez você não devesse ter saído da casa dos seus pais. 


Notas Finais


Na vida eu sou o Jungkook
Ahauahsu
O que acharam? Gostaram?

Até o próximo capítulo amores ❤


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