História Sober - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Netflix
Visualizações 675
Palavras 3.221
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey gente, tudo bem? Dessa vez não demorei tanto, mas demorei sorry </3
Dessa vez foi por motivos de saúde -inclusive fui para o hospital esses dias- e porque criei um blog de styles (deixo o link nas notas finais) e porque estou em 3 blogs de design </3
MASS arrumei um tempinho pra vocês <3
Obrigada pelos favoritos e comentários do último cap!
Espero que gostem beijos vejo vocês lá em baixo!

Capítulo 4 - A hora de ir


Fanfic / Fanfiction Sober - Capítulo 4 - A hora de ir

Beatrice Blank’s Point Of View

 

Já deveria fazer uma hora do ocorrido, e eu continuava caída no chão, com o orgulho ferido, e um coração partido. Já estava mais do que hora de tomar vergonha na cara e não aceitar mais isso, eu não nasci pra ser segunda opção e muito menos saco de pancada de ninguém. Peguei o pouco de dignidade que ainda me restava e subi para o quarto, tirei minha roupa e fui até o banheiro do mesmo, e tomei um banho. Me sentei no chão do box e comecei a pensar sobre tudo, como eu pude aceitar do isso? A que ponto eu cheguei por amar alguém que nem se quer me amava? Eu estou destruindo um casamento, estou destruindo um longa história de amor, pra que? Pra sair como a vadia sem coração no final. Eu não vou mais me submeter a isso, eu preciso deixar de ser tão submissa ao Justin. Ele não é o único cara no mundo, eu posso amar e ser amada por alguém, mas antes preciso me desprender desse amor, eu estou cansada de amar por dois, de cuidar dele e só levar a pior no final. Eu sempre abominei a violência, e olha só, estou me submetendo a ela.

Sai do banho e fui direto para a minha cama, eu precisava de uma boa noite de sono para colocar a cabeça no lugar e pensar tudo com calma e tomar novas decisões, mas uma delas já estava tomada; Se Justin acha que pode me bater e controlar a minha vida, ele está enganado, eu não deixaria que isso acontecesse novamente, a partir de agora, não serei mais a segunda opção.

 

[...]

 

Acordei me sentindo bem melhor, mas com uma dor irritante no rosto, nem preciso pensar muito para saber o que é. Fui até o banheiro e encarei o meu reflexo, eu tinha um hematoma no rosto, um coração partido, e um encontro entre amigos. Eu não tenho nada a perder indo, e muito a perder ficando em casa. Talvez sair um pouco me ajude a tomar novas decisões.
Já eram duas horas da tarde –sim eu consegui dormir tudo isso, é um dom. – e o café com o Travis era às três e meia. Tomei um banho e lavei o meu cabelo, logo após sair do banho sequei o mesmo, e fui escolher uma roupa. Ao entrar no meu closet, se é que aquilo poderia ser chamado de meu, se é que qualquer coisa ao meu redor poderia ser chamada de minha, tudo isso aqui, esse apartamento, o carro, as roupas, tudo... Era de algo que eu deveria me envergonhar, eu tenho um caso com um homem casado, e o amo, mas sou tratada igual lixo, e então é só ele me dizer palavrinhas bonitas dar alguns presentes, e eu o perdoo. E olha pelo tanto de coisas que tem neste closet, acredite, não foram poucas vezes que eu o perdoei. Olhei para os meus pés, depois olhei ao redor, e com um sinal negativo com a cabeça fui finalmente escolher uma roupa enquanto tirava esses pensamentos da minha cabeça. Por fim escolhi um vestido rodado lilás com uma cinturinha marcada, me deixando com um ar mais adolescente, nos pés coloquei uma sapatilha branca com orelhinhas de gatinho, eu amo gatos.

Fui até o banheiro e me olhei novamente no espelho... Isso me fez lembrar da primeira vez que o Justin havia me agredido, e como ele me convenceu misteriosamente que a culpada era eu e que aquilo não se repetiria.

 

[...]

 

Parei o carro em frente à cafeteria que eu havia combinado com Travis, olhei para ela e o vi sentado na janela enquanto olhava para seu celular, peguei minha bolsa em cima do banco passageiro e meu celular, chequei o horário e eram três e trinca e cinco. Um pouco atrasada, acho que ele não se importará. Antes de sair do carro olhei minha maquiagem no espelho que havia em minha bolsa pra ter certeza de que a maquiagem estava impecável, afinal depois de quilos de maquiagem para cobrir aquele hematoma, nada poderia sair do lugar. Sai do carro e fui em direção à cafeteria, entrei e fui até Travis e quando me aproximei ele me olhou e sorriu se levantou e me deu um beijo na bochecha, e como um cavalheiro puxou a cadeira para eu sentar.

-Desculpe o atraso. –Falei.

-Não tem problema, eu que cheguei cedo demais. –Falou divertido. Pude perceber que ele não estava de terno, estava com uma camisa azul e um jeans um tanto caído e tênis, isso o deixava mais jovem, Travis era um homem que esbanjava charme.

-Então... Como está Travis? –Perguntei tentando puxar assunto.

-Estou bem, e você? –Perguntou.

Ele não precisava saber que eu não estava bem, ninguém precisava. Fiz o que sempre fazia, sorri e disse que tudo estava bem.

-Estou bem, também. –Falei.

-Vamos pedir o que?-Perguntou fazendo sinal para uma garçonete.

-Não sei, mas estou morrendo de fome. –Falei fazendo careta o que fez Travis rir.

-Vamos pedir um café e alguns croissant, os daqui são ótimos!-Disse.

-Tudo bem então. –Sorri e logo a garçonete chegou e fez nossos pedidos.

-Então senhorita Beatrice, me conte um pouco sobre. –Falou.

-Não sei o que contar... –ri– sou péssima em falar sobre mim. –Falei.

-Então vamos fazer perguntas. –Falou me olhando divertido. – O que acha?

-Por mim tudo bem.

-Eu começo okay, deixe-me pensar... Como está seu coração? –Perguntou me olhando intensamente.

-Batendo e o seu? – Respondi rindo o que o fez rir também. Por que ele está rindo das minhas piadas idiotas?

-Boa piada, o meu também está. Mas você entendeu a pergunta, vamos responda. –Falou mandão.

-Está tendo um amor não correspondido. O seu? –Respondi e perguntei.

-O meu está digamos que... Encantado por alguém. –Disse e sorriu.

-Quem é a sortuda? –Perguntei.

-Te conto outro dia. –Misterioso.

-Argh! Chato! –Falei rindo.

-O quão destruído está? –Perguntou de repente. Como assim?

-O que?

-Seu coração. –Perguntou.

-Muito. Espero conseguir reconstruí-lo um dia. –Falei pensativa. Será que um dia realmente eu realmente conseguiria seguir em frente e amar novamente? E se for como o Justin?

-Você vai, só precisa achar alguém que junte todos os caquinhos! –Falou me olhando com carinho.

-É por isso que está triste? Sei que não era verdade quando disse que estava tudo bem.

-É, mas eu fico bem. –Disse triste.

-Bea, só um idiota para quebrar o coração de uma garota como você.

-Uma garota como eu? –Perguntei rindo.

-É simpática, linda e. -interrompi.

-Vai me iludir assim, chega! –Disse rindo.

A garçonete chegou com nossos pedidos e se retirou.

 

[...]

 

-Você era uma peste Travis! –Falei rindo.

-Qual é que criança nunca cortou o cabelo da prima e tentou colar com cola depois?

-Nenhuma!

-Ainda estou com fome! –Falou encostando suas costas na cadeira.

-Travis, você comeu doze croissants! Eu comi apenas quatro! Quem está com fome sou eu!

-Vamos pedir uma torta! Amo a torta daqui. –Falou fazendo uma cara engraçada.

-Só se for de chocolate com morango!

-Beatrice, se você me disser que essa é sua torta preferida à gente sai daqui e vai casar!

-É minha torta preferida! –Falei rindo.

-A minha também, então você casar assim mesmo ou quer trocar de roupa antes?-Perguntou divertido.

-Bobo! Vamos pedir logo, estou sentindo o gosto da torta já.

-Nossa esfomeada.

 

Chamamos a garçonete, pedimos e ficamos lá rindo e conversando. Foi ótimo esse tempo com Travis, eu me senti tão bem, foi como se todos os meus problemas não existissem mais.
Mas infelizmente ele tinha um compromisso e teve de ir, não sem antes insistir para pagar a conta e depois de muita insistência eu aceitei. Fui para casa, e resolvi que não queria ficar sozinha, conversei com a Taylor, minha melhor amiga e ela me pediu para ficar o resto do fim de semana com ela, e eu rapidamente aceitei.

 

-Bea, meu amorzinho, você precisa parar de ser trouxa amiga! –Disse Tay indignada com o que eu havia contado. Ela sabia de tudo sobre Justin e eu, ela não achava certo, mas me entendia. –Ele que não apareça na minha frente, porque se ele aparecer eu vou matar aquele desgraçado! –Falou com raiva fazendo suas bochechas brancas ficarem rosadas.

-Calma Tay, eu vou dar um jeito em tudo isso. Eu apenas preciso pensar e desabafar.

-Sou toda ouvidos!

-Eu não quero mais isso, não quero mais ser submissa, Taylor eu estou destruindo um casamento, uma família! Eu nunca havia parado para pensar nisso, eu não aguento mais viver desse jeito, não aguento mais amar por dois, eu preciso me sentir livre disso. Justin já me iludiu tantas vezes que eu não consigo acreditar em uma palavra do que ele diz. Eu quero ser feliz Tay! Quero me sentir amada. –Falei já deixando as lagrimas caírem.

-Oh, vem cá. –Disse me abraçando e afagando meus cabelos. – Bea, você é linda, você tem qualquer homem aos seus pés, é impossível um homem não se apaixonar por você, eu tenho certeza que você vai encontrar alguém te trate melhor, alguém que te ame mais a cada batida do seu coração, alguém que ame todos os seus defeitos, eu tenho certeza que você ainda será muito amada! –Disse ela.

 

[...]

 

Já era final de uma tarde domingo, eu e Taylor conversamos bastante e ela me deu ótimos conselhos, eu já havia tomado uma decisão, eu iria entregar uma carta de demissão amanhã, me mudaria, eu iria para o apartamento da Taylor até conseguir um emprego e puder pagar um. Justin havia ligado algumas vezes, mas eu não estava com cabeça para brigar agora, e eu queria me ver livre dele. Mesmo o amando, isso era o certo a fazer.

Cheguei à minha casa... Bom ex-casa. E arrumei minhas coisas, bom na verdade poucas das coisas que havia ali eram realmente minhas. Peguei algumas roupas, alguns objetos pessoais e deixei organizado para amanhã. Fiz uma carta de demissão, pensei em entregar por e-mail, mas sou eu quem cuidar desse tipo de e-mail na empresa, então eu teria que ir lá.

 

[...]

 

Eu havia chegado mais cedo não queria encontrar com o Justin. Eu entraria deixaria a carta de demissão em sua mesa e uma carta que eu havia feito para ele.

Cumprimentei algumas pessoas pelo caminho, por ser muito cedo não havia quase ninguém.
Cheguei ao andar do Justin fui até sua sala e deixei ambas as cartas em sua mesa. Havia uma foto dele e de Maggie na mesa, eles sorriam, era uma foto antiga até porque eles pareciam bem mais jovens na foto. Isso me fez ter mais certeza do que eu iria fazer se Justin queria destruir seu casamento e magoar sua esposa, ele que procurasse outra trouxa para enganar, porque eu quero distancia de toda essa confusão.

Sai da empresa e fui tomar um café.

 

Justin Drew Bieber’s Point Of View

Cheguei à empresa e já fui direto para meu andar, eu queria achar a Beatrice e pergunta-la qual era o problema em ela atender aquela merda de celular. Assim que cheguei ao andar, sua mesa estava vazia, estranho. Ela nunca se atrasava. Fui até a minha sala, esperaria ela chegar e teríamos uma longa conversa. Eu realmente exagerei no que fiz com ela. Ela não é um saco de pancadas, eu precisava conversar com ela. Pra piorar meu humor esse fim de semana eu e Maggie brigamos o tempo todo, já era há tempos que quando passávamos mais de cinco minutos sozinhos acabava em briga.

Sentei na minha mesa e havia dois envelopes ali, abri o primeiro que tinha o logo da empresa. Era uma carta de demissão da Beatrice, mas que porra... Ela vai se demitir por quê? Ela não pode. Não! Quanta infantilidade, todo esse show por causa de uma briga?

Abri o outro envelope impaciente já. Reconheci a caligrafia, era dela.

 

“Oi, Justin, bom eu, é, eu... não sei o que escrever aqui. Eu não sei nem se vai se importar em ler, talvez eu esteja sendo boba demais para pensar que você leria isso. Mas vamos lá.
Sabe Justin, nos apaixonamos na hora errada, bom eu me apaixonei. No começo era como um sonho, mas depois se tornou um pesadelo. Eu amei você antes mesmo de conhecer você direito, não me perguntei se daria certo, não questionei esse amor repentino, eu apenas me entreguei a esse sentimento novo. Eu me apaixonei Justin, me apaixonei pelo cara errado, sem ao menos saber que você era errado pra mim. Eu estou cansada desse amor, essa merda acaba comigo, eu não posso eu não aguento mais. Eu passei tempo demais amando sozinha, amando por dois, eu te amei muito, te amei não só por essa vida e sim por várias, te amei tanto ao ponto de me submeter a ser a outra, te amei tanto a ponto de ser completamente submissa a você, eu te coloquei acima de tudo, eu te amei mais do que amo a mim mesma, eu nunca havia tido um amor assim. Eu nunca havia amado antes, Justin. Eu queria que tudo fosse diferente, eu queria ser como ela, como sua esposa Justin. Eu tenho inveja dela, queria poder fazer você me amar como a ama, eu sei que quando está comigo, pensa nela. Sei que quando me beija, pensa nela. Sei que todas as vezes que esteve comigo, nunca foi meu, porque você a imaginava ali. Já disse o nome dela enquanto dormia. Eu sempre achei que insistindo, você iria me amar, e que toda aquela humilhação, todo aquele sofrimento valeria a pena, mas você não sabe me amar. Você não sabe me amar quando está sóbrio. É só beber uma, duas garrafas, fumar alguns cigarros que você me puxa para perto, me diz tudo àquilo que deveria dizer e eu acredito, ficamos e quando acordamos você está diferente, me beija, mas seu beijo já não é o mesmo. Eu sempre me culpei por me achar insuficiente pra você, e talvez não seja eu que seja insuficiente talvez você seja insuficiente pra mim. Eu não quero metades, eu quero você por inteiro e se, você não pode me dar isso, eu preciso procurar outro alguém que esteja disposto a me amar, e a ser meu. Eu sempre soube que deveria ir embora, mas quando você estava comigo era tão bom, até o dia amanhecer e você mudar. Mas agora eu preciso ir, preciso ser livre de você e de todo esse sentimento. Eu deixarei tudo o que me deu no apartamento, a chave estará com o porteiro do prédio. Adeus Justin.”

 

De repente tudo o que eu passei com a Bea, todos os momentos que ela cuidou de mim, todos os momentos que ela me amou passaram pelos meus olhos... E o sentimento de perdê-la me dominou porra o quão mal eu havia feito a ela? Eu não a amo, mas eu gosto dela. Eu preciso admitir isso pra mim mesmo. Eu precisava reverter isso, precisava ter ela de volta aqui.

Larguei tudo na mesa e peguei as chaves do carro e meu celular e fui tentando ligar para a Bea, mas estava deligado, fui pelo elevador e aquela merda parecia demorar mais que o normal, cheguei à garagem e fui direto para o meu carro, sai rapidamente do prédio e fui em direção ao apartamento da Bea.

 

Beatrice Blank’s Point of View

Eu já havia colocado todas as minhas malas no taxi, porque eu queria deixar tudo o que o Justin havia me dado para trás, peguei apenas algumas roupas e uns pertences pessoais que havia vindo do dinheiro dele. Eu sui novamente para o apartamento porque havia esquecido minha bolsa e o carregador do meu celular.

 

Justin Drew Bieber’s Point Of View

Cheguei ao prédio da Beatrice e perguntei ao porteiro se ela já havia saído e ele disse que não, que ela estava no apartamento e que havia acabado de subir.

Cheguei à porta do apartamento dela e estava encostada, entrei e a fechei, dei uma rápida olhada pela sala e ela não estava ali, subi e fui em direção ao seu quarto, e lá estava ela.

-Beatrice. –A chamei. Ela levou um susto e me olhou rapidamente.

-Justin... O que faz aqui? Já deixei a carta de demissão e vou deixar as chaves com o porteiro. –Disse ela.

-Eu vim aqui conversar. Não precisa ser assim Beatrice. –Disse chegando mais perto. E ela se afastou.

-Não Justin. É exatamente assim que precisa ser. –Falou me olhando nos olhos.

-Não precisa acabar assim! Podemos... -Ela me interrompeu.

-Acabar o que Justin? Não tem como acabar algo que nunca começou. Você já me disse isso da tantas vezes. –Disse ela e eu podia ver magoa em seus olhos.

-Beatrice... Podemos dar um jeito nisso. É atenção que você quer? Eu te dou mais atenção. É mais dinheiro? Eu te dou mais dinheiro. Mas para com esse showzinho, você sempre faz, só que dessa vez foi longe demais, uma carta de demissão e se mudar? Sério? –Disse irritado.

-Ai está o Justin Bieber de verdade. Sempre achando que o seu dinheiro compra tudo. Mas ele não me compra mais Justin, chega cansei de ser submissa a você e sempre me magoar no final. O que eu quero você não pode me dar. –Disse ela visivelmente irritada.

-O que você quer?

-Amor, Justin. Amor. Isso você não pode me dar e o seu dinheiro não pode comprar.

-Eu nunca te prometi amor Beatrice. Nunca. Você sabe disso. Foi você que se apaixonou, foi você que criou esperanças que eu nunca dei. –Falei sincero.

-Eu sei Justin. É por isso que eu preciso ir, eu preciso me libertar desse amor e desse relacionamento que eu criei na minha cabeça, eu preciso me sentir livre de você. Justin eu tenho sentimentos sabia? Eu também me magoo, eu também sofro. –Seus olhos ficaram marejados –Mas você nunca se importou não é mesmo? Você só se importa com você mesmo e com seu dinheiro. Ah, e não vamos esquecer da sua imagem. Justin você até poderia me amar, mas você não quer você não sabe me amar quando está sóbrio. E você jamais iria querer ser visto com uma mera secretária. Então faz o favor de me deixar em paz, de me deixar seguir a minha vida! Eu não posso mais Justin –Então ela deixou as lágrimas caírem sobre sua face. – isso está acabando comigo. Eu preciso ser livre de você e seu sentimento de posse sobre mim.

Eu não tinha palavras para rebater as dela. Eu gostava dela, e nossas brigas nunca chegavam a ponto dela fazer tudo isso. Eu sempre a convencia a ficar, mas dessa vez isso parece tão inalcançável. Eu sei que errei muito com essa mulher, mas eu não podia deixa-la ir.

-Beatrice... Bea... e-eu gosto de você. Só nunca admiti pra mim mesmo. –Falei com sinceridade para ela.

-Não Justin. Não gosta, só está falando para eu não ir embora. E gostar não é o suficiente pra mim, eu quero alguém que me ame Justin. E isso você não pode me dar. Agora por favor, me deixa ir.

Ela disse isso e passou por mim e se foi. Eu poderia impedi-la, poderia. Mas eu já errei demais com ela. 


Notas Finais


GOSTARAM???????????
comentem a opinião de vocês <3 Promete tentar não demorar mais!
Gente comentem por favor </3
Boooooooom enfim vamos ao jaba basicao

Minhas fics:
https://spiritfanfics.com/historia/ultraviolence-7679428
https://spiritfanfics.com/historia/mrs-bieber-hiatus-2574700

fics dazamiga
https://spiritfanfics.com/historia/ice-crystals-3312467
https://spiritfanfics.com/historia/soldier-4901667
https://spiritfanfics.com/historia/revolutionary-rap-3052311

blog de styles
http://stylesedits.blogspot.com.br/

Aliás, gente perguntinha rápida, se eu fizer um style pra fic, vocês usariam?


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