História Sobreviventes - Apocalipse Zumbi - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Morto Vivo, Sobrevivencia, Suspense, Virus, Zumbi
Exibições 24
Palavras 1.171
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 16 - Capítulo 16 - Recomeço.


… Passaram-se quase dois meses desde que o grupo foi obrigado a deixar a casa que estavam por conta do ataque de zumbis que resultou também na morte de alguns de seus amigos.
Desde então estão passando por bastante dificuldade, a comida acabou e não conseguiam encontrar uma boa quantidade ou por vezes não encontravam, também não conseguiam água o bastante para todos…

- Toma. É a última gota. - Falou Júlia, oferecendo uma garrafa com menos da metade de água para Victor.

- Dê pra Aylla. - Victor disse. - Eu tô bem.

- A menina já bebeu. - Andreia disse entrando na conversa. - Só falta você.

Júlia ofereceu a água novamente, Victor pegou e deu apenas um gole e devolveu a garrafa.
Continuaram caminhando pela estrada deserta, em busca de um bom lugar para ficarem.
Era uma tarde quente, o sol brilhava forte no céu, que não tinha nenhuma nuvem, o grupo estava caminhando desde bem cedo e não haviam parado ainda. Estavam agora chegando em uma área cheia de casas e prédios.

- Finalmente alguma coisa que não seja uma pista vazia… - Sandro comentou quando avistaram as casas.

- O que acham de ficarmos ali? - Victor perguntou para todos, apontando para um local que tinha um muro alto e um grande portão azul.

- Aquilo é um ferro velho. - Carlos disse estranhando a idéia.

- Podemos limpar tudo…- Victor disse animado. - Teremos um espaço para ficarmos e teremos um muro a nossa volta ajudando a nós proteger.

- Olhando por esse lado, é uma boa idéia. - Andreia concordou.

Depois de todos aprovarem a idéia eles foram até o local, abriram o portão facilmente pois a tranca estava quebrada, entraram no local atentos, o lugar tinha alguns sacos cheios com alguma coisa, pedaços de ferro, eletrodomésticos quebrados, tudo espalhado pelo lugar, olharam tudo e não viram nenhum sinal de zumbi. Reuniram-se novamente após verificarem todo o local.

- Tem uma casinha lá atrás, parece que o dono desse local morava aqui… - Érica disse.

- Também tem água aqui - Sandro acrescentou. - Atrás da casinha tem quatro caixas D'água cheias, não sei pra quê ele precisava de tantas mas que bom pra nós agora né…

- Ótimo, vamos tirar todo esse lixo aqui de dentro e aí poderemos finalmente descansar. - Victor falou.

O grupo começou os trabalhos, pegando as coisas e jogando atrás do local, do outro lado do muro. Demoraram um pouco mas no final da tarde terminaram tudo.

(…)
Sandro tomava banho tranquilamente, a água caía fraca do velho chuveiro. Ele estava dentro do banheiro havia algum tempo, deixando deixando a água gelada escorrer pelo corpo. Assustou-se quando ouviu a porta do banheiro abrir.

- Ah, Oi… Achei que já tivesse saído… volto outra hora… - Érica disse meio sem graça. Passou a vista pelo corpo de Sandro. - Ou posso ficar aqui…

Ela entrou no banheiro, encostou a porta que não tinha tranca, Sandro a observava sem entender mas não dizia nada. Ela tirou a roupa e se aproximou dele quase que colando seus corpos.

- Posso ficar? - Ela perguntou sorrindo e passando o dedo pelo corpo de Sandro, em seguida deu um beijo nele.

- Sim, mas… - ele disse após o beijo, ele fez uma pausa. - Você não era lésbica?

- Bissexual. Sou bissexual, é diferente.

- Muito diferente… - Sandro concordou e em seguida começaram a se beijar.

(…)
- Acho que aqui vai ser um bom pra nós morarmos… - Érica falou quebrando o silêncio.

Estavam quase todos sentados no chão, algumas velas iluminavam o local. O grupo dividia os últimos enlatados que tinham.

- Vai ser… - Victor concordou. - Vamos concertar o portão, conseguir comida, cobertores… ficaremos bem aqui.

- Também temos que colocar uma tranca na porta do banheiro, é meio ruim você tá apertado e quando vai ao banheiro dá de cara com duas pessoas transando. - Felipe disse normalmente.

Sandro engasgou-se na mesma hora e Érica ficou olhando com uma cara de surpresa que praticamente os entregaram.

- Tá falando de quê? - Sandro perguntou tentando disfarçar.

- De nada. Tô dando só um exemplo. - Felipe respondeu rindo.

- Aí alguém viu a Júlia? - Andreia perguntou. - Fui chamá-la pra comer mas não achei ela em lugar nenhum, Carlos saiu alguns momentos depois de mim e também não a viu.

- Ei vocês - Carlos gritou. Ele estava do lado de fora da pequena casa que ficava nos fundos daquele lugar.

Todos saíram no mesmo instante para ver o que era. Antes de sair Victor cobriu Aylla com um pano e deixou a bebê ali dormindo.
Do lado de fora, Carlos segurava um homem pelos braços, ele tentava escapar mas não conseguia.

- Olha o que o Sujeirinha achou. Tava tentando pular o muro pra sair daqui. - Carlos falou.

Victor pegou uma cadeira que tinha largada por ali, retirou o cinto do homem e usou para prendê-lo na cadeira.

- Cadê ela? - Victor perguntou olhando nos olhos do homem.

- Ela quem idiota? - O homem perguntou de volta, tinha deboche em seu olhar.

- À garota loira. - Victor disse ainda o encarando. - Vou perguntar a última vez. Cadê ela?

O homem riu.
- Vai perguntar a última vez… - ele debochou ainda aos risos. - Se me matar não terá a informação…

- Quem falou em matar? - Victor disse.

Ele se virou e pediu a faca de Andreia, voltou a ficar de frente para o homem e o encarou. O homem voltou a rir. Victor cravou a faca bem no joelho daquele homem, fazendo o riso dar lugar a um grito de dor. Victor rodou a faca com ela ainda cravada na perna do homem, que gritava e pedia para parar.

- Eu paro se você falar. - Victor disse para ele.

- Promete que vai poupar minha vida? - o homem pediu.

- Prometo. - Victor falou retirando a faca da perna do homem.

- Uns caras que andam comigo, viram vocês entrarem aqui, disseram que estavam com fome e que sequestrariam alguém e comeria a carne de qualquer jeito, disseram que a preferência era uma das garotas porque aí estuprariam ela antes… Foi fácil pois o portão não estava trancado e ela tava de bobeira aqui sozinha. Não tive nada a ver com isso, fui obrigado a entrar aqui e não consegui sair porque o cachorro aí me viu…

- Onde acho eles? - Victor perguntou.

- Na esquina… - o homem respondeu. - Na casa em que tem uma mancha de sangue na frente. Tem mais de oito caras, vocês não vão arrumar nada.

- Veremos… - Victor falou e em seguida enfiou a faca no pescoço do homem que agonizou alguns segundos e morreu. - Carlos, Sandro e eu vamos atrás de Júlia. Andreia, Felipe Érica matem qualquer coisa que aparecer por aqui.

Victor, Sandro e  Carlos pegaram suas armas e saíram pelo portão, caminhando em direção a casa para resgatar Júlia antes que fosse tarde demais…


(CONTINUA…) 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...