História Sob o seu véu - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, Red Velvet
Personagens Irene, Sehun
Tags Hunrene, Irene, Joseon, Redexo, Sehun
Exibições 114
Palavras 2.420
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Depois de Greedy, tive uma explosão de criatividade, sobretudo pra escrever fanfics com tema medieval e modéstia parte, eu gostei muito do resultado final obtida com esta, e espero que vocês a recebam bem, apesar de não ser uma fanfic yaoi como a grande maioria aqui gosta de ler. Só isso amores, beijos e boa leitura.

Capítulo 1 - Seus olhos refletem nos meus


Fanfic / Fanfiction Sob o seu véu - Capítulo 1 - Seus olhos refletem nos meus

1687, Hanseong¹ Joseon ERA.

Sehun olhava inexpressivo para sua festa de casamento, enquanto sua esposa ao seu lado tinha o rosto coberto por um véu que estava a proteger sua pureza, desde criança a jovem Irene nunca havia mostrado a face para pessoas que não fossem seus progenitores e seus irmãos mais velhos, um voto que a mãe da criança fez ao nascimento, quando lhe ocorreu um pequeno problema, e a mãe prometeu ao céu que se sua filha fosse curada, sua pureza seria mantida por um véu até o dia de seu casamento, tendo o rosto revelado ao marido somente em sua primeira noite juntos como marido e mulher.

O hanbok em cores claras como amarelo, rosa e branco, contrastavam com o do marido em um tom predominantemente azul escuro. O véu que conservava a identidade de seu rosto era totalmente branco, mas tão opaco, que mesmo se olhasse, nada poderia ver, Sehun nem sequer sabia como a jovem enxergava, mas deveria estar acostumada, era o que pensava.

A jovem parecia alegre na concepção de Sehun, já que as mãos sempre tamborilavam sobre o tecido fino das roupas de festa, mas ainda assim o rapaz não conseguia esboçar muita reação, já que estava se casando sem conhecer o rosto de sua esposa, apesar de ter convivido com ela tempo o suficiente para se sentir talvez apaixonado, mas a ideia de ela ser uma mulher feia, não agradava a ele.

- Está na hora de irmos. – Sehun ditou enquanto fitava os pais de ambos conversando e rindo de um assunto que ele não fez questão de saber do que se tratava.

- Sim, meu marido. – A jovem Irene disse em toda a sua timidez, deixando que seu marido se erguesse primeiro e com a palma da mão sobre as costas da semelhante alheia, ela se apoiou e levantou-se junto dele.

Os pais destes ao perceberem a movimentação dos filhos, se aproximaram para desejar felicitações e os acompanharem até a entrada dos aposentos que agora seriam ocupados pelos recém-casados. Devidas despedidas feitas, Sehun deixou que a esposa entrasse, e fez o mesmo, deixando a porta corrediça ser puxada, dando enfim privacidade para ambos.

Irene estava tão tímida que até mesmo seus movimentos eram calculados, não queria assustar Sehun, mas a quem ela queria enganar, e única assustada ali era ela, já que estava tão cheia de expectativas e dúvidas sobre o momento que finalmente estaria liberta do véu.

O quarto estava completamente iluminado por grandes piras de fogo e tudo ali cheirava a jasmim e os lençóis brancos da esteira ao chão, coberto por inúmeras almofadas coloridas com os mais diversos bordados.

A respiração da jovem se tornou menos compassada assim que Sehun se aproximou e pôs-se de frente com ela. Suas mãos grandes subiram até a base do véu que ia próximo da altura do colo feminino e ali segurou suavemente o pano delicado.

Sehun estava tão cheio de expectativas quanto a moça, seu coração estava ficando cada vez mais acelerado à medida que subia o véu. Resolveu então fechar os olhos, assim como a jovem já estava por baixo do véu. E de uma só vez tirou tudo, jogando-o para trás.

Os dois pares de olhos se abriram simultaneamente, fitando um ao outro com a maior intensidade a qual já tiveram em suas curtas existências, afinal ambos ainda tinham meros dezessete anos.

Sehun não soube descrever o quanto suas expectativas ruins foram todas quebradas, e sendo substituídas todas por uma enorme surpresa boa. Sua esposa era simplesmente a mulher mais bonita a qual seus olhos já fitaram.

Com Irene não foi diferente, ver Sehun finalmente sem a cobertura do véu, soava diferente, era tão mais bonito, que as bochechas da jovem se tornaram rubras. O que causou em Sehun um calor em seu coração.

Palavras não precisaram ser ditas, nenhum dos dois sentia a necessidade de falar algo, não naquele momento.

Mas Sehun sentiu uma necessidade de deixar que seus lábios róseos cobrissem aos semelhantes igualmente carmesins, em um selar. A menina quase sentiu as pernas virarem água, mas se manteve firme, enquanto sua mão direita subiu ao peito alheio, pondo-a sobre o coração, queria sentir a pulsação de Sehun de modo que nunca havia sentido antes.

A mão grande do rapaz lhe subiu sobre a linha da coluna até alcançar a nuca livre, afinal os fios estavam presos em um penteado junto do véu que estava caído sobre a parte de trás da cabeça. Sehun nada quis saber, somente o puxou em seu imenso cuidado e jogou ao chão o véu que nunca mais seria utilizado por sua esposa.

Irene deixou a mão subir a lateral do rosto do jovem, tocando a pele macia, sentindo sob seu toque o quão quente a epiderme clara poderia ser. Sehun não ficou atrás, após soltar os cabelos da jovem, veio a parte que certamente a faria queimar de vergonha em todo o seu âmago. As mãos grandes fizeram o caminho até as amarras do hanbok de casamento de sua esposa e com certa destreza, afinal Sehun tinha mãos ágeis, em se tratando de ser um exímio arqueiro, conquistando elogios sinceros dos membros do exército.

Soltou o que prendia o tecido e soltou-o, deixando que a seda escorregasse sobre a pele tão macia quanto sua textura e caísse ao chão, o restante das roupas veio ao chão com a mesma agilidade que a peça principal do hanbok, o que deixou a jovem totalmente corada ao estar nua na presença de alguém. Mas ela entendia que Sehun era seu marido e tinha esse direito.

A boca rosa do rapaz encontrou a tez branca da clavícula da moça, deixando ali selares infinitamente lentos, que subiram, traçando sobre a pele uma linha invisível de beijos, o que fez a garota estremecer, e precisar do auxílio das mãos fortes para se manter de pé.

Sehun não demorou em girar os corpos, deixando que com lentidão o corpo feminino fosse sendo deitado sobre os lençóis, onde a cabeça encontrou uma das almofadas, encontrando ali o apoio perfeito.

O moreno nunca tinha visto muitas cenas eróticas na vida, mas certamente aquela deveria ser a maior delas, sua esposa deitada, com os cabelos cobrindo parcialmente um dos seios, enquanto o outro estava totalmente livre, a cortina branca esvoaçando com o soprar do vento, entrando no quarto e causando na pele branca da moça, arrepios involuntários. E quanto à iluminação, esta era feita por maior parte do fogo das piras, mas ainda assim a luz lunar penetrava a janela, deixando tudo ainda mais quente em Sehun.

O marido não deixou que a esposa ficasse nua sozinha por tanto tempo, ele tratou de tirar toda a sua vestimenta composta, e deixou que os tecidos se misturassem com os da garota, não deixando pistas de quem seria o quê ali.

Irene gemeu baixo, agraciando aos ouvidos de Sehun, quando este se deitou por cima de si, unido as peles quentes, gerando ondas de calor nos dois. A boca mais uma vez encontrou a outra, porém daquela vez o moreno permitiu a entrada de sua língua no contato, enfiando-a por entre os cortes dos lábios de ambos, encontrando sua semelhante úmida logo à frente.

Nenhum dos dois tinha experiência naquilo, mas seguiram seus instintos em movê-las uma contra a outra, causando uma fricção suave, ecoando alguns ruídos dos sugares que um gerava na língua do outro.

O beijo endureceu Sehun tal como molhou Irene. Ambos sabiam que estava na hora de aquilo finalmente acontecer.

Sehun usou uma de suas mãos para guiar seu sexo na direção da intimidade da esposa, procurando ali a sua fenda virgem, e mais uma vez seguindo seus instintos, Sehun o roçou contra a vulva molhada, fazendo sua mulher mais uma vez gemer, um gemido sôfrego, necessitado.

Assim que ele acertou finalmente o encaixe, fechou seus olhos, tal como sua esposa fez o mesmo e aos poucos começou a empurrar o quadril, transpassando primeiro a glande, e continuou empurrando os centímetros dentro do canal molhado e quente, e ao encontrar uma pequena resistência, soube estar ali a prova maior da pureza da esposa, ele era o primeiro e seria o único.

Sehun não demorou em empurrar um pouquinho mais forte, quebrando a única barreira que lhe impedia de chegar ao fim, e ao fazê-lo, Irene se encolheu, mas foi amparada por mais um beijo cálido, o moreno sabia como acalmá-la. E com um carinho no rosto ela se dispôs a ele, dizendo que poderia ir finalmente.

O marido então continuou seu processo de colocar-se por todo na esposa, e ao concluir a tarefa, ele saiu pela primeira vez e voltou a se empurrar contra a entrada vaginal da mulher.

Irene por sua vez, deixou um pouco a timidez para colocar suas mãos contra as costas quentes, deixando ali carinhos sobre a região das omoplatas, usando as unhas para continuar a carícia sobre a tez branca da parte traseira do corpo de seu companheiro.

Sehun gradativamente deixou seus movimentos ficarem mais intensos, já causando eco nas paredes de madeira do quarto, aquilo de algum modo lhe excitava tanto, que precisou afastar a cabeça minimamente, para fitar o rosto da esposa iluminado por um misto de fogo e lua, vendo ali a expressão mais bonita de todas, ela estava imersa num sentimento enorme de prazer o qual o causador era única e exclusivamente ele.

Irene abriu seus olhos para devolver o olhar de seu marido, e em meio todo o clima sexual instaurado naqueles aposentos, ela sorriu para ele, e ele sorriu de volta, fazendo ambos criarem ainda outra ligação, tão forte quanto as anteriores.

A fricção das peles em decorrência dos movimentos repetidos do príncipe fazia a nova princesa gemer em harmonia com as expressões que estava a criar todas às vezes a qual era penetrada até o colo do útero, e principalmente quando a virilha de Sehun se abaixava o suficiente para estimular algo em si, que ela classificou como uma sensação avassaladora.

Sehun percebeu que todas as vezes que sua virilha estava baixa o suficiente para tencionar um ponto especial um pouco à cima de onde seu membro entrava, passou a deixar seus movimentos concentrados sobre o mesmo, o que gerou em Irene uma expressão de deleite tão grande, que o outro queria gravar em sua mente para sempre poder se lembrar.

O suor que já brotava da pele de ambos em decorrência do calor produzido pelo fogo e por seus próprios corpos, que em tantos movimentos e tantas sensações, reagiam os fazendo suar, e fazendo a morena corar em todos os pontos possíveis onde poderia ocorrer.

- Sehun... – A morena fez um biquinho após chamar o nome do marido, ela não conseguia sentir vergonha, não do modo entregue que estava agora, estava confiando plenamente no marido a ponto de deixar que ele ouvisse sua voz clamando por mais dele.

Obviamente o Oh atendeu, dando um jeito de que suas mãos segurassem as coxas branquinhas de modo tão firme a ponto de marcá-las com seus dedos enquanto apoiava-se melhor em seus joelhos, tendo melhor equilíbrio para que seus movimentos consistissem em ficar ainda mais acelerados, levando a jovem Bae ao delírio total.

Ela não aguentou toda a descarga de prazer despejada em si, então deixou suas unhas conhecerem a derme alheia, arrancando um filete mínimo de sangue do local, fazendo Sehun gemer, ele havia gostado daquele toque selvagem em sua pele.

Ela voltou somente a esfregar as pontas dos dígitos nesta e traçar linhas imaginárias sobre a epiderme do jovem marido. Sehun por sua vez não deixou a desejar quando se tratava de marcas, seus dedos estavam carimbados sobre a cútis branca da esposa, agora ambos estavam marcados um com o toque do outro.

Irene tencionou os dedos dos pés, os dobrando ao sentir algo muito maior que tudo, que lhe injetou uma enorme quantidade de dopamina, sentiu a movimentação de Sehun ficar mais fácil, e todo aquele torpor vindo de vibrações a fazia ver mais estrelas que todas no céu.

Ela continuava sob o efeito de uma sensação deliciosa, quando Sehun fechou os olhos e tencionou seu corpo de volta, e gemeu junto da jovem enquanto seus jatos de sêmen a preencheram, fazendo a jovem Bae sentir-se cheia, mas ela gostou da sensação que a fez sorrir.

Sehun devolveu o sorriso, e junto acompanhou um selar devagar na boca rosada. Ainda conectados, o Oh envolveu o corpo pequeno, suado e quente que agora tinha uma mistura dos fluidos de ambos.

O corpo pequeno foi protegido até Sehun finalmente desconectar a ambos, saindo de cima dela e com todo o seu cuidado, cobriu o mesmo, e depositou um selar na testa da jovem que ele sequer tinha visto pegar no sono.

Ele resolveu deixá-la descansar e fez o mesmo, aquilo tudo tinha de algum modo esgotado seu corpo tanto quanto a dela.

No meio da noite Sehun se virou sobre os lençóis e sentiu falta do corpo pequeno ali consigo, então abriu os olhos e a viu na janela, com os fios de cabelo esvoaçando tanto quanto a cortina branca, e por alguns momentos ele se pôs a observar, sobretudo o quanto ela era bonita.

Sentiu-se tímido quando ela lhe pegou no flagra, mas sorriu, e assim como ela, pegou somente a cobertura maior de seu hanbok e envolveu no corpo para ir até ela e a abraçou por trás, com seu queixo apoiado suavemente contra a cabeça da menina.

- No que minha esposa estava a pensar? – Sehun questionou enquanto seu olhar estava direto na lua cheia que iluminava a floresta e as águas do Rio Han.

- Somente no quanto minha vida mudou de apenas algumas horas até agora. – Ela respondeu e riu baixo.

- Isso é ruim? – Mais uma vez o moreno perguntou, daquela vez mordeu seu inferior.

- Foi a melhor coisa que poderia ter me acontecido. – Ela respondeu, causando um sorriso rápido no moreno, e lentamente se virou no abraço, ficando de frente para ele.

- Não fale essas coisas, seu marido é narcisista. – Disse e ela riu, deixando seu rosto ir direto para o peito alheio e ali o escondeu.

Sehun não sabia, nem Irene, nenhum dos dois tinha conhecimento do futuro, e também preferiram esquecer o passado, afinal tinham de viver um dia de cada vez, mas de algo ambos tinham certeza, que aquele sentimento florescido a partir de um convívio quase forçado, devido ao casamento arranjado, seria crescente, se tornando maior a cada novo dia que vivessem de forma compartilhada.


Notas Finais


Hanseong hoje é a atual capital da Coreia, ou seja, Hanseong atualmente é conhecida como Seul.

E então, foi isso! Espero que tenham gostado, e se vocês deixarem um review já ajuda bastante a minha criatividade para que eu escreva cada vez mais histórias. Beijo! ♥


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