História Sob o Mesmo Teto - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina, Personagens Originais, Simón
Tags Gastina, Lutteo, Simbar
Visualizações 509
Palavras 1.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteiii, demorei um pouquinho, mas voltei.
Vamos para mais um capitulo.
Boa Leitura.

Capítulo 4 - "Meu Nome É Luna!"


Fanfic / Fanfiction Sob o Mesmo Teto - Capítulo 4 - "Meu Nome É Luna!"

L U N A

Acordo com uma forte dor de cabeça, olho para o relógio ao meu lado e vejo que ainda são quatro horas da manhã. Ajeito minhas pantufas de unicórnio e tento não fazer barulho ao sair do quarto. Ámbar e Nina ainda estão dormindo por isso tento ficar em silêncio.

Abro a porta devagar e respiro fundo.

Já faz uma semana que moramos juntos, confesso, não está sendo tão difícil quanto eu pensei, nós não nos falamos direito, cada um fica mais na sua, na verdade nunca converso com nenhum deles, sempre fica aquele silêncio meio constrangedor. Ámbar sempre está com as suas amigas patricinhas que vem pra cá todo dia ler umas revistas de moda e ficar se maquiando. Nina sempre está lendo um livro em um canto sozinha. Simón fica a maior parte do tempo fora. Gastón e Matteo vão beber todos os dias e voltam no meio da noite bêbados. Matteo sempre vem com a Fernanda, e sempre tenho a impressão que estão se engolindo.

E eu sempre fico vendo séries ou comendo.

Ninguém reclama de nada. Cada um fica no seu canto e confesso que gosto disso.

As dores de cabeça voltam mais fortes. Desço às escadas indo em direção a cozinha, está tudo escuro, vou andando no escuro e me apoiando nos lugares.

Tento me apoiar no balcão da cozinha, mas deixo a faca que estava em cima do balcão cair em cima da minha perna.

- Aí. – Começo a gemer de dor.

Sento no chão e começo a sentir uma dor insuportável no joelho. Sinto algumas lágrimas caírem sobre o meu rosto. Toco no meu joelho e sinto o sangue escorrer sobre toda a minha perna.

Fico com os olhos fechados chorando por uns 5 minutos, tento levantar, mas a dor só vai piorando.

Sinto alguns passos lentos vindo em minha direção que aceleram quando me vê sentada.

- Você está chorando? -  Uma voz masculina vem em minha direção.

- Minha perna. -  Fecho os olhos sentindo mais lágrimas caírem sobreo o meu rosto.

Não consigo olhar seu rosto por conta do escuro, mas sinto suas mãos tocarem em meu joelho.

- Tá sangrando muito. Vou te levar para o hospital. – Tem um nervosismo em sua voz.

Sinto a dor voltar.

- Consegue levantar?

- Consi...AIII! – Grito de dor.

Ele segura minha mão e sinto sua respiração nervosa próxima da minha.

- Vai ficar tudo bem. Cofia em mim. – Mesmo não conseguindo ver seu rosto, sinto que ele está preocupado.

Sinto suas mão passando pelas minhas costas e me levantando. A dor volta com mais força e começo a não sentir mais meu joelho.

- Não consigo lidar com garotas chorando. – Ele diz nervoso.

Dou uma risada nervosa. Ele me pega no colo.

Sinto seus músculos sobre o meu corpo, apoio minha cabeça e a dor vai se intensificando, fecho os olhos e simplesmente apago.

[....]

Abro os olhos devagar. Vejo que estou numa sala de hospital. Meu joelho está enfaixado.

Olho em volta e vejo Matteo deitado na poltrona dormindo.

Matteo? Então era o Matteo?

Ele está com seus cabelos castanhos bagunçados, com a camisa e está dormindo feito um anjo. Mas ele não é um anjo.

De repente o provável doutor entra na sala e o barulho faz Matteo acordar assustado.

- Boa Noite Luna. Sou John e estou cuidando de seu joelho. – Ele dá um sorriso confortável em minha direção.

Matteo levanta e se apoia em John.

- Obrigada John.

- Fica tranquila. Só preciso dar uma checada pra ver se está tudo ok.

- Sem problemas.

- Matteo sai da sala. – John pede.

- Ahhh por que? – Matteo fica indignado e faz uma careta.

- Porque eu preciso cuidar dela. – John explica sem muita paciência.

- Ahhh, mas olha... – Matteo começa, mas é interrompido quando o John fecha a cortina na sua cara.

John revira os olhos e pega uns aparelhos para medir minha pressão.

- Esse daí só dá trabalho, mas infelizmente é meu sobrinho.

A cortina se abre e Matteo coloca a cabeça pra dentro.

- Também sou seu melhor amigo. – Ele dá uma piscadela em direção de John.

Ele fecha a cortina novamente na cara de Matteo.

- Está tudo ok Luna. Você se cortou com uma faca, não foi nada tão fundo, mas mesmo assim é preciso ficar de repouso por uns 2 dias, e principalmente comer coisas saudáveis para ajudar na cicatrização dos pontos. – John tem um semblante preocupado.

Matteo abre a cortina de novo.

- Deixa a garota comer besteiras John.

John fecha a cortina na cara dele de novo, sendo que dessa vez Matteo segura a cortina.

- Qual é o seu problema comigo? – Ele finge indignação. John ignora Matteo.

- Tudo vai ficar bem Luna. Apenas tenha mais cuidado. – Ele dá um sorriso.

- Obrigada John.

Ele me ajuda a levantar da cama do hospital e Matteo também me ajuda. Saímos do hospital e sinto o frio bater sobre o meu corpo.

- Ah desculpa, pode ficar com o meu casaco. – Ele coloca seu casaco sobre o meu corpo.

Ficamos em um silêncio constrangedor. Andamos em direção ao seu carro que está estacionado no estacionamento do hospital.

Ele coloca suas mãos no bolso da sua calça e depois me ajuda a entrar no carro.

- Está melhor Laura? – Ele pergunta começando a dirigir.

- Meu nome não é Laura.

- Ah! Desculpe Luana. – Ele diz confuso.

- Luna. – O corrijo sem paciência.

- Acho melhor eu ficar quieto. – Ele faz uma careta e volta a prestar atenção na estrada.

- Obrigada! - Digo.

- Hã? – Ele pergunta confuso.

- Por ter me ajudado e me levado para o hospital. – Dou um sorriso.

- Ah! Isso? Não tem problema algum. – Retribui com um sorriso fraco. – Inclusive, suas pantufas de unicórnio estão no porta – malas. – Ele dá um sorriso malicioso depois explode em uma gargalhada contagiante.

QUE VERGONHA!

Depois de alguns minutos chegamos na casa. Espero que a diretora não tenha percebido nossa saída.

Ele me ajuda a subir as escadas da casa, parando em frente à porta do meu quarto temporário.

- Obrigada Matteo. – Começo a abrir a porta mancando.

- Não foi nada. Se voltar a doer pode me gritar. – Ele dá um piscadela.

- Tchau Matteo.

- Tchau Luana.

LUNA, MEU NOME É LUNA. LUNA

Fecho a porta e deito na cama. Fecho os olhos e apenas caio no sono.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Lutteo está evoluindo..
BEIJOOOS


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