História Sober - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Netflix
Visualizações 994
Palavras 2.405
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Desculpem a demora! Eu tive alguns probleminhas mas, já está tudo resolvido!
Mais um capítulo pra vocês, espero que gostem <3
Aliás obrigada pelos 32 comentários no capítulo anterior e pelos 228 favoritos!

Boa leitura!

Capítulo 2 - A mulher que ele ama


Fanfic / Fanfiction Sober - Capítulo 2 - A mulher que ele ama


                                                                                                       Beatrice Blank’s Point Of View

O despertador tocou, fazendo minha cabeça doer, droga. Levantei-me, ou melhor, me arrastei, obrigatoriamente da cama e fui até o banheiro, fiz minhas higienes e tomei um banho rápido, ajeitei o cabelo com algumas ondas e fiz uma maquiagem simples. Então me dirigi ao closet, olhei em volta e parei para pensar em todas aquelas roupas, eu não uso nem metade delas. O tamanho daquele closet, o tamanho de todo aquele apartamento, aquilo era demais para uma pessoa só, mas havia sido mais um dos vários presentes de Justin. Não acredito que me deixei levar desta forma, que fui essa vadia cretina que aceitou ser amante do seu chefe. Eu sou tão estúpida por amá-lo, mas sempre que tento acabar com tudo isso ele me faz desistir. Não, não é pelo dinheiro –que por acaso não é pouco-, nem pelos luxos. É porque eu o amo. O amo demais para resistir cada vez que ele vem com a conversa de que eu não posso desistir do que temos, quando na verdade não temos nada e ao mesmo tempo tudo. Para mim é tudo, para ele é nada. Isso me destruía, mas o que eu esperava? Que ele deixasse a sua mulher, aquela a quem ele deu o seu sobrenome, a mulher que ele ama, por uma simples secretária?

Eu só poderia estar fazendo piada da lógica da vida. 

Ridícula. Vadia. Estúpida. Era assim que eu me sentia, e na verdade é o que eu sou. 

As lágrimas começaram a dar sinal de vida, é melhor me arrumar e ir trabalhar. Senão é capaz de Justin vir até aqui e me levar para lá à tapas. 

Ignorei a vontade de chorar e fui procurar uma roupa. Peguei uma lingerie branca, vesti e procurei por umas das  camisas sociais brancas que eu tinha e vesti. Por fim, coloquei uma saia colada preta e um salto preto. Arrumei minhas coisas na minha bolsa também preta e desci.

Olhei no relógio e estava tarde para tomar café, passo no Starbucks no caminho. De qualquer forma, tenho que levar café para Justin. Fui para a empresa Bieber e no caminho passei pelo Stakbucks para pegar dois cafés e alguns donuts, e assim que cheguei na empresa cumprimentei alguns funcionários e fui para o elevador direto para o andar que trabalho.

As empresas Bieber, herança de Justin que foi deixada pelo seu pai, Jeremy Bieber - que se aposentou há alguns anos-, revolucionou a energia do mundo todo. A empresa também fabrica armas para o exército dos EUA e Canadá. Justin é tão importante quanto o presidente dos Estados Unidos. 

Assim que cheguei no andar desejado fui até a minha mesa colocando os cafés, donuts e minha bolsa. Naquele andar só havia a sala do Justin, a minha mesa, o banheiro, uma enorme sala de reuniões e um laboratório dele, mas na verdade ele usava mais o de sua casa, então aquele era pouco utilizado. Peguei o café de Justin e uma das duas caixinhas de donuts e me dirigi até a sala dele, que ainda não havia chego. Entrei e coloquei o café em seu copo térmico e deixei junto aos donuts em cima da mesa. Fui até a minha mesa e comecei a cuidar de alguns papeis, e então Justin chegou. 

Ele foi direto à sua mesa sem ao menos olhar na minha cara, normal. Eu sempre era tratada assim. Depois de cerca de uma hora, estava checando alguns compromissos dele e ele teria uma reunião às 10:30, eram 09:15, era melhor avisar o Justin, já que se eu fosse avisar às 10h teria que ouvir. 

Fui até a porta da sua sala e bati, ouvi um “entra” e então o fiz. 

-Senhor Bieber, você tem uma reunião às 10:30. –Disse. No trabalho eu não devia chamá-lo de Justin, fora dele eu poderia gemer seu nome que ele adorava. 

-Sim. –Disse e me olhou. Aquele olhar que me fazia ficar hipnotizada. –Arrumou aquela papelada que eu te pedi? –Perguntou enquanto mexia em seu computador.

-Sim, estou fazendo mais uma cópia delas, como o senhor mandou. –Falei. Tudo deveria ser feito exatamente como ele queria, e era melhor assim, ninguém o suportava de mau humor, o que era todos os dias, então não era uma boa ideia despertar sua fúria. 

-Muito bem, senhorita Blank. –Disse e se levantou, aproximando-se de mim e cheirando o meu pescoço. –Você está usando aquele perfume que eu adoro. –Falou me puxando para perto, fazendo meu corpo se chocar contra o seu. Ele tinha um hálito de whisky com cigarro. Era sempre assim, alguns goles de qualquer bebida, alguns cigarros e ele me puxava para perto.

E então me beijou ferozmente e me empurrou até a parede, me prensando lá. Continuamos nos beijando cada vez mais intensamente, ele já estava levantando a minha saia, quando seu celular começou a tocar. Ele se afastou e atendeu.

-Oi, amor. –Disse e fez sinal para eu sair. Normal, eu era usada por ele e então descartada mais rápido do que o dinheiro que entra em sua conta bancária. 
Ajeitei-me e saí. 
                                                                                                                                    [...]

As portas do elevador se abriram e então um homem alto, de porte médio moreno, com a barba por fazer abriu a porta e se dirigiu até a minha mesa.

-Olá, no que posso ajudá-lo? –Perguntei. 

-Estou aqui para a reunião com o senhor Bieber. –Explicou. -Poderia informá-lo, por favor? -Perguntou com tanta educação que era impossível não sorrir.

-Claro, vou informá-lo. –Sorri. –Senhor Harris, certo? 

-Sim, senhorita. Obrigada. –Disse. 

-Vou levá-lo até a sala de reuniões. –Levei-o até lá e fui avisar Justin. 
                                                                                                             

                                                                                                    [...]

11:30 era a hora do almoço e eu estou morrendo de fome. Peguei a minha bolsa e saí da empresa e fui a um restaurante não muito chique ali perto. Sentei-me na janela, gosto de observar o movimento. Logo o garçom veio e fez o meu pedido e enquanto esperava fui dar uma olhadinha no meu celular e comecei a conversar com uns amigos em um grupo que temos no whatsapp. Nem percebi alguém se sentar na minha frente.

-Olá. –Levei um pequeno susto e levantei olhar. Era o mesmo homem que havia ido na empresa para a reunião com Justin hoje. 

-Olá. –Falei meio receosa.

-Desculpe  se a assustei, vi você almoçando sozinha e queria saber se poderia te fazer companhia. –Perguntou com um sorriso lindo. 

-Claro. –Sorri. Não é todos os dias que um cara gato pra caralho pede para almoçar com você.

-A propósito sou Travis. Travis Harris. Prazer. –Disse, estendendo a mão. O prazer é todo meu, Travis. 

-Prazer, sou Beatrice Blank. –Disse, apertando sua mão, o que para minha surpresa ele levou ela aos lábios e a beijou.

-O prazer é meu, senhorita. –Disse sorrindo. –Passei uma boa impressão? –Disse, arrancando uma risada. 

-Sim. –Falei. Ele chamou o garçom e pediu um almoço e o meu logo veio e, em seguida, o dele. Conversamos bastante, descobri que ele assumiu há alguns anos a presidência da empresa do seu pai, que mora sozinho. Ele não queria estar assumindo a empresa, queria ser médico. Tem 27 anos e seu nome do meio é Joseph, mas odeia esse nome. 

-Eu estou aqui há um tempão falando sobre mim, mas e você? –Perguntou.

-Ah, eu não gosto muito de falar de mim. –Disse tímida. 

-Você é a primeira mulher linda que não quer falar de si mesma. –Disse.

-Não sou como as outras. –Disse.

-Não fala assim, que eu me apaixono. –Disse e nós rimos. 

-Eu adorei nosso almoço, mas preciso ir. Está na minha hora. –Falei.

-Foi ótimo fazer companhia para você. –Falou.

-Foi ótimo ter a sua companhia. –Falei sorrindo. 

-Me dê seu número. –Falou e então dei meu numero a ele, e ele me deu o seu. E quando eu ia deixar o dinheiro em cima da mesa, ele não deixou. –Nem pensar, eu pago. –Disse.

-Não! –Falei teimosa. 

-Eu que vim aqui te atormentar, eu pago. 

-Não precisa. –Insisti. 

-Não me faça pedir de joelhos na frente de todos. –Falou e eu cedi.

-Tudo bem! –Falei. –Tchau, Travis, até. –Me despedi e voltei para empresa.

Não vi Justin pelo resto do dia, apenas fiz o meu trabalho e, quando deu a minha hora, fui embora. 
Cheguei em casa exausta, subi e troquei de roupa.    Coloquei um pijama curto, pois fazia calor, desci e fui assistir algumas séries e pedi uma pizza. A campainha tocou, imaginei ser a pizza e fui abrir, mas na verdade dei de cara com Justin.

- Vamos terminar o que começamos. - Justin afirma ao adentrar a minha casa, com um sorriso malicioso nos lábios e com um cigarro na mão esquerda. É, ele estava chapado.

Ignorei que seria mais uma vez dispensada no final da noite e permiti que ele me beijasse. E logo, em seguida, passar as mãos pelo meu corpo e apalpar minha bunda. Justin me pressionou na parede, segurando meu pescoço com uma mão, enquanto a outra ainda segurava a sua droga. Deu impulso para que eu subisse no seu colo e assim fiz, voltando a beijá-lo. Fomos às cegas à minha cama e nos deitamos, comigo por cima. Justin deu uma forte tragada em seu cigarro, fazendo sinal para que me despisse e assim fiz. Tirei minha blusa regata de dormir lentamente, passando as minhas próprias mãos pelo meu colo, seios e pescoço. Levantei da cama sem desgrudar meus olhos dele, desabotoando meu short calmamente e deixando que ele caísse pelo meu corpo. Desabotoei o feche de trás do meu sutiã e o tirei do meu corpo, deixando que ele aproveitasse a visão por um tempo.

Subi por cima dele novamente, que continuava fumando, e esfreguei minha buceta coberta na sua ereção. Suas mãos foram aos meus seios, apertando-os, enquanto eu continuava no meu trabalho de deixá-lo louco por mim, ou, pelo menos, pelo meu sexo.

Tirei sua bermuda e cueca, ficando de quatro na cama, segurando seu pau nas minhas mãos e fazendo movimentos de vai e vem.

-Coloque logo na boca, vadia. -Ele ordenou e eu sorri maliciosa, assentindo, e, enfim, colocando.

Fazia movimentos lentos inicialmente torturando-o e depois acelerei, masturbando o que não cabia na minha boca. Suas veias ficaram mais grossas e parei antes que gozasse. 

Tirei minha calcinha com pressa e fiquei por cima, posicionando seu pau e sentando com força. Justin colocou as mãos no meu quadril, enquanto o cigarro ainda permanecia na sua boca. Comecei a quicar e suas mãos me ajudaram com os movimentos, e depois de alguns minutos ele gozou, tirando-me de cima dele e me jogando do outro lado da cama, sem esperar pelo meu orgasmo. Sempre que ele estava chapado era assim, o sexo era só para o prazer dele. Além do mais, ele nem se importava se eu estava a fim ou não. 

Ele estava muito chapado, mal conseguia se levantar da cama, e como sempre eu o ajudei ele a se por de pé e então ele se contorceu e eu percebi que estava prestes a vomitar, levei-o rapidamente para o banheiro e o ajudei a ir até o vaso e ele vomitou muito, vomitou por tudo, até nele mesmo. Dei banho nele, e o coloquei para dormir na minha cama. Fui até a lavanderia, peguei um pano e uns produtos de limpeza e limpei os lugares que ele havia sujado. Voltei à lavanderia, coloquei tudo em seu devido lugar, fui até a cozinha e preparei um lanche para Justin, um sanduiche, um suco de laranja, um iogurte, e algumas frutas, junto com um omelete e também peguei um remédio para dor de cabeça e enjoo. Peguei a bandeja, subi para o meu quarto e tive a surpresa de Justin já estar acordado sentado na cama com a mão na cabeça.

-Ai, que dor. –Falou reclamando. 

-Eu trouxe um lanche e um remédio para dor de cabeça e enjoo. –Falei colocando a bandeja em sua frente. 

-Eu estou morrendo de fome. –Falou e atacou a bandeja de comida. –Obrigada, Bea. –Era um milagre ele ser gentil então eu tinha que aproveitar.

-De nada. –Sorri. 

-Preciso ir. –Disse, depois que acabou de comer. 

-Já? Você não está bem, fique. –Pedi. E ele foi tentar se levantar e caiu na cama. 

-Tudo bem. Acho que hoje posso ficar. –Falou, deitando-se novamente. –Deita aqui. –Falou batendo na cama. Fiz o que ele pediu. 

-Boa noite Justin. –Falei. 

-Boa noite Bea.
 

Então eu deitei em seu peito e dormi. Mesmo sabendo que quando eu acordasse, ele já terá ido e não seria a mesma pessoa que foi agora. Eu dormi ao seu lado, aproveitando o momento, pois sei que quando acordar, ele já estará de volta para ela. 
                                                                                                                        [...]
                                                                                            Justin Drew Bieber’s Point Of View

Acordei com a cabeça explodindo. Senti um cheiro doce e um pequeno peso sobre meu peito, era Beatrice. Ela estava dormindo tão serena, tão... Linda. Não, eu não a amo, é algo mais para desejo... Eu sinto uma necessidade de estar com ela e foder com ela. Apenas isso. Sou casado, mas não amo a minha mulher, não como antes. Eu já amei muito aquela mulher, muito mesmo. Ela me fazia ir ao paraíso, toda vez que eu a olhava eu me apaixonava mais. Eu jurei amor eterno a ela, levei-a ao altar e dei meu sobrenome a ela, eu a fiz minha mulher. Mas, depois de alguns anos, eu percebi que ela não era e nem valia tudo aquilo. Ela virou uma mulher diferente, ela se preocupava mais com suas roupas e sapatos do que com o nosso casamento. Não ligava se eu estava com outra –mesmo assim fazia drama. –, só queria saber se eu manteria o casamento e seus caprichos. Mas ainda assim, o amor que eu senti uma vez por ela, ainda estava aqui. Só não era como antes. 

Quando eu encontrei Beatrice, senti um desejo forte por ela, até hoje sinto. Eu tenho uma certa posse por ela. Manipulei-a e a fiz virar minha amante. É claro que fico com outras mulheres, mas ela é a prioridade. Sinto um desejo inexplicável por aquela mulher. Ela tem um jeito menina-mulher, que me deixa louco. Consegue ser inocente e sexy ao mesmo tempo, é provocante. E eu babo por ela, mas ela jamais saberá disso. Mas, apesar de tudo, eu não a amava. Eu poderia amá-la, realmente poderia. Mas, de fato, eu não queria amá-la...
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Até o próximo capítulo <3


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