História Sobreviventes - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~TiiadasDrogas

Postado
Categorias Naruto
Tags Apocalipse, Gaaino, Naruhina, Naruto, Sasusaku
Exibições 84
Palavras 997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oláááá seres humanos!
Seguinte, primeira fic que escrevo usando o apocalipse como tema, então peguem leve :3
Desta vez estou escrevendo com uma amiga, a ~TiiaDasDrogas <3

Capítulo 1 - Prólogo


   A jovem tapa a boca diante da cena perturbadora que vira: um ser assustador com apenas um braço e carne à mostra mordia violentamente o pescoço de um aluno que ela logo reconhecera de ser seu grande amigo, Kiba.

   Sem retirar os olhos da criatura, tateia a porta atrás de si até encontrar a maçaneta, quando sente o objeto, gira-o e sai correndo. Corre pelos corredores totalmente assustada, tropeça, cai, porém levanta-se sem ao menos dar valor para a dor. Os olhos arregalados soltavam lágrimas enquanto a jovem garota lembrava do que acabara de presenciar, seu melhor amigo fora morto por... aquela coisa.

   Para os seus passos bruscamente, seu peito subia e descia com a sua respiração descontrolada, o número de monstros à sua frente era assustadora, a maioria com o uniforme do colégio, a jovem foi logo reconhecendo pelas características, Karin, Tayuya, Sasori, entre vários outros.

   A horda voltou o olhar para a garota parada ali, de olhos arregalados, expressão assustada, o coração assustadoramente acelerado. As criaturas moveram-se um pouco, antes de correr violentamente para a direção da jovem, a mesma soltou um grito rápido de pavor e deu meia volta, correndo com todas as suas forças. Pisando firme, sentiu uma pontada em seu joelho esquerdo, resultado de seu tropeço minutos antes. Ignorou a dor e avistou a orientadora da escola logo a frente.

   Shizune assistia aos monstros correrem rapidamente atrás da estudante, completamente travada em seu transe, a surpresa e o medo não deixavam suas pernas se mexerem. A aluna passa pela orientadora correndo, gritando seu nome roucamente, porém Shizune não se locomove, deixa os papéis que carregava cair, forrando o chão com os documentos. Começa a andar para trás, mas quando finalmente resolve correr, a morena é atacada pelas criaturas.

   Uma delas morde violentamente seu pescoço, arrancando uma grande quantidade de carne, o restante mordia variadas partes: braços, pernas, o tronco. A estudante balança a cabeça enquanto corria, observara por trás de seu ombro todo o acontecimento e segurou-se para não vomitar ali mesmo, percebeu algumas criaturas ignorarem o corpo de Shizune e correrem em sua direção. A jovem ganha mais velocidade, vira o corredor, mas tropeça, se apoia no chão com a mão direita e continua a correr, aliviada por não ter caído.

   Sua cabeça olhava todas as portas insegura, a adrenalina misturada com o medo fazia seu coração palpitar e impedia o raciocínio da jovem, que apenas corria por seu instinto de sobrevivência, desacelerou os passos rápidos e agarrou a maçaneta de uma porta qualquer, abre-a, entra e a tranca, olhando a porta com insegurança e dando passos para trás, as lágrimas ainda desciam por seu rosto alvo, agachou-se sentando-se no chão, agarrou suas próprias pernas e não ousou fazer um barulho sequer, tapava sua boca com uma mão com os olhos perolados ainda fixos na porta, atenta a qualquer sinal das criaturas, seu coração ainda batia descompassado, a respiração rápida, os pequenos e baixos gemidos que a jovem soltava tentando segurar o choro.

   Finalmente desviou o olhar da porta e varreu o ambiente com os olhos, estava escuro, mas a estudante reconheceu onde estava: no depósito do zelador. Um pequeno cubículo com ferramentas, ferramentas para jardinagem, produtos de limpeza e variados panos. Seu olhar perolado fixou em um martelo um pouco maior que o normal, feito para martelar coisas mais duras, a jovem sentia seus cabelos azuis escuros grudarem em seu rosto por conta do suor, ignorou o fato e esticou o braço, apanhando o martelo. Era sua arma.

   A deixou do lado de seu corpo, segurando o cabo com força, estava um calor sufocante, mas a jovem se limitou a ficar quieta e estática, proibindo-se de retirar o blazer da escola.

   Perdeu a conta de quanto tempo ficou ali, agachada e sem fazer o mínimo barulho sequer. Ouviu passos apressados e estremeceu, soltando um baixo gemido de surpresa, os passos desaceleraram, a estudante ouvia eles se aproximarem da porta, sentiu as lágrimas descerem por seu rosto novamente, tentou reunir um pouco de coragem e apertou o cabo do martelo com mais força, levantando-o devagar, sem querer, bateu a parte de trás do cabo na estante de ferro atrás de si, gerando um barulho alto, o impacto fez com que uma lata de tinta caísse no chão. O barulho ecoou pelo cubículo. A jovem praguejou-se mentalmente pelo seu descuido, sentindo o seu coração apertar.

- Tem alguém aí? - a voz feminina perguntou, enquanto dava leves batidas na porta.

- S-Sakura? - a jovem perguntou, esperançosa.

- Hinata! Sou eu! Abra a porta.

   Hinata levantou-se, ainda com o martelo em mãos, destrancou a porta e a abriu cuidadosamente, a imagem da garota de cabelos rosados e olhos esmeralda a fez suspirar aliviada. Sakura a abraçou.

- Ainda bem que você está viva! - a rosada sussurrou.

- Eu estava com tanto medo!

- Shh! - Sakura distanciou-se da perolada. - Fale baixo.

   Hinata assentiu e olhou para a rosada, a saia amassada, os sapatos sujos de sangue, a blusa desarrumada, a gravata servindo de rabicó para prender os cabelos róseos da jovem e o blazer amarrado na cintura, além de suas roupas estarem com respingos de sangue.

- Sakura... - Hinata murmurou.

- Estou bem - a rosada sussurrou com um sorriso de canto. - Apenas matei alguns zumbis - Sakura ergueu o machado vermelho que segurava, o mesmo machado que encontramos quando vamos quebrar o vidro e ativar o sinal de incêndio.

   Hinata sempre soube que Sakura era barra pesada, a rosada sempre se metia em brigas com os garotos e sempre ganhava, mesmo parecendo ser uma garota delicada, a rosada era bem valente, coragem não lhe faltava, era muito compreensível ela estar viva, confiante e pronta para desferir qualquer ataque. Hinata culpou-se, enquanto se escondia e chorava como um cachorrinho assustado, Sakura enfrentava todas essas criaturas.

- Z-zumbis? - a perolada indagou, num sussurro que pareceu alto demais.

   Sakura apenas assentiu.

- Venha, temos de achar um lugar seguro.


Notas Finais


:3


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