História Sobrevivendo ao Noivado - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Palavras 2.765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heey babies!! Voltei com att! Esse cap tá um pouco menor do que o normal, mas é um momento de transição pra introduzir a trama real do babado aqui.

Rezemos pelo nosso jikookinho que estão noivinhos! Ai que eu fico toda mole com esse casalzinho soft!

Boa leitura!! Beijooooos

Capítulo 3 - Sobrevivendo à surpresa


Fanfic / Fanfiction Sobrevivendo ao Noivado - Capítulo 3 - Sobrevivendo à surpresa

Taehyung se espreguiçou na cama enorme. Gostava dela, do colchão macio, daquela quantidade enorme de lençóis que ficavam espalhados por ela todas e nos quais se emaranhava com todo o prazer. E gostava mais ainda daquele cheiroso gostoso, e dos beijos leves que Hoseok dava por seus pescoço e costas nuas como a melhor das saudações de bom dia.

Sim, estava semi nu na cama de Jung Hoseok sendo acordado pelo mesmo com beijos leves e íntimos demais. Não faça perguntas difíceis, ainda era uma situação bem complicada de se explicar e a verdade era que o Kim já havia desistido de procurar uma justificativa para aquilo. Agora estava somente se deixando levar, e aproveitando de tudo que aquela coisa discreta dos dois podia proporcionar para ambos.

Era bom, delicioso, não podia negar isso. Ambos estavam envolvidos, mas também não definiam nada, sequer tocavam nesse assunto. E não se desgrudavam; Taehyung já nem sabia mais dizer quantas noites havia passado na casa do Jung ao longo daquele mês.

 

— Ainda não entendi porque você tem preferido dormir aqui nos últimos tempos. — Hoseok falou deitando-se por cima de Taehyung e distribuindo os seus vários beijos lentos por todo o pescoço do outro. — Mas estou adorando, confesso. — o Kim deu um risada e um tapa no braços do Jung que não perdia tempo e já deslizava seus lábios por bem mais do que somente o pescoço dele.

— Sei bem porque você está adorando. — Arrastou o corpo um pouco pelo colchão só para se acomodar mais um pouco e melhor abaixo do corpo de Hoseok que era tão gostosamente quente. — Mas é sério, se você tivesse que dividir apartamento com Jimin e Jeongguk também iria procurar outro lugar para passar a noite. Não sabe como é terrível pessoas apaixonadas, principalmente aqueles dois.

— Sei, eu sou terrível. — Voltou a trilhar beijos e leves mordidas pelo queixo e maxilar de Taehyung que de olhos fechados e respiros  profundos e longos acolhia cada um dos deliciosos carinhos. — Sou terrivelmente apaixonado por você. — segurou a nuca do Kim e afundou a cabeça com vontade no pescoço dele, atacando da forma mais gostosa possível a orelha de Taehyung que imediatamente se arrepiou inteiro e flexionou as pernas enroscando-as nas de Hoseok enquanto puxava seus cabelos levemente.

— Não diga essas coisas Hoseok, eu posso acreditar.

— Mas é verdade. — interrompeu os beijos e ficou apenas o olhando. A distância entre seus rostos era tão curta que não tinha como ele tentar fugir do contato visual. — Qual seria o problema em acreditar?

— Ai, é só que nós não temos essa relação definida, então me é estranho ouvir isso vindo de você. — Hoseok saiu de cima de Taehyung, que se sentou no colchão enquanto o assistia se levantar e buscar uma camisa qualquer, se vestindo e indo em direção do banheiro. Estava chateado, nada podia ser mais óbvio que aquilo, e não falaria nada, a não ser que fosse para instalar de vez a discussão entre os dois. Então preferia manter-se em silêncio para evitar isso. Detestava brigar. — Hoseok… volta aqui. — Ainda chamou, mesmo sabendo que era completamente inútil e ele não ia voltar mesmo. Rendido Taehyung se levantou e foi apressado até o banheiro.

 

Já haviam passado por aquilo antes e sinceramente não queria mais ficar nisso de pique esconde com Hoseok. A relação de ambos não era algo definido, porém algumas coisas precisavam ser ditas. O Kim ainda pensava que não era tempo, que poderia ser adiado, mas viu que não, talvez já até tivesse passado do tempo de falar.

 

— Hoseok… — o mais velho apenas o olhou de soslaio enquanto se despia das peças de roupa para entrar no banho. — fala comigo. — Hoseok respirou fundo umas três vezes, ponderando entre falar ou não, decidindo por não se segurar, mas ainda assim tentar fazer da maneira mais calma possível.

— Nós já temos uma história juntos Taehyung. Não é como se fosse novidade para você que eu te amo. — Era visível a força que ele fazia para se acalmar, mas mesmo assim a exaltação era perceptível.

— Eu sei disso Hoseok.

— Então por que fica agindo como se ignorasse isso? — Deu as costas e adentrou o box do banheiro abrindo o chuveiro ainda com Taehyung o olhando e começando seu banho. Talvez até estivesse usando a água fria para esfriar a cabeça. — Mas que droga! Às vezes eu tenho vontade de te mandar embora e nunca mais te ver.

— Hoseok… a verdade é que eu me sinto começando de novo com você. — Taehyung falou timidamente, com a voz baixa demais, mas ainda assim capaz de captar a atenção de Hoseok. — Eu quero começar de novo com você. — o chuveiro foi fechado e agora no banheiro imerso em silêncio, ambos se encaravam. — Tudo, desde o primeiro encontro. — Hoseok cruzou os braços sobre o peito e sorriu.

— Se quer, me convide para um encontro. Sou difícil para você agora.

 

[...]

 

— Espaço fechado ou aberto? — Jimin, sentado à mesa, perguntava a Jeongguk que terminava de preparar o café dos dois. Conversavam sobre os detalhes da tão esperada cerimônia de casamento dos dois. Não era algo tão complexo, o gosto dos dois era parecido e ambos haviam concordado em algo simples, mais íntimo. Queriam que fosse significativo para eles, que firmasse o seu compromisso eterno, somente isso. Se ficassem felizes era o que bastava.

— Aberto para os votos, fechado para a recepção. — Jeon respondeu e Jimin sorriu com a resposta dele; era exatamente o que havia pensado.

— O que você acha de alugarmos o restaurante de Namjoon e Jin, fazermos os votos na área externa e a recepção na parte interna?

— Ótimo. Mas já pensou em falar com o Hoseok? Ele tem um quintal grande, dá para fazer tudo lá mesmo. — Jimin até ponderou isso, mas fez uma cara feia que arrancou um  risada do noivo que só sugeriu aquilo para o provocar.

— Você deixe de ser tão pão duro! É nosso casamento, só vai acontecer uma vez, e eu quero algo bonito. — Abaixou a cabeça pra fazer mais algumas anotações sobre os planos. Tinham que ver somente a quantidade de convidados, uma data e a lua de mel. — Jeongguk o que você pensa de… — Jimin teve a fala interrompida quando se deparou com seu noivo ajoelhado bem ao lado da sua cadeira com um sorriso besta nos lábios. — O que está fazendo? — Sorriu, percorrendo com a visão todo o rosto e corpo de Jeongguk, mas estava nervoso. Não fazia ideia do que ele pretendia, o pedido não podia ser porque já havia sido feito, havia sido o seu trabalho.

— Para mim nada vai ser mais bonito do que você. — Se esticou um pouco e o beijou devagar, aproveitando para provar daqueles lábios que já conhecia tanto mas que não iria se cansar nunca.

— Ah Jeonggukie…

— Aqui. — O mais novo estendeu diante dos seus olhos uma pequena caixa preta de veludo. Não, não podia ser aquilo. — Eu quis fazer uma surpresa, mas você quem tem que colocar. — Jeongguk tinha o maior dos sorrisos nos lábios enquanto assistia a imensa surpresa de Jimin ao tomar a caixinha de suas mãos e abri-la trêmulo de tanta emoção.

— Eu não acredito Jeongguk! Não acredito que comprou alianças de noivado! — Jimin sorria tomando em suas mãos o anel que claramente era o de Jeongguk por ser maior.

— Claro, eu quero fazer tudo certo. — estendeu a mão direita para ele. — Agora faça você o certo.

— Jeon Jeongguk, — o Park começou a falar enquanto lentamente colocava a aliança na mão direita de seu noivo. — você é meu noivo, e essa aliança na sua mão direita é o símbolo de que em pouco tempo estará na esquerda, e depois disso não terá mais volta, você não vai mais se livrar de mim. Vai ter que me aturar para sempre. — O Jeon riu alto dos votos de noivado feitos por Jimin e em seguida pegou o anel dele repetindo o processo que fora feito consigo.

— Park Jimin, não posso escrever meu nome em você para te marcar como meu, mas posso colocar essa aliança em seu dedo que basicamente diz a mesma coisa. Chore mundo, daqui a pouco ele será eternamente meu. — Se ergueu um pouco pra se aproximar mais do rosto de Jimin que beijou delicadamente sua mão, bem no dedo em que estava a aliança. Parecia que sorrir feito idiotas já era rotineiro para o casal. Era isso, era real, era o destino deles.

— Eu sempre fui seu, idiota. — Foi Jimin que dessa vez iniciou um beijo.

 

Gostavam dessa ternura que às vezes os rodeava, em que se beijavam acariciando lentamente as nucas, bochechas, maxilares; onde as mãos mantinham- se tímidas e castas repousando sobre os ombros ou enfiando-se por entre os fios de cabelo. Mas como era característico daquele casal, se o fogo atingia, bastava que um só deles tomasse a atitude de aprofundar o beijo para que se tornassem intensos e desejosos por toques mais íntimos e prazerosos quase que desesperadamente.

Jimin impulsionou a cabeça na direção de Jeongguk, sugando mais seus lábios, sendo correspondido na mesma intensidade e uma língua vindo se encontrar com a sua, sedenta por mais contato. Como um instinto puro, ambos foram se erguendo. Jeon puxava-o pela cintura querendo colar mais os corpos um no outro ao mesmo tempo que o conduzia para o encontro da mesa.

Jeongguk soltou dos lábios do Park que jogou a cabeça para trás quando ele começou a trilhar beijos por seu maxilar, descendo com certa pressa para seu pescoço. Ah que assim não tinha como surgir vontade de querer parar.

 

— Jeongguk… — Jimin chamou recebendo um murmúrio em resposta já que ele estava ocupado demais em pintar seu pescoço de beijos, mordidas e marcas. — o que você acha de uma fodinha na cozinha? — Imediatamente Jeon o olhou com um sorriso bem sacana nos lábios.

— Eu acho que quero.

 

Comos dois apressados, que claramente estavam, arrancaram as camisas e passaram a estimular um ao outro entre beijos e ainda por cima do tecido da roupa que usavam. Isso ia ser bom, ia ser ótimo. Aquela sensação gostosa de perigo, que a qualquer momento Taehyung poderia chegar e pegar os dois ali se comendo encostados contra a geladeira, sobre a mesa ou até mesmo no chão os deixava com tanto tesão.

Mas como nem tudo são flores, preliminares e orgasmos, a campainha tinha que tocar.

Se soltaram imediatamente no susto, mas cara, estava tão bom e Jeongguk já estava ficando tão duro e louco para pegar Jimin de jeito, que não queria parar por nada.

 

— Jeongguk, estão tocando na campainha. — Jimin, o estraga foda deles mesmos, estava acabando com todo o clima que ainda se mantinha erguido com essa história de ir querer atender.

— Ai Jimin, ignora. É só fingir que não tem ninguém. — Puxou seu rosto e voltou a beijá-lo, apertando a carne farta do seu bumbum com gosto.

— Não amor, estão insistindo muito. Deve ser importante. — Se soltou dele de vez e foi em direção à porta. Nenhum dos dois gostou de interromper aquele momento, mas Jeon era o que estava mais claramente frustrado. Cara, ia ser uma foda na cozinha, em pleno café da manhã. As pessoas teriam inveja da sua vida sexual, isso claro se ele conseguisse consumar suas fantasias.

— Mas que porra é essa? — Jimin perguntou surpreso e voltou correndo para a cozinha. — Jeongguk se veste, agora! — se abaixou e pegou a camisa jogada no chão e quando voltou se erguendo não pode deixar de notar o considerável volume no calção do noivo. — E esconde esse pau duro.

— Por quê? O que foi? Quem está na porta?

 

Jimin correu até a porta parando diante dela, respirando fundo e arrumando os cabelos. Colocou a mão sobre a maçaneta e antes de finalmente abrir se voltou para Jeon e pronunciou baixinho a última coisa que ele esperava ouvir naquele momento.

Eram os pais de Jimin.

 

— Pai! Mãe! — Jimin exclamou sorrindo enquanto Jeongguk ainda estava parado no centro da cozinha paralisado tentando decidir, ou se convencer, de que aquilo era real. — O que fazem aqui?

— Oh Jiminie, você não está feliz em nos ver? — A senhora Park perguntou com um bico nos lábios, ai meu Deus era igual ao filho. Chegava a ser assustador.

— Claro que estou, só estou surpreso.

— Sua mãe não se aguentou depois da sua ligação dando a notícia do noivado. Teve que correr até aqui para falar pessoalmente com vocês. — Era a vez do senhor Park entrar no apartamento e cumprimentar o filho. — Inclusive, parabéns filho. — abraçou Jimin calorosamente, que se aproveitou para apertar com gosto o pai que fazia meses que não via. — E você também Jeongguk. — Cumprimentou o futuro genro oficial, que sorriu de longe enquanto era atacado pelos abraços da futura sogra. É, podemos dizer que a mãe de Jimin era um pouquinho louca de amores por Jeon.

 

Contar aos pais. Essa havia sido uma pauta discutia delicadamente entre o casal após a  notícia oficial do noivado dos dois ser dada aos amigos. Era bem bobo mas ainda assim tinham um certo receio de fazer a famigerada ligação. Quer dizer, aos pais de Jimin, já que os pais de Jeongguk era uma espécie de assunto proibido entre os dois; já havia anos que não se falavam e não era de se esperar  que eles fossem ser as pessoas mais animada e felizes em compartilhar da notícia que o filho gay que eles expulsaram de casa  ia casar com o namorado dele.

Então Jimin decidiu contar aos pais por telefone. Uma ligação tranquila e feliz onde o senhor e senhora park fizeram uma tremenda festa quando souberam da notícia. Eles só não esperavam que essa felicidade ia os levar até a porta do seu apartamento, em pleno manhã de sábado, sem o menor dos avisos e interrompendo uma rodada digna de sexo.

 

— O quê?! — O casal exclamou em uníssono enquanto estavam sentados de frente para os pais de Jimin como duas crianças que haviam aprontado e iria levar sermão.

— Podem me explicar direito? Eu não entendi. — Com um sorriso nervoso e bem confuso nos lábios, Jungkook pediu encarecidamente que os seus futuros sogros, pais do seu amorzinho que estava bem sentado ao seu lado tão preocupado quanto ele, explicassem pelo amor do que eles achavam sagrado o que queriam dizer.

— Jungkook, nós sabemos que você não é dado às essas formalidades, mas nós somos uma família tradicional, sempre fomos e assim, você sabe, não será diferente com o casamento do Jimin. — O senhor Park falava com seu tom terno mas ao mesmo tempo firme e convincente.

— Resumindo, vocês vão casar em cerimônia religiosa e com tudo que tem direito. — A mãe de Jimin completou com uma animação assustadora.

— Espera, me deixa ver se eu entendi. — Jeongguk apoiou o cotovelo na perna e se inclinou para a frente esquecendo completamente a postura polida que sempre adotava na frente dos pais do seu, agora, noivo. Dane-se a postura ereta, queria mais era entender que ideia descabida era aquela. — Vai ter um padre e essas coisas? Confessar, batizar, tomar eucaristia, Jimin e eu entrando na igreja ao som de marcha nupcial, é isso?

— Não. Será um pastor. — Ah era verdade. A família de Jimin era protestante.

— Pai, mãe, vocês realmente acham isso necessário? — Jimin perguntou se sentindo um tanto incomodado, tanto pelo posicionamento religioso do noivo, no caso a ausência dele, como por não achar isso a coisa mais discreta do mundo como havia dito ser a vontade do casal.

— Mas é claro que sim! — O pai exclamou decidido. — Criei meu filho para fazer o ritual todo certo.

— Meu filhinho vai ter a benção dos céus sim. Deus ama todos seus filhos independente da sexualidade, raça, cor, altura, e tudo o mais.

— Mas nós dois queremos fazer algo mais discreto, familiar. Nós explicamos a vocês. Coisa simples. — Gentilmente, e com uma paciência e jeito que Jeon não tinha, Jimin tentava explicar aos seus pais que aquilo seria polêmico demais para um casal tão calmo como eles. Na realidade, eles só queriam celebrar a união em algo simples, com família e amigos. Todo o dinheiro que haviam juntado seria investido para o apartamento, a viagem de lua de mel, ou qualquer outra coisa em que realmente quisessem usá-lo. Não queriam mesmo gastar com uma festa.

— E já contratei a agência de festa para acompanhar vocês em tudo! Por isso estamos aqui. — Ela continuava falando com aquela animação constrangedora. — Na segunda-feira mesmo vamos lá.

 

Jimin sorria nervoso por simplesmente não saber o que dizer, nem como reagir. Já Jeongguk só queira que alguma alma boa escutassem todo os pedidos de socorro sendo gritados em sua mente.

 


Notas Finais


Tô de fic nova yey!! Uma short-fic de comédia jikook bem gostosa *---* Vou deixar o link gostoso para quem quiser da uma conferida.

Crônicas de um fracassado: https://spiritfanfics.com/historia/cronicas-de-um-fracassado-9924386


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