História Soccer Player. - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Zooey Deschanel
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Zooey Deschanel
Tags Charmant, Himym, Jogador De Futebol, Ma Belle, Penelope Finn
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Palavras 2.592
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


❤ I'm back, as always
❤ How you doing?
❤ Boa leitura

Capítulo 7 - Madison Square Garden.


 

P. O. V. Penelope Finn.

Manhattan, NY. – 20h00min. – Junho, 2015.

 

Já era terça-feira e finalmente meu plantão tinha terminado. Arrumei minhas coisas e segui até o banheiro, lavando o rosto, escovando os dentes e passando maquiagem.

Justin tinha insistido que saíssemos todos os dias em que ele estivesse aqui e eu concordei, pois faltavam cinco dias para ele voltar para Portugal e eu não sabia quando o veria. Por faltar tão pouco tempo para a sua partida e a forma que tudo acontecia rápido entre nós, eu estava preocupada. Como seria com ele lá e eu aqui? Suas intenções eram as melhores comigo, a todo tempo o Justin deixava isso claro, mas era difícil imaginar um relacionamento à distância.

Terminei minha maquiagem e guardei tudo dentro da minha bolsa, saindo do banheiro. Encarei o buquê de flores que estava sobre a minha mesa e sorri, pegando o cartão que estava dentro e relendo pela milésima vez.

 

“Tenha um ótimo dia, Charmant.”

 

A letra dele era engraçada e com toda a certeza não era a mais bonita, mas com apenas cinco palavras ele tornou meu dia excelente. Os pequenos gestos e presentes sempre fazem toda a diferença. Um buquê de rosas e um pequeno pedaço de papel transformaram meu dia em algo bem melhor que o normal.

Meu celular apitou com uma mensagem do Justin. Ele já estava a minha espera no lado de fora do hospital. Tirei meu jaleco e peguei minha bolsa, trancando a sala e largando a chave na recepção. Saí pela porta principal e lá estava ele, encostado na SUV preta e com um sorriso lindo.

Em seu corpo tinha uma calça jeans de lavagem clara, blusa de manga comprida cinza e sapatos pretos. Na cabeça o mesmo chapéu preto de sábado e um relógio dourado no pulso.

– Gostou das flores? – Bieber perguntou apontando para o buquê em minhas mãos. Concordei com a cabeça e beijei seus lábios com vontade. – Isso foi um ótimo agradecimento.

– O que pretende fazer hoje? – Questionei assim que afastei nossos corpos.

– Pensei que poderíamos ir ao boliche, mas precisaria de mais pessoas e eu quero ficar só com você, então vamos ver seu filme favorito. – Assim que Justin terminou de falar eu franzi o cenho.

– Meu filme favorito não está em cartaz no cinema. – Falei óbvia. – E você nem sabe qual é.

– Emily me contou. – Lógico que sim. – Um Amor Para Recordar e Sempre Ao Seu Lado.

– Onde você pretende assistir esses dois filmes? – Perguntei curiosa. – Alguma coisa me diz que eu não vou gostar nada da sua ideia.

– Você vai brigar comigo, já até sei, mas nós vamos e é surpresa. – Bieber disse abrindo a porta do carro para mim. – Vamos comprar comida no Mc Donalds e seguir para o nosso destino.

– Oi, Kenny. – Falei o cumprimentando e ele sorriu.

– Oi, senhorita Penelope. – Ri pela forma de cumprimento. – Podemos ir, Bieber?

– Claro, Kenny. – Justin respondeu. – Estou ansioso.

– Nós precisamos conversar, tudo bem? – Ele fez uma careta quando eu terminei a frase. – O que foi?

– Toda vez que eu escutei essa frase vinda de você, nunca terminou bem. – Bieber disse me encarando. – E pense bem no que vai falar, por que você vai estar sozinha comigo e dependendo eu posso te matar, Penn.

– Você é tão idiota, céus! – Falei rindo. – É só uma conversa, Drew.

– Como foi seu dia? – Então eu contei rapidamente sobre e chegamos ao Mc Donalds. Justin comprou uma penca de comida e seguimos até o local da surpresa.

E mais uma vez eu fui vendada.

Eu realmente esperava que ele não tivesse feito nada muito grande, que gastasse dinheiro, por que eu ia ficar chateada. Jamais me interessei pela conta bancária dele e não seria agora que eu iria me interessar.

– Gostou? – Bieber perguntou assim que tirou a venda e eu não tive palavras.

Céus, eu ia matá-lo.

Estávamos no Madison Square Garden. Todo o estádio estava vazio e no telão estava passando os créditos iniciais do filme. Ele tinha fechado um estádio para assistir meus filmes favoritos? Só podia ser brincadeira.

– Você não gostou. – Ele murmurou assim que percebeu minha expressão. – Desculpa, Penn. Pensei que fosse gostar.

– Por que você não alugou o filme e me levou para assistir no seu quarto de hotel? – Perguntei confusa. – Justin, você alugou um estádio. Para ver um filme. Tem noção do quão caro isso é?

– Pelo amor de deus, não se importe com o dinheiro, Penelope. – Ele respondeu impaciente. – Quis fazer algo diferente.

– Justin, eu me importo com o dinheiro, sim! Eu não quero que fique gastando essa quantia comigo. – Falei no mesmo tom. – Quanto você pagou? Quero pagar pelo menos a metade.

– Sem chance. – Justin afirmou sério. – O dinheiro é meu e eu gasto como e onde eu quiser.

– Eu não sou do tipo de pessoa que sai com a outra pelo financeiro. Muito pelo contrário. – Falei séria. – O dinheiro é seu, mas o encontro é comigo.

– Por que você não pode agir como as mulheres normais e achar isso tudo um gesto romântico? – Na mesma hora que ele terminou a frase, eu perdi completamente a paciência.

– Então vá achar uma mulher normal. Ah não, espere... Você não achou uma mulher normal que te agradasse. Por isso você está aqui, correndo atrás da sua namoradinha de faculdade, a garota mais anormal que você esteve. – Respondi a sua perguntinha ridícula. – Eu vou embora.

– Porra, Penelope, não vá. – Justin disse segurando meu braço. – Eu não quis dizer aquilo.

– Mas você disse. – Afirmei bem séria. – Olha, não quero parecer ingrata, tudo isso é incrível, mas é demais, Drew. – Toda vez que eu usava seu nome do meio, ele sabia que eu não estava irritada com ele. – Eu adorava o cara da faculdade que me levava para fazer coisas incríveis sem gastar mais de vinte dólares.

– Eu posso e quero gastar dinheiro fazendo coisas incríveis com você. – Bieber disse segurando minha cintura. – Eu não quero uma mulher normal, Penn. Por isso eu estou aqui.

– Prometa que isso não vai mais acontecer. – Pedi o encarando. – E prometa sério.

– Penn... – Eu o olhei sério. – Eu aviso quando for fazer algo grande.

– Não foi isso que eu lhe pedi. – Falei cruzando os braços.

– Mas é isso que eu posso oferecer. – Mantive minha postura séria. – Por favor, colabore com o meu conceito de romantismo.

– Eu ainda vou te matar. – Murmurei antes de sentir seus braços me puxando contra si. – Não gosto nem de pensar o quanto deve ter sido alugar esse estádio imenso.

– Não pense, apenas... Aproveite comigo. – Concordei com a cabeça. – Quer se sentar aonde? O filme já começou.

– O estádio está tão cheio que eu não consigo ver cadeira vazia. – Ironizei fazendo-o rir. – Aqui já está ótimo.

Primeiro assistimos Sempre Ao Seu Lado. Eu chorei muito, muito mesmo. Justin ficou emocionado, mas manteve sua postura masculina e apenas ficou me confortando.

– O filme acabou de começar e você já está chorando. – Bieber disse rindo assim que começou Um Amor Para Recordar.

– É tão lindo um amor como esse e ela morre, mas muda a vida dele e ele se torna o milagre dela. – Falei com a voz toda embolada, devido ao choro.

– Obrigado por contar todo o filme. – Justin disse rindo. – Fique calma, não passa de um filme.

– Nunca mais diga isso. – Falei séria. – Assista ao filme, senhor superior que não chora por fingir superioridade.

Ele gargalhou com o que eu disse, mas prestou atenção no filme. Justin teve todas as reações que eu tive quando assisti pela primeira vez. Primeiro ele achou bonitinho ver o personagem correndo atrás da menina e ficava irritado quando ela o afastava, então ele se revoltava ao saber da leucemia e achava o final perfeito, vendo a lista de desejos e o milagre acontecendo.

– Como você pode ser tão insensível ao ponto de não chorar? – Perguntei indignada. – Ela morreu, Justin.

– E isso foi um puta de um vacilo. – Ele respondeu irritado. – Pensei que teria uma cura e eles fossem ficar juntos. Que porra de filme não tem final feliz?

– Um filme baseado em fatos reais. – Afirmei. – A vida não é como a gente quer.

– Eu estou irritado com esse filme. – Justin disse emburrado. – Por que você me fez assistir isso?

– Leia o livro, é muito mais interessante. – Ele revirou os olhos. – Eu ainda farei você ler, Drew.

– Boa sorte com isso. – Ri em resposta. – São quase uma da manhã e eu sou responsável o suficiente para saber que você trabalha cedo.

– Vai me levar para casa? – Perguntei rindo. – Você e responsável na mesma frase chegam a ser irônico.

– Penelope, eu sou bem responsável. – Quando ele terminou de dizer, nós dois caímos na risada. – Mas tenho Scooter para me lembrar de algumas coisas.

– Como isso vai funcionar? – Questionei confusa. – Está sendo melhor que o esperado, Drew.

– Eu venho te ver, você vai me ver... E por ai vai. – Justin sugeriu. – Se tudo der certo e nós dois realmente quisermos algo duradouro, alguém terá que abrir mão de uma vida inteira. – Eu sabia muito bem disso e odiava saber que a pessoa que abrira mão de tudo seria eu. – Sei que não é justo, mas infelizmente é a realidade.

– Você só pode ser jogador do Real Madrid, estando em Portugal. Eu posso ser psicóloga em qualquer lugar. – Falei o óbvio. – Sei que se algum momento alguém tiver que abrir mão de tudo, eu serei esse alguém.

– Isso não é justo com você. – Bieber disse sério. – Seus amigos, sua irmã, seu emprego, tudo isso faz parte do seu sonho. Morar em Manhattan, trabalhar no hospital mais importante do estado e estar perto da família. – Ele comentou. – Como você espera que eu sugira que você abra mão disso?

– Não vamos focar nisso. Não agora. – Falei tentando não pensar sobre. – Quando você volta?

– Eu não faço ideia. – Ótimo! Melhor impossível. – Mas dentro de três semanas tem o aniversário do Gareth. Provavelmente terá festa e você poderia ir. Seria uma boa oportunidade de lhe apresentar aos meus amigos.

– Ir a Portugal para conhecer ícones do futebol e sair para beber com eles? – Pensei alto. – Pode ser uma boa ideia.

– Vou pedir ao Scooter te ligar e agendar um voo de acordo com a sua disponibilidade. Tente ficar o máximo tempo em Portugal. – Justin disse me encarando. – Acordar todos os dias com você lá vai ser ótimo.

– Quem disse que eu vou ficar na sua casa? – Perguntei séria, tentando não rir. Ele ia ficar irritado e eu adorava deixá-lo assim. – Eu vou ficar em algum hotel.

– De jeito nenhum, Penelope. – Bieber disse mais sério ainda. – Você vai ficar na minha casa, que já estará pronta.

– Por acaso você ficou na minha casa? – Ele não respondeu. – Direitos iguais. Ficarei em algum hotel.

– Não, você não vai. – Ri na mesma hora. – Eu não estou brincando, Penelope.

– Então eu quero que você leve café da manhã para mim, todo dia, na cama, durante toda a minha estadia na sua residência. – Falei séria, mas eu estava brincando. Eu gostava de testá-lo. – E vai ter que me entreter o dia inteiro.

– Tudo bem, eu posso fazer isso. – Ri alto na mesma hora. – Por que eu nunca sei quando você está brincando?

– Porque eu sou demais. – Falei me gabando. – Vou viajar para outro continente só para te ver. Isso é loucura.

– Olhe só para mim, quem não viajaria? – Ele estava pegando muito da minha modéstia. – Eu preciso te levar para casa, Finn. Estou tentando ser responsável.

– Tudo bem, papai. – Respondi me levantando e ele riu, fazendo o mesmo.

Durante o trajeto eu reparei a quão cansada eu realmente estava. Demoramos mais de quinze minutos até chegar a meu prédio, onde Justin fez questão de me levar até a porta de casa.

– Por que você não dorme aqui comigo? – Perguntei assim que paramos de nos beijar. – Ai quando eu for para Portugal você pode usar isso contra mim.

– É só por isso que você quer que eu durma aqui? – Ele perguntou convencido e eu concordei com a cabeça. – Só isso já é um ótimo motivo.

– Vá avisar ao Kenny, a porta estará aberta. – Falei o empurrando e destrancando a porta.

Entrei a casa e fechei a porta, acendendo a luz. Tudo estava da mesma forma que eu deixei. Joguei minha bolsa no sofá, apenas pegando meu celular e indo até o quarto, colocando-o para carregar. Tirei os saltos e peguei um pijama na minha cômoda, deixando separado para quando eu fosse tomar meu banho.

Voltei à sala e vi que Justin já estava trancando a porta. Ele tinha uma bolsa branca de papel em mãos, deixando-me curiosa sobre.

– Eu comprei isso aqui para você. – Bieber disse me entregando. – Espero que você goste.

Abri a bolsa curiosa e vi uma caixinha da Pandora. Ele realmente queria ser morto. Pandora é uma marca extremamente cara. Abri a caixinha e vi uma pulseira prata, com alguns pingentes. Tinha um livro, um CD, um cachorro, um J e um prédio. Era bem legal.

– Pedi que fizessem esses pingentes. São as coisas que mais me lembram de você. – Justin disse pegando a pulseira e colocando em mim. – Exceto pela letra J. Isso é para você sempre se lembrar de mim.

– Não sei se eu te mato ou se te dou um abraço. – Falei o fazendo rir e ele me abraçou. – Obrigada, Drew. Você realmente sabe como me deixar surpresa.

– Era a intenção, Charmant. – Ele falou se afastando minimamente. – Você está linda hoje.

– Você diz isso todo dia. – Falei após revirar os olhos.

– A culpa não é minha se você sempre está linda. – Como eu ficava sem graça. – Você precisa dormir, Penn.

– Sei que sim. – Falei um pouco cansada. – Eu vou tomar banho.

– Isso é um convite? – Ele perguntou segurando o riso. – Porque eu ia aceitar sem problema algum.

– Não, não foi um convite. – Falei nos afastando. – Você pode tomar o seu depois.

– Se tomássemos juntos, economizaria água do planeta. – Ri com aquilo. – Quem diria que Penelope Finn está contribuindo para a escassez de água?

– Calado, Bieber. – Falei enquanto ia até o banheiro e logo tomei meu banho.

Tentei não demorar muito e logo fui escovar os dentes, passar alguns cremes e percebi que tinha deixado o pijama no quarto.

Boa, Penelope!

– Isso que eu chamo de uma bela visão. – Justin disse assim que eu entrei no quarto. – Se quiser tirar a toalha, sinta-se a vontade.

– Vá tomar seu banho, Bieber. – Ele riu com o que eu disse e se levantou. – Tem toalha no armário embaixo da pia, assim como uma escova de dente nova.

– Já estou indo. – Justin falou antes de sair do quarto e logo coloquei minha roupa.

Fiquei deitada na cama, mexendo em meu celular que estava a carregar. Instagram e Snapchat eram as únicas redes sociais que eu usava, então não tinha muita coisa para ver. Quando eu vi a foto que Justin tinha postado há alguns dias, fiquei observando por alguns minutos.

Assim como da primeira vez, tudo estava indo muito rápido.

A foto tinha um milhão e quinhentas mil curtidas. Os comentários eram incontáveis, mas todos perguntavam quem era a garota da foto. Tirei um print e enviei para Emily, perguntando se aquilo não era absurdo demais.

– Você se importa se eu dormir só de cueca? – Justin perguntou entrando no quarto só usando tal peça e eu ri.

– Durma como quiser. – Respondi bloqueando o celular e o colocando na mesinha de cabeceira.

Justin apagou a luz e se deitou ao meu lado, puxando-me contra si. Ele me beijou bem ternamente e depois ficou fazendo carinho no meu cabelo até eu dormir.

Se não desse certo desta vez, não seria ele quem sairia de coração partido.

 

 


Notas Finais


❤ Digam o que acharam e até a próxima ❤
❤ S ❤


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