História Sobreviventes - Apocalipse Zumbi - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Apocalipse, Morto Vivo, Sobrevivencia, Suspense, Virus, Zumbi
Exibições 24
Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 17 - Capítulo 17 - A Busca.


… - É aquela ali. - Carlos disse apontando para a casa.

Os três se esconderam atrás de um carro e ficaram tentando ver a movimentação naquela casa. Era uma casa bem grande, tinha uma mancha de sangue na pintura branca, mas era difícil vê-la por conta do escuro.

- Como vamos entrar ali? - Sandro perguntou.

Tinha um portão e uma grade de ferro cercando a grande casa.

- Aquele cabaço ali deve ter a chave. - Carlos falou, indicando o homem que estava encostado na grade e fumando um cigarro.

Carlos caminhou lentamente, tentando fazer o mínimo de barulho possível, ao se aproximar cravou sua faca no pescoço do homem, ele caiu e agonizou, tentando em vão parar o sangue que jorrava da ferida…
Carlos passou a mão pela calça do homem morto e encontrou uma chave, abriu o portão e o empurrou lentamente para que não fizesse barulho, Victor e Sandro foram até ele e adentraram o local.
Victor foi até uma das pequenas janelas que tinham pela grande casa e se abaixou, com cuidado ele olhou para ver o que havia no local. O escuro no local dificultou mas graças às velas que os homens usavam dentro da casa fez com que Victor conseguisse enxergar seis homens, quatro deles jogava baralho e os outros dois bebiam olhando o jogo.

"Aquele velho primeiro vai fazer todo seu ritual de merda antes de dar um trato na loira e liberar ela pra nós…" disse um dos homens rindo.

"Aquele filho da puta bebe uma garrafa de whisky e fica de gracinha antes de fazer o que tem que ser feito. Espero que essa seja gostosa igual a essa aqui." Outro homem disse, mostrando um pedaço de carne e mordendo em seguida.

- Tem seis homens lá dentro, não consegui ver se estavam armados. - Victor disse baixinho para os outros.

- À gente entra atirando sem dar chance de reagirem. - Carlos falou, pegando sua pistola da cintura.

Sandro e Victor fizeram o mesmo.
Sandro deu três fortes batidas na porta e ficou esperando com a arma apontada.
"O que você quer Willy?" Perguntou um dos homens ao abrir a porta, quando percebeu que não era um de seus amigos ele arregalou os olhos e antes que pudesse reagir Sandro deu um tiro em sua cabeça o matando.
Os outros levantaram assustados e tentaram pegar suas armas, mas o fator surpresa ajudou e Victor, Sandro e Carlos conseguiram derrubar todos com tiros certeiros.
Enquanto andavam para procurar por Júlia pela grande casa, um dos homens agarrou o pé de Carlos, ele conseguiu soltar o pé com facilidade devido a fraqueza do homem, os dois buracos no peito e todo o sangue indicavam que o homem não duraria muito tempo. Carlos pisou no pescoço daquele homem e forçou o sufocando até a morte.
Se separaram e procuraram por quase todos os cômodos daquela casa. Victor foi quem a encontrou.

"Espero que tenham conseguido acabar com os malditos mortos-vivos, vou começar a brincar com essa lindeza agora." - Falou o homem enquanto passava as mãos pelo corpo de Júlia, quando ouviu a porta se abrir. Era um homem razoavelmente velho, estava bem acima do peso e tinha um preto com alguns fios grisalhos preso em um rabo de cavalo. Estava de costas para a porta e por isso não viu que não era um de seus homens.

- Daqui a pouco você será um maldito morto-vivo, isso que vai acontecer. - Victor disse encostando a arma na cabeça do homem.

O velho se levantou com dificuldades, estava sem camisa e com a calça aberta. Júlia estava com as mãos e pés amarrados e vestida apenas com sua calcinha e sutiã, aquele homem havia rasgado suas roupas.

- Não precisa me matar - O homem disse ao ficar de frente para Victor. - Eu me rendo.

Victor deu um forte soco na cara daquele homem o fazendo cambalear para o lado, com um chute ele fez o homem cair de costas no chão, em seguida desferiu vários socos no rosto que fez o homem perder alguns dentes e ficar com cortes e manchas roxas pelo rosto, quando o homem estava quase sem força para reagir, Victor desferiu quatro tiros no peito do homem o matando. Desamarrou Júlia logo em seguida e entregou sua camisa para que ela vestisse, ela o abraçou e vestiu a camisa.

- Preciso fazer uma coisa. - Ela disse ao pegar um machado no canto da parede.

Com o machado ela arrancou as pernas e braços daquele homem que já estava morto.

- Você não merecia apenas virar uma dessas coisas - Ela disse para o morto. - Merece ser uma dessas coisas e sofrer por não conseguir sair do lugar seu infeliz.

Ela não conseguiu segurar as lágrimas. Victor apenas conduziu para fora daquele quarto, encontraram Sandro e Carlos no corredor.

- Ainda tinha mais um infeliz.- Carlos disse assim que se encontraram. - Tava cagando e achou que era um dos seus, acabei com ele antes de ele perceber o que tava rolando.

Pegaram todas as armas e suprimentos que pertenciam aqueles homens e saíram daquela casa, voltando para o lugar em que o grupo estava morando…

(…)
Na manhã do dia seguinte o grupo organizou uma busca. Andreia, Érica e Felipe iriam procurar por cobertores, roupas, qualquer coisa que fosse útil para o grupo nas casas mais próximas de onde eles estavam. Enquanto Victor, Sandro e Carlos fariam uma busca por alimentos, água, etc… Mas eles iriam mais longe para fazer a busca. Júlia ficaria em casa dessa vez, tomando conta de Aylla e do cachorrinho e se recuperando do que havia passado na noite anterior.
Victor, Sandro e Carlos saíram primeiro, como iriam mais longe não queriam perder tempo.
Os outros saíram um pouco depois para vasculhar as casas vizinhas.

- Acho mais seguro alguém ficar aqui vigiando enquanto dois entram e procuram. - Andreia falou enquanto olhava para a primeira casa que fariam a busca.

- Concordo. - Falou Érica. - Mas essa pessoa não pode ser o Felipe.

- Ei, por que? - Felipe protestou meio indignado.

- Então você fica. - Andreia falou para Érica, ignorando Felipe.

- Nada disso. - Falou Érica também ignorando Felipe. - Par ou ímpar?

- Já vi que tô sobrando aqui. - Felipe disse balançando a cabeça negativamente.

No duelo de par ou ímpar, Érica foi quem levou a melhor, obrigando Andreia a ficar de guarda na porta da casa.
Os dois entraram e ela ficou ali plantada, impaciente, cada minuto parecia uma hora para ela, que caminhava de um lado para outro, depois encostou-se na parede. Estava prestes a perder a paciência e entrar na casa quando ouviu um barulho vindo da lateral da casa, ela foi caminhando lentamente, achou que não era nada e por isso não pegou sua arma. Caminhou pela grama alta, iria dar a volta na casa só para garantir que não tinha nada ali, passava por trás de uma caminhonete quando ouviu um grunhido atrás de si, olhou para trás meio assustada e viu um zumbi já bem próximo a ela, prestes a lhe dar uma mordida, não daria tempo pegar a arma, o zumbi se atirou em cima dela, ela acabou caindo e no exato momento em que ela levaria uma mordida no rosto ela colocou a mão direita na boca da criatura como defesa, o sangue começou a escorrer e pingar em seu rosto, apesar da dor que estava sentindo ela não gritou, continuou firme, com os dentes cerrados, um gemido de ódio era o máximo que ela produzia naquele momento, o sangue seguia pingando em seu rosto, a dor e a perda do sangue estava fazendo ela perder as forças, de repente o zumbi caiu de lado, morto. Andreia olhou meio aérea e viu uma jovem, que tinha um pequeno machado na mão, Andreia olhou em seguida para a mão destroçada, sentiu aquela jovem pegar seu braço e apoiar em alguma pedra e em seguida bater com o pequeno machado em seu braço, Andreia dessa vez não se conteve e gritou de dor, veio a segunda pancada, a terceira e quarta, na quinta pancada a jovem pegou o braço de Andreia e levantou, começou a enrolar um pano.

- Fique calma, você vai ficar bem… Vai ficar tudo bem… - Aquela jovem disse.
Foi a última coisa que Andreia viu e ouviu antes de sua visão escurecer e ela apagar.


(CONTINUA…)


Notas Finais


;)


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