História Sobrenatural - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Tags Castiel, Dean, Sam, Supernatural, Winchester
Exibições 10
Palavras 1.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Mutilação, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Agora sim vamos começar a brincadeira.
Espero que gostem :>

Capítulo 2 - Dias de Luta


Fanfic / Fanfiction Sobrenatural - Capítulo 2 - Dias de Luta

São Caetano do Sul – Sp

Agora

Sam acorda no meio da noite com um barulho alto, parecia que alguma coisa em outro cômodo do apartamento caíra no chão. Levantou com a adrenalina correndo nas veias, apanhou seu canivete ao lado da cama e correu para a porta do quarto. Abriu devagar vendo um vulto passando da sala rumo a cozinha.

 Olhou para o quarto da frente, sua mãe estava na porta com uma pistola em mãos, Sam fez sinal que ia na frente e lá cobria a retaguarda apenas com um desvio de olhar. Caminhou sorrateiro até a cozinha e observou a pessoa curvada vasculhar a geladeira despreocupadamente, mas de repente ele(a) parou e levantou devagar.

- Você costumava ser mais silencioso Sam, agora parece que tem um elefante andando pelo apartamento

Ele conhecia essa voz, não podia ser, ele finalmente havia voltado, depois de anos apenas conversando pelo celular ele estava ali.

- Dean?

- Hello, it’s me.

- Droga Dean!

Ele correu e abraçou o irmão inconscientemente, nesse momento toda a magoa do irmão por ter ido embora se esvaiu.

- Opa, cuidado com essa faca aí. – Disse se afastando um pouco.

- Desculpe. Nossa! A quanto tempo irmão.

- Parece que sim, olha só você! Tomou tanto Toddynho que agora pode fazer cosplay de Hodoor.

- Dean? – Uma terceira pessoa apareceu no outro lado do cômodo.

Dean virou o rosto e a encarou, ela estava do mesmo jeito, loira, linda e com uma bela pistola nas mãos.

- Oi mãe. – Ele esticou os braços para abraça-la, mas ela estava séria e não se mexeu.

- O que faz aqui? – Mary disse ríspida ainda apontando a arma.

- Wow, que recepção calorosa. – Respondeu recolhendo as mãos colocando-as no peito fingindo estar magoado.

- Mãe, o que foi? E o seu filho! – Sam se intrometeu.

- Saia da frente Sam. E você! Responda!

Dean apenas sorriu e pegou um vidro com um liquido transparente em cima do balcão da cozinha, era lá onde ficava a agua benta, jogou a maior parte do conteúdo em si surpreendendo os dois. Agora Sam entendia, sua mãe era muito precavida, mas assim que o liquido encostou não queimou a pele do seu filho, jogou a arma de qualquer jeito na mesa e correu para abraça-lo.

- Que bom que está bem meu filho.

- Claro que estou mãe, o mais perto da que cheguei da morte foi hoje.

Finalmente, depois de muito tempo Mary estava aliviada, seu filho estava bem e em casa. Eles caminharam abraçados até a sala, Sam sentou na poltrona na frente dos dois que estavam no sofá maior.

- Me conte tudo! O que te fez voltar? – Mary foi a primeira a falar.

Dean esticou o corpo olhando ao redor, a sala havia mudado pouco desde sua partida, por exemplo o sofá que estava sentado, era fodidamente confortável. Melhor do que qualquer cama de hotel que tinha dormindo durante esses anos.

- Estava de passagem, tem um caso em Osasco então vir ver vocês.

- O que? Você não vai ficar? – Sam perguntou surpreso.

- Não Sammy, não vou.

Mary levantou.

- Tudo bem Dean, coma alguma coisa e eu vou voltar a dormir. – Disse, ela estava acostumada com o jeito distante dos caçadores, sem raízes, então apenas saiu.

- Não cara, você não pode simplesmente ir assim de novo! – Exclamou Sam

Dean esperou sua mãe bater à porta do quarto para falar.

-Sammy, eu não vir aqui só para uma visita, preciso da sua ajuda.

- Minha ajuda?

- Papai está caçando e por algum motivo não me deixou ir com ele, mas me deu instruções de um caso...

- E você não quer ir sozinho. – Concluiu o mais novo.

- E eu não quero ir... É.

- Você esperou a mamãe sair para poder me contar porque espera que eu fuja com você na calada da noite?

- Nossa Sammy, você é um gênio mesmo.

- Pode esquecer – Disse se levantando.

- O que? – Perguntou imitando o gesto.

- Dean, eu tenho aula na segunda.

- Ah! Quase me esqueci, você é um futuro advogado! Parabéns, mas é só esse fim de semana Sammy.

- Dean, não.

- Ah qual é Sammy, vamos! Prometo te trazer são e salvo.

- Não posso deixa-la.

Dean o analisou.

- Um dia você vai ter que tocar a vida e ela sabe disso, seja casando, seja caçando... Que trava língua daora. Pelo menos caçando você tem mais liberdade.

Sam sabia dessas coisas, sua mãe já tinha uma vida feita, assim como ele. Seu único receio era de deixa-la preocupada consigo, por isso apesar da aptidão pra caçadas decidiu seguir uma carreira normal, mas agora com seu irmão de volta, sentia-se tentado a segui-lo. Então, finalmente, escolheu o meio termo.

Dean observava a luta interna do irmão, deixando-o escolher.

- Então, o que vai ser? – Falou rindo da expressão engraçada de indecisão do mais novo, boca cerrada e as sobrancelhas quase encostando uma na outra.

- Tá, eu vou! Mas apenas três dias ouviu?  - Concordou por fim.

- É assim que se fala! Pegue o que precisa, vou esperar no carro. – Disse caminhando até a porta do apartamento.

- Você tem um carro?

- Não é um carro, é O carro. – Falou com falsa indignação e saiu.

Sam riu e caminhou até o quarto para preparar sua mochila. Dez minutos depois, ele estava descendo pelo elevador rumo ao estacionamento. Ao sair, viu Dean parado na frente de um carro antigo e nem um pouco discreto. Dean parecia uma criança mostrando um brinquedo para o vizinho.

- Então, o quecachorro? Eu mesmo o restaurei e pintei.

O carro era um Chevrolet opala amarelo com duas listras pretas no capo, era bonito, mas Sam tinha suas dúvidas se aquilo ainda funcionava.

- Parece que vai parar de funcionar na primeira lombada que passarmos.

Dean mudou de expressão instantaneamente.

- Cala a boca e entra.

“Esses jovens de hoje em dia dizem cada asneira” Sussurrou para si, mas Sam ouviu.

- Eu ouvi essa e você só é cinco anos mais velho que eu – Disse entrando no carro.

- Eu disse para calar a boca!

Ligando o carro automaticamente começou a tocar “Ira - dias de luta”.

- Seu gosto musical nunca muda em. – Afirmou Sam.

- Metralhadora para mim é apenas uma arma. – Encerrou começando a dirigir.


Notas Finais


Concordo com você Dean.
Então, gostaram? Deixe seu Feedback.
Vejo vocês depois.


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