História Sobre garotos e monstros... - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai, Sehun
Tags Sekai
Visualizações 989
Palavras 3.114
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde de domingo, lindinhos! <3

Capítulo 4 - Robert e Aretha


4.

Quando Jongin acorda, o céu está tingido de um azul suave, as nuvens sendo fracamente iluminadas pelo sol que nesta parte do mundo já está mais quente do que deveria. O rapaz afasta as cortinas amarelas e olha para a rua erma, solitária... a grama úmida pelo sereno e pelo bafo de coisas mortas que sobe do pântano esverdeado. O som de panelas se chocando acaba por despertá-lo completamente. Para Jongin, este som de metal contra metal é mais eficiente que qualquer despertador e ele se levanta, contrariado pela pele que mesmo a esta hora da manhã já está úmida. Veste a camiseta branca sem mangas e coloca o colete verde do Mercadinho Santa Maria por cima. Veste as calças jeans e coloca os tênis. E então sai do quarto.

A mãe acaba de colocar o pão, a manteiga e o café recém-feito sobre a mesa. Jongin fica observando-a por alguns segundos. Aprecia a figura de pele tão morena quanto a sua, as mãos eficientes e fortes de quem aprendeu a viver em um lugar hostil como este, os cabelos pretos que já ostentam alguns fios prateados nas têmporas. Ela ergue a cabeça e o surpreende ali, recostado contra a parede.

- Bom dia, amor. Venha comer. – ela fala sorrindo e o rapaz se pergunta se não deveria estar fazendo mais por esta mulher a quem tanto decepcionou. Se tivesse ido para a faculdade, poderia dar a ela uma vida muito melhor. Mas... não fora. E pelo quê? Por quem?

Ele dá a volta na mesa e pousa um beijo nos cabelos pretos, então senta-se na cadeira de espaldar descascado. Tudo nesta cidade está em ruínas... inclusive ele. Sente-se descascar, sente que a cada passo que dá em direção a lugar nenhum deixa as próprias escamas no chão...

- Você está bem, Jong? – a mãe coloca leite e café em uma xicara e a passa para ele.

- Uhum. – murmura.

Come um pedaço do pão que acabou de sair do forno e aprecia o fato de ele quase se derreter na boca.

- Jong...

- Hmmm? – responde ficando imediatamente alerta. Conhece bem demais este tom de voz para ignorá-lo. A mãe raspa os farelos de pão do tampo da mesa, levando-os de lá para cá. De cá para lá. – O que aconteceu?

- O Sehun...

O Sehun... sente a veia em seu pescoço se expandir para dar conta de bombear o sangue que lateja por todo o seu corpo.

- O que tem ele? Aconteceu alguma coisa? Ele está bem?

- Sim... sim... não aconteceu nada... ele só... ele passou aqui hoje antes de você acordar...

- O quê? Ele entrou?

- Não... ele só... ele fez um carinho na Aretha e no Robert e passou pela janela do seu quarto. Levei um susto quando o vi olhando aqui pra dentro...

Os olhos escuros e preocupados fitam o rapaz.

- Amor... você... você tem certeza de que o Sehun não é... hmmm...

- Não é o que, mãe? – Jongin pergunta enquanto deixa o pão de lado. Perdeu a fome.

- Tem certeza de que ele não é... perigoso?

- É o Sehun, mãe. Não é um marginal qualquer, é o Sehun. – responde com rispidez. Ela tem razão, ele mesmo sabe que o Sehun que voltou não é aquele que foi levado embora. Ainda sente a dor do soco que recebeu na semana anterior, e o roxo dos lados do nariz começou a amarelar apenas agora. Há seis dias que não vê o amigo de infância, afastou-se naquele dia em que ficou com sangue no rosto...

- Eu sei, querido.

- Tenho que ir. – Jongin levanta, deixa a xícara na pia e abre a porta de tela antes de empurrar a de madeira. Neste lugar, é imprescindível que se tenha em cada porta e janela aquela rede fina que não permite aos pernilongos infestarem a casa.

O rapaz abre a porta de madeira esperando encontrar as duas figuras que todos os dias nesses dois anos, sem faltas ou exceções, o tem esperado. Mas, nem Robert e nem Aretha estão esperando-o.

- Onde eles estão, mãe? – pergunta alarmado.

- Quem?

- O Robert e a Aretha!

A mãe corre até a porta, mas Jongin já está no meio da rua de terra molhada gritando por seus cachorros. O desespero começa a se avolumar em seu estômago enquanto ele pensa mil coisas que podem ter acontecidos às suas crianças de quatro patas. Com olhos apavorados ele varre aquela rua silenciosa e modorrenta, verifica as moitas de capim seco, as árvores que se metem no meio do lodo, força os olhos através das nuvens de mosquitos... Robert e Aretha desapareceram. E então, a possibilidade mais assustadora começa a pintar na mente de Jongin...

“- Não... ele só... ele fez um carinho na Aretha e no Robert e passou pela janela do seu quarto. Levei um susto quando o vi olhando aqui pra dentro...”

Sehun. Sehun. Sehun.

Seu coração grita dolorosamente o nome do loiro dos olhos gelados.

- Tem certeza de que ele não é... perigoso?

Não. Não. Não.

O sol começa a se tornar a bola implacável de fogo vívido em um céu que agora parece quase esverdeado, um céu entediado com a visão desta cidadezinha miserável, e Jongin, esquecido de que o horário de entrar no mercadinho já passou em alguns minutos, sente a camiseta grudar no corpo... os cabelos colando-se na testa... e então ouve o latido inconfundível de Robert Johnson vindo do pântano.

- ROBERT! – grita para o cricrilar constante dos grilos preguiçosos.

Corre tanto que sente as panturrilhas ficarem em fogo e então está nas margens das águas esverdeadas, sem fôlego, esperando ver parte da perna de Aretha desaparecer entre as mandíbulas poderosas de algum crocodilo preguiçoso. Mas, não... sente a pressão de duas patas em suas costas e se volta, pensando que pode se derreter em uma massa quase imaterial feita de carne, sangue e alívio. Vira-se e se ajoelha no chão abraçando suas crianças.

- O que aconteceu com vocês? – sussurra na orelha peluda de Aretha. Ela olha para ele com olhos límpidos e inocentes, a língua rosada pra fora, pendurada de lado. Não responde. Robert vira a cabeça para trás e Jongin ergue o rosto. A figura à sua frente parece entediada ao ver a cena.

Sehun fixa seus olhos de gelo no moreno que agora se levanta trazendo curiosidade, medo e decepção nos olhos escuros e quentes. Jongin brilha com o suor que cobre sua pele dourada e Sehun sente-se inquieto. Com um safanão rude, afasta os mosquitos que o circundam.

- Foi você? – Jongin pergunta com a voz partida.

- Depende.

- Foi você?

Sehun solta um riso leve e irônico enquanto Jongin se aproxima.

- Por quê? Vai me bater? Vai desistir de mim? Não quer mais me salvar?

Jongin vacila ao ouvir o outro dizer tais palavras e este vacilo é suficiente para fazer uma gargalhada seca partir os lábios do loiro.

- Você é um idiota mesmo! É tão fácil te quebrar, Jongin. Tão fácil que chega a ser entediante.

- Me... quebrar?

- Ora... basta mencionar qualquer coisa que te faça lembrar de que sou um pobre garotinho perdido e sem amor, e esta sua cara de santidade já aparece.

- Porque fez isso, Sehun?

Todo o cansaço agora parece ter surgido para Jongin. O céu agora está mais pesado, quase como se a natureza estivesse se compadecendo e enviando chuva para esta cidade amaldiçoada. Mas, a esperança se esvai quando o sol encontra uma nova brecha entre as nuvens e ataca com força novamente.

- Eu nunca tive um cachorro. – o rapaz fala, petulante.

- E agora você quer os meus?

Sehun não responde, fica apenas olhando o outro sem deixar que nenhuma expressão macule seu rosto perfeito. Jongin vira-lhe as costas, achando que não irá suportar por muito mais tempo aquela situação e com uma palmadinha na própria coxa, chama seus cachorros. Robert vem. Aretha fica.

- Aretha! Vem! – chama, mas a cachorra está ao lado de Sehun. A boca fechada, a língua escondida, o olhar de fidelidade canina estampado nos olhos.

- Aretha! – chama mais uma vez e Sehun esboça um sorrisinho.

- Esqueça, JongIn dos Pobres. Ela não quer mais você.

Mas neste momento, Aretha Franklin se coloca sobre as quatro patas e corre na direção do dono. Jongin quase suspira em alívio, mas antes que possa ficar feliz, a cachorra apenas lhe dá uma lambida na mão e volta correndo para perto de Sehun.

Sob o sol escaldante desta manhã, Jongin olha para Sehun vendo tudo o que sempre quis. Ali, parado sob o sol inclemente com seus cabelos loiros escurecidos pelo suor, usando calças jeans desfiadas e uma camiseta preta meio torta, como se tivesse ficado pendurada ao sol e depois colocada no corpo sem passar. O sorrisinho irônico não está mais no rosto bonito e Jongin murmura para o ar parado

- Não a maltrate, por favor.

E acompanhado de Robert Johnson, volta pelo mesmo caminho. Não se volta nem mesmo quando ouve o latido de Aretha que parece chama-lo de longe.

Chove na cidade.

Os trovões começaram há meia hora e a novidade foi tão grande que os parcos cidadãos de Liberty City saem para a rua, os olhos postos no céu. As primeiras gotas são saudadas por sorrisos cansados e logo a chuva torrencial abafa o fedor do pântano, faz descer o vapor de calor que sobe das rachaduras nas ruas, e algumas poucas crianças brincam saltando poças de água.

Jongin sai de dentro do Mercadinho Santa Maria e olha para o céu com um sorriso de felicidade. Gostaria de correr na chuva, sentindo as gotas geladas expulsarem de vez aquele calor pegajoso que parece uma segunda pele.

Lentamente as pessoas retornam aos seus afazeres e logo apenas o rapaz está parado sob a cobertura de madeira da frente do mercadinho. Uma silhueta magra que se aproxima no meio da cortina de água lhe chama a atenção. Uma forma menor que anda sob quatro patas o segue e Jongin sente o coração bater furiosamente dentro da caixa torácica. Há quase dez dias que não vê Sehun ou Aretha Franklin, e não é necessário mais que alguns segundos para que seja “abraçado” por patas grossas e molhadas que sujam seu uniforme de marrom. A língua áspera da cachorra faz cócegas em seu rosto e quando finalmente se vê livre daquele monte de pelos, Sehun está à sua frente.

- O que você quer? – Jongin pergunta com certa brusquidão.

Sehun ergue os ombros.

- Quero balas.

- Certo.

Jongin vira as costas e entra no mercado, sendo seguido por duas figuras molhadas. Ele próprio está sujo e úmido agora. Dá a volta no balcão e fica olhando para Sehun, impassível. Sehun agora parece ainda mais magro, olheiras cinzentas sob os olhos, a pele amarelada como se ele tivesse estado doente, os cabelos úmidos tocando o canto esquerdo dos olhos.

O loiro insere a mão no bolso da calça e retira uma nota amassada e úmida e a coloca sobre o balcão. Fora, o barulho das gotas escorraça o teto de madeira e Jongin se pergunta o quanto de chuva aquele barraco suporta antes de despencar esmagando eles e a cachorra. Deixando-os para sempre nesta cidade de pesadelo.

- Qual você quer? – pergunta indicando os três potes coloridos.

- Todas.

Ante o olhar de Sehun ao qual ignora, Jongin abre os potes de balas e vai colocando-as dentro de um saco de papel. Olhando para Aretha para evitar olhar Sehun, Jongin entrega o pacote. Sehun deixa a nota e lhe dá as costas em direção à porta.

- Espera. – o moreno chama. – Toma. – caminha até o ex-amigo e lhe entrega um saco de plástico – Para não molhar.

Em silêncio, Sehun pega o saco, os dedos se tocando brevemente no processo. O loiro se imobiliza como se fosse dizer alguma coisa, mas então... rapidamente se vai. Aretha desaparece atrás do novo dono e Jongin sente a picada distante, mas dolorosa daquele duplo abandono.

Novamente na chuva, Sehun corre pela rua seguido por Aretha. Em algum ponto daquela rua feia de casas em pedaços, a cachorra toma a dianteira e suas patas ágeis e fortes correm chapinhando as poças, a língua pendurada para fora e apreendendo as gotas geladas. Sehun a segue identificando o caminho para o velho teatro. Sua mente desacostumada ao exercício do lembrar, não presta atenção no fato de que há alguns anos ele fazia este mesmo caminho... só que com uma diferença: ao invés de seguir um cachorro, seguia um menininho feliz de pele de verão e sorriso de magia. O rapaz sente apenas um desconforto mental ao qual ele não conecta ao rapaz que deixou para trás naquele mercadinho decrépito.

Sehun corre na chuva, e logo cachorro e rapaz estão subindo as escadas do velho teatro. Não há ninguém ali a esta hora... nem mesmo os integrantes do grupo de bandoleiros juvenis. Apenas ele, o cachorro, e as lembranças escondidas.

Aretha o guia por entre as cadeiras quebradas, as guimbas de cigarro e pelos excrementos de pequenos animais que eventualmente vem se esconder do calor nessas ruínas. Sem atinar para qualquer significado, Sehun vai atrás do animal e se vê na parte escura, abaixo do palco.

Senta-se no chão sem se importar com a imundície e abre o saco de balas. Coloca duas de uma vez na boca e as mastiga com prazer. Descobriu as balas após seu retorno... antes... quando estava naquele lugar... o único gosto que conhecia era o da papa sem sal que era sua ração diária. Quando colocara a primeira bala na boca, ficara encantado com a explosão de sabor em sua língua e não conseguia imaginar que houvesse algo melhor que aquela balinha mágica de morango.

Aretha senta-se à sua frente, ofegante pela corrida e pingando água no chão. Sehun morde um pedacinho da bala, separa uma migalha e dá para a cachorra.

- Não vou desperdiçar minhas balas com você, preta. – resmunga.

O rapaz fecha os olhos por alguns minutos apreciando o momento raro de felicidade quando não há ninguém em volta e pode simplesmente relaxar. Não possui grandes pensamentos na cabeça, apenas exercita inconscientemente a certeza de que não será mais levado embora, agora que é um adulto, agora que pode revidar e até mesmo matar quem tentar... mesmo agora, meses após seu retorno, não se sente seguro... este teatro é o único lugar aonde consegue um pouco de paz e acha que é porque a turma de BaekHyun vem aqui para fumar maconha. Associa sua paz de espírito à fumaça espessa e adocicada que sobe em direção ao teto quebrado.

Ao abrir os olhos é surpreendido por um brilho avermelhado no canto escondido entre duas vigas podres. Curioso, levanta-se e se aproxima do objeto misterioso. Seu desconforto mental parece se acentuar e agora é quase uma dor de cabeça quando ele puxa a caixa (porque agora ele consegue ver que é uma caixa de alumínio dessas de panetone, ou de bolachas doces) e se depara com a imagem natalina da casinha no meio da neve e dos pinheiros. Uma dor absurda que lhe fala de saudades de um tempo que não viveu o golpeia e ele volta a se sentar no chão, no meio da sujeira.

Deixa o saco de balas de lado e com dedos trêmulos (e ele não entende o porquê disso, atribui provavelmente ao grande volume de açúcar ingerido de uma vez só) abre a tampa vermelha. Seus olhos ficam úmidos e ele não sabe o porquê, quando segura entre os dedos duas figurinhas do Draco Malfoy. Como um garimpeiro ante uma mina de ouro, o rapaz ataca aquelas recordações infantis com sua curiosidade recém-desperta. Ali dentro estão as recordações de uma criança.

“Duas crianças”, corrige sua mente e ele se assusta erguendo a cabeça e olhando em torno. Ali não há mais ninguém. Segura entre os dedos longos, um soldadinho de plástico que já nem tem cor.

“Ele tem que ficar na caixa, Jong. Para cuidar das nossas coisas. Ele tem uma arma, você ‘tá vendo?”

A voz fina do passado o faz estremecer, amedrontado.

Olha para Aretha Franklin que agora o observa com olhos serenos.

- O que você quer? – pergunta, a voz seca ecoando soturnamente por estas ruínas. Recebe apenas um remexer das orelhas peludas como resposta.

Atormentado, volta a colocar a caixa entre as vigas. Sua mente não-cultivada se enche de uma superstição inexplicável e ele tem a certeza de que se não deixar aquela caixa em seu devido lugar algo ruim vai acontecer... e ele vai perder algo que ainda não tem. Aquela caixa pertence a duas crianças que agora estão mortas... e não se deve perturbar os mortos.

__

Ainda chove quando ele deixa o velho teatro, mas agora é quase noite e ele vaga pela chuva fria, sem rumo, sem pensamentos, sem nada. É apenas uma casca à deriva no meio de um oceano quente e fétido que não se importa com sua vida ou morte. Aretha está ao seu lado e ele desperta para uma ideia... para algo que não é dele... não que ele reconheça, ao menos.

- Venha. – murmura para o animal e toma o rumo da casa de Jongin.

Esgueirando-se nas sombras, oculto pela chuva, Sehun passa pela grade baixa que nunca está fechada e em segundos, Robert Johnson está rosnando para as duas sombras silenciosas. Quando o cachorro reconhece seus cheiros, fica quieto, abanando o rabo todo feliz. Sehun se ajoelha na lama e aproxima a boca da orelha de Aretha. Murmura alguma coisa para a cachorra e depois olha em seus olhos mansos... ela compreende.

Quando o rapaz sai para a rua barrenta... Aretha permanece no mesmo lugar.  

E ele está sozinho mais uma vez.

 

I don't like walking around this old and empty house (Eu não gosto de andar por esta casa velha e vazia)

So hold my hand, I'll walk with you, my dear (Então segure minha mão e eu caminharei com você, meu querido)

The stairs creak as you sleep, it's keeping me awake (As escadas rangem enquanto você dorme, isso me deixa acordada)

It's the house telling you to close your eyes (É a casa dizendo para você fechar os olhos)

Somedays I can't even trust myself (Há certos dias em que eu não posso confiar em mim mesma)

It's killing me to see you this way (Está me matando te ver assim)

'Cause though the truth may vary (Porque embora a verdade possa variar)

This ship will carry our bodies safe to shore (Este barco levará nossos corpos em segurança para a margem)**

 


Notas Finais




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